Indústria de motocicletas dá sinais de recuperação

São Paulo – Com o fim das restrições no Estado do Amazonas, nas quais algumas fabricantes chegaram até a suspender temporariamente suas atividades por causa do agravamento da pandemia da covid-19 em janeiro e fevereiro, a produção de motocicletas deu seus primeiros sinais de recuperação em março, com 125,6 mil unidades fabricadas no Polo Industrial de Manaus. O volume, além de 116,4% superior ao de fevereiro, com base de comparação reduzida, ficou 22,1% acima do produzido em março do ano passado, informou a Abraciclo na quarta-feira, 14.

BNP Paribas vê recuperação no segundo semestre e o início de era de crescimento

São Paulo – As projeções otimistas do BNP Paribas acerca do crescimento econômico global incluem, também, a economia brasileira, ainda que com algumas ressalvas. Em seu relatório trimestral o banco parisiense ressalta desempenho econômico positivo especialmente na Europa e não vê muitos riscos de interrupção na trajetória ascendente dos PIBs.

Indústria de máquinas persegue eletrificação e automação

São Paulo – Assim como na indústria automotiva as fabricantes de máquinas agrícolas e rodoviárias trabalham em tecnologias que permitam a produção de equipamentos com índices maiores de automação, que garantiriam mais segurança aos trabalhos nos campos e nas obras, e que emitam menos poluentes, para atender às mais exigentes normas ambientais. Dentre as muitas diferenças de um setor para o outro está o protagonismo no Brasil nas inovações da indústria de máquinas, como apresentou Sergio Soares, head de inovação global da CNH Industrial, no Workshop Máquinas Agrícolas e de Construção, organizado pela AutoData Editora na segunda-feira, 12, em ambiente online.

Venda de máquinas deverá crescer 7%, diz Anfavea

São Paulo — As fabricantes de máquinas agrícolas e rodoviárias projetam indicadores positivos no balanço setorial de 2021, ainda que no caminho existam entraves importantes a serem superados por essa indústria. Como observou Ana Helena Correa de Andrade, uma das vice-presidentes da Anfavea, no Workshop AutoData Máquinas Agrícolas e de Construção, realizado na segunda-feira, 12, por meio online: “O câmbio favorece o exportador e o mercado interno está aquecido, como vimos no encerramento de 2020. Por outro lado há indefinições, por exemplo, acerca do Plano Safra 2021-2022, que ainda está em aberto”.