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Novas baterias Moura atendem a veículos com mais eletrônica

São Paulo -- Uma nova geração de baterias para o segmento automotivo, considerada de alto desempenho e com a maior aceitação de carga do mercado, já está sendo produzida nas fábricas da Moura. Segundo Antonio Junior, diretor de engenharia do Grupo Moura, atendem à uma demanda que será cada vez maior do mercado: veículos que têm mais tecnologia embarcada e demandam baterias mais eficientes.

São Paulo — Uma nova geração de baterias para o segmento automotivo, considerada de alto desempenho e com a maior aceitação de carga do mercado, já está sendo produzida nas fábricas da Moura. Segundo Antonio Junior, diretor de engenharia do Grupo Moura, atendem à uma demanda que será cada vez maior do mercado: veículos que têm mais tecnologia embarcada e demandam baterias mais eficientes.

"Elas oferecem maior capacidade de carga e conseguem receber mais carga em menos tempo", disse o executivo à Agência AutoData. Todo o seu desenvolvimento foi feito no Brasil, pela equipe de engenharia de produto da fábrica de Belo Jardim, PE: a meta, segundo ele, era chegar a uma nova bateria mais eficiente e com maior durabilidade, para atender todas as demandas tecnológicas de mobilidade, e alcançar os padrões mais altos exigidos pel CBI, Consortium of Battery, assim como pelo Programa Rota 2030. 

As novas baterias já estão sendo usadas por veículos Jeep e Fiat, da Stellantis, e também da General Motors e da Volkswagen, duas empresas em que a participação da Moura, no fornecimento, está em torno de 95%, de acordo com Junior.

O mercado de reposição, maior negócio da companhia no Brasil, também já está abastecido com a nova geração do componente, que também será exportado para países da América do Sul. 

Outro ponto definido como relevante durante o seu desenvolvimento foi a sustentabilidade, pois a Moura é referência na reciclagem de baterias, de acordo com o diretor. Dentro deste contexto a nova geração de baterias deveria ser mais sustentável, com expectativa de produção em torno de 10 milhões de unidades por ano: "Reduzimos a quantidade de material usado, otimizando os insumos". 

O custo também foi outro ponto estratégico, para que o preço não tivesse incremento relevante, considerando toda a evolução do produto e as melhorias entregues. 

Fotos: Divulgação.

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