Volare desenvolve motorhome com tração 4×4

A Volare, em parceria com a Abreu & Abreu Engenharia, desenvolveu um motorhome com tração nas quatro rodas. O projeto tem como base o modelo V8L 4×4. Com powertrain diferente dos modelos convencionais, que possuem tração somente nas rodas traseiras, o Volare V8L 4×4 Motorhome tem sistema de transmissão com a opção de utilização 4X2, somente tração nas rodas traseiras, 4X4, tração nas rodas dianteiras e traseiras, e 4X4 com reduzida.

 

O modelo é equipado com motor Cummins ISF 3.8, com potência de 152 cv e torque de 450 Nm, câmbio automático ZF de quatro marchas e caixa de transferência de dupla velocidade. Possui carroceria com saia lateral mais alta, suspensão reforçada, sinalização diferenciada e espelhos que permitem total visualização em torno do veículo, o que proporciona mais facilidade e segurança em manobras e deslocamentos.

 

Toda a estrutura interna do Volare V8L Motorhome é construída em compensado naval, aço inox e policarbonato. O veículo possui dois quartos, sanitário com box independente, cozinha e sala. Tem fogão quatro bocas, geladeira biplex, máquina de lavar roupas 3kg, sistema de vídeo Full HD com duas antenas independentes e dois televisores LCD de 24 polegadas.

Com Venezuela St. Angelo amplia área de sua influência

A Toyota anunciou na terça-feira, 28, mudanças no quadro de executivos de sua operação global. Na América Latina Steve St. Angelo, CEO da companhia na região, será responsável pelas atividades na Venezuela como presidente da operação ali.  Antes ele era o presidente das operações no Brasil e na Argentina.

 

A Toyota Venezuela iniciou suas operações em novembro de 1981 com fábrica instalada em Cunamá, onde mantém a produção dos modelos Corolla, SW4 e Hilux, que abastece o mercado doméstico com um volume de 1,2 mil unidades por ano. Atualmente a companhia emprega mais de 1 mil funcionários.

 

Com a nova responsabilidade surgem novos desafios no horizonte de St. Angelo. A Venezuela vem sendo castigada pela alta do preço das commodities, que gerou crise interna e fez com que o governo impeça que as fabricantes importem peças para montar seus veículos localmente. As empresas também estão i mpedidas de repatriarem seus lucros. Um acordo para o restabelecimento da produção foi firmado, mas o país ainda não conseguiu estabelecer os níveis de produção de antes.

 

Foto: Divulgação.

ZF fornece itens de segurança para o novo VW Polo

A ZF é fornecedora de itens de segurança e de dirigibilidade para o Novo Polo, da Volkswagen, lançado em setembro e que chegou ao mercado em novembro. Dentre os componentes estão amortecedores, mecanismo de direção, sistema de direção com assistência elétrica, freios a disco traseiros e air bags laterais.

 

O freio a disco traseiro, o conjunto servo feio e cilindro mestre, assim como o mecanismo de direção e o sistema de direção com assistência elétrica, são produzidas na planta de Limeira, SP..

 

As demais peças são fabricadas em plantas do Grupo ZF localizadas no México, Polônia e Eslováquia.

Grupo PSA produzirá veículos utilitários na Rússia

O Grupo PSA iniciará, no primeiro trimestre do ano que vem, sua operação de produção de veículos utilitários leves, os Peugeot Expert e os Citroën Jumpy, na fábrica da PCMA Rus, em Kaluga, Rússia. A decisão, de acordo com o plano estratégico Push to Pass, e divulgada na segunda-feira, 27, demonstra a vontade do Grupo PSA de oferecer aos seus clientes da Rússia “veículos com preços atraentes baseados na alta eficiência dos processos de produção locais e em uma taxa elevada de conteúdo local”.

 

Essa decisão está alinhada à estratégia do grupo de triplicar volume de vendas de veículos utilitários leves fora da Europa e de dobrar os seus resultados mundiais até 2021.

 

Parceria ampliada com os fornecedores locais garantirá que a taxa de conteúdo local dos veículos utilitários deve chegar a 50%, sendo que a dos automóveis Citroën C4 e Peugeot 408 é de 35%.

 

Os dois utilitários passarão a integrar a lista de veículos produzidos especialmente para a Rússia pelo grupo na unidade de Kaluga. Eles reforçam gama já formada por C4 e 408, que estão incluídos na lista de modelos mais vendidos do país, cerca de 40% das vendas do Grupo PSA na Rússia.

Feira de automecânica leva ZEN à China

A ZEN, fabricante de autopeças de Santa Catarina, participa pela primeira vez da Automechanika Shanghai, na China, segunda maior feira automecânica do mundo – atrás apenas da de Frankfurt, Alemanha. A expectativa da empresa com o evento, que será realizado de 29 de novembro a 2 de dezembro, é divulgar sua entrada no mercado original de polias de roda livre e fortalecer sua posição como fornecedora de peças para os países asiáticos.

 

O evento deverá reunir cerca de 6 mil expositores de 42 países. A expectativa dos organizadores é a de que aproximadamente 130 mil visitantes percorram os corredores do parque de exposições para conhecer as principais novidades do setor.

 

No estande da ZEN, além das polias de roda livre, estarão expostas polias de roda livre com amortecimento, impulsores de partida e tensores de correia, contou o seu diretor comercial, David Catasiner:  “Já exportamos nossos produtos para aquela região, mas queremos fortalecer cada vez mais nossa presença. Com nossa recente nomeação como fornecedora de polias de roda livre de alternador para o mercado original, esperamos conquistar novas parcerias e negócios”.

Ford: o que será do Fiesta sedã no Brasil?

A Ford lançou na sexta-feira, 24, o Fiesta 2018 mas as mudanças foram apenas para a versão hatch pois a sedã manterá o mesmo visual e nível de equipamentos: a companhia acredita que o sedã tem vida independente do hatch. De acordo com o gerente de marketing Fernando Pfeiffer “esse modelo tem vida própria e não temos previsão para renovar”.

 

Mesmo assim, e ao que tudo indica, o Fiesta sedã poderá ter interrompidas suas vendas no Brasil — que somente recomeçariam quando a nova geração da versão sedã, que já é comercializada na Europa, chegar por aqui. Mas não deve aparecer tão cedo, pois utiliza uma nova plataforma e a empresa precisará investir para adaptar a ela uma de suas fábricas na região.

 

O modelo vendido no Brasil é importado do México, onde é produzido na fábrica de Cuautitlán e, segundo informações da imprensa internacional, a Ford poderá paralisar a sua produção ali para abrir espaço para a C-Max, minivan derivada do Focus, que era produzida nos Estados Unidos e que tem volume de vendas mais relevante que o do Fiesta sedã.

 

Outra questão complicada refere-se ao seu espaço interno, limitado se comparado aos principais concorrentes por causa da plataforma estreita que utiliza. O nível de conectividade das versões vendidas no Brasil também deixa a desejar com relação ao que é oferecido por outras empresas.

 

Todos esses fatores se juntam à dificuldade de vender o sedã no Brasil: não caiu no gosto do consumidor e até outubro vendeu exatas 176 unidades este ano, de acorodo com dados do Renavam. Comparando: o Chevrolet Cobalt, líder da categoria, teve 18 mil 742 vendas no mesmo período, e o Honda City, segundo do ranking, comercializou 13 mil 659 unidades.

 

Na verdade a complicada missão de vender o Fiesta sedã no Brasil não começou este ano: em 2016 as vendas não superaram 1 mil 637 unidades, contra 22 mil 466 do Chevrolet Cobalt e 15 mil 422 do Honda City.

 

Foto: Divulgação.

Crédito do BNDES para máquinas e equipamentos cresce 11%

A atividade econômica brasileira começa a dar sinais de recuperação, depois de um longo período de estagnação. Um termômetro que indica a retomada dos negócios é a liberação de recursos pelo BNDES, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. Assim, a linha Finame, que financia máquinas e equipamentos, apontou desembolsos de R$ 16 bilhões de janeiro a outubro, valor 11% maior do que o concedido nesse mesmo período do ano passado. Nos últimos doze meses, conforme informações da instituição, foram entregues R$ 19,2 bilhões.

 

Além do aumento nos desembolsos a Finame projeta crescimento dos negócios, pois as aprovações, última etapa antes da contratação e desembolso, alcançaram R$ 18,2 bilhões de janeiro a outubro, expansão de 25% na comparação com o mesmo período de 2016.

 

Com mais recursos para financiamento a produção de máquinas agrícolas e rodoviárias também começam a se recuperar. De janeiro a outubro saíram das linhas de produção 48 mil 598 unidades — tratores de rodas e de esteiras, cultivadores motorizados, colheitadeiras de grãos, colhedores de cana e retroescavadeiras. No mesmo período de 2016 foram 42 mil 803 unidades, segundo dados da Anfavea.

 

Os dados positivos deste ano ainda estão bem longe do recorde de produção alcançado em 2013, quando foram produzidas 87 mil 68 unidades de janeiro a outubro. O fato é que em 2013 vários fatores contribuíram para o bom desempenho do setor, como a questão climática, os financiamentos, o bom momento da economia e exportações em alta. Mesmo com o resultado longe do que ocorreu naquele ano a prévia de 2017 dá um sinal de alento tanto para o setor quanto para a economia nacional e as projeções são de expansão no ano que vem.

 

Mais crédito –  A soma de todos os desembolsos do BNDES, este ano, é de R$ 55,1 bilhões. A participação de micro, pequenas e médias empresas segue como a mais significativa, com R$ 23,6 bilhões, que representaram 42,9% do total de janeiro a outubro.

 

A agropecuária representou 21,3% dos desembolsos até outubro, crescimento de 9% nos dez meses deste ano se comparado com o mesmo período de 2016, e alcançou R$ 11,7 bilhões.

 

A linha de financiamento BNDES Giro, por sua vez, alcançou a marca de R$ 5,5 bilhões no ano, alta de 252% com relação ao mesmo período do ano passado. No acumulado de doze meses a linha, criada para suprir a carência de capital de giro das empresas, desembolsou R$ 6,6 bilhões, volume 211% maior do que de novembro de 2016 a outubro de 2017.

Brasil fecha acordo para exportar 20 mil veículos ao Paraguai

Brasil e Paraguai firmaram na terça-feira, 28, acordo de fornecimento de 20 mil veículos produzidos aqui para o mercado vizinho nos próximos doze meses. O negócio, do qual participará a operação brasileira das fabricantes FCA, Ford, General Motors, Renault e Volkswagen, faz parte do programa governamental Auto Familiar, por meio do qual serão vendidos veículos a preço máximo de US$ 10 mil, cerca de R$ 32,2 mil, que podem ser financiados pelo Banco Nacional de Fomento do Paraguai em até sessenta meses.

 

Segundo o MDIC, o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, são projetadas vendas de 5 mil a 10 mil veículos ao Paraguai por meio do programa de incentivo criado pelo governo. O ministro disse que a iniciativa promoverá a renovação da frota paraguaia e estreitará as relações comerciais dentro do Mercosul: “O programa representará uma maior aproximação dos setores automotivos e o início de uma futura integração produtiva, objetivo perseguido por todos os integrantes do bloco”.

 

Os modelos que participarão do programa são Chevrolet Onix, Fiat Mobi, Ford Ka, Renault Kwid e VW Gol, que chegarão ao país via importadoras locais. O mercado paraguaio consome 80 mil carros por ano e, desse total, 60 mil são veículos usados importados de Coreia do Sul, Estados Unidos e Japão.

 

Este é o segundo plano governamental para melhorar o consumo interno de veículos no bloco do Mercosul. Afora a iniciativa paraguaia a Argentina lançou em março diretrizes de sua política para o setor automobilístico local, que tem como objetivo fazer a produção local atingir a marca de 1 milhão de veículos por ano, passando também, a exemplo do Paraguai, pelo fomento ao consumo interno.

 

As exportações de veículos brasileiros ao Paraguai cresceram nos dez meses do ano, segundo dados do MDIC: foram enviadas 10 mil 915 unidades de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, volume que apresentou crescimento de 235,9% sobre a pequena base de veículos exportada no mesmo período do ano passado. Os embarques realizados de janeiro a outubro injetaram US$ 121 milhões na balança comercial brasileira.

 

No período de janeiro e outubro as exportações brasileiras para o Paraguai cresceram 23,3% com relação ao mesmo período do ano anterior, passando de US$ 1 bilhão 780 milhões para US$ 2 bilhões 190 milhões. A participação do país manteve-se em 1,2%, o décimo-nono destino das exportações brasileiras neste ano.

 

No setor automotivo, de janeiro a outubro, a corrente de comércio bilateral somou US$ 535 milhões, aumento de 63% com relação ao mesmo período do ano passado, com exportações no valor de US$ 370 milhões, aumento de 58,5%, e importações de US$ 165 milhões, aumento de 68%.

 

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Fiat apresenta o seu novo sedã, o Cronos

A Fiat apresentou na segunda-feira, 27, seu novo sedã Cronos. O modelo será produzido na Argentina e chegará ao mercado brasileiro no primeiro trimestre do ano que vem. O lançamento faz parte da estratégia da empresa de renovação da linha de carros, assim como já ocorreu com a chegada da Toro, Mobi e do Argo.

 

O Fiat Cronos, que segue o padrão do hatch Argo, vem disputar o segundo maior segmento de automóveis do Brasil, que, somente em 2017, deverá absorver cerca de 330 mil veículos. Na Argentina, este segmento representa quase 100 mil carros por ano e é disputado por nada menos que 13 modelos de diferentes marcas. O modelo vai competir com o também recém-lançado Virtus, da Volkswagen, que terá as vendas iniciadas em janeiro.

 

Conforme explica Peter Fassbender, diretor do FCA Design Center Latam, o Cronos é baseado na nova plataforma MP-S (Modular Platform Sedan), concebida exclusivamente para o modelo e destinada à produção na Argentina: “Ao lado de Mobi, Toro e Argo, o Cronos expressa o novo momento da marca Fiat e traz luz e beleza à tradicional racionalidade que caracteriza os sedãs”. O modelo tem duas opções de motores 1.3 ou 1.8.

 

De acordo Herlander Zola, que há seis meses assumiu o cargo de diretor de marca da Fiat, o lançamento do Cronos faz parte da estratégia de evolução que acompanhou os últimos lançamentos da marca. A fabricante ainda não divulgou os valores que serão cobrados pelo novo modelo.

 

Expectativas – Conforme explica Zola, a expectativa para o mercado brasileiro é bastante positiva, especialmente considerando os dados do último trimestre, que mostra uma tendência de alta que deve ser mantida em 2018. Ele lembra que desde 2018 o Grupo FCA realizou cerca de R$ 20 bilhões em investimentos na região da América Latina, com aportes no polo industrial de Goiana, PE, e na fábrica de Betim, MG, por exemplo. Só em Córdoba, Argentina, foram cerca de US$ 500 milhões, ou algo um pouco superior a R$ 1,5 bilhão, em investimentos parte deles para adequar a planta à produção do Cronos. “Essa é uma região muito importante para o Grupo FCA.”

 

O executivo espera que o mercado brasileiro de automóveis tenha um crescimento entre 9% e 10% neste ano e algo entre 5% e 9% no ano que vem. “A expectativa é de crescimento para a marca, especialmente em virtude dos novos produtos como o Mobi, Argo, Toro e agora com o Cronos, que vai chegar no ano que vem”, finaliza Zola.

 

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Artecola inaugura novo Centro de Inovação e Tecnologia

A Artecola inaugurará seu CIT, Centro de Inovação e Tecnologia, na terça-feira, 28, na área ocupada pela sua  matriz, em Campo Bom, RS. O espaço tem foco na formação de conhecimento por meio de capacitações para as mais diversas áreas.

 

O CIT foi construído com recursos da Finep, Financiadora de Estudos e Projetos, e será responsável por integrar um projeto de ecoinovação desenvolvido em parceria pelas duas empresas.