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47 AutoData | Agosto 2020 mia trouxe umefeito inicial negativo no de- senvolvimento das ofertas de mobilidade”, e por isso é o momento de as montadoras mostrarem agilidade para alcançar melhor resultado. A avaliação do especialista da KPMG busca argumentos no desempenho do mercado brasileiro em 2019, quando qua - se metade das vendas foram B2B, o que ajudou a escoar a produção e manter o uxo de caixa. Por outro lado além das vendas diretas corroerem margens colo- cam as montadoras na posição de mera fornecedora da indústria da mobilidade. Enquanto isso os balanços das empre- sas de serviços de mobilidade, principal- mente as locadoras, seguem registrando recordes de faturamento. E a indústria na- cional não fez muitos investimentos para atuar nesse mercado. Bacellar questiona: “Quem no setor automotivo não gostaria de ter o dinheiro das locadoras no caixa?”. Mas nos bastidores domundo automo- tivo a conversa corre solta e os comen- tários dão conta de que os fabricantes saíram atrás – bem atrás – nessa corrida. Muita coisa precisa acontecer, e rápido. E isto não está evidente nas estratégias das montadoras que produzem aqui. Talvez algumas respostas globais pos- sam demonstrar a razão de tamanha pre- caução, contrapondo as próprias a rma - ções da pesquisa. Os executivos também concordam que diante do aumento da Opinião sobre importância da mobilidade como serviço 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 Brasil | China | Alemanha | Índia | Japão | Coreia do Sul | Estados Unidos Fonte: Pesquisa KPMG 0 % 10 % 20 % 30 % 40 % 50 % 60 % 70 %

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