90 Maio 2026 | AutoData BALANÇO » VEÍCULOS COMERCIAIS Por Soraia Abreu Pedrozo Move Brasil 2 será capaz de reverter retração? Montadoras festejam impacto do programa mas reconhecem necessidade de melhora da conjuntura econômica para segurar queda Enquanto uma iniciativa perene de estímulo à renovação da frota não sai do papel — por dificuldades de encontrar fundos de financiamento em que se fiar, justifica o governo —, a indústria de veículos comerciais comemora a segunda fase do Move Brasil, lançada em 30 de abril, mais robusta do que sua antecessora, e mais abrangente também. Com R$ 21,1 bilhões de crédito, sendo R$ 14,5 bilhões em recursos do Tesouro e R$ 6,7 bilhões do BNDES, Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social, o volume é mais do que o dobro da primeira etapa, R$ 10 bilhões. Do novo valor R$ 2 bilhões serão endereçados à compra de ônibus e micro-ônibus. Outros R$ 2 bilhões ficarão à disposição de caminhoneiros autônomos, que terão agora carência de até doze meses para começar a pagar o empréstimo e até dez anos para parcelar o valor do veículo, que pode ser novo ou seminovo. Para os demais recursos, que agora podem financiar também a compra de implementos rodoviários, as condições foram mantidas, com até seis meses de carência e até cinco anos para a quitação. O programa é visto como espécie de Divulgação/Scania
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