AD 348
28 Setembro 2018 | AutoData EVENTO » SEMINÁRIO AD CAXIAS DO SUL S e o céu ainda não está totalmente azul para a indústria fornecedora do setor automotivo deCaxias do Sul, RS, ao menos o nevoeiro se dissipou e a pista do aeroporto já oferece boa visibilida de para pousos e decolagens. Os cerca de duzentos participantes do FórumAutoData de Veículos Comerciais organizado pela AutoData Editora na sede da CIC, Câmara de Indústria, Comércio e Serviços local, saí ramdo evento comperspectivas otimistas para o futuro do segmento, puxado pela recuperação dos números de produção e vendas de caminhões e ônibus. Dos 18,5 mil postos de trabalho fecha dos no setor desde 2014, quando a crise estourou, quatro mil foram recuperados este ano segundo dados do Simecs, Sin dicato das Indústrias Metalúrgicas, Me cânicas e de Material Elétrico de Caxias do Sul. De toda forma, muito trabalhador qualificado acabou deixando a região ou se recolocou em outros setores. O faturamento da indústria, que caiu 43,5% de 2014 a 2016, fechou o ano pas sado em elevação de 8,5% ante 2016. Este Por André Barros Recuperação da venda de caminhões e ônibus ajuda a puxar a indústria de Caxias do Sul, mostrou evento realizado por AutoData na Serra Gaúcha ano a expectativa é chegar a R$ 14 bilhões, alta de 9,5% na comparação com 2017 – mas ainda bem abaixo dos R$ 20,9 bilhões dos tempos dourados. Quem puxa esse crescimento são os fabricantes de caminhões e chassis de ônibus. A Volvo e a Iveco estão com as carteiras de pedidos tomadas até o fim do ano – quem procurar caminhão, agora, só receberá no ano que vem. No caso dos ônibus a expectativa é pela licitação da Capital paulista, que promete uma am pla renovação, mas está, por enquanto, barrada pelo Ministério Público. Outra boa notícia foi levada pela An favea: seu diretor de comunicação, Fred Carvalho, mostrou em palestra números exclusivos sobre a idademédia da frota de veículos comerciais, que envelhece ano a ano. Em 2011 os veículos que circulavam pelas ruas e estradas brasileiras tinham, emmédia, 13,1 anos, enquanto neste 2018 a idade média subiu para 15,8 anos. A ten dência, portanto, é por renovação, pois caminhão mais velho na rua traz menos lucratividade. Fotos: Julio Soares
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