Marelli anuncia parceria com a Transphorm

São Paulo – A Marelli anunciou parceria com a Transphorm, empresa especializada na produção de semicondutores e de soluções na área de sistemas eletrônicos de conversão de energia. Com essa colaboração a Marelli poderá obter mais conhecimento e avançar no segmento de propulsores elétricos, com foco maior nos conversores de energia, carregadores de bordo e inversores para veículos elétricos e híbridos.

 

Ter acesso às tecnologias da Transphorm é uma ação da Marelli “que busca oportunidades de crescimento por meio de inovações dentro de sua área de negócios e-Powertrain, que é dedicada à propulsão elétrica”, informou comunicado.

YPF chega a 3,5% de participação de mercado

São Paulo – A YPF conquistou participação de mercado de 3,5% no Brasil em 2019, com as linhas de lubrificantes auto e diesel apontadas como responsáveis pelo seu crescimento.

 

Para 2020 a companhia projeta novo crescimento da participação de mercado, explorando mais alguns segmentos como o de agronegócio e o de veículos equipados com motor Euro 5.  Atualmente a YPF possui quinze distribuidores e mais de quinhentos vendedores indiretos.

Randon promove treinamento para duzentos vendedores

São Paulo – A Randon promove até quinta-feira, 12, em Bento Gonçalves, RS, treinamento de vendas para duzentos funcionários que trabalham em sua rede de distribuição de 160 pontos no Brasil e em outros países. O encontro anual está sendo realizado em novo formato, de arena, proporcionando momentos de debate e interação para os desafios atuais do mercado.

 

Os participantes serão divididos em três turmas, e cada uma delas será levada para visita técnica à sede da Randon, em Caxias do Sul, RS, e ao Centro Tecnológico Randon, em Farroupilha, RS.

Renault Duster muda por dentro e por fora

Foz do Iguaçu, PR – Nenhuma peça externa da geração anterior do Renault Duster foi mantida na segunda geração, que começa a chegar à rede de concessionárias nas próximas semanas. Lanternas, capô, portas, para-choque, tampa do porta-malas: nada foi aproveitado pela fabricante, que promoveu, também, mudança radical no interior, com destaque para o painel e a nova central multimídia.

 

Itens de segurança como ESP, controle de estabilidade, TCS, controle de tração, e HSA, assistente de partida em rampas, foram agregados de série a toda a linha do utilitário esportivo, bem como o sistema start-stop, solução encontrada pela Renault para elevar a eficiência energética do motor 1.6 SCe flex de 120 cv, agora único na gama que aposentou o 2.0, mas já antigo – ainda traz o tanquinho de gasolina para auxiliar na partida a etanol.

 

Foram repaginados também o catálogo e a nomenclatura das versões: a Zen, de entrada, parte de R$ 71 mil 790 com transmissão manual e de R$ 77 mil 790 com a CVT, com possibilidade de agregar um pacote com o sistema multimídia Easylink por R$ 3 mil. A Intense, intermediária, sai por R$ 83 mil 490 e a Iconic R$ 87 mil 490, tendo os pacotes Couro, por R$ 1,7 mil, e Outsider, R$ 2,3 mil, como opções.

 

A Renault busca retomar espaço naturalmente perdido desde 2011, quando o Duster foi lançado no mercado brasileiro e tinha apenas um competidor direto, o Ford EcoSport. À época chegou a liderar o segmento que não representava nem 10% do mercado. Segundo a Renault circulam pelas ruas e estradas brasileiras mais de 280 mil Duster produzidos no Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais, PR.

 

“O mercado era muito diferente em 2011”, relembra Ricardo Gondo, presidente da Renault no Brasil. “Quando lançamos o Duster eram apenas dois competidores no segmento SUV B, que representava 2,4% das vendas. Agora são doze modelos competindo e 16% dos emplacamentos. Nosso objetivo é crescer em volume e participação com o Novo Duster.”

 

Ao desenvolver a nova geração a Renault seguiu a premissa de manter um valor percebido mais elevado, dando ao Duster a impressão de ser um modelo de categoria superior. Internamente, embora o plástico seja material predominante, consegue transmitir essa sensação, muito pela harmonia visual com a central Easy Link.

 

“É um sistema com tela de 8 polegadas sensível ao toque, customizável para até cinco usuários e com possibilidade de parear dois smartphones ao mesmo tempo”, contou o diretor de marketing Federico Goyet. “É como se fosse um tablet controlando o carro.”

 

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Junto à Easy Link pode ser instalado o sistema Multiview, formado por quatro câmeras – uma dianteira, duas laterais e uma traseira – que dá ao condutor a visão do exterior na tela do sistema.

 

O desenho exterior dá ao Duster aparência mais robusta, confirmada pela própria estrutura da plataforma B0 Plus, uma evolução da B0. Segundo Goyet a estrutura do veículo foi reforçada e o Duster possui a maior altura do solo, 237 mm, e maiores ângulos de entrada e saída, 30° e 34,5°, do segmento.

 

O presidente Gondo disse que o índice de nacionalização da nova geração está na casa dos 70%. Para produzi-la em São José dos Pinhais a Renault instalou uma nova linha de carrocerias e transferiu a produção da picape Oroch para a CVU, fábrica de veículos utilitários do Complexo Ayrton Senna – agora é montada ao lado da Master. O novo Duster compartilha linha com a Captur na fábrica de veículos de passeio, enquanto ao lado são montados Kwid, Logan, Sandero e Stepway.

 

O Duster produzido em São José dos Pinhais será exportado para diversos mercados da América Latina, mas a Argentina desde 2018 recebe o modelo produzido na Colômbia – e assim deverá continuar.

 

Fotos: Divulgação.

Munique sediará o Salão do Automóvel alemão em 2021

São Paulo – A VDA, associação que representa as montadoras da Alemanha, escolheu Munique como sede do Salão do Automóvel alemão, que até o ano passado fora realizado em Frankfurt. As negociações com a prefeitura da capital da Baviera deverão ser concluídas nas próximas semanas para que a mostra automotiva – que, segundo a organização, será transformada em uma mostra de mobilidade – seja ali montada em 2021.

 

Munique prevaleceu sobre Berlim e Hamburgo, outras duas finalistas para sediar o salão alemão.

Feira agrícola investe na promoção das tecnologias digitais

Caxias do Sul, RS – Considerada uma das maiores feiras em tecnologias de precisão para o agronegócio, a Expodireto 2020 tem como um de seus grandes diferenciais o incentivo à conexão do produtor rural com os avanços digitais. A 21ª edição, que ocorre até sexta-feira, 6, em Não-Me-Toque, RS, oferece aos visitantes a Arena Agrodigital, onde são difundidas tecnologias de inovação.

 

Criada para reunir 22 grandes empresas e 15 startups do agronegócio mundial, a arena é um espaço de 1,6 mil m² que serve para demonstrar as tecnologias que estão transformando a vida dos produtores rurais. Nei Manica, presidente da Expodireto Cotrijal, definiu a iniciativa como divisor de águas no agronegócio brasileiro. “Queremos transformar a área em um laboratório de tecnologia e inovação dentro do parque da Expodireto, dando oportunidades a startups de todo o Brasil auxiliar no desenvolvimento de projetos no setor do agronegócio”.

 

Palestrante de terça-feira, 3, o presidente da John Deere do Brasil, Paulo Herrmann, afirmou que a conexão de todas as máquinas no campo é a estrada virtual para tornar viável a agricultura 4.0 no Brasil.

 

“Temos um mundo novo pela frente, onde vamos conversar com as máquinas, e tornar essa conexão viável é fundamental”. Para ele, o cenário indica que o Brasil terá um futuro brilhante no agronegócio nos próximos anos. “Há uma estimativa de que a safra de grãos cresça 27% nos próximos 10 anos. Esse ritmo de produzir mais em menos área vai continuar”.

 

Herrmann sustentou que a melhor forma de o produtor aproveitar as oportunidades é combinar agricultura eficiente com produção sustentável. “Ganha o produtor que investe em maquinário dedo duro, que enxerga o campo e faz uma leitura de cada planta”. Também vê a inovação como forte aliada para o retorno dos jovens ao campo.

 

A Expodireto 2020 reúne 571 expositores, 39 a mais do que na edição passada. A projeção dos organizadores é que as vendas superem os R$ 2,4 bilhões de 2019. São esperados 260 mil visitantes, provenientes de 70 países.

 

A área internacional tem programação intensa de países visitantes, principalmente com palestras e painéis, com tradução simultânea e transmissão via web. Destaca-se a participação expressiva de Estados Unidos, Israel, Paraguai, Austrália, Espanha e China, além dos tradicionais Alemanha, Argentina, Holanda, Itália e Nigéria. Expositores representam marcas da Alemanha, Argentina, Israel, Itália e Paraguai.

 

Na abertura do evento, Nei Mânica reforçou algumas demandas do setor. “Neste momento, o que o agronegócio precisa é uma queda de juros. Dessa forma, haverá maior oxigenação da economia”, afirmou, na presença da ministra da Agricultura, Tereza Cristina.

 

Ela defendeu a força da agricultura brasileira, mas cobrou mais ousadia para a conquista de novos mercados pelo mundo. “Temos terra, água e produtores especializados. Temos tecnologia para mandar os produtos para o mundo todo”.

 

Foto: Divulgação.

Volkswagen promete SUV elétrico ainda para 2020

São Paulo – O carro-conceito ID.CROZZ, da Volkswagen, que foi apresentado durante o Salão do Automóvel de São Paulo em 2018, chegou à sua versão final de produção com o nome ID.4 e será lançado até dezembro. O SUV terá até 500 quilômetros de autonomia, cockpit totalmente digital e faz parte do investimento de € 1 bilhão para eletrificação do portfólio da VW, que já chegou a outros modelos, como o novo Touareg R Hybrid, já disponível em alguns mercados.

Dia a dia das montadoras já é afetado pelo coronavírus

São Paulo – Embora as linhas de produção ainda operem sem interrupções, graças aos estoques mais altos de componentes importados, as áreas administrativas das montadoras trabalham com novos procedimentos por causa da epidemia do covid-19, o coronavírus. Viagens, por exemplo, estão restritas na maior parte das empresas consultadas pela reportagem, que também trabalham em campanhas de conscientização com seus funcionários para evitar que o vírus se espalhe.

 

Até o começo da noite de terça-feira, 3, o Brasil registrava apenas dois casos confirmados de pessoas contaminadas, além de quase quinhentos suspeitos, segundo informações do Ministério da Saúde. Ambos os infectados retornaram recentemente da Itália, destino comum para funcionários da FCA. Na companhia a recomendação e reduzir ao máximo as viagens internacionais, independentemente do destino, e tentar resolver as questões à distância.

 

Segundo a FCA “a medida visa evitar que os colaboradores fiquem expostos aos riscos de contaminação da doença”.

 

Na Volkswagen os embarques para regiões de risco, como China, Itália, Cingapura, Japão, Coreia do Sul e Tailândia deverão ser adiados sempre que possível. Caso algum funcionário eventualmente viaje para alguma dessas regiões, é exigida uma quarentena de duas semanas em home-office no retorno. Para outros destinos não há restrição de viagens, mas há a recomendação ao colaborador de passar por avaliação médica antes de embarcar e que seja vacinado contra a gripe comum.

 

A BMW também está postergando as viagens para áreas de risco. Na Nissan as viagens para a China estão adiadas desde o começo da propagação do vírus, decisão que será mentida até a situação estar controlada. A Honda também adotou essa recomendação e aconselhou os funcionários a resolver questões por meio de videoconferência.

 

A Mercedes-Benz, além de adiar viagens para a China e demais países de risco, pede para funcionários com os sintomas do covid-19 que procurem o ambulatório médico para orientações. 

 

Todas as empresas estão adotando medidas de orientação e prevenção, com comunicados e monitoramento dos funcionários.

 

E o que fazer em casos de funcionários gripados? Apenas FCA e VW se manifestaram: a primeira disse que a situação ainda não chegou a esse ponto, mas que existe um comitê interno monitorando a situação e, caso seja necessário, novas medidas poderão ser tomadas. A VW informou que, se o funcionário viajou para uma região de risco e ficou gripado, deverá ficar afastado até melhorar.

 

Segundo o Ministério da Saúde são considerados países de risco  Alemanha, Austrália, Emirados Árabes Unidos, Filipinas, França, Irã, Itália, Malásia, Japão, Singapura, Coreia do Sul, Coreia do Norte, Tailândia, Vietnã e Camboja, além da China.

 

Foto: Fotos Públicas. 

Citroën lança veículo elétrico na Europa

São Paulo – O Citroën Ami, veículo 100% elétrico, já está disponível no mercado europeu para clientes que têm interesse em alugar um carro por um dia ou até por meses. O veículo, até o ano passado, era apenas um conceito.

 

Sua bateria de íon de lítio de 5.5 KWH gera pouco mais de 70 quilômetros de autonomia, e o modelo, que é dedicado a viagens curtas, é carregado em apenas três horas usando tomada comum de 220 V.

Jeep Renegade comemora cinco anos

São Paulo – Cinco anos após seu lançamento — em março de 2015 — o Jeep Renegade superou as 250 mil unidades vendidas no mercado brasileiro. O SUV foi o primeiro modelo produzido em Goiana, PE, unidade considerada pela FCA a sua mais moderna do mundo.

 

Somadas as vendas no mercado nacional e as exportações para Argentina, Chile e Uruguai, a Jeep produziu quase 320 mil unidades do modelo em linhas pernambucanas. Em 2019 o Renegade foi o SUV mais vendido do mercado brasileiro com 68,7 mil emplacamentos. Em 2020 o modelo soma 9,5 mil licenciamentos até fevereiro.

 

O bom resultado do Renegade no ano passado, junto com o do Compass, fez com que a Jeep conquistasse seu recorde de vendas, com mais de 130 mil licenciamentos. Atualmente o Brasil é segundo principal mercado da Jeep e o único em que a empresa possui participação de mercado de 22%.

 

Foto: Divulgação.