Volvo XC40 chega em março a partir de R$ 169,9 mil

A Volvo divulgou na quinta-feira, 30, o preço do SUV XC40 para o mercado brasileiro, que será de R$ 169,9 mil a R$ 209,9 mil e em duas configurações: Momentum e R-Design.

 

As primeiras unidades chegarão ao Brasil em março e a missão do SUV não será simples: ser o carro mais vendido da Volvo no País, como a opção mais barata da empresa para entrar no segmento de SUVs de luxo, concorrendo com modelos como Audi Q3, BMW X1, Land Rover Range Rover Evoque e Mercedes-Benz GLA.

 

O XC40 também tem a missão de ser o primeiro modelo produzido na nova plataforma modular da Volvo, CMA, que servirá de base para futuros lançamentos.

 

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Engie garante: seu aplicativo facilita a manutenção de veículos.

Acaba de chegar ao Brasil o Engie, aplicativo de solução em manutenção de veículos, que fornece diagnóstico em tempo real sobre as condições do carro e prevê problemas antes mesmo que eles ocorram.

 

Desenvolvido em colaboração com um dos co-fundadores do Waze a Engie é uma startup criada em 2014 em Israel, com atuação no Reino Unido desde o ano passado. Agora decidu lançar seu aplicativo, também de nome Engie, no Brasil e México.

 

Com base no sistema OBDII, disponível em todos os carros movidos a gasolina e etanol desde 2002, e na maioria dos veículos movidos a diesel desde 2005, o Engie se conecta ao dispositivo por meio do Bluetooth. O sistema identifica mais de 10 mil problemas mecânicos diretamente do computador de bordo do carro e fornece diagnóstico confiável sobre as condições do motor, as comunicações, o consumo de combustível, a parte elétrica.

 

Em breve o aplicativo terá um banco de dados com mecânicos recomendados pelos usuários, de modo que os motoristas poderão comparar preços e qualidade dos serviços. 

 

BorgWarner antevê crescimento de 10% no mercado de autopeças em 2018

Com a retomada do mercado no segundo semestre a produtora de turbos BorgWarner, de Itatiba, SP, está otimista com as perspectivas do setor de autopeças para 2018, afirmou Nélson Bastos, gerente da unidade de negócios de aftermarket: “2017 já começou a retomar o crescimento. Desde agosto os números só melhoraram e esperamos que o ano que vem seja ainda melhor, seguindo a rota do crescimento”.

 

“Para o mercado de autopeças estamos sendo conservadores, esperando um crescimento de 10%, para não aguardar mais do que o mercado conseguirá crescer.”

 

Uma das apostas da empresa para ganhar espaço no mercado são as peças remanufaturadas, que segundo dados divulgados na quinta-feira, 30, representam apenas 4% do mercado de autopeças, com grande potencial de crescimento no Brasil, pois em países desenvolvidos, como o Estados Unidos, essas peças representam 20% do mercado de reposição. De acordo com Bastos falta uma cultura de remanufatura no País, o que já é visto em outros lugares.

 

Uma das principais peças remanufaturadas da BorgWarner no mercado são os turbos para caminhões e ônibus. A expectativa para este ano é recuperar 30 mil unidades, volume 20% maior do que o do ano passado. Para 2018 o crescimento esperado também é de 20%, chegando a 36 mil turbos remanufaturados.

Há, porém, um entrave no mercado de turbos remanufaturados: são os equipamentos pirata, produzidos com base na carcaça dos originais da BorgWarner e de outras empresas, que são recuperados sem procedência e sem garantia de fábrica, sendo vendidos como os que são feitos pelas empresas, com vida útil igual aos originais. O problema nesta área é tão grande que 40% dos turbos recuperados no Brasil são falsos — em outras palavras este segmento é liderado por empresas falsificadoras. Nem sempre é pelo preço que eles se destacam, pois em alguns casos o produto falso custa o mesmo que o original, chegando até a custar mais caro. 

Analisando esse mercado a BorgWarner identificou treze empresas que falsificam e comercializam turbos com a carcaça de seus originais e tomará as medidas legais para evitar esse tipo de ação.

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VW persegue crescimento global de 4% com SUVs

A Volkswagen traça planos para o futuro após período em que esteve concentrada em reduzir os efeitos do dieselgate em sua operação global, escândalo das emissões que eclodiu em 2015. Seu presidente, Herbert Diess, declarou, após reunião na semana passada, em Wolfsburg, Alemanha, que as vendas este ano serão maiores do que as de 2016, com uma diferença positiva de 3,5%, por causa do aumento da demanda de SUVs na China, informou comunicado distribuído à imprensa. Para crescer 4%, de acordo com a meta estipulada para 2020, a companhia conta com o desempenho comercial de seus lançamentos nas Américas.

 

Na última semana o Grupo Volkswagen convocou as lideranças globais – inclusive Antônio Megale, seu diretor de assuntos governamentais no Brasil e presidente da Anfavea, e Roberto Cortes, presidente da MAN – para reunião na qual foram estabelecidos os caminhos para o crescimento nos próximos três anos. O presidente Diess disse que o mercado de SUVs mais o lançamento de veículos em mercados que proporcionam volume, são pilares do realinhamento estratégico da sua empresa para os próximos anos:

 

“Este é o plano estratégico que a Volkswagen usará para orientar a fase extremamente exigente em nossa indústria, que está à nossa frente”.

 

No segmento de SUVs, contou o comunicado, o foco principal da ofensiva iniciada pela empresa são os novos modelos Tiguan Allspace, Atlas e T-Roc no mercado chinês. O pacote de lançamentos para 2017 envolve dez versões de SUVs, que já são vendidos, e cinco modelos novos — até 2020 serão vinte modelos em sua gama. A empresa quer, com isso, que SUVa representem 40% do seu total de vendas globais. Para chegar a isso, reconhece o comunicado, o desempenho no volumoso mercado da China é fundamental.

 

A empresa buscará também ganhar volume de vendas na América do Norte, onde planeja lançar quatro modelos de SUVs até 2020.  Nos Estados Unidos, até outubro, suas vendas apresentaram crescimento de 7,6%, chegando a 473,4 mil veículos. Em outubro foram 81,7 mil unidades, 6,6% maior do que o volume de outubro do ano passado. Na região inteira, que também inclui Canadá e México, a empresa vendeu 800,4 mil veículos até outubro, alta de 5%.

 

Na América do Sul a VW renovou a gama de modelos e pretende recuperar a liderança do mercado com o modelo Virtus, recentemente apresentado. Incomoda a empresa o fato de ter perdido mercado nos últimos anos para concorrentes em diversos segmentos, disse o ex-presidente da companhia no Brasil, David Powels, à época do lançamento do novo Polo: “A matriz quer que sejamos rentáveis. A liderança é consequência”.

 

Principal montadora do Brasil por décadas a Volkswagen viu sua participação minguar nos anos 1990. No início dos anos 2000 perdeu a liderança de vendas para a Fiat, ficando com o terceiro lugar de 2014 para cá. Com o envelhecimento da gama da FCA a Volkswagen tem espaço, agora, para crescer e tentar bater a General Motors, que hoje ocupa o topo de vendas em marcas e modelos.

 

Ainda que Polo, Virtus e o SUV T-Roc, esperado para 2018, não tenham ainda se consolidado no mercado o desempenho da empresa na América do Sul tem crescido com a retomada das vendas e isso, de certa forma, pavimenta a caminho para a chegada dos novos produtos. Até outubro foram vendidos na região 435,2 mil veículos, 24,5% a mais do que nos dez primeiros meses do ano passado. Apenas em outubro foram 45,5 mil unidades, crescimento de 53,7% frente a outubro de 2016.

 

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CNH Industrial reafirma compromisso com combustíveis alternativos. Em Israel.

A CNH Industrial reafirmou, durante sua participação na quinta edição do Fuel Choices & Smart Mobility Summit, realizado este mês em Tel Aviv, Israel, seu compromisso com combustíveis alternativos. Em comunicado a empresa contou que apresentou os resultados mais recentes relacionados a combustíveis alternativos, como o lançamento do conceito de trator movido a biometano e as conquistas com veículos comerciais alimentados a gás, que incluem um pedido inicial de dezoito caminhões movidos a gás natural da cidade de Haifa.

 

Esses projetos fazem parte de contrato da CNH Industrial e a FCA, Fiat Chrysler Automobiles, e a Israel Fuel Choices & Smart Mobility Initiative, um programa nacional de combustíveis alternativos para o transporte coordenado pelo gabinete do primeiro-ministro. Firmado em fevereiro de 2015 o acordo estabelece a cooperação para desenvolver tecnologias alternativas de combustível e gás natural.

 

De acordo com o comunicado o evento ajudou a demonstrar, “concretamente, que uma revolução nos setores industrial e de transporte está acontecendo globalmente, graças a veículos limpos e acessíveis, bem como à transição em direção a sistemas de energia alternativa”. O governo de Israel tem o objetivo de estabelecer o país como um centro de conhecimento em combustíveis alternativos. O Fuel Choices & Smart Mobility Summit teve quatrocentas reuniões dedicadas com quinhentas empresas e startups e 2 mil participantes, como pesquisadores e palestrantes dos setores automotivo, industrial e energético, de mais de trinta países.

 

Ford mostra o Mustang GT Premium

A Ford mostrou na quarta-feira, 29, o Mustang na versão GT Premium com o motor V8 5.0 que passará a ser comercializado no mercado brasileiro. Lançado aqui quase junto com sua apresentação nos Estados Unidos o Ford Mustang 2018 terá o início de suas vendas antecipadas a partir de 11 de dezembro, em site exclusivo, com todas informações sobre o produto.

 

A linha está sendo lançada nos Estados Unidos, Europa e China e ganha as ruas brasileiras no primeiro trimestre do ano que vem.

 

O presidente da Ford América do Sul, Lyle Watters, disse que “a Ford tem uma habilidade única de combinar a grandeza da sua história com foco no futuro e o Mustang é um carro que resume tudo isso. Este é o momento certo de trazer ao Brasil tudo o que o Mustang oferece”.

 

De acordo com comunicado da Ford “o esportivo teve uma grande renovação no design, que valoriza a essência da sua personalidade, com interior inteiramente atualizado e um painel digital totalmente configurável e esportivo”. Seu motor é um V8 5.0 de 466 cv e a caixa de câmbio é sequencial de dez velocidades.

 

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Transunião renova frota: 25 ônibus VW.

A Transunião, transportadora urbana de passageiros que atende a cerca de 10 milhões de passageiros/mês no extremo Leste de São Paulo, renovou sua frota com 25 ônibus Volkswagen, que se juntarão a mais de seus quatrocentos Volksbus. No novo lote estão os Volksbus 15.190 OD, 17.230 OD e 17.260 OD.

Jorge Carrer, gerente executivo de vendas de ônibus da MAN Latin America, lembrou que a Volkswagen Caminhões e Ônibus está atenta às demandas urbanas, considerando passageiros e operadores: “Atendê-los bem é a maneira mais eficiente de colaborar com uma melhor mobilidade. Trabalhamos intensivamente para a redução do custo operacional, com foco na robustez, para a maior disponibilidade e agilidade de nossa rede de assistência técnica”.

 

De acordo com William Freitas, gerente operacional da Transunião, cada veículo roda mais de 10,5 mil quilômetros por mês em ruas de asfalto comprometido, com aclives e declives acentuados: “E o Volksbus aguenta o tranco”.

 

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Tesla cria subsidiária de pesquisa na China

A Tesla abriu uma subsidiária em Pequim, China, para realizar atividades de pesquisa e desenvolvimento para veículos para aquele mercado. O investimento foi de US$ 2 milhões, cerca de R$ 6,5 milhões, e a empresa foi constituída em 18 de outubro, de acordo com a Administração Estatal de Indústria e Comércio. 

A Tesla, conforme informações do Automotive News China,  usará o centro para desenvolver veículos elétricos, baterias, células solares e tecnologia da informação. 

A China é o segundo maior mercado da Tesla por receita, depois dos Estados Unidos. No ano passado a empresa registrou ali vendas de US$ 1,1 bilhão, ou R$ 3,6 bilhões, que totalizaram 15% da sua receita global. 

 

A Tesla está em negociações avançadas com a Prefeitura de Xangai para montar veículos na cidade. 

 

O CEO da empresa, Elon Musk, disse recentemente a analistas de investimentos que a Tesla está há cerca de três anos de distância do início de produção local na China.

 

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Confiança da indústria atinge maior nível em 47 meses

Os empresários estão deixando para trás o pessimismo com relação à economia, mostra o ICI, Índice de Confiança da Indústria apurado pela FGV, que avançou 2,9 pontos em novembro e atingiu 98,3 pontos, o maior desde janeiro de 2014, quando chegou a 100,1 pontos. Após cinco altas consecutivas o ICI acumula elevação de 8,8 pontos no segundo semestre.

Para Tabi Thuler Santos, coordenadora da sondagem da indústria da FGV Ibre, a retomada da confiança industrial vem ganhando consistência nos últimos meses: “A produção do setor vem crescendo e os estoques se ajustaram, um cenário virtuoso que se reflete nas decisões estratégicas de contratação de pessoal”.

 

Nas empresas fabricantes de veículos o cenário positivo pode ser medido pelo aumento nas vendas e pela retomada da produção em três turnos, como foi anunciado recentemente pela Volkswagen, por exemplo. A companhia abriu o terceiro turno de produção em São Bernardo do Campo, SP, em função da fabricação dos modelos Polo e Virtus.

 

O Índice de Expectativas também apresentou expansão e subiu 4,2 pontos, para 99,4 pontos, acumulando alta de 7,3 pontos no segundo semestre. O ISA, Índice da Situação Atual, subiu 1,7 ponto, para 97,2 pontos, com alta de 10,2 pontos no mesmo período.

A melhora na percepção sobre os estoques foi o principal fator a contribuir para a alta do ISA no mês. Em outubro e novembro a parcela de empresas que avaliam o nível dos estoques como excessivo caiu de 11,3% para 8,7% do total, a menor taxa desde maio de 2013, quando alcançou 8,1%. Já a parcela das que o consideram insuficiente permaneceu relativamente estável, ao passar de 4,1% para 4% do total.

A edição de novembro do indicador coletou informações de 1 mil 101 empresas dos dias 1 e 27 de novembro.

 

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Iveco reestrutura sua área comercial no Brasil

A Iveco anunciou esta quarta-feira, 29, uma nova estrutura para a sua área comercal no Brasil. O diretor de marketing da marca para a América Latina, Ricardo Barion, passa a ser o responsável pelas vendas para a rede no País, acumulando as duas funções.

 

Com três anos de empresa, Barion continuará respondendo ao vice-presidente da Iveco para América Latina, Marco Borba.

 

Barion é formado em engenharia mecânica, tem pós-graduação em marketing pela Universidade Mackenzie, MBA em gestão estratégica e econômica de mercado, pela Fundação Getúlio Vargas e especialização em gestão de negócios pela Oxford University e WHU em Vallendar na Alemanha.

 

O executivo acumula experiência de mais de 20 anos no segmento de caminhões e ônibus e responde pelas áreas de vendas, marketing de produto, propaganda, trade marketing, inteligência de mercado, estratégia de preços, treinamento comercial e relacionamento com clientes.