Apesar do cenário nebuloso devido à falta de chips, caminhões têm situação um pouco diferente por depender menos desses componentes eletrônicos e, ao mesmo tempo, contar com demanda crescente pelos pesados, a fim de atender a expansão de setores como agronegócio, e-commerce e distribuição urbana. Diante do contexto, foram comercializados 95,3 mil exemplares neste ano até setembro, alta de 51,8% em relação a igual período em 2020, que contou com impacto mais forte da pandemia, quando as fábricas ficaram fechadas por até dois meses e meio. É o melhor resultado desde 2014
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Produção cresce em setembro mas nível ainda é baixo
São Paulo – Com o retorno da operação em algumas fábricas, embora outras sofram com paradas, a produção brasileira de veículos registrou crescimento de 5,6% em setembro, na comparação com agosto, com 173,3 mil unidades, informou a Anfavea na quarta-feira, 6. O volume, porém, ficou 21,3% abaixo do registrado no mesmo mês do ano passado, quando foram produzidos 220,2 mil automóveis, comerciais leves, caminhões e chassis de ônibus.
Segundo semestre deste ano será pior do que o de 2020
São Paulo – A tendência de recuo da curva de crescimento do mercado brasileiro de veículos no acumulado do ano, comparado com 2020, seguirá no último trimestre. De julho a setembro as vendas mensais foram inferiores às do mesmo mês do ano passado, o que provocou uma redução, também, na comparação dos acumulados do ano: o crescimento de 32,8% ao fim do primeiro semestre transformou-se em alta de 14,8% na comparação de janeiro a setembro de 2020 com 2021.
Associadas da Abeifa também sofrem com falta de chips
São Paulo – As onze associadas da Abeifa registraram 1 mil 871 novos veículos importados em setembro, volume 14,5% inferior ao de agosto e 34% abaixo de setembro do ano passado, informou a associação em entrevista coletiva virtual na terça-feira, 5. Com esse desempenho ficou negativo também o comparativo dos acumulados de 2021 com 2020: 0,3%, somando 19 mil 857 unidades.
Retomada de Gravataí coloca a Chevrolet de volta ao pódio
São Paulo – No primeiro mês cheio de produção dos Chevrolet Onix e Onix Plus, ainda que em apenas um turno, em Gravataí, RS, a General Motors retornou ao pódio do ranking brasileiro de marcas de automóveis e comerciais leves, após três meses. Foram comercializados 18 mil modelos Chevrolet no mês passado, dos quais 8 mil foram dos modelos produzidos no Rio Grande do Sul.
Hyundai HB20 liderou o mercado em setembro
São Paulo – O mercado brasileiro de automóveis e comerciais leves conheceu um novo líder em setembro: o Hyundai HB20 conquistou o topo do ranking, com 7 mil 147 emplacamentos, de acordo com dados divulgados pela Fenabrave, e desbancou os modelos Fiat que vinham se revezando na primeira posição desde março, quando o Chevrolet Onix perdeu o posto.
GM já deixou de produzir 1,6 mil veículos com a greve
São Paulo – Nos dois dias de paralisação em São Caetano do Sul, SP, a fábrica da General Motors deixou de produzir cerca de 1,6 mil unidades dos modelos Joy, Joy Plus, Spin e Tracker. Após a deflagração do movimento, na sexta-feira, 1º, a montadora realizou contraproposta ao Sindicato dos Metalúrgicos de São Caetano, que foi rejeitada nesta segunda-feira, 4, pelos trabalhadores.
Venda de veículos pesados mantém forte crescimento
São Paulo — As vendas de veículos pesados, puxadas pelo segmendo de caminhões, manteve sua trajetória de forte crescimento em setembro: com 12,7 mil unidades emplacadas superou em 42,6% o desempenho de igual mês do ano passado, embora tenha recuado 10,9% na comparação com agosto, segundo divulgou a Fenabrave na segunda-feira, 4. De janeiro a setembro foram 107,4 mil caminhões e ônibus licenciados, volume 42% maior do que em igual período de 2020.
Fenabrave revisa projeções e espera queda de 15% no último trimestre
São Paulo – Três meses após revisar, para baixo, suas projeções para o mercado brasileiro de veículos em 2021 a Fenabrave fez nova correção na segunda-feira, 4, após o encerramento do terceiro trimestre. Mais uma vez a expectativa foi jogada para baixo: de 2 milhões 296 mil unidades caiu para 2 milhões 157 mil automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, o que representaria um crescimento não de 11,6% mas de 4,8% sobre 2020, ano profundamente impactado pela pandemia de covid-19.
Descolada do cenário venda de comerciais leves dispara 40% em 2021
São Paulo – Embora automóveis e comerciais leves sejam os segmentos mais atingidos pela crise dos semicondutores a menor oferta de carros 0 KM ao longo do ano levou o consumidor a optar por picapes e vans, cujas vendas cresceram 40% de janeiro a setembro na comparação com o mesmo período de 2020, totalizando 313,2 mil unidades. Esta foi a análise feita pelo presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, após a divulgação dos dados na segunda-feira, 4: