Colunista S. Stéfani: novos jovens não querem carteira de habilitação nem transporte de massa
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Colunista S. Stéfani: novos jovens não querem carteira de habilitação nem transporte de massa
O sistema de consórcios comemora o bom desempenho nas vendas de novas cotas este ano, conforme dados divulgados pela Abac, Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios. No caso de veículos leves a alta acumulada é de 14,7%, com 827,1 mil cotas vendidas contra 721,3 mil no mesmo período do ano passado. A comercialização de novas cotas para motos apresentou redução de 3,9%, saindo de 666,3 mil unidades em 2016 para 640,1 mil unidades agora.
O acumulado geral de novas cotas nos nove primeiros meses do ano atingiu 1 milhão 750 mil unidades, 9,4% a mais do que as 1,6 milhão registradas no mesmo período de 2016.
Os créditos comercializados gerados pelas vendas de novas cotas somaram R$ 73,5 bilhões de janeiro a setembro, alta de 29,3% com relação ao mesmo período do ano passado, R$ 56,8 bilhões.
Para a entidade, em comunicado, “o crescimento observado no sistema de consórcios desde maio do ano passado permite reiterar que, com uma dose de otimismo, devamos encerrar 2017 com ampliação dos negócios consorciais com relação a 2016 e com boas perspectivas para 2018, considerando não acontecer nenhuma ocorrência significativa de ordem político-econômica nos próximos meses”.
Foto: Divulgação.
Durante a Fenatran, em outubro, que marcou a retomada das vendas do setor de caminhões, a Anfir, Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários, em parceria com a Apex, Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, realizou rodada de negócios com catorze representantes de dezesseis empresas de Bolívia, Colômbia, Equador, México, Panamá, Paraguai, Peru e Uruguai — que poderá gerar US$ 4 milhões em exportações nos próximos meses.
A informação, liberada na terça-feira, 21, pela Anfir, confirma o otimismo de alguns representantes de empresas estrangeiras que visitaram a Fenatran e falaram sobre as negociações com a equipe da Agência AutoData. Para Alcides Braga, presidente da Anfir, o volume negociado mostra o interesse pelos produtos nacionais: “O total estimado sinaliza o interesse crescente dos empresários estrangeiros pelo produto nacional”.
Foi a primeira vez que a parceira Anfir-Apex realizou rodada de negócios internacional, com o grupo sendo organizado apenas duas semanas antes do evento: “Trazer os empresários latino-americanos para conhecer nossos produtos em meio ao maior evento de transporte de cargas da América Latina foi a ação mais acertada”.
A entidade também destacou o balanço das 23 empresas associadas no evento, que no segmento de Leve, carroceria sobre chassis, negociou 150 unidades, enquanto que no segmento de Pesados, reboque e semirreboque, aproximadamente 2 mil produtos. Os fabricantes de componentes associados à Anfir também realizaram negócios no evento e a entidade acredita que o valor seja próximo de R$ 17,5 milhões.
Comércio Exterior – O programa Anfir-Apex foi renovado em setembro, com duração de dois anos, e pretende realizar novas rodadas de negócios em eventos em outros países, com a participação de empresários brasileiros. O programa surgiu em 2015.
Foto: Divulgação.
A Case IH, braço da CNH Industrial que atua no setor agrícola, anunciou na terça-feira, 21, a inauguração de uma concessionária em Alegrete, RS, importante região agrícola do Estado. Com essa já são 22 as concessionárias que representam a empresa no Estado.
De acordo com Rhayner Pereira, da área de desenvolvimento de oncessionárias, a Agroser, empresa parceira no novo empreendimento, conhece a região e as demandas do produtor rural local: “Esses fatores, atrelados à gama de produtos, farão da nova filial um grande sucesso”.
Foto: Divulgação
A Mann-Filter, uma das marcas do Grupo Mann+Hummel, lança este mês seis novos filtros para atender à demanda do setor automotivo.
Dentre os lançamentos estão elementos filtrantes de segurança do ar, filtro blindado de combustível, elemento filtrante do ar e elemento filtrante do ar-condicionado. Os novos produtos atenderão a veículos BMW, Ford, Hyundai e Mercedes-Benz.
Parceria da Volkswagen com o Waze mostrará, aos usuários do aplicativo, ofertas, descontos e condições de pagamentos de concessionárias VW em cada região e, também, o melhor caminho para chegar até local das oportunidades.
A ação de varejo Põe no Waze — que transforma o espaço de busca de um dos maiores aplicativos de trânsito e navegação do mundo em um novo formato de mídia para a Volkswagen — é a primeira ação Waze com uma fabricante de veículos, contou o gerente executivo de marketing e comunicação da Volkswagen, Leandro Ramiro:
“A ação também atende a um dos principais objetivos das vendas ao varejo da Volkswagen: atrair o consumidor até as concessionárias, para que possam conhecer, testar e avaliar os modelos e acompanhar nossos lançamentos”.
Põe no Waze funciona da seguinte forma: ao receber o comando de busca com a hashtag específica da ação o sistema do Waze traz, automaticamente, um menu de concessionárias Volkswagen próximas. Com isso também mostra a distância do consumidor da oportunidade em tempo real, indicando o melhor caminho para chegar até ela. As hashtags variam de acordo com as oportunidades de varejo.
Além da busca no Waze a ação é composta por mídia display, CRM e endomarketing.
A BMW suspendeu as vendas do modelo elétrico i3 nos Estados Unidos por causa de problema surgido em decorrência de testes de segurança feitos pela agência de segurança de tráfego NHTSA. O problema, referente ao teste de colisão frontal, apontou danos ao motorista e foi confirmado pela companhia por meio de comunicado.
“Em um recente teste de choque, especificamente o teste de barreira rígida para pequenos adultos sem cinto, o ocupante do assento do motorista manteve cargas ligeiramente acima do limite”, apontou a empresa no documento. “Enquanto os testes de conformidade da BMW mostraram resultados bem abaixo dos limites exigidos, testes mais recentes mostraram resultados inconsistentes.”
A empresa emitiu recall e está trabalhando com a agência para entender as diferenças nos resultados do teste. A notícia foi inicialmente relatada pelo site InsideEVs, que publicou documento de recall [reproduzido abaixo] que sugere que os veículos i3 dos anos/modelo 2014-2018 seriam recuperados devido à sua falha em cumprir os padrões de desempenho de impacto frontal.
No Brasil o modelo é importado pela BMW desde setembro de 2014 e vendido acima de R$ 170 mil. De acordo com dados da Abeifa de 2014 até outubro foram vendidas, aqui, 182 unidades i3.
A versão do BMW i3 trazida para o Brasil é a de dois motores: o elétrico é motor de corrente alternada com potência de 170 cv, e o de combustão interna é um dois-cilindros que gera 39 cv de potência.
Foto: Divulgação
A General Motors pretende renovar seu portfólio de produtos no Chile com o objetivo de voltar a liderar as vendas ali, terceiro mercado mais importante da América do Sul, considerando que os últimos resultados foram bastante positivos. A afirmação é do presidente da GM na América do Sul, Fernando Agudelo, e foi divulgada pelo site Flash de Motor.
A revisão do portfólio GM vendido no Chile implicará mais atenção aos segmentos de SUVs e picapes. Outra aposta da empresa será a criação de um plano piloto para lançar veículos elétricos que poderão chegar a outros mercados vizinhos.
Durante o Congresso AutoData Perspectivas 2018 o presidente para o Mercosul, Carlos Zarlenga, já adiantara que a companhia também pretende ser líder nas vendas de carros elétricos na América do Sul, assim como acontece com os dotados de motor a combustão interna. De acordo com a informação publicada na terça-feira, 21, pelo Flash de Motor, esse projeto terá início nas operações chilenas:
“Como atuais líderes de mercado no Mercosul é natural que sejamos líderes também na eletrificação de veículos na região. Este é um desafio que a General Motors aceita”.
A companhia divulgou que de 2014 a 2020 pretende investir R$ 13 bilhões na América do Sul, assim: R$ 1,2 bilhão para a fábrica de São Caetano do Sul, SP, R$ 1,4 milhão para a de Gravataí, RS, e R$ 1,9 milhão para a de Joinville, SC, sendo a última dedicada apenas à produção de motores. O investimento total nas fábricas nacionais é de R$ 4,5 bilhões até o momento.
Ainda dentro do plano de expansão na região Zarlenga falou sobre a expectativa de crescimento do mercado argentino, que em 2017 e 2018 ficará em 900 mil unidades, subindo para 910 mil em 2019, para 940 mil em 2020 e para 970 mil em 2021.
Foto: Divulgação.
O Sindipeças promove, na quinta-feira, 23, o encontro Brasil com S ou com Z em 2018?, com a ideia de apresentar casos práticos de empresas brasileiras que atuam de diferentes formas em planos de vendas dirigidos para o mercado externo.
Durante o evento serão apresentados cases como o da Sabó, com o diretor geral da companhia, Lourenço Agnello Oricchio Júnior, que falará sobre investimento direto no Exterior. O tema exportação direta ficará a cargo de Maria Luiza Guerra, gerente de exportação da Acumuladores Moura — e a Metalúrgica Monte Cristo abordará o tema exportação indireta via trading.
O encontro é uma oportunidade para saber mais sobre o tema exportação: afinal, empresas do setor de autopeças contarão a seus iguais seus planejamntos e planos de atuação no mercado externo.
Agregar informações que contribuam para a competitividade do setor é um dos objetivos do evento, disse Dan Ioschpe, presidente do Sindipeças: “Insistimos e defendemos, e trabalhamos, pela inserção do setor de autopeças nas cadeias globais. Isso é fundamental para sua competitividade”.
O Conselho de Administração da Volkswagen avaliou como positivo o desempenho da empresa após doze meses de assinatura do plano de ações estipulado até 2025, o Transform 2025+. Nesse primeiro ano, já foram investidos € 1,9 bilhão em medidas de corte de custos, o objetivo estabelecido para 2017. A partir de 2020, a expectativa da empresa é de que os ganhos anuais com eficiência operacional cheguem a € 3,7 bilhões.
O CEO da Volkswagen, Herbert Diess, disse os próximos desafios da companhia dizem respeito a obter maior produtividade, desenvolver melhores processos produtivos em todas as áreas do negócio: “Isso será indispensável para preservar de forma duradoura a viabilidade futura da Volkswagen. Trabalharemos intensamente nesses pontos nos próximos anos”.
O pacto para o futuro, acordado em novembro de 2016, contempla também, afora melhorias na produção, a expansão da gama de veículos em sua oferta e investimentos em mobilidade eletrônica, digitalização, conectividade, condução autônoma e criação de 23 mil empregos na Alemanha.