Pesados da M-Benz têm novo serviço de pós-vendas

De olho no segmento de pós-vendas a Mercedes-Benz aproveitou a Agrishow, feira dedicada ao setor agrícola, para lançar o seu SDC, Serviço Dedicado Conectado, sistema que une serviços e tecnologia, segundo comunicado divulgado pela empresa na segunda-feira, 30. O serviço reúne os planos de manutenção, sistemas de gestão de frota e oficina dedicada nas instalações das próprias empresas.

 

Segundo a companhia com o SDC o cliente diminui em até 17% o custo total de manutenção dos caminhões — e o consumo de combustível é reduzido em até 10%.

 

Sílvio Renan, diretor de peças e serviços ao cliente da Mercedes-Benz, afirma que a soma das vantagens oferecidas no novo serviço “resulta em maior disponibilidade dos veículos para o trabalho, gerando resultados e rentabilidade para os clientes”.

 

Foto: Divulgação.

Firestone comemora seus primeiros 95 anos de Brasil

A Firestone, marca do  Grupo Bridgestone, comemora seus primeiros 95 de anos de Brasil com mais de 385 milhões de pneus produzidos em Santo André, SP, construída em 1939, de acordo com o comunicado divulgado pela companhia na quarta-feira, 2.

 

A empresa lembrou que que, desde a construção da fábrica, foram feitos “investimentos constantes em novas tecnologias para o desenvolvimento de novos pneus com maior desempenho, segurança e economia”.

 

Fábio Fossen, presidente da Bridgestone no Brasil, disse que “o trabalho de todos os colaboradores e da rede reforça a tradição e confiabilidade da Firestone no País”.

Renault vende cinco mil Kwid pela internet

A Renault anunciou na sexta-feira, 27, que vendeu até março 5 mil 106 unidades do modelo Kwid por meio da plataforma online K-Commerce, criada em janeiro exclusivamente para as vendas do veículo. A quantidade representa coisa de 37% das vendas totais do Kwid no trimestre, período em que foram vendidas 13 mil 687 unidades, segundo dados da Fenabrave.

 

O canal de venda direta, criado em parceria com a empresa de software SAP, foi desenvolvido para pessoas físicas, embora a empresa não descarte no futuro criar espaço na plataforma destinado às empresas, segundo Luiz Pedrucci, presidente da Renault do Brasil: “Estamos trabalhando para abrir as vendas às empresas mais para frente, talvez algo desenvolvido para as concessionárias, já que elas fazem parte do processo”.

 

A Renault aposta no comércio online com o objetivo de aumentar o leque de canais de vendas afora os tradicionais. A exclusividade do Kwid neste canal, segundo o executivo, tem a ver com a proposta do veículo no mercado, que é a de atrair um público que busca conectividade no segmento de entrada: “O volume vendido desde janeiro mostra que estamos no caminho certo. 100% do processo de venda pode ser feito online, e 70% dos pedidos feitos até hoje foram realizados via celular”. O valor do veículo no site é o mesmo que o visto nas concessionárias, confirmou Pedrucci.

 

O executivo evitou comentar expectativas acerca das vendas do modelo por meio online daqui pra frente. Segundo ele não há metas a serem batidas pelo K-Commerce. O que a empresa espera é que o canal se popularize entre os clientes de forma a consolidar a utilização da internet para compras de veículos: “Tratamos isso com pragmatismo. O importante neste momento é trabalhar este canal que representa uma ótima forma de vender automóveis. O mercado precisa estar aberto a novas plataformas de comércio, se modernizar”.

 

O Kwid terminou o trimestre como o oitavo veículo mais vendido no País. A empresa afirma que as vendas voltaram a crescer após período em que teve de acelerar em janeiro a produção do modelo em São José dos Pinhais, PR, para atender pedidos feitos ano passado e a demanda das exportações: “Os emplacamentos feitos no trimestre mostram que voltamos à normalidade. Mantivemos o ritmo de produção para atender às demandas do veículo na América Latina”. A fábrica instalada no Paraná segue trabalhando em três turnos, disse Pedrucci.

 

Foto: Divulgação.

ZF e eSync Alliance unem-se por tecnologia do futuro

A ZF se uniu à eSync Alliance numa iniciativa que reúne várias empresas fornecedoras de soluções de dados de diagnóstico e atualizações OTA, Over the Air, com potencial para economizar bilhões de dólares por ano para a indústria automotiva, segundo comunicado divulgado pela empresa na sexta-feira, 27.

 

À medida que o futuro se aproxima para o setor automotivo os veículos estarão cada vez mais digitalizados, equipados com recursos sofisticados, automatizados e serão necessários softwares atualizados.

 

Diante desse cenário no futuro os veículos irão para a concessionária, ou para a oficina, para atualizar seu software e isso demanda tempo e dinheiro das empresas. Com isso, a tecnologia OTA reduzirá esse custo, transmitindo versões de software mais recentes diretamente da nuvem para o veículo, por meio de uma conexão de dados e sem tempo de espera.

 

Foto: Divulgação.

Volvo CE já produz peças de reposição em 3D

A VCE, Volvo Construction Equipment, começou a imprimir, na Europa, algumas peças de reposição em 3D. A nova oferta de serviços faz parte do “compromisso assumido pela empresa de fortalecer a pesquisa e desenvolvimento de novos produtos e de auxiliar os clientes nesta área”, de acordo com comunicado divulgado na quinta-feira, 26.

 

O serviço, por enquanto, será exclusivo para o mercado europeu. Jasenko Lagumdzija, gerente de suporte comercial, afirmou que este é um serviço “especialmente bom para máquinas antigas, na quais as peças desgastadas não são mais fabricadas eficientemente por meio de métodos tradicionais”.

 

A produção de novas peças pela impressão 3D reduz o tempo e os custos, para ajudar os clientes de maneira mais rápida e eficiente, segundo a Volvo.

Locadoras geram mais de 80 mil postos de trabalho

A retomada dos empregos já se reflete no setor de locação de veículos, que emprega 80 mil 378 pessoas, alta de 4,9% na comparação com o resultado de 2016, 76 mil 589 funcionários, de acordo com levantamento feito pela Abla, Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis, a partir dos dados do Caged, Cadastro Geral de Empregados e Desempregados.

 

O estudo mostra em quais regiões as locadoras geram mais empregos, com o Eestado de São Paulo na primeira posição, 21 mil 692, seguido or Minas Gerais, 7 mil 657, Rio de Janeiro, 7 mil e 25, Bahia 6 mil 239, e Pernambuco, 5 mil 537.

 

O faturamento anual do setor, de acordo com a Abla, é de R$ 15,5 bilhões — e 58% vêm do aluguel de frotas inteiras para empresas e órgãos públicos, com o turismo de lazer representando 23% e o turismo de negócios 19%.

Neo Rodas projeta produção até 30% maior

A Neo Rodas, empresa especializada na produção de rodas para abastecer as OEM, foi fundada em 2016 após a aquisição de uma fábrica que fornecia rodas Rodão e Bino. Nesse curto período a fabricante caminha rapidamente para atingir sua capacidade máxima de produção. Diante do crescimento e as oportunidades no mercado anunciou, em março, a aquisição de ativos de uma fábrica nos Estados Unidos e agora prepara novo investimento em aumento de capacidade de atender essa demanda.

 

Luiz Carlos Massarenti, diretor comercial da empresa, em entrevista exclusiva a AutoData, falou sobre o ritmo de produção da fábrica em Vinhedo, SP, planos futuros de investimentos e projeções para o mercado brasileiro este ano. Confira abaixo os principais trechos da entrevista:

 

A fábrica está operando em 100% de sua capacidade? Em quantos turno e quantos funcionários? Existem planos de expandir a capacidade de produção?

 

Em algumas áreas a ocupação chega a picos que ultrapassam os 90%, mas estamos trabalhando em regime especial visando a garantir o atendimento da demanda. Na média nossa fábrica está perto de 85% de ocupação.

 

Estamos investindo em aumento de capacidade já para o segundo semestre deste ano, assim como fizemos no caso da compra dos ativos de uma fábrica nos Estados Unidos, sendo que temos também outros investimentos contratados e que terão o início em meados do ano.

 

No momento estamos trabalhando com 396 funcionários, em três turnos. Futuras contratações serão pontuais para atendimento de variações da demanda mensal em setores específicos, seguindo o mix de produção.

 

Qual a projeção de crescimento na produção para 2018?

 

Este ano previmos em nosso orçamento um incremento da ordem de 20% na produção de unidades para 2018 sobre 2017, porém pelo que observamos e vivenciamos no primeiro trimestre, esta alta pode passar de 30% caso a tendência dos primeiros meses se mantenha ao longo do ano.

 

Qual a projeção de alta no faturamento esse ano?

 

Conforme nosso orçamento anual o faturamento da empresa deve apresentar uma alta da ordem de 25% sobre 2017.

 

A Neo Rodas está buscando novos clientes no mercado brasileiro?

 

Sim, estamos em conversas avançadas com alguns novos clientes não somente no Brasil.

 

Com a operação quase no limite como fica a busca por novos clientes no mercado brasileiro? É possível atender mais clientes otimizando a logística de produção, por exemplo?

 

Estamos investindo em aumento de capacidade para o curto, médio e longo prazos, de forma que o relativamente alto nível de ocupação atual não tenha impacto na política comercial e na busca por novos clientes e novos negócios. Pois, afinal, uma vez que os novos projetos possuem um período de desenvolvimento e validação, que nos permite planejar a produção e os recursos com meses de antecedência, devemos garantir o atendimento da demanda de todos os clientes.

 

Quanto à logística de produção trabalhamos continuamente para otimizá-la, dentro das possibilidades técnicas e econômicas da empresa e daquelas que o mercado permite.

 

Como estão as exportações da empresa? Quanto do que é produzido é vendido para fora?

 

A participação das exportações em nossos negócios ainda é relativamente baixa, mas com viés de alta. Com novos negócios fechados com a Argentina e as entregas indiretas, via CKD das montadoras, como VW, GM, FCA e Lifan, o porcentual de produtos destinados à exportação está em 5%. Os aumentos devem ser intensificados no segundo semestre com alguns novos itens, e com mais impacto em 2019, com novos contratos, tanto com clientes atuais como novos em tratativas.

 

A empresa atingiu 1 milhão de unidades fabricadas no fim de março. Quanto deve atingir até dezembro?

 

O orçamento da empresa está em aproximadamente 900 mil rodas para 2018, mas se a alta do mercado se mantiver poderemos ultrapassar a marca de 1 milhão de rodas vendidas.

 

Qual a expectativa da Neo Rodas para a produção e vendas do setor automotivo em 2018?

 

Nas projeções de mercado que usamos como base para o nosso planejamento interno trabalhamos com os números divulgados periodicamente pela Anfavea e pelo Sindipeças em seus relatórios e estudos setoriais.

 

Foto: Divulgação.

Continental registra alta de 4,3% nas vendas em jan-mar

A Continental divulgou, na sexta-feira, 27, alguns resultados financeiros referentes ao primeiro trimestre: as vendas cresceram 4,3% e chegaram a 11 bilhões de euro, leve alta na comparação com igual período do ano passado. O CEO Elmar Degenhart disse que, “como esperado, iniciamos o novo ano comercial com crescimento sólido. Isso foi substanciado por nosso forte crescimento orgânico de 4,3%. Mais uma vez foi consideravelmente superior ao crescimento de mercados relevantes, que diminuíram durante o mesmo período”.

 

A receita da companhia cresceu 0,1% até março, na mesma base de comparação, chegando a 11,1 bilhões de euro. Já a Ebtida, lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização, caiu 9%, para 1 bilhão 6 mil euro.

 

Durante convenção de acionistas foi discutida uma possível revisão estrutural na companhia, que pode resultar na formação de unidades mais independentes para as operações de powertrain, eletrônica e pneus.

 

Foto: Divulgação.

Desempregados são 13,7 milhões no trimestre

A taxa de desemprego no Brasil ficou em 13,1% no primeiro trimestre, com 13,7 milhões de pessoas desocupadas, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios divulgada pelo IBGE na sexta-feira, 27. Na comparação com igual período do ano passado houve redução de 0,6 ponto porcentual. e o número de pessoas desempregadas registrou queda de 3,4%, menos 487 mil pessoas.

 

Com relação ao último trimestre do ano passado, que foi impulsionado por contratações temporárias sazonais, houve alta de 1,3%. O número de desempregados cresceu 11,2%, ou 1 milhão 379 mil pessoas.

 

O número de empregados com carteira de trabalho assinada ficou em 32,9 milhões, queda de 1,5% na comparação com o primeiro trimestre do ano passado, ou 493 mil pessoas a menos. A queda foi de 1,2% com relação ao último trimestre do ano passado, 408 mil vagas a menos.

 

O contingente de trabalhadores por contra própria chegou a 23 milhões de pessoas até março, alta de 5,2% com relação a igual período do ano passado, mais 839 mil pessoas. Na comparação com o último trimestre do ano passado o número se manteve estável.

 

Foto: Divulgação.

Volvo Cars teve lucro operacional de US$ 417 milhões neste jan-mar

A Volvo Cars divulgou, na sewxta-feira, 27, seu balanço financeiro do primeiro trimestre, que mostrou aumento de 3,6% nos lucros operacionais, US$ 417 milhões, impulsionado pelo crescimento das vendas na China e a recuperação no mercado dos Estados Unidos, “que compensaram os custos da companhia com marketing e desenvolvimento de novos produtos”.

 

Hakan Samuelsson, CEO global da Volvo Cars, disse que “a demanda nos Estados Unidos é forte e temos visto uma boa recuperação nas vendas desde o ano passado, com a China sendo o principal mercado da companhia, com crescimento contínuo”.

 

A Ebtida, lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização, foi de 6,4% no trimestre, contra 7,3% na comparação com igual período do ano passado.

 

A receita teve alta de 18,9%, chegando a aproximadamente US$ 6,5 bilhões, pois a empresa divulga seus números em coroas suecas. A Volvo espera que os lucros permaneçam fortes com base na melhor oferta de produtos, segundo o comunicado divulgado.

 

As vendas globais da Volvo Cars chegaram a 147 mil 407 unidades, alta de 14,1% contra o primeiro trimestre do ano passado.