Wings fornece inteligência artificial para carros de locação

São Paulo — O Grupo Águia Branca, de Vitória, ES, apresentou o GoDrive no Brasil, serviço de assinatura mensal de veículos equipados com a tecnologia VAI, Vehicle Artificial Intelligence, desenvolvida e fornecida em parceria pela Wings. O sistema permite que o usuário controle o veículo de forma remota pelo celular, estabelecendo parâmetros de uso como área permitida de circulação, velocidade e acesso a relatórios de condução e de possíveis manutenções.

 

O serviço de assinatura é oferecido pela concessionária Toyota Kurumá, do Espírito Santo, e Osaka, de Minas Gerais, sendo que as lojas também têm acesso aos dados gerados pelo veículos, o que permite uma prestação de serviço remota mais precisa, como interceder em tempo real em casos de falha do veículo, colisão e reposição emergencial de peças.

Negócio possível: Disal Consórcios à venda.

São Paulo – A Assobrav, por meio do seu presidente recém-empossado, César Moura, confirmou, na sexta-feira, 7, ter recebido, em novembro, proposta de compra de seu maior ativo, as empresas que formam o Grupo Disal – particularmente a Disal Administradora de Consórcios. As outras são dedicadas à tecnologia da informação e à corretagem de seguros.

 

Depois de adotado todo o procedimento habitual, que envolveu a contratação dos serviços de escritório especializado, sigilos e contas abertas, contou Moura, “a proposta apresentada não fez nenhum associado piscar, pois foi muito aquém de qualquer expectativa. Mas decidimos refinar o processo de avaliação para saber, com mais exatidão, os valores mais corretos desses nossos negócios. E, como empresários que somos, estamos prontos para receber, e examinar, novas propostas”.

 

No começo de dezembro, quando AutoData ficou sabendo, por gente do mercado, da proposta de compra, o próprio mercado de empresas de consórcios já discutia suas consequências. De um lado seria um baque: uma empresa tradicional, respeitada, mudaria de mãos, provavelmente agregada a ente do mercado financeiro. De outro lado diziam que já se movimentavam, depois do susto inicial, potenciais interessados de olho, principalmente, na carteira ativa da Disal, nas operações em andamento. É negócio que envolve bom dinheiro. Dizem que o valor, hoje, já ultrapassa fácil o R$ 1 bilhão.

 

O que também se conta, sob sigilo, é que muitos meses atrás os donos da Disal, que são cerca de 180 concessionários, a maioria Volkswagen mas também Ford, Hyundai e Renault, e a própria Assobrav, entidade de representação dos revendedores Volkswagen, com 38% das cotas – hoje representada no ICA –, já saberiam que estavam diante de decisão cada vez mais inadiável: a Disal teria crescido demais ao longo dos anos para os seus próprios padrões de gerenciamento – tornou-se quase que ingovernável, alguém chegou a afirmar.

 

Mas provavelmente ninguém sairá infeliz do negócio se ele, afinal, existir e acontecer.

 

Mercado – Mas aquelas mesmas fontes do mercado não eram exatamente otimistas com relação a um eventual processo de venda, principalmente quando exposta a variável tempo: seria, acreditavam, uma venda demorada, pois o Grupo Disal, fundado em agosto de 1988, inclui, também, aquelas outras duas empresas.

 

Havia quem acreditasse que o melhor caminho, e o mais fácil, seria estabelecer negociação com a Volkswagen, por meio de seu Consórcio Nacional – aparentemente a VW não se interessou. E que o mais difícil seria ir à busca de comprador no mercado – num panorama que vê baixar os juros toda semana e que também acompanha o crescimento relativo da taxa de administração cobrada pelas empresas administradoras de consórcios, por volta de 14% a 20%, de acordo com o informado no site da empresa, um custo pago pelos seus clientes.

 

“Nessas circunstâncias”, observou uma fonte, “a compra de uma empresa desse porte, forte e exuberante, e de grande potencial, deixa de ser exatamente atrativa, pois o negócio consórcio é particularmente feliz em épocas de juros e de inflação mais altos.”

 

Independente dessa imaginada arquitetura de negociação – os atuais proprietários vendendo a totalidade de suas cotas – talvez tudo ficasse mais simples se apenas a Assobrav colocasse à venda os seus interesses. E talvez a entidade, um ente associativo, tivesse, naquele instante, mais este interesse do que seus associados concessionários: não pode ter fins lucrativos.

 

Havia uma outra hipótese, porém, na qual nenhuma fonte ouvida por AutoData acreditava: que os próprios sócios concessionários assumissem a participação da Assobrav no Grupo Disal.

 

De acordo com informações tornadas disponíveis pelo Banco Central a Disal Consórcios, em novembro de 2019, era a terceira empresa que mais vendeu cotas no País desde janeiro, 61 mil 103, depois do Bradesco, 330 mil 788, e do Banco do Brasil, 108 mil 674. Depois, pela ordem, aparecem Santander, Itaú, GMAC, Caixa Econômica Federal, Embracon, Ponta, CNVW e Sicredi. Depois dessas onze primeiras colocadas outras 105 administradoras somavam 184 mil 679 cotas. Total geral: 967 mil 936.

 

Novo presidente – O presidente César Fernando Álvares Moura, que tomou posse em janeiro com mandato até dezembro de 2021, é filho de um ex-presidente, Orlando Moura, que dirigiu a Assobrav em 1990/1991, e está inserido há pelo menos vinte anos nas atividades da entidade por meio do Programa Sucessores. Seu antecessor, Luiz Eduardo Guião, também é filho de um ex-presidente.

 

Moura disse que tornou-se presidente agitando a bandeira de mudanças, pois a tecnologia certamente dará outra feição ao negócio concessionárias de veículos: “E não é só isto: a mudança de cultura interna também é muito importante, e meu antecessor tomou algumas medidas neste sentido. Agora podemos pensar em estratégia e táticas”.

 

Ele acredita que exista uma espécie de desafio no ar, das locadoras de veículos para as montadoras, neste atual modelo de vendas diretas, no qual as concessionárias podem jogar papel importante, e lucrativo.

 

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Dono da Geely propõe fusão com Volvo Cars

São Paulo – O fundador da Geely, Li Shufu, propôs aos conselhos de administração da Geely e da Volvo Cars – dos quais também é presidente – a fusão das duas companhias, em mais um possível passo rumo à consolidação do setor automotivo global. Segundo o Financial Times a nova empresa teria ações listadas na Bolsa de Hong Kong e já existe um grupo conjunto de trabalho, liderado pelo executivo chefe da Volvo, Hakan Samuelsson, elaborando proposta de fusão.

 

A Volvo Cars foi comprada da Ford pela Geely em 2010. Na fusão, segundo o executivo, as independências das marcas seriam preservadas.

Brasil supera China e é o segundo maior mercado Chevrolet

São Paulo – Ao crescer 9,5% no ano passado e somar 475 mil veículos comercializados a Chevrolet registrou, no Brasil, seu segundo maior volume global de vendas, atrás apenas dos Estados Unidos. O mercado brasileiro subiu um degrau e superou o chinês, que em 2018 havia ficado na segunda posição.

 

Para o presidente Carlos Zarlenga a recuperação do mercado brasileiro ainda está mais lenta do que o desejado, mas o resultado demonstra que “a América do Sul está de volta ao jogo. Desde 2014 estamos realizando investimentos no País que, até 2023, somarão R$ 23 bilhões, justamente para trazer segurança, conectividade e design para o nosso cliente no Brasil. Este é o maior aporte de uma empresa do setor no período e nos possibilitou trazer tecnologias inéditas para o país como a conectividade nível 4, com o wi-fi embarcado”.

 

A família Onix é uma das principais responsáveis pelo desempenho da marca no mercado nacional. No fim do ano – e em janeiro – os dois modelos, sedã e hatch, assumiram a liderança nas vendas, uma dobradinha inédita para a Chevrolet no Brasil. O Onix foi pelo quinto ano seguido o carro mais vendido do País.

 

A nova geração, apresentada no fim do ano passado, começará a ser vendida em breve no México. No ano passado a companhia comercializou 410 mil unidades da família Onix em todo o mundo.

 

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Venda de implementos rodoviários cresce 7% em janeiro

São Paulo — O setor de implementos rodoviários vendeu 8 mil 559 unidades em janeiro, expansão de 6,7% na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com dados divulgados pela Anfir, entidade que representa os fabricantes nacionais. O presidente Norberto Fabris acredita que, ao começar o ano em crescimento, a indústria poderá continuar a onda de recuperação iniciada em 2019.

 

O segmento de reboques e semirreboques, linha pesada, continua representando a maior parte das vendas, como foi no ano passado, e em janeiro somou 4 mil 646 unidades, alta de 5,8% com relação a igual período do ano passado. As vendas da linha leve, carroceria sobre chassis, cresceram 7,9% na mesma base comparativa e somaram 3 mil 913 unidades comercializadas.

 

Segundo a Anfir o comportamento do setor historicamente é outro, pois o segmento de carroceria sobre chassis tem uma relação de vendas de 1,8 a dois produtos para um do segmento de reboque e semirreboques, o que não acontece desde o ano passado:

 

“Ainda há demanda reprimida nos negócios relacionados ao mercado de logística nas cidades. Uma vez que a atividade econômica no mercado de varejo responda com mais força poderemos ter um crescimento nas vendas de produtos da linha leve”.

 

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Marco Aurélio Pacheco assume diretoria de marketing da Nissan

São Paulo – O engenheiro mecânico Marco Aurélio Pacheco foi indicado diretor de marketing da Nissan do Brasil. Do escritório da montadora em São Paulo, o executivo se reporta ao presidente Marco Silva e ao vice-presidente de marketing e vendas para a América Latina, Ricardo Flammini.

 

Formado pela Universidade Mackenzie, com MBA em marketing pela Universidade de São Paulo, Pacheco acumula mais de vinte anos de experiência em cargos na áreas de marketing, vendas, pós-venda e operações. Nos últimos três anos dirigiu a operação brasileira da Ituran Road Track, focada em soluções de telemática para diversos segmentos do mercado.

 

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Indústria espera por mais recursos do Plano Safra

São Paulo – Uma reunião agendada para a terça-feira, 10, com representantes da Anfavea, do setor agrícola e do Mapa, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, deverá bater o martelo para a liberação de mais de R$ 2 bilhões para o Plano Safra 2019/2020. Ao menos essa é a esperança dos fabricantes de máquinas agrícolas, com base em sinalizações de gente do próprio governo federal.

 

“A expectativa que temos, até porque o ministério já sinalizou, é de que o Pronaf receba cerca de R$ 1,5 bilhão e o Finame Rural um aporte parecido”, disse Alfredo Miguel Neto, vice-presidente da Anfavea que responde pelo setor de máquinas agrícolas e rodoviárias. “Com isso os produtores terão recursos disponíveis para planejar as suas compras”.

 

O setor espera que até março as linhas de financiamentos estejam operando normalmente com os recursos disponíveis. O Finame Rural, que é uma novidade do Mapa, foi anunciado no começo do mês e, de acordo com o governo, terá crédito disponível a partir de 10 de março. Será dedicado, principalmente, aos médios produtores, porque os grandes conseguem taxas e condições mais atrativas pelos bancos privados.

 

Já o Pronaf é dedicado aos pequenos produtores, que na visão de Miguel Neto são os mais prejudicados com a falta de recursos para financiamentos com taxas atrativas e carência adequada. Mas que terão nos próximos meses a tão sonhada previsibilidade, com a possibilidade de se programar para fazer a compra sabendo que o recurso estará disponível até o fim do Plano Safra.

 

Mesmo com as notícias boas o setor começará a sentir os reflexos positivos dos novos recursos apenas em março, quando os valores estarão disponíveis para os produtores. Até lá as vendas devem continuar em ritmo abaixo do esperado pela falta de financiamentos. De olho nessa demanda do mercado o Banco do Brasil também já ofereceu recursos para financiar vendas de máquinas e equipamentos agrícolas, em condições parecidas com as do BNDES, funcionando como uma opção a mais para os agricultores.

 

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Librelato lança implemento Pró-Nio no Paraguai

São Paulo — A Librelato iniciou as vendas do semirreboque graneleiro Pró-Nio no Paraguai em parceria com a Timbo, sua distribuidora local. Um evento de lançamento para mais de cem clientes foi organizado nas cidades de Santa Rita e Encarnación.

 

A produção do implemento usa nióbio na composição do aço e a nova tecnologia garante 780 quilos a mais de capacidade de carga. Daniel Zilio, gerente de exportação da Librelato, disse que esse segmento busca mais eficiência: “Ficou nítido que nossos clientes no Paraguai passaram a se preocupar cada vez mais com a eficiência do transporte e a importância da utilização de caminhões e implementos que permitam maior rentabilidade no frete”.

Caoa Chery Arrizo 5 e Tiggo 2 têm novas cores

São Paulo – A Caoa Chery adicionou duas opções de cores aos modelos Tiggo 2 e o Arrizo 5: branco perolizado e cinza metálico. Agora são seis as opções aos clientes brasileiros. Segundo a empresa novidades foram desenvolvidas localmente pela equipe da fábrica de Jacareí, SP.

 

O Tiggo 2 é vendido em duas versões, com câmbio manual e automático, ambas com motor 1.5 de 115 cv. Em janeiro o modelo somou 476 licenciamentos. O Arrizo 5 também possui duas versões, com câmbio automático e motor 1.5 turbo de 150 cv, e no mês passado somou 127 emplacamentos.

 

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MWM expande parceria com Stara

São Paulo – A MWM anunciou expansão de sua parceria mantida com a Stara, fabricante de equipamentos agrícolas. A empresa fornecerá os motores Série 12 4.12 TCE, de 180 cv para aplicação em pulverizadores autopropelidos, e o Imperador 2000, para semeadores pneumáticos. De acordo com Cristian Malevic, diretor da unidade de motores e geradores, a ampliação do fornecimento dos motores Série 12 para os pulverizadores Stara “reforça parceria de mais de uma década com importante cliente”.