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111 AutoData | Setembro 2026 “No primeiro ano acreditamos que o volume ainda será mais baixo pois a rede adotará o produto gradualmente e os clientes começarão a conhecê-lo”, disse Alouche. Ele assegura que a empresa não tem pressa. A ideia é ingressar neste mercado mirando período de cinco a dez anos de maturação, o que inclui a localização da produção do produto. Comprovando que os volumes serão pequenos inicialmente, por ora cinquenta vans foram trazidas da China ao Brasil. Segundo Alouche nem todos os modelos e versões virão de uma só vez. Por enquanto o foco está na van de cargas a diesel apresentada aos jornalistas ainda toda camuflada. O aparente rodado traseiro simples indica que esta versão inicial não será a de maior capacidade de carga. A van da VWCO terá também uma versão mais compacta, inspirada na Kombi, fabricada por 56 anos na fábrica da Anchieta, em São Bernardo do Campo, SP, até 2013. “Ela será uma espécie de nova versão da Kombi”, afirmou Alouche. Depois da Fenatran, em novembro, quando a van será apresentada ao público e terá encomendas abertas, com preços e versões divulgados, o executivo assegura que todas as 150 concessionárias da marca no País terão o produto à venda, com as primeiras entregas prevista a partir do primeiro trimestre do ano que vem. Os três grupos que operam em São Paulo, Dibracam, Tietê e Apta, que não têm lojas na Capital, mas em São Bernardo do Campo, na Rodovia Castelo Branco e na Rodovia dos Imigrantes, respectivamente, abrirão uma unidade cada na cidade. “Até a Fenatran pelo menos uma delas já terá estreado a unidade dedicada a este produto. O objetivo é ter uma loja especializada em vans para a venda e a realização de serviços rápidos”, informa Alouche. Segundo ele a VWCO prepara uma rede de concessionárias exclusiva para vender o modelo, com pegada mais urbana, o que exige localizadas dentro das cidades – ao contrário do que acontece com caminhões e ônibus.

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