São Paulo — Em função da pandemia do novo Coronavírus e uma solicitação da Anfavea para atender recomendação de suas empresas associadas, AutoData decidiu por adiar o Seminário Megatendências do Setor Automotivo os Novos Desafios de 2020.
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São Paulo — Em função da pandemia do novo Coronavírus e uma solicitação da Anfavea para atender recomendação de suas empresas associadas, AutoData decidiu por adiar o Seminário Megatendências do Setor Automotivo os Novos Desafios de 2020.
São Paulo – A preocupação começou com o abastecimento de peças: com as fábricas chinesas em Wuhan – foco da epidemia e importante polo automotivo asiático – fechadas, diretores de produção ao redor do mundo começaram a avaliar o impacto em suas linhas. Honda, Hyundai, Nissan e Toyota foram as primeiras e registrar interrupção na produção de veículos decorrente da falta de componentes importados da China.
Robôs cozinheiros, fechaduras de casas inteligentes, relógios de parede com timmer acionado por comando de voz. Escovas que digitalizam no aplicativo de smartphone os dentes que foram escovados, lâminas de barbear aquecidas, travesseiros que monitoram a intensidade do ronco e quanto tempo isso ocorreu durante o sono. TVs 8k, algumas tão grandes que são chamadas de “a parede”, 5G, IoT – internet das coisas –, assistentes com inteligência artificial que conectam tudo dentro de casa e até o seu carro com a sua casa. Quase tudo isso disponível para aplicação comercial. Não é à toa que a palavra carro surgiu somente no fim desse período. É que na CES, a maior feira de tecnologia do mundo, essa indústria, novamente, deu uma lavada na indústria automotiva. Foi um 7×1 tão contundente quanto o da seleção brasileira na Copa. A razão: enquanto o mundo da tecnologia é ágil e direto em sua estratégia de transformar o mundo já, o setor automotivo continua naquela de apresentar o futuro que quase nunca chega.
São Paulo – A Reed Exhibitions Alcantara Machado, responsável pela organização do Salão do Automóvel em 2020, está se mexendo para que o evento tenha todas as principais marcas de veículos do País. O momento é de muita conversa, individualmente e em conjunto com as empresas na tentativa de reverter a decisão das marcas que já se pronunciaram que não estarão presentes no maior evento automotivo da América Latina.
São Paulo – A Comissão de Constituição e Justiça – a CCJ – do Senado ratificou na calada da noite de quarta-feira, 12, este controverso projeto de lei, o PLS 304/2017. Ele altera o Código de Trânsito Brasileiro, CTB, proibindo a oferta, a partir de 2030, e a circulação, a partir de 2040, de automóveis movidos com combustíveis fósseis, os populares gasolina e diesel.
No ano passado os países da América do Sul consumiram cerca de 4,2 milhões de veículos novos, crescimento de 2% sobre o resultado de 2018. O levantamento feito por AutoData com base em balanços, alguns ainda preliminares, divulgados por entidades e consultorias da região, demonstra o potencial que as fábricas brasileiras e argentinas pouco exploram: há um mercado de 1 milhão de veículos em nossos vizinhos no continente.
São Paulo — Em decisão histórica o Conselho da AutoData Editora definiu-se pela plena profissionalização da direção de seus negócios indicando o jornalista Leandro Alves como seu novo publisher. Ele sucede ao sócio Márcio Stéfani, que exercia esta função desde janeiro de 2017.
O Grupo BMW abriu a porteira em 2020 informando em 8/1 que nem modelos BMW e nem os Mini estarão expostos no Salão Internacional do Automóvel de São Paulo deste ano. Outra fabricante, de importante participação no mercado, sexta no ranking de vendas, disse esta semana que também estará fora: Rafael Chang, presidente da Toyota do Brasil, anunciou que a marca não participará desta edição do Salão brasileiro – assim como a Lexus, naturalmente.
Nos bastidores da indústria há mais rumores de que novas ausências serão anunciadas em breve. Audi e Mercedes-Benz são duas que estudam com carinho a participação – ou a ausência, para ser mais preciso.
São Paulo – Queremos conversar com você, nobre leitor. Por isso iniciamos uma pesquisa para conhecer suas preferências e hábitos na utilização de nossas plataformas de notícias digitais e físicas.