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102 Setembro 2026 | AutoData EVENTO » CHINA NO FESTIVAL INTERLAGOS 2026 Felipe Amaral, líder da operação brasileira, anunciou que a rede inicialmente terá sessenta lojas de 32 grupos empresariais, em 21 estados e no Distrito Federal, com a primeira já nomeada em Curitiba, PR. Os dois primeiros produtos, expostos no festival, são elétricos: o hatch Box, de 4m02 e 95 cv, e o SUV Vigo, de 4m31 e 163 cv. Ao todo está planejado o lançamento de onze modelos no Brasil, distribuídos por três marcas: DFM, com Box, Vigo e os híbridos plug-in Mage e Huge, Voyah, com cinco modelos a combustão, híbridos e PHEV, plug-in, e MHero, com dois veículos. Nenhum tem preço divulgado. A marca abriu uma loja on-line em parceria com o Mercado Livre apenas para cadastro de interessados. O chairman Wang Long não descartou produzir localmente em parceria com Nissan, em Resende, RJ, ou em alguma das fábricas da Stellantis no País – ambas as fabricantes têm sociedade com a Dongfeng na China e outros mercados internacionais – mas o executivo tratou o tema como decisão futura. IM: LADO PREMIUM DA MG. Outras duas das estreias seguem uma lógica diferente: apoiam-se em estruturas existentes. A IM, submarca premium da SAIC, deve aproveitar o embalo de outra marca do mesmo grupo, a MG, apresentada há menos de um ano e já com modelos à venda por aqui, assim usará a mesma rede de concessionárias, que deve fechar 2026 com cerca de setenta lojas. A estrutura societária da IM é diferente das demais estreantes. A marca nasceu em dezembro de 2020 como sociedade da SAIC, que detém 54% do controle, com a plataforma de vendas on-line Alibaba e a Zhangjiang Hi-Tech, braço de desenvolvimento tecnológico ligado ao governo de Xangai, que têm 18% cada. A estreia comercial está prevista para outubro com o IM6, SUV-cupê elétrico de quase 4m90, bateria de 100 kWh, arquitetura de 800 V, dois motores e potência de 760 a 780 cv. Preços e versões definitivos ficaram para o lançamento. dois SUVs e uma picape, em 2028 mais dois crossovers e três SUVs, dentre eles o X55, escalado para ser o primeiro híbrido flex da marca. Na rede serão cinquenta concessionárias abertas até o fim do ano, com outras cinquenta no primeiro semestre e meta de chegar a 150 pontos em 112 cidades até o fim de 2027. Ramos descartou a operação de montagem de kits CKD ou SKD e disse que a operação será de produção completa, com nacionalização gradual, peça a peça, em modelo semelhante ao adotado pela GWM na fábrica de Iracemápolis, SP. Os cenários – comprar fábrica, construir ou fazer parceria – ainda estão em aprovação no conselho da BAIC na China. Sobre a alternativa de seguir só importando, com 35% de imposto, Ramos foi direto: “A conta não fecha”. O desenvolvimento da tecnologia flex, previsto para 2028, é tocado em parceria com a Bosch, que já fornece o sistema a diversos fabricantes chineses. DFM: ONZE MODELOS E TRÊS MARCAS. A Dongfeng, que no Brasil adotou a sigla DFM, fechou o primeiro dia de apresentações em Interlagos com um plano igualmente extenso. Wang Jiong, CEO para as Américas, negou que a operação seja um experimento: “Não estamos testando o mercado”, disse, falando em compromisso de longo prazo. IM, submarca premium da SAIC, vai operar ao lado da MG no Brasil e deve estrear com o SUV-cupê elétrico IM6 Divulgação/IM

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