BMW investe em centro de competência de baterias

O Grupo BMW anunciou esta sexta-feira, 24, investimento de 200 milhões de euros nos próximos quatro em um centro de competência interdisciplinar que tem como objetivo avançar a tecnologia das células de bateria para incorpora-la no processo de produção. Chamado de Group Battery Cell Competence Center, o centro ficará em Munique, Alemanha, e abrirá no início de 2019 com expectativa de gerar 200 empregos. 

 

O anúncio teve a participação de Klaus Fröhlich, membro do conselho de administração da BMW AG, responsável pela pesquisa e desenvolvimento, e Oliver Zipse, membro do conselho de administração da BMW AG, responsável pela produção, que foram acompanhados pelo ministro das relações econômicas da Baviera, Ilse Aigner, pela iniciativa simbólica do centro de competência. 

 

Na ocasião, Klaus Fröhlich disse: “Os especialistas internacionais que trabalham nos novos laboratórios e instalações de desenvolvimento realizarão pesquisas importantes para refinar a química e o design. Vamos nos concentrar em melhorias adicionais no desempenho da bateria, vida útil, segurança, cobrança e também custos. Vamos definir o ponto de referência para a indústria.”

 

A estratégia do Grupo BMW torna a eletromobilidade, a digitalização e a condução autônoma claros pontos de foco tecnológico.

 

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ZF atinge a marca de 500 mil eixos produzidos no Brasil

A ZF celebra, em novembro, a marca de 500 mil eixos produzidos em sua planta de Sorocaba, SP. A produção foi iniciada em 1985, ano em que a média mensal de produção alcançada foi de 148 equipamentos. De acordo com Wilson Bricio, presidente da ZF América do Sul, “em três décadas, a ZF fez história atendendo à demanda de mercado com produtos pioneiros e robustos para utilização em operações severas e ininterruptas no campo e em canteiros de obras”.

 

A ZF do Brasil produzia itens para o segmento agrícola já na década anterior, mas dois desdobramentos deram outro rumo a essa trajetória. O primeiro foi a expansão e modernização da cultura canavieira para atender às necessidades do Proálcool. O segundo desdobramento foi a enorme expansão da fronteira agrícola pelos cerrados, agora tomados por gigantescas culturas de soja e cereais.

 

Em 1985, no mesmo mês em que se inaugurara a segunda ala da planta de Sorocaba, a empresa apresentou os eixos da família APL. Esses eixos possibilitaram a produção local de máquinas agrícolas de maior potência e contribuíram para revolucionar a produtividade dos tratores rurais brasileiros.

 

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Autopeças estreitam relacionamento com empresas dos Estados Unidos

Fabricantes de autopeças brasileiros participaram, no início de novembro, de feira do setor em Las Vegas, Estados Unidos, e projetam vendas de US$ 3,2 milhões nos próximos 12 meses para empresas estadunidenses. Os empresários integraram o estande coletivo do Sindipeças na AAPEX 2017, feira ocorrida em Las Vegas.

 

Conforme informações da entidade que representa o setor foram realizados 365 encontros de negócios com representantes de países como Estados Unidos, Colômbia, Equador, Costa Rica, Guatemala, Honduras, México, Líbano, Bolívia, Panamá, Reino Unido, Líbia, República Dominicana, Canadá, Uruguai, África do Sul e Venezuela. Trata-se de uma ação do projeto Brasil Auto Parts – Trusted Partners, parceria do Sindipeças com a Apex-Brasil, Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos.

 

Os 14 expositores que participaram são Autolinea, DS, Duroline, Hipper Freios, Lontra, Luciflex, Mastra, Max Gear, Shana, Suporte Rei, Tecfil, Tecnomotor, Urba-Brosol e Vannucci.

 

As exportações brasileiras de autopeças este ano devem totalizar cerca de US$ 7 bilhões, 6,7% mais que em 2016, segundo estimativas do Sindipeças.

 

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Fiesta aposta em conectividade para brigar com Polo e Argo

O segmento de hatchs compactos premium aqueceu bastante com a chegada de novos concorrentes, como o novo Volkswagen Polo e o Fiat Argo, que se juntaram a modelos como Citroën C3 e Peugeot 208. Diante deste novo cenário, a Ford lançou na sexta-feira, 24, o Fiesta 2018, com as principais mudanças focadas no visual e no nível de conectividade e preços de R$ 56 mil 690 a R$ 75 mil 190.

 

No visual do Fiesta 2018 as mudanças são: nova grade frontal, novo para-choque e capô, faróis com luzes de condução diurna. Na traseira, destaque para as lanternas e para o para-choque. Internamente, o sistema multimídia passa a ter tecnologia do SYNC 3, que é usada em modelos mais caros, como o Fusion e o Ecosport. Houve alteração ainda na calibração dos amortecedores e na densidade da espuma usada nos bancos.

 

Se o interior e o visual mudaram, sob o capô as opções continuam as mesmas, motor sigma 1.6 flex de 125 cv de potência a gasolina e 128 cv a etanol e 1.0 Ecoboost também de 125 cv. As opções de câmbio também seguem iguais: manual de cinco marchas e automático de seis velocidades e dupla embreagem.

 

Diferentemente do lançamento do novo Ecosport, quando a Ford investiu pesado e renovou praticamente todo o interior do SUV e mudou um pouco do visual, no Fiesta 2018 os gastos foram menores e, segundo fontes ligadas à empresa, isso aconteceu porque o segmento de SUV está mais aquecido e a fabricante precisava investir mais para continuar sendo competitivo e conseguir concorrer com modelos como Honda HR-V e Hyundai Creta, enquanto no segmento de hatchs compactos premium a empresa acredita que essa mudança no Fiesta é suficiente para continuar competitiva e manter seu espaço.

 

A companhia não trabalha com expectativa de vendas, mas o gerente de marketing da empresa, Fernando Pfeiffer, comentou sobre o assunto: “Se você perguntar se eu estou satisfeito, falarei que não, sempre há espaço para crescer e queremos continuar ganhando mercado com esse modelo”. Atualmente, a média de vendas do Fiesta é de 1,5 mil unidades, com 15 mil 664 emplacamentos de janeiro a outubro, segundo os dados divulgados pela Fenabrave.

 

Novo motor 1.5 Dragon

O motor flex 1.5 Dragon que fez sua estreia no Brasil no Ecosport sendo importando da Índia, era cotado para ser usado no Fiesta, porém a Ford optou por seguir com as mesmas opções de powertrain.

Mas isso poderá mudar, pois esse novo motor está em processo de homologação no Brasil e começará a ser produzido em menos de seis meses na fábrica de Taubaté, SP, junto com o sigma, que não sairá de linha. Com a nacionalização do motor e com a informação de que a empresa já pensou em equipar o Fiesta com essa motorização, novidades podem surgir em 2018.

 

Preços e Versões

New Fiesta 1.6 SE – R$ 56 mil 690

New Fiesta 1.6 SE Style – R$ 59 mil 590

New Fiesta 1.6 SE Plus Powershift – R$ 62 mil 390

New Fiesta 1.6 SEL – R$ 61 mil 090

New Fiesta 1.0 Ecoboost Style – R$ 69 mil 970

New Fiesta 1.6 Titanium – R$ 71 mil 190

New Fiesta 1.6 Titanium Plus  – R$ 75 mil 190

 

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Cade suspende julgamento de ação contra montadoras

O CADE, Conselho Administrativo de Defesa Econômica, suspendeu na noite da quarta-feira, 22, o julgamento de processo que envolve Fiat, Ford, Volkswagen e fabricantes independentes de autopeças representadas pela Anfape, a Associação Nacional dos Fabricantes de Autopeças, que alega monopólio e busca na autarquia o direito de produzir e vender peças de reposição sem a necessidade de licença sobre a propriedade intelectual. Durante a votação o conselheiro Maurício Maia pediu vistas do processo, que agora pode ficar até sessenta dias parado.

 

O pedido veio após o voto do conselheiro e relator do processo, Paulo Burnier, que deu parecer favorável à causa das empresas que atuam no mercado de reposição secundário. Durante a defesa do seu voto Burnier disse serem “falsas as cinco premissas apontadas pelas montadoras sobre a liberação da produção e venda de peças sem o pagamento de royalties”. Para as montadoras um parecer favorável do Cade, por exemplo, poderia gerar insegurança jurídica.

 

Em seu voto o relator determinou que seja aplicada multa mínima, ou seja, 0,1% do faturamento das montadoras em 2009, ano anterior à instauração do processo, além da cessação da conduta. Com isso a multa seria de R$ 4,2 milhões, sendo R$ 1,6 milhão para Ford e Volkswagen e R$ 1 milhão para a Fiat.

 

A Anfape afirma que os registros feitos pelas montadoras no INPI, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial, aplicam-se apenas ao mercado de carros zero quilômetro e não ao de autopeças. Assim fabricantes de autopeças poderiam produzir partes cujo desenho industrial é registrado no INPI sem pagar royalties. As fabricantes de veículos discordam e dizem que a lei de propriedade intelectual garante às companhias os direitos sobre os desenhos que desenvolveram inclusive no mercado secundário e que sua produção seria permitida sob licenciamento.

 

A disputa envolvendo as montadoras e a Anfape teve início em 2007, quando a representante das fabricantes de autopeças apresentou denúncia junto à extinta SDE, Secretaria de Direito Econômico, que instaurou averiguação preliminar. À época o argumento já era o de que as montadoras de automóveis estariam praticando condutas anticompetitivas ao impedir que fabricantes independentes produzissem peças externas para reposição, como para-choques, lataria, faróis e retrovisores.

 

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BMW cria conceito de mobilidade para duas rodas

O Grupo BMW apresentou na quinta-feira, 23, o projeto BMW Vision E³ Way. De acordo com a empresa trata-se de “um conceito de mobilidade visionária concebida não somente para enfrentar especificamente os desafios pelas megacidades, como congestionamentos de veículos e poluição do ar, mas para fornecer soluções simples e eficazes”.

Trata-se de um modelo de estrada elevada para veículos de duas rodas movidos a eletricidade, como as e-bikes, o BMW Motorrad Concept Link e o recém-lançado BMW Motorrad X2 City, que liga grandes centros urbanos. Desenvolvido pelo escritório de tecnologia do grupo em Xangai, China, o projeto prevê a utilização de vias suspensas sobre rodovias já existentes proporcionando capacidade adicional de tráfego.

Comunicado da empresa diz que o BMW Vision E³ Way – onde E³ significa elevado, elétrico e eficiente – “tem custo de construção reduzido e oferece uma alternativa ideal para usuários que se deslocam em trajetos de até 15 quilômetros de distância”. Utiliza sistema de rampas que ligam a malha rodoviária convencional a estações de metrô, a acessos de trânsito e a centros comerciais. O fato de ser utilizado exclusivamente por veículos de duas rodas significa que colisões envolvendo automóveis estão descartadas. O risco de acidentes é atenuado ainda mais por causa do limite de velocidade, estabelecido em 25 km/h.

Marcopolo é uma das quinhentas melhores empresas do Sul

Em classificação realizada pela PwC, PriceWaterhouseCoopers, a Marcopolo obteve o décimo-segundo lugar no ranking das quinhentas melhores empresas do Rio Grande do Sul e a trigésima-segunda colocação no das 500 maiores do Sul. A companhia foi reconhecida pelo desempenho alcançado com base no seu balanço financeiro. 

 

Para Paulo Corso, seu diretor de operações comerciais e marketing, “o desempenho alcançado pela empresa foi reflexo de importantes medidas para contornar o cenário brasileiro adverso, com o objetivo de mitigar o impacto de mais um ano de instabilidade econômica e política no País”.

 

Em 2016 a Marcopolo registrou desempenho praticamente estável com relação ao ano anterior, com receita líquida consolidada de R$ 2 bilhões e 574 milhões. Os destaques do ano foram o crescimento de 27,3% nas exportações, com valor recorde de R$ 950 milhões contra R$ 746 milhões, em 2015, e o aumento de 14,6% nas receitas das operações estrangeiras, com R$ 835,8 milhões em 2016 contra R$ 729,6 milhões em 2015.

 

Organizada pela revista Amanhã a premiação foi realizada na quarta-feira, 22, na Expo Unimed, em Curitiba, PR, e contou com a presença dos principais executivos da região Sul do Brasil.

Continental espera crescimento de até 3% para o mercado de pneus

Os sinais de recuperação da economia brasileira levam fabricantes de veículos e seus fornecedores a traçar cenário positivo para os negócios em 2018. Renato Sarzano, vice-presidente de pneus da Continental na América do Sul, por exemplo, engrossa o coro dos executivos otimistas:

 

“O mercado de pneus está muito ligado ao PIB. Isto é: historicamente, quando a economia cresce nosso mercado também aumenta. Esperamos que o segmento de pneus cresça de 2,5% a 3% no ano que vem, assim como o PIB”.

 

Ele abriu espaço para a expectativa de elevação nas vendas de pneus para montadoras, as OEM, amparada na potencial reação do mercado de veículos novos. E apontou para a estabilidade do mercado de reposição.

 

Sarzano acredita piamente no crescimento do mercado de automóveis em 2018. Sem cravar números ele destaca alguns segmentos: “A venda de SUVs e de picapes é a que deve ter mais crescimento. Já não acredito no crescimento do segmento de entrada: deve ficar como está”.

 

Para atingir essas expectativas ele observa que seu ponto de vista é formado por alguns fatores: “O mercado está represado, muitas empresas precisam comprar e renovar suas frotas, e isso deve aquecer as vendas. A taxa de juros baixa também ajuda nas promoções e, consequentemente, a atrair clientes”.

 

Rogério Sarzano também considera que haverá um descolamento da economia com relação à política, mesmo com as eleições do ano que vem, diferentemente do que ocorreu em 2014: “Ano de eleição traz uma imprevisibilidade natural, mas acho que o mercado será pouco afetado na comparação com 2014, pois a economia dá sinais de ter vida própria e a eleição será menos impactante. Mas os indicadores econômicos precisam ser bons como são hoje”.

 

Sarzano também falou sobre a expectativa para a liberação de crédito e a geração de empregos: “Se o PIB crescer mais gente voltará a trabalhar e, com isso, fica mais fácil obter crédito. Se tiver crédito disponível e as pessoas estiverem com a ficha limpa para adquirir a indústria andará para frente”.

 

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Polo e Virtus trazem o terceiro turno de produção para VW SBC

A Volkswagen confirmou na quinta-feira, 23, a retomada da produção em três turnos na sua fábrica de São Bernardo do Campo, SP, em função da produção dos modelos Polo e Virtus. A volta do terceiro turno foi prometida durante o anúncio dos novos modelos, em agosto, pelo então presidente da companhia, David Powels, que foi sucedido por Pablo Di Si em outubro. 

 

Segundo a empresa o retorno dos três turnos foi realizado gradualmente, acompanhando a curva de aceleração de produção do novo Polo. Em uma primeira etapa, em agosto, a fábrica voltou a operar cinco dias na semana, o que possibilitou encerrar a utilização do Programa Seguro Emprego, o PSE.

 

A produção dos novos modelos VW faz parte do investimento de R$ 2,6 bilhões anunciado em agosto, que foi aplicado no desenvolvimento, na produção e no lançamento. Foram construídas 214 ferramentas para a área de estamparia, instalados 373 robôs na área de soldagem e modernizadas as áreas de planejamento, infraestrutura, TI e logística.

 

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Presidente da República garante que Rota 2030 sairá do papel

A indústria automotiva não precisa se preocupar porque o Rota 2030 está bem encaminhado, afirmou o presidente da Anfavea, Antônio Megale, que se reuniu, junto com catorze presidentes de empresas fabricantes de veículos, com o presidente da República, ministros e representante da Receita Federal Brasília, DF. Megale referiu-se ao encontro durante a cerimônia de entrega do Prêmio AutoData 2017, na noite da quarta-feira, 22.

 

“Não há motivo para pânico. Tenho a convicção de que um novo marco regulatório para o setor sairá. O próprio presidente nos garantiu isso.”

 

De acordo com Megale o presidente da República não fez nenhum comentário sobre o possível condicionamento do Rota 2030 ao fechamento de acordo comercial com a União Europeia: “Não há condicionamento com a indústria automotiva até porque a questão com a União Europeia envolve o setor do agronegócio. Não há nenhuma ligação com as montadoras e em nenhum momento houve menção a isso em nossas tratativas com o governo”.

 

Reportagem publicada pelo jornal Folha de S. Paulo na sexta-feira, 17, dizia que o governo federal queria priorizar o acordo comercial do Mercosul com a UE e, assim, teria decidido “não implementar o Rota 2030 até que o acordo entre os dois blocos seja fechado”.

 

Tributário – Apesar de o governo garantir ao setor que não haverá condicionamento ao acordo com a UE a questão tributária ainda está em discussão: “A estrutura do programa ainda não está definida. O que se fala hoje é que teremos um IPI, Imposto sobre Produtos Industrializados, nos moldes do Inovar-Auto com alíquotas de 10 ou 15 pontos porcentuais e as empresas que se habilitarem terão que cumprir algumas obrigações, como investimentos em inovação, por exemplo. Mas vale destacar que as montadoras não querem isenção fiscal: o que queremos é previsibilidade maior para as empresas”.

 

Pelo Inovar-Auto, que vigora até 31 de dezembro, os fabricantes precisam atingir metas específicas em investimento em P&D, gastos em engenharia, tecnologia industrial e capacidade dos fornecedores, além da obrigatoriedade da produção de veículos mais econômicos e seguros para ter o benefício de abater 30 pontos de IPI. Com a proposta do Rota 2030 esse benefício cairia para 10 ou 15 pontos porcentuais.

 

Em tempo: as fabricantes continuam recolhendo normalmente o IPI por cilindrada, que é de 7% para veículos até 1.0, de 11% de 1.0 até 2.0 bicombustíveis, de 13% para 1.0 até 2.0 a gasolina, de 18% acima de 2.0 bicombustível e de 25% acima de 2.0 movido a gasolina.

 

“Temos que discutir a indústria que queremos. É de grande importância investir em desenvolvimento de tecnologia para atender às necessidades locais, como é o caso do etanol. Temos que investir em pesquisa e desenvolvimento adequado para o carro flex, por exemplo, porque o resto do mundo não vai fazer isso por nós e se não fizermos isso colocaremos em risco o próprio uso do etanol.”

 

Megale afirmou que o Inovar-Auto garantiu uma economia de R$ 7 bilhões no consumo de combustível porque as empresas passaram a investir mais em tecnologia: “Isso sem falar na redução extraordinária de CO2”.

 

Foto: Christian Castanho.