30 Outubro 2026 | AutoData PERSPECTIVAS 2027 » MACROECONOMIA 1,3% ou 1,4%, IPCA de 4,5%, taxa básica de juros de 12% a 13% e dólar comercializado a R$ 5,30. HUMOR DOS EMPRESÁRIOS Para Haroldo Silva, presidente do Corecon SP, Conselho Regional de Economia do Estado de São Paulo, os indicadores refletem o “mau humor” dos empresários com relação ao cenário atual e a previsão a curto prazo: “As expectativas não são boas, principalmente em setores submetidos à concorrência chinesa, como de vestuário, têxtil e de calçados, mais ressentidos com o presidente Lula, que autorizou o fim da taxa das blusinhas [isenção da tarifa de 20% aplicada em compras de até US$ 50]”. “ As expectativas não são boas, principalmente em setores submetidos à concorrência chinesa [...]. Não tem como manter a dívida acelerada pagando juros de R$ 1,1 trilhão.” Haroldo Silva, Corecon SP PNAD, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do IBGE –, a perda de tração da economia ainda não se reflete no mercado de trabalho, mas este indicador tende a se enfraquecer daqui para frente. Até dezembro a previsão é de que os juros altos e o endividamento das famílias devem provocar impacto negativo no mercado de consumo, além de pesar na balança o déficit fiscal do setor público e os primeiros impactos esperados do El Niño sobre a lavoura e preços dos alimentos. Pela previsão de Juliana Inhasz 2026 encerra com inflação de 4,5% a 5%, Selic de 13,5%, PIB de 1,9% e câmbio de R$ 5,20 por dólar. Para o próximo ano a aposta é de recuo da taxa de crescimento para Arquivo Pessoal “ Este ano tem o governo incentivando o consumo, mas em um contexto de crédito caro, que leva a um endividamento altíssimo das famílias e comprometimento do ganho futuro.” Marisa Rossignoli, Corecon SP Arquivo Pessoal
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