Prêmio AutoData 2026 - Conheça os Finalistas

16 PRÊMIO AUTODATA 2026 A Cummins ampliou sua atuação no Brasil com uma estratégia baseada em três pilares: desenvolvimento de engenharia local, nacionalização de componentes e entrada em novas aplicações. Projetos destinados ao agronegócio, transporte urbano e caminhões pesados demonstram a intenção da companhia de aproveitar competências desenvolvidas no País para diversificar mercados e ampliar o conteúdo tecnológico de sua produção. Uma das principais novidades está no agronegócio. Em parceria com a XCMG, a Cummins desenvolveu no Brasil seu primeiro projeto destinado a tratores, utilizando o motor F4.5. A iniciativa abre uma nova frente para a companhia em um dos segmentos mais relevantes da economia brasileira e amplia sua participação no mercado de máquinas agrícolas. Também nesse movimento, a produção do motor QSF 2.8 na fábrica de Guarulhos, SP, marcou a entrada da Cummins na faixa de potência de 49 cv a 74 cv. A nacionalização permite atender aplicações de menor porte e amplia as possibilidades comerciais da unidade brasileira. Outra frente está relacionada à descarbonização do transporte coletivo. A empresa avançou na validação do B6.7N, motor de até 7 litros desenvolvido para operar com gás natural e biometano. A tecnologia oferece uma alternativa para redução de emissões no transporte urbano e ganha relevância diante da disponibilidade brasileira de Aposta pesada na nacionalização Projetos para agronegócio, ônibus a gás e caminhões pesados diversificam atuação da companhia e aumentam conteúdo tecnológico produzido localmente PRÊMIO AUTODATA 2026 – FORNECEDOR DE POWERTRAIN biometano. O combustível renovável pode aproveitar a infraestrutura e a tecnologia dos motores a gás ao mesmo tempo em que contribui para reduzir a pegada de carbono das operações. A estratégia de nacionalização chega também ao transporte rodoviário pesado. A Cummins prepara a produção do eixo tandem MT17XHE em Osasco, SP, destinado principalmente a caminhões 6×4 utilizados em operações de longa distância. O projeto está em processo de validação pela engenharia brasileira e prevê aumento progressivo do conteúdo produzido localmente. A expectativa é atingir índice de nacionalização entre 40% e 50% até 2030. A fabricação do componente no País reduz a dependência de importações e acrescenta à operação brasileira uma tecnologia voltada a um dos segmentos de maior exigência do transporte rodoviário. Os três projetos representam aplicações distintas, mas seguem uma mesma lógica estratégica. Em vez de concentrar sua expansão apenas em volumes maiores nos mercados tradicionais, a Cummins utiliza engenharia e manufatura locais para abrir novas oportunidades. Ao avançar simultaneamente no agronegócio, em combustíveis alternativos para ônibus e na nacionalização de componentes para caminhões pesados, a companhia fortalece a engenharia brasileira e amplia a participação do País no desenvolvimento e na produção de tecnologias de maior valor agregado. Cummins

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