Groupe PSA desenvolve novo veículo elétrico plug-in

O Groupe PSA único fabricante de veículos a integrar o consórcio europeu EU-LIVE, Efficient Urban Light Vehicles, projeto de mobilidade urbana que tem apoio da Comissão Europeia no desenvolvimento de pesquisa e inovação, apresentou o L5e 1, modelo elétrico com um grupo motopropulsor plug-in, sendo dois elétricos nas rodas e um térmico a gasolina.

 

O veículo consegue rodar com zero emissões em velocidades de até 70 km/h utilizando apenas os motores elétricos, que dispõem de sistema de frenagem regenerativa para recarregar as baterias. Mais: também aciona o motor a combustão, que tem velocidade máxima de 130 km/h e autonomia de até 300 quilômetros.

 

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Rota 2030, este ano, só terá marco legal

A tão esperada nova política fiscal para o setor automotivo está longe de ter um desfecho. Previsto para ser aprovado até o fim do ano o Rota 2030, que substituirá o Inovar-Auto que vigora até 31 de dezembro, deverá ter apenas o marco regulatório assinado este ano. A avaliação foi feita pelo presidente da Anfavea, Antonio Megale, na quarta-feira, 6.

 

“Estamos vivendo a expectativa de que o governo assine o marco regulatório que sucederá ao Inovar-Auto. Lembrando que o Rota 2030 é um programa de longo prazo, que muitas discussões ainda serão realizadas nos próximos ano”.

 

A possibilidade de sair apenas um marco regulatório este ano vai contra as expectativas do setor, que esperava a aprovação da nova política: “Foi demonstrada claramente uma vontade política do presidente no sentido de que o setor tenha uma política setorial”.

 

No entanto essa vontade política esbarra na arrecadação fiscal: o Ministério da Fazenda tem se mostrado contrário à concessão de benefícios fiscais mesmo que seja para as fábricas investirem em tecnologia e inovação. O presidente da Anfavea disse que não cabe ao setor automotivo entrar nessa questão fiscal: “A Fazenda tem que discutir isso com a Indústria. Fizemos nossas contribuições e não cabe ao setor entrar nessa discussão”.

 

Disse, também, que se o País não tiver um programa que suceda ao Inovar-Auto abrirá as portas para veículos com tecnologias inferiores às daqueles produzidos aqui, ainda que tenham preços diferentes.

 

Megale afirmou que a visão da Fazenda é a de minimizar ao máximo o apoio a um setor ou outro, “mas o setor automotivo gera muito imposto e o impacto da renúncia é de apenas 3% do total arrecadado, que em 2015 faturou R$ 180 bilhões, gerou R$ 40 bilhões em arrecadação e o Inovar-Auto garantiu renúncia de R$ 1,5 bilhão”.

 

De acordo com o presidente da Anfavea o setor do agronegócio, que tem importante papel dentro da economia nacional, gerou R$ 6 bilhões em arrecadação e teve “apoio de R$ 20 bilhões”.

 

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Crescimento das vendas supera projeção

A evolução das vendas de veículos no País ao longo do ano, que se intensificou no terceiro trimestre, superou as expectativas das empresas fabricantes. A média diária, de 6 mil 680 unidades, verificada em janeiro levou o setor a projetar crescimento de 4% até o fim do ano. Com a melhoria de alguns indicadores econômicos, como queda dos juros e aumento da confiança do consumidor, a média foi aumentando e a entidade reviu sua projeção para 7,3%, o que já era visto como positivo para um ano pós-fundo do poço. Mas a partir de agosto o desempenho levou as vendas a ultrapassar as 200 mil unidades mensais, e o setor, com um mês de vendas ainda pela frente, admite que as vendas de 2017 superarão as 2,2 milhões unidades antevistas.

 

A média diária de 10 mil unidades de outubro remonta ao desempenho das vendas de 2014, última vez que a marca foi atingida. Contam para o desenho deste cenário o número de lançamentos realizados no segundo semestre. A chegada de modelos de entrada, como Renault Kwid e Fiat Mobi, e o aquecido mercado de SUVs contribuíram para que se vendesse um volume acima do esperado, de acordo com Antonio Megale, presidente da Anfavea:

 

“O esforço de vendas em diversas regiões também ajudou o setor a ter um desempenho acima da média vista no fraco 2016”.

 

Segundo número divulgado pela entidade na quarta-feira, 6, foram emplacados até novembro 2 milhões 27 mil 67 veículos no País, o que representa crescimento de 9,8% frente o acumulado das vendas feitas de janeiro a novembro do ano passado. Apenas em novembro foram vendidas 204 mil 205 unidades, 14,6% a mais do que em novembro do ano passado. Na comparação com as vendas feitas em outubro, 202 mil 857 veículos, novembro apresentou leve crescimento: 0,7%.

 

O segmento de automóveis tem apresentado o maior crescimento nas vendas. Até novembro foram vendidos aqui 1 milhão 684 mil 142 veículos de passageiros, 10,9% a mais do que nos onze meses de 2016. Apenas em novembro 168 mil 888 unidades foram vendidas, 13,8% a mais do que em novembro do ano anterior. O crescimento também chegou às vendas de comerciais leves: até novembro foram vendidos 286 mil 526 veículos da categoria, alta de 5,7% frente ao mesmo período do ano passado. Em novembro somaram 28 mil 759, 14,9% a mais do que em novembro de 2016.

 

Por combustível os flex fuel representaram 88,8% das vendas totais de automóveis, 175 mil 425 unidades. Os movidos apenas a gasolina responderam por uma fatia de 3,3% das vendas, 4 mil 678 unidades. Ainda sem produção nacional, os veículos híbridos vêm apresentando leve queda desde setembro no volume de vendas: representaram uma fatia de 0,1% do mercado em novembro, mesmo patamar do segmento no primeiro semestre do ano. Até outubro foram vendidas 2 mil 946 unidades, e no mês passado foram emplacadas 243 unidades com motorização híbrida.

 

A General Motors segue como líder de vendas no mercado nacional: até novembro vendeu 316 mil 197 unidades, 16,2% a mais do que no mesmo período do ano passado. A FCA, que engloba Fiat e Jeep, vendeu 238 mil 112 unidades, 6,3% a mais. E a Volkswagen fecha o grupo das três maiores do mercado: vendeu 196 mil 614 veículos de janeiro a novembro, 18,9% a mais.

 

No segmento de caminhões, que vem reduzindo as perdas obtidas nas vendas do ano passado, a esperança da Anfavea é a de que, em dezembro, o volume vendido eleve o desempenho do setor para o espectro positivo: “Fechamos até novembro com 45 mil 865 caminhões emplacados, o que configura um desempenho 0,5% menor do que o do ano passado. No entanto, apenas com as vendas feitas até a terça-feira, já conseguimos sair da linha negativa, e fecharemos o ano no positivo, definitivamente”.

 

As vendas de ônibus totalizaram em novembro 10 mil 534 unidades, 0,4% a mais do que nos onze meses do ano passado. Licitações e contratos com operadoras de turismo foram a válvula de escape das fabricantes, que sofreram graves reduções de pessoal e produção com a queda nas vendas em 2016. Os 22% de crescimento verificados em novembro, na comparação com novembro do ano passado, mostram o tamanho da base de comparação que foi 2016.

 

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Ford tem nova parceira para fornecer mapas do SYNC 3

O sistema de navegação mais moderno da Ford no Brasil, o SYNC 3, conta agora com mapas produzidos pela Here Technologies, fornecedora global de mapas para kit multimídia de veículos, que já é parceira da Ford em outros países.

 

Vinícius Ferreira, gerente sênior de produtos da Here, disse que “já temos parceria de alguns anos com a Ford em âmbito global e estamos muito satisfeitos com a possibilidade de fazer com que esse relacionamento chegue com força agora ao mercado brasileiro para os seus consumidores”.

 

Os modelos da Ford vendidos no Brasil com SYNC 3, de série ou opcional são Ecosport, Edge, Fiesta,  Focus, Fusion e Ranger.

 

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Novo Polo chega à Argentina, ao Chile e ao Paraguai

A Volkswagen já exporta o novo Polo para Argentina, Chile e Paraguai, países onde começará a ser vendido em 2018. Mas não revelou, no comunicado, o volume total exportado e nem a quantidade por país. Confirmou, apenas, que a Argentina será seu principal mercado, como já acontece com outros modelos. A base de produção do novo polo é a fábrica de São Bernardo do Campo, SP.

 

“O Novo Polo reforçará ainda mais o nosso portfólio de exportações”, disse o presidente e CEO para a América do Sul e do Brasil”, “pois já é bastante amplo e faz grande sucesso em vários países da região. Ao lado do Gol, up!, Saveiro e Voyage o novo modelo nos ajudará a reforçar a nossa participação no mercado, atraindo novos consumidores.”

 

De janeiro a novembro a Volkswagen exportou mais de 145 mil unidades, alta de 53% ante período igual do ano passado, sendo a Argentina o principal mercado, com mais de 82 mil unidades.

 

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Produção de veículos cresce 27,1% no ano

A produção de veículos teve alta de 27,1% de janeiro a novembro na comparação com o mesmo período do ano passado, com 2 milhões 486 mil unidades saindo das linhas de produção — contra 1 milhão 956 mil no mesmo período de 2016. Na comparação de novembro com novembro do ano passado a alta é 15,2%, e com relação a outubro deste ano houve estabilidade, com leve queda de 0,3%. Os dados foram divulgados na quarta-feira, 6, pela Anfavea.

 

A produção de máquinas agrícolas e rodoviárias apresentou expansão de 8,1% na comparação com os onze primeiros meses de 2016. Mas observar-se queda de 28,4% na cparação deste novembro com novembro do ano passado. E queda de 11,2% na comparação com outubro.

 

Para o presidente da Anfavea, Antonio Megale, o resultado mostra que a economia brasileira inicia o processo recuperação: “Apesar do crescimento a capacidade ociosa ainda é alta, com 45% na indústria e com 75% especificamente no segmento de caminhões”.

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O estoque, considerando a indústria e os concessionários, acumula 232,1 mil unidades, o equivalente a 34 dias de vendas: “É razoável. O ideal é dispor de estoque para trinta dias”.

 

Vendas – O bom desempenho na produção é reflexo do aumento nas vendas nos mercados interno e externo, disse Megale: “As exportações bateram recorde este mês, com 73,1 mil unidades vendidas. Temos também o melhor ano da história, com mais de 700,9 mil unidades vendidas para outros países”.

 

As exportações tiveram alta de 53,3% nos primeiros onze meses na comparação com o mesmo período do ano passado e em máquinas agrícolas e rodoviárias o crescimento foi de 49%.

 

O licenciamento de veículos subiu 9,8% este ano na comparação com 2016, o de caminhões teve queda de 0,5%. A venda de máquinas agrícolas acumulam alta de 2,6% no ano.

 

Emprego – O emprego também segue em trajetória de recuperação, com alta de 2,5% nos onze meses deste ano na comparação com o ano passado: 126,3 mil trabalhadores contra 123,3 mil do ano passado. Com relação a outubro houve leve queda de 0,3% no quadro de trabalhadores saindo de 126,8 mil empregos para 126,3 mil vagas.

 

Um ponto positivo, na avaliação de Megale, é que diminuiu o número de trabalhadores que fazem parte de algum programa de proteção ao emprego, lay off ou PSE, Programa Seguro-Emprego.

 

O setor contabiliza 3 mil 332 trabalhadores em programas de proteção ao emprego. No mês passado estavam nos programas 3 mil 528 profissionais: “A expectativa é zerar até o meio do ano que vem”.

 

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Exportações só quebram recordes

As exportações de veículos seguem batendo recorde de vendas, com 700 mil 893 unidades comercializadas no acumulado do ano até novembro, ante 457 mil 345 em período igual do ano passado, alta de 53,3%, segundo os dados divulgados pela Anfavea, na quarta-feira, 6.

 

A expectativa da entidade era encerrar o ano com 745 mil veículos exportados, mas, segundo o presidente Antonio Megale esse volume será superado: “Já ultrapassamos as 700 mil unidades e, com a média mensal perto de 60 mil veículos vendidos para outros países, fecharemos o ano com mais exportações do que esperávamos”.

 

Caso dezembro mantenha a média do ano as exportações podem superar os 760 mil veículos: “As exportações do ano serão recorde histórico e o acordo com a Colômbia não saiu para ajudar esse volume mas esperamos que seja aprovado até o fim do ano”.

 

Considerando apenas novembro as exportações chegaram a 73 mil 73 unidades, sendo o novo recorde mensal. Houve crescimento de 28,8% na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando foram comercializadas 56 mil 722 unidades. Na comparação com o mês anterior, quando foram exportados 61 mil 554 veículos, o incremento foi de 18,7%.

 

Vendas por países – Das 700 mil 893 unidades exportadas aproximadamente 70% foram para Argentina, para o México com 12%, Chile e Uruguai, com com 4% cada, Colômbia com 3% e Peru com 2%.

 

Caminhões – As exportações de caminhões somaram 26 mil 140 unidades até novembro, contra 19 mil 114 em período igual do ano passado, alta de 36,8%. A expectativa é a de que, com as exportações de dezembro, o segmento quebre o recorde histórico.

 

Em novembro o volume exportado foi de 2 mil 302 caminhões contra 2 mil 348 no mês anterior, queda de 2%. Na comparação com o mesmo período do ano passado, quando foram exportadas 2 mil 206 unidades, houve crescimento de 4,4%.

 

Os principais destinos dos caminhões nacionais são Argentina, com 58%, Chile com 12%, Peru e Rússia, com 7%, África com 4% e Uruguai com 2%, aproximadamente.

 

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Vendas de máquinas crescem no ano e caem em novembro

As vendas de máquinas agrícolas e rodoviárias chegaram a 40 mil 545 unidades no acumulado do ano, crescendo 2,6% na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com os dados divulgados pela Anfavea na quarta-feira, 6.

 

Em novembro foram vendidas 3 mil 65 unidades, contra 3,9 mil em outubro, queda de 21,4%. Alfredo Miguel Neto, vice-presidente da entidade, creditou a baixa a dois fatores:

 

“Esta queda se deve à mudança das normas do Moderfrota, que reduziu o prazo de carência de dezoito meses para doze e inibiu possíveis investimentos no setor. Outra questão era uma expectativa dos empresários com relação à queda da taxa de juros, mas o governo já sinalizou que não os baixará até o próximo ano-safra”.

 

Na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando foram produzidas 3,6 mil unidades, houve recuo de 14,9%: “Neste período de 2016 o setor se preparava para a supersafra deste ano e que deve ser menor no ano que vem. Daí essa queda”.

 

A produção de máquinas agrícolas e rodoviárias chegou a 52 mil 264 unidades de janeiro a novembro, ante 48 mil 337 no mesmo período de 2016, alta de 8,1%. Olhando apenas para o mês passado a produção foi de 3 mil 963 máquinas, contra 4 mil 462 em outubro, queda de 11,2%. Com relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram produzidas 5 mil 534 máquinas, houve recuo de 28,4%. Para a Anfavea o motivo da queda é o mesmo das vendas.

 

As exportações de máquinas chegou a 12 mil 883 unidades até novembro, volume 49% maior do que em período igual do ano passado, quando foram exportadas 8 mil 648. Em novembro as exportações ficaram em 1 mil 443 unidades, alta de 2,9% ante o mês passado e de 96,1% com relação a igual mês de 2016, quando o setor vendeu 736 máquinas para outros países.

 

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VW abre pré-vendas da Amarok V6

A Volkswagen iniciou na terça-feira, 5, por meio do endereço www.prevendaamarokv6.vw.com.br, a pré-venda da Amarok V6 Highline, que ficará no ar até 20 de janeiro. Para esse processo de vendas estão disponíveis 450 unidades, na cor branca e com rodas aro 19 por R$ 187 mil 710. O lançamento oficial será em 22 de fevereiro. Garante-se a reserva por meio do pagamento de sinal de R$ 10 mil.

 

O modelo, que dispõe de motor com potência de 225 cv, é produzido na fábrica Volkswagen de General Pacheco, Argentina.

 

A picape, segundo o vice-presidente de vendas e marketing Gustavo Schmidt, tem 11% de participação no mercado de picapes médias. Sua expectativa é a de fechar o ano com 13%: marketing share: “Em 2016 vendemos 8 mil 302 unidades da Amarok. De janeiro a novembro foram 11 mil 550 unidades, alta de 39%”.

 

No segmento de picapes médias a indústria vendeu, no ano passado, 99 mil 74 unidades. Este ano, até novembro, foram 107 mil, crescimento de 8%.

 

“Estamos com crescimento acima do mercado e a expectativa é fechar o ano com alta de até 41% nas vendas da Amarok com relação ao ano passado.”

 

Schmidt disse que as unidades que forem vendidas no processo de pré-venda não serão contabilizadas como vendas deste ano porque só serão emplacadas no ano que vem.

 

Com relação ao mercado automotivo ele afirmou que a perspectiva é a de fechar o ano com cerca de 2,2 milhões de unidades vendidas. No ano passado, o mercado vendeu 1 milhão 986 mil unidades, conforme dados da Fenabrave.

 

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Vendas acumuladas no México caem 2,8% em novembro

As vendas de automóveis no México, segundo maior parceiro comercial do Brasil no segmento de veículos, apresentaram queda no acumulado de janeiro a novembro na comparação com mesmo período de 2016. Segundo balanço divulgado na terça-feira, 5, pela Amia, a associação das fabricantes, foram emplacadas 1 milhão 371 mil 600 unidades, 2,8% a menos do que no mesmo período do ano passado. Em novembro as vendas somaram 141 mil 434 unidades, resultado 8,5% menor com relação ao mesmo período de 2016.

 

O endividamento público no país restringiu o acesso ao crédito e refletiu no desempenho do setor no período, assim como a pressão exercida pelo câmbio na economia local, o que desvalorizou o peso mexicano. A entidade segue sem divulgar dados referentes à produção em novembro, mas o que se espera para o trimestre ainda é a manutenção do ritmo observado em setembro, quando as fábricas produziram 307 mil 174 veículos, 7,7% a mais do que em setembro do ano passado, um resultado justificado pela alta das exportações para Estados Unidos e Canadá.

 

A Nissan se mantém como líder, responsável por fatia de 24% do mercado, a General Motors responde pela segunda posição, com 16,7%, a Volkswagen é a terceira maior, com 15,4% de participação. Toyota e FCA fecham o grupo das cinco fabricantes que mais venderam no período.

 

Apesar da liderança as vendas das três empresas líderes caíram em volume na comparação com os emplacamentos realizados no ano passado. A Nissan vendeu, até novembro, 329 mil 522 veículos, volume que representou queda de 6,8% em suas vendas na comparação com o desempenho verificado de janeiro a novembro de 2016. A GM vendeu 228 mil 797, queda de 14%, e a VW vendeu 174 mil 535 veículos, queda de 6,2%.

 

Toyota e FCA, ainda que suas vendas representem porções menores no mercado, apresentaram crescimento nos emplacamentos de seus veículos nos onze meses do ano: a Toyota vendeu 92 mil 55 unidades e cresceu 2,2%, e a FCA vendeu 91 mil 258 unidades com alta de 1,8%.

 

No desempenho mensal, nov embro contra outubro, contudo, as cinco maiores do México apresentaram queda nas vendas para o mercado interno: a Nissan vendeu 33 mil 246 unidades, queda de 12,9%, a GM, 25 mil 281, 22,3% a menos, a VW 16 mil 390 veículos, volume 9,6% menor do que o vendido no ano passado, a Toyota 9 mil 406 unidades, 11,6% a menos e a FCA 8 mil 488 veículos, queda de 18,69%.

 

Colômbia – Nos onze meses desse ano, na Colômbia, foram vendidos 212 mil 814 veículos, 3,4% a menos do que o volume vendido de janeiro a novembro de 2016, de acordo com balanço divulgado pela Andemos, a associação das fabricantes locais, na terça-feira, 5. Impacto da reforma tributária, dólar próximo a 3 mil pesos e baixo nível de confiança do consumidor são os fatores apontados como motivos da queda.

 

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