11 AutoData | Setembro 2026 o próximo nível. Houve ganhos significativos em eficiência, produtividade e sustentabilidade. Temos hoje maior flexibilidade industrial para responder às oscilações do mercado e estamos melhor preparados para lidar com os ciclos econômicos. Agora o foco está no futuro: entregar a melhor qualidade possível, oferecer a melhor experiência ao cliente e aumentar sua rentabilidade, a dos concessionários e a nossa. A Mercedes-Benz está completando 70 anos de operação no País. Hoje qual a importância da operação brasileira e latino-americana para o Grupo Daimler Truck no mundo? O Brasil é uma das operações mais importantes da Daimler Truck fora da Europa e um dos maiores mercados de veículos comerciais do mundo. Combinamos manufatura, engenharia, inovação e relacionamento com os clientes, atendendo a partir daqui toda a América Latina e outras regiões. Temos capacidade para desenvolver soluções sob medida para mercados internacionais. Há sete décadas contribuímos para a mobilidade, logística e transporte no Brasil, ligados ao crescimento industrial do País com uma perspectiva de longo prazo. Criamos empregos qualificados e estivemos presentes nos bons e nos maus momentos. Em engenharia e em desenvolvimento a Mercedes-Benz do Brasil é uma referência global: abrigamos o maior centro de desenvolvimento fora da Alemanha e somos o centro global de competência para chassis de ônibus. Instalações como o CTVI [Centro de Testes Veiculares de Iracemápolis] fortalecem nossa capacidade de tesclientes e da sociedade, equilibrando a tradição de setenta anos com inovação e transformação. Quero que essa equipe lidere a transformação do setor em vez de, apenas, reagir a ela. Há quatro anos Achim Puchert lançou um grande plano de reestruturação da Mercedes-Benz do Brasil, envolvendo o enxugamento de departamentos e a terceirização da produção de itens como eixos e componentes estruturais. Este plano foi concluído? E foi suficiente para recuperar a rentabilidade da empresa? Foi um passo muito importante, mas a resposta direta é: não foi suficiente e nunca será. Nunca podemos parar o que chamo de transformação. Não é um projeto com data de início e fim mas uma jornada contínua de adaptação às mudanças tecnológicas e regulatórias. A equipe construiu uma base importante para fortalecer a competitividade da empresa e agora precisamos alcançar “ A transição energética precisa ser ambientalmente responsável, operacionalmente eficiente e economicamente viável. Não promovemos uma tecnologia isolada mas a melhor solução para cada cliente no momento certo, garantindo sustentabilidade comercial.”
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