São Paulo – À essa época, em 2024, estávamos mais confiantes com 2025. O desempenho do mercado realmente ficou abaixo do esperado há doze meses, tanto que Fenabrave e Anfavea precisaram revisar suas projeções para baixo e, talvez, ainda errem.
De toda forma, diante de todos os desafios que surgiram nos últimos meses, como o tarifaço de Donald Trump e a escalada da taxa de juros, para ficar em dois temas que dominaram o noticiário automotivo este ano, é possível considerar esta andada de lado do mercado brasileiro algo positivo. Até mesmo a derrapada dos caminhões, com queda próxima a 9%, não pode ser considerada um desastre, com mais um ano acima das 100 mil unidades.
Calejados com o andar de 2025 executivos do setor adotam cautela maior ao projetar 2026. Ninguém espera crescimento forte, alguns falam em mais um ano de estabilidade, ou alta de no máximo 3%. A taxa Selic seguirá neste exorbitante patamar de 15% por mais alguns meses, conforme indicou o Copom em seu último relatório. Efeitos positivos no mercado, portanto, só para mais adiante do segundo semestre.
O que podemos projetar com mais clareza é que em 2026 AutoData mais uma vez será o local certo para buscar informação e conhecimento sobre o mercado automotivo nacional e internacional. Diariamente, na Agência AutoData, mensalmente, na revista AutoData, e em nossos seminários, congressos e programas em vídeo no canal do YouTube.
Neste ano foram publicadas 1,8 mil notícias no portal, que recebeu quase 2 milhões de acessos. Nosso reconhecido jornalismo gerou, ainda, mais de 1 mil páginas da revista AutoData, além de onze entrevistas From the Top e doze edições do programa Linha de Montagem. Mais de 1 mil pessoas acompanharam nossos workshops de Caminhões, Ônibus e Automóveis, os Congressos Latino-americano, Perspectivas, Revisão das Perspectivas e Megatendências.
Agora chegou a hora de estacionar e recarregar as baterias. Entramos no recesso de final de ano e retornamos em 8 de janeiro.
Boas festas e até 2026!