15 PRÊMIO AUTODATA 2026 A Phinia ampliou o protagonismo tecnológico de sua operação brasileira ao inaugurar na fábrica de Piracicaba, SP, uma linha dedicada à produção de injetores Delphi GDi capazes de trabalhar com pressões de até 350 bar. Com o projeto, a unidade tornou-se a única no Brasil a fabricar o componente e passou a integrar uma estrutura global de produção que inclui operações no México, China e Romênia. O investimento representa uma nova etapa na nacionalização de tecnologias de maior valor agregado para a indústria automotiva. Até então os injetores utilizados nas aplicações atendidas pela companhia na região eram importados do México. A produção em Piracicaba reduz essa dependência e aproxima a fabricação do componente das montadoras instaladas na América do Sul. A decisão ocorre em um momento de transformação dos sistemas de propulsão. Com exigências cada vez maiores de eficiência energética e redução de emissões, tecnologias capazes de aperfeiçoar o processo de combustão ganham importância, inclusive como parte das novas arquiteturas híbridas que começam a avançar no mercado brasileiro. Os injetores GDi, sigla em inglês para injeção direta de gasolina, desempenham papel relevante nesse processo. Ao operar com pressões de até 350 bar, o sistema permite maior precisão na pulverização do combustível diretamente na câmara de combustão. Esse controle mais preciso favorece a eficiência da queima e contribui para melhorar o aproveitaPhinia amplia papel global de Piracicaba Nova linha transforma fábrica brasileira na única do País a produzir componente de alta pressão e integra operação à rede mundial de produção da tecnologia Delphi FORNECEDOR DE AUTOPEÇAS, SISTEMAS E COMPONENTES mento energético do motor, característica importante diante das novas metas de consumo e emissões estabelecidas para os veículos. A nacionalização também amplia a capacidade da Phinia de responder às necessidades específicas do mercado regional. Ao produzir o componente no Brasil, a companhia ganha maior proximidade com seus clientes e reduz a exposição a fluxos logísticos internacionais. O projeto reforça ainda a inserção da engenharia e da manufatura brasileiras na estrutura mundial da companhia. Piracicaba deixa de atuar apenas como uma unidade destinada ao atendimento regional e passa a compartilhar uma tecnologia produzida em poucos polos industriais da Phinia no mundo. A iniciativa está alinhada ao processo de transformação da indústria brasileira, que busca ampliar o conteúdo local justamente em componentes de maior complexidade tecnológica. Com a expansão das motorizações híbridas e a busca por maior eficiência dos motores a combustão, sistemas de injeção de alta pressão deverão assumir papel crescente. Ao nacionalizar os injetores Delphi GDi de 350 bar, portanto, a Phinia combina substituição de importações, desenvolvimento tecnológico e maior integração global. O movimento fortalece a competitividade da cadeia automotiva brasileira e consolida Piracicaba como um dos polos estratégicos da companhia para tecnologias de sistemas de propulsão. Phinia
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