17 PRÊMIO AUTODATA 2026 A Horse Powertrain concluirá em outubro de 2026 um ciclo de investimentos de R$ 300 milhões em sua operação brasileira, reforçando o papel da fábrica de São José dos Pinhais, PR, como uma de suas principais bases industriais e de desenvolvimento tecnológico no mundo. Do total investido, R$ 200 milhões foram destinados à implantação de uma nova linha de fundição de alumínio por gravidade. A tecnologia passa a trabalhar de forma complementar aos processos de fundição de alta e baixa pressão já existentes no complexo paranaense. Com as três tecnologias reunidas em uma mesma operação, São José dos Pinhais assume uma condição única dentro da estrutura industrial global da Horse. A maior flexibilidade permite utilizar diferentes processos de acordo com as características e exigências de cada componente produzido. Os outros R$ 100 milhões foram direcionados ao desenvolvimento de novos produtos e à ampliação das competências locais de engenharia. A estratégia demonstra que o papel da unidade brasileira vai além da manufatura e inclui participação crescente na criação das futuras tecnologias de propulsão da companhia. Com capacidade para produzir 600 mil motores por ano, a operação brasileira abriga um dos cinco centros globais de pesquisa e desenvolvimento da Horse. Cerca de 270 profissionais trabalham na estrutura, desenvolvendo soluções para aplicações globais. Polo global de tecnologia Fábrica de São José dos Pinhais da Horse ganha processo de fundição único no grupo enquanto engenharia brasileira avança em híbridos, etanol, range extenders e inteligência artificial PRÊMIO AUTODATA 2026 – FORNECEDOR DE POWERTRAIN Uma das principais competências está nos motores flex, tecnologia particularmente relevante diante da disponibilidade e da experiência brasileira com etanol. A engenharia local também atua no desenvolvimento de propulsores turbo com injeção direta e sistemas híbridos. Outra frente envolve soluções para range extenders, nas quais um motor a combustão atua na geração de energia para ampliar a autonomia de veículos eletrificados. A tecnologia surge como uma das alternativas consideradas pela indústria durante a transição para sistemas de propulsão de menor emissão. O etanol também ocupa espaço estratégico nas pesquisas conduzidas no País. A combinação do combustível renovável com eletrificação cria possibilidades para arquiteturas híbridas adaptadas às características da matriz energética brasileira e com potencial de aplicação internacional. A transformação tecnológica chega ainda aos próprios processos de engenharia. A equipe brasileira desenvolve projetos de inteligência artificial destinados a reduzir tempo e custos envolvidos na criação e validação de novos produtos. O ciclo de R$ 300 milhões combina, portanto, modernização industrial e fortalecimento da capacidade de desenvolvimento. Ao reunir produção em grande escala, três processos distintos de fundição e um dos principais centros globais de P&D da companhia, a Horse consolida São José dos Pinhais como polo estratégico para o desenvolvimento das próximas gerações de sistemas de propulsão. Horse
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