São Paulo – A história da indústria automotiva brasileira pode ser contada de muitas formas. Pelos veículos que marcaram gerações. Pelas fábricas que ajudaram a transformar regiões inteiras do País. Pelos executivos, engenheiros, trabalhadores e empresários que dedicaram suas vidas à construção de um dos mais importantes pilares da economia nacional.
Neste maio a Anfavea completou 70 anos. A entidade não celebra apenas sua longevidade. Celebra também o papel central que exerceu na construção da indústria automotiva brasileira. Das políticas industriais à consolidação do parque fabril nacional. Das crises econômicas às grandes transformações tecnológicas. Das discussões sobre competitividade às novas agendas ligadas à descarbonização, conectividade e mobilidade.
Foi exatamente por reconhecer esta importância histórica que AutoData produziu, na sua edição 432, de maio, homenagem editorial profunda que é, certamente, a mais abrangente realizada por um órgão de imprensa especializado sobre a trajetória da entidade e os desafios enfrentados pelo setor ao longo das últimas sete décadas.
Para nós este trabalho possui um significado muito especial. Afinal, ao longo de quase 35 anos de existência AutoData teve a honra de acompanhar boa parte desta caminhada, ajudando a construir a memória econômica e industrial do setor automotivo brasileiro.
Esta edição traz também uma ampla cobertura do Auto China 2026, hoje o maior salão automotivo do mundo. Mais do que uma feira de automóveis Pequim se transformou em uma vitrine da nova dinâmica tecnológica, industrial e geopolítica do setor.
E é justamente dentro deste novo contexto da indústria que nasce AutoData Mobility. Mais do que uma expansão editorial trata-se de uma evolução natural daquilo que AutoData sempre buscou fazer: produzir jornalismo maduro, analítico e comprometido com a qualidade da informação, ampliando nossa cobertura para todo o universo da mobilidade.
Temos a plena convicção de que AutoData Mobility rapidamente será o mais completo e relevante portal de mobilidade do Brasil, preservando aquilo que sempre foi o maior patrimônio de AutoData: a credibilidade editorial construída ao longo de quase quatro décadas.
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