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63 AutoData | Setembro 2026 A lógica da operação mudou. O custo deixou de ser medido apenas pelo consumo de combustível e passou a incorporar uma equação mais ampla, na qual disponibilidade, produtividade, manutenção, conectividade e valor de revenda ganham peso. Em determinadas operações, manter o veículo rodando já pode valer mais do que economizar alguns pontos porcentuais de combustível. Ao mesmo tempo a escassez de motoristas elevou a importância de conforto, segurança e facilidade de condução para quem dirige o veículo. E há mais um ingrediente a acrescentar nessa conta: a eletrificação e outras alternativas de propulsão passaram a exigir novas respostas da indústria. A concorrência também mudou de patamar: a Mercedes-Benz, há tempos, não está mais sozinha em um País que ainda tem tudo a ser construído. Mais recentemente novos fabricantes, principalmente da China, chegam ao mercado brasileiro com produtos, preços e ciclos de desenvolvimento que pressionam as marcas tradicionais. Isso desafia fabricantes com décadas de história no País a rever não apenas seus produtos mas a velocidade com que identificam demandas e transformam essas necessidades em soluções. MUDANÇA DE VALOR É nesse ponto que a Mercedes-Benz começa a redesenhar sua relação com os clientes. A empresa já não enxerga o veículo como ponto final da relação comercial. O caminhão e o ônibus continuam sendo a base, mas o negócio avança para aquilo que acontece depois da entrega. Em outras palavras a nova fronteira agora está na operação. Serviço, peças, manutenção, conectividade, treinamento, Fotos Divulgação Mercedes-Benz

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