Produzir carro no México é 18% mais barato

São Paulo – Os custos envolvidos na produção de um carro no México são em média 18% inferiores aos enfrentados pela indústria brasileira, aponta um estudo de competitividade encomendado pela Anfavea à consultoria PricewaterhouseCoopers. Classificado como ponto de partida para a construção em conjunto com o governo de uma política para ampliar as exportações de veículos a partir do Brasil, o estudo foi apresentado pelo presidente Luiz Carlos Moraes a jornalistas na terça-feira, 7, em São Paulo.

 

Indústria de caminhões em alta

São Paulo – O segmento de caminhões segue com produção e vendas positivas, embora o indicador econômico que representa termômetro de vendas, o PIB, esteja sendo revisado para baixo mensalmente pela atual equipe econômica do governo federal. De acordo com dados da Anfavea, divulgados na terça-feira, 7, a produção no primeiro quadrimestre foi de 34 mil 173 unidades, alta de 1,9% na comparação com o mesmo período em 2018 ocorrida em função da demanda crescente pelos modelos pesados no agronegócio.

 

Quadrimestre tem produção estável

São Paulo – A produção de veículos no primeiro quadrimestre do ano apresentou quadro de estabilidade frente ao mesmo período no ano passado. Balanço da Anfavea divulgado na terça-feira, 7, mostrou que saíram das linhas instaladas no País 965 mil 393 veículos, automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. O volume é ligeiramente menor do que o produzido no ano passado, no mesmo período, 965 mil 894 unidades.

 

Anfavea descarta recuperação argentina este ano

São Paulo – A Anfavea jogou a toalha: a recuperação do mercado argentino, antes esperada para o segundo semestre deste ano, não virá em 2019. Assim, são esperados para o decorrer do ano manutenção de desempenho negativo nas exportações de veículos como aconteceu no primeiro quadrimestre, como mostrou o balanço da entidade, divulgado na terça-feira, 7.

 

Em abril a média diária superou 11 mil unidades

São Paulo – A média diária de licenciamentos de automóveis, comerciais leves, caminhões e chassis de ônibus em abril alcançou 11 mil 44 unidades, segundo a Anfavea. Manteve o ritmo superior a 11 mil veículos já registrado em março, quando o índice somou 11 mil 8 veículos.

 

No mês passado os licenciamentos chegaram a 231,9 mil unidades, expansão de 6,7% na comparação com mesmo mês do ano passado. Com relação a março o crescimento das vendas chegou a 10,9%.  

 

Venda de ônibus cresce 73% até abril

São Paulo – As vendas de ônibus nos primeiros quatro meses do ano chegaram a 6 mil 395 unidades, alta de 73,6% na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo os dados divulgados pela Anfavea, na terça-feira, 7. Em abril foram comercializadas 1 mil 711 unidades, expansão de 85,2% ante igual período de 2018 e de 7,9% com relação ao mês anterior.

 

Falta de financiamento derruba produção de máquinas

São Paulo – A produção de máquinas agrícolas e rodoviárias somou 15,3 mil unidades no primeiro quadrimestre do ano, queda de 9,9% na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo os dados divulgados pela Anfavea, na terça-feira, 7. De acordo com o presidente Luiz Carlos Moraes a queda na produção reflete a indecisão e a escassez de crédito disponível nas linhas de financiamento do BNDES: “Por causa da falta de crédito alguns negócios estão represados, tornando a produção menor”.

 

AL-KO investe R$ 1 milhão para produzir eixos no Brasil

São Paulo – A AL-KO investiu cerca de R$ 1 milhão para instalar uma linha de produção de eixos para implementos rodoviários em Atibaia, SP, de olho na recuperação do mercado e na forte tendência de crescimento nos próximos anos. Até então importadora – trazia os eixos com e sem freio da matriz, na Alemanha –, a empresa espera ganhos em logística e na rapidez para atender ao mercado.

 

Há vida após a recuperação judicial

São Paulo – Em 24 de abril a Sabó, uma das mais tradicionais fabricantes de autopeças brasileira, entrou com pedido de recuperação judicial. É mais um exemplo de empresa do setor automotivo a pedir ajuda após a crise que derrubou os volumes da indústria brasileira na última década – e atingiu, especialmente, a cadeia de fornecedores.