68 Julho 2026 | AutoData ESPECIAL FIAT 50 ANOS » LINHA DO TEMPO de 106 cv e câmbio importados da Itália, com apenas 40% de nacionalização. No ano seguinte foi lançada versão HGT, com motor 1.8 16V de 132 cv. 2000 Início da produção em Betim do moderno motor Fire, sigla para Fully Integrated Robotized Engine, concebido na Itália para ser fabricado com alto índice de robotização. Tinha bloco de alumínio, coletor de admissão de material plástico, era mais leve, econômico, fácil e barato de produzir. Introduziu pela primeira no Brasil o sistema drive-bywire, que substituiu o cabo do acelerador por um sensor eletrônico. O propulsor 1.3 de 80 cv equipou inicialmente a família Palio, incluindo o hatch, a perua Weekend e o sedã Siena. Em setembro é apresentada no Rio de Janeiro a segunda geração do Palio, redesenhado por Giorgetto Giugiaro, com novo visual externo e interno. Dentre os novos acessórios oferecidos constava um portaCDs integrado ao painel com espaço para cinco discos. O novo carro é equipado com dois novos motores Fire 1.0, com oito ou dezesseis válvulas, de respectivamente 55 cv e 70 cv. As novidades também incluíam suspensão recalibrada, embreagem hidráulica e freios com ABS opcional. Nos meses seguintes ao lançamento da nova geração do hatch todos os demais modelos derivados – Siena, Weekend e Adventure – adotaram o mesmo design e alterações semelhantes. 2001 Ao completar 25 anos de produção a Fiat alcança a liderança de mercado, posição na qual se manteve por catorze anos até 2015 – e depois novamente de 2021 em diante. Lançado o utilitário Doblò, desenhado pelo estúdio Italdesign, de Giorgetto Guigiaro, apresentado apenas um ano antes na Europa. O primeiro carro multiuso nacional tinha três versões: furgão, passageiros e mista. 2002 Fiat atinge a marca de 5 milhões de veículos vendidos no País, mais de 1 milhão deles da família Palio, além de somar 2,4 milhões de unidades exportadas. O período de exuberância da subsidiária brasileira coincide com a pior fase da história da matriz italiana, que demitia, colecionava prejuízos e vendeu 20% de seu capital para a GM, com opção de transferência do controle a partir de 2004. A sociedade resultou na união da área de compras e produção de motores. Em setembro é lançado o hatch médio Stilo, apresentado um ano antes no Salão de Genebra. O carro tinha três opções de motorização: 1.8 de 8 ou 16 válvulas com 103 cv ou 122 cv, ambos produzidos pela GM em São José dos Campos, SP, e o 2.4 20V de 167 cv que já equipava o Marea. O Stilo brasileiro tinha 80% de nacionalização, índice elevado para o nível de seus equipamentos, muitos deles ainda inéditos no País, como controles de estabilidade e de tração, direção elétrica, computador de bordo, oito air bags, ar condicionado digital, rádio/CD-player/ MP3 com controles no volante, piloto automático, sensor de estacionamento traseiro, sensor de chuva, acendimento automático dos faróis ao escurecer, bancos dianteiros com aquecimento e regulagem elétrica e teto-solar panorâmico. 2003 O bom desempenho da Fiat no Brasil garante investimentos e maior autonomia, que envolveu a criação do Polo de Desenvolvimento Giovanni Fotos Divulgação/Fiat
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