VWCO vende doze caminhões aos Bombeiros de São Paulo

São Paulo — A Volkswagen Caminhões e Ônibus anunciou a entrega de doze caminhões à Dibracam, concessionária que venceu licitação para fornecer veículos ao Corpo de Bombeiros de São Paulo. O lote é formado por veículos modelo Constellation 17.280 com transmissão automática Allison S3000.

 

O motor que equipa o powertrain dos veículos é o MAN D08. A potência do motor, afora prover tração ao veículo, impulsiona a bomba de água utilizada no combate aos incêndios.

 

De acordo com Vinicius Arantes, consultor comercial da VWCO, “os bombeiros são clientes muito importantes. Estamos sempre no campo, mapeando as necessidades de cada operação para desenvolver veículos especiais. Trabalhamos sempre atentos às mais diversas demandas de cada segmento”.

 

Foto: Divulgação.

General Motors premia fornecedores na América do Sul

São Paulo – A General Motors premiou na noite de quinta-feira, 28, grupo de fornecedores da América do Sul que atingiu altos níveis de qualidade em 2018. Em cerimônia realizada no CPCA, o Campo de Provas de Cruz Alta, em Indaiatuba, SP, a empresa anunciou as 68 empresas vencedoras.

 

O prêmio organizado desde 2012 elege os vencedores por meio de sistema de pontuação: são avaliados os desempenhos dos fornecedores em treze critérios, como entrega dos componentes e ausência de defeitos de fabricação.

 

O total de 68 empresas vencedoras do prêmio representa 20% da base de fornecedores da GM na América do Sul. Segundo Emerson Fischler, diretor da área de qualidade, o porcentual representa um avanço:

 

“Pode parecer um porcentual baixo, mas a fatia cresce anualmente. Isso para nós é mais importante, porque dissemina a ideia de que qualidade tem a ver com cultura empresarial e não existe para atender a uma demanda”.

 

O total de vencedores, que envolve empresas da Argentina, Brasil, Colômbia e Equador, representa um aumento de 4% sobre o número de ganhadores do prêmio na edição do ano passado: “Na lista anterior os vencedores compunham grupo de 65 empresas. Houve um salto importante”.

 

Na lista receberam reconhecimento especial as companhias que são premiadas desde o início, há oito anos. São elas, nesta edição, a Aisin Automotive, fabricante de componentes de transmissão, a Casco, que produz terminal de 12 volts denominado powerlets, e a NGK, fabricante de velas de ignição.

 

Na semana passada a empresa realizou premiação no Equador das empresas instaladas ali e na Colômbia que figuram na lista geral de premiados. Considerando essas companhias a lista de premiados soma 76 vencedores.

 

 

Empresas que venceram pela 1ª vez

 

Aptiv
CRW
Tenneco
Felsim SRL
Garrett
JSP
Jtekt
Kwangjin
L&L
Marelli
Metalúrgica Weloze
Mirgor
Nitto Denko
Novares
Pirelli
Thyssenkrupp
Treves

 

Empresas que venceram pela 2ª vez

 

Android do Brasil
Continental Pneus
Ilpea do Brasil
Inylibra
Johnson Electric
Kathrein Automotive
Mastropor
Michelin
Tiberina Automotive

 

Empresas que venceram pela 3ª vez

 

Araymond Brasil
Brembo do Brasil
Ciser Fixadores Automotivos
Flexitech do Brasil
Mando do Brasil
NIDEC GPM
Produflex
Sonavox

 

Empresas que venceram pela 4ª vez

 

Bleisthal Brasil
Cobra Metais
Condumax
Copam Auto Peças
Fiamm Latin America
Mitsuba Autoparts Brasil
Neumayer Tekfor Automotive
Nidec Mobilidade Brasil
RCN
SKF
Stabilus
Sulfix
Tenneco (Divisão de elastômeros)

 

Empresas que venceram pela 5ª vez

 

3M
Iochpe-Maxion
Irmãos Parasmo
Progeral
Sabó

 

Empresas que venceram pela 6ª vez

 

Fanandri
Mubea do Brasil

 

Vencedoras em múltiplas unidades

 

Autoneum – Gravataí, RS
Autoneum – Taubaté, SP
BASF – Indaiatuba, SP
BASF – Guarulhos, SP
Freudenberg – Diadema, SP
Freudenberg – Jacareí, SP
IPA – Caçapava, SP
IPA – Gravataí, RS
Mahle – Mogi Guaçu, SP
Mahle – Itajubá, MG
Mahle – São Bernardo do Campo, SP

 

Reconhecimento especial

 

Aisin Automotive
Casco do Brasil
NGK do Brasil

 

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Toyota Yaris foi o automóvel menos desvalorizado no último ano

São Paulo – Com apenas 7,1% de depreciação no valor do 0 KM praticado no mercado de agosto do ano passado ao seminovo no mesmo mês deste ano, o Toyota Yaris foi o grande vencedor do Selo Maior Valor de Revenda, uma iniciativa da Agência Autoinforme em parceria com a Textofinal de Comunicação. Foi a primeira vez que um modelo Toyota foi o menos depreciado de um ano para o outro.

 

A pesquisa considerou os 107 modelos 0 KM mais vendidos, com mais de 1 mil emplacamentos no mercado nacional, de 24 marcas. Além do grande vencedor foram premiados na sexta-feira, 29, em São Paulo, os menos depreciados de dezessete categorias – com relação ao ano passado houve uma mudança: a exclusão do segmento sedãs grandes, pelo baixo volume de vendas.

 

O estudo da Autoinforme leva em conta os preços praticados no mercado, não o valor de tabela – inclui, aí, eventuais bônus e promoções. A depreciação informada é a do mesmo carro vendido, ainda 0 KM, em agosto de 2018 e em agosto deste ano, já seminovo.

 

Confira os vencedores de cada categoria e o quanto desvalorizaram no período:

 

Entrada
Volkswagen up! – 8,1%

 

Hatch Compacto
Toyota Yaris – 7,1%

 

Hatch Médio
Volkswagen Golf – 12,1%

 

Hatch Premium
Mini Cooper – 11,2%

 

Sedã Entrada
Chevrolet Prisma – 7,7%

 

Sedã Compacto
Honda City – 8,6%

 

Sedã Médio
Toyota Corolla – 9%

 

SUV Entrada
Hyundai Creta – 9,5%

 

SUV Compacto
Jeep Compass – 9,1%

 

SUV Médio
Volkswagen Tiguan – 9,4%

 

SUV Grande
Toyota SW4 – 9%

 

Picape Pequena
Volkswagen Saveiro – 9,6%

 

Picape Compacta
Fiat Toro – 12,2%

 

Picape Média
Toyota Hilux – 9,1%

 

Monovolume/Minivan
Chevrolet Spin – 11,8%

 

Perua
Volkswagen Spacefox – 16%

 

Híbrido-elétrico
Toyota Yaris – 11,2%

 

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Mercedes-Benz lança três modelos AMG no Brasil

Indaiatuba, SP – A Mercedes-Benz anunciou a chegada de três modelos AMG ao Brasil. O A 35 AMG 4Matic, que já estava nas concessionárias com a Launch Edition, chega em sua versão regular acompanhado do GLC 63 4Matic e do AMG GT-C Roadster.

 

O hatch esportivo é o primeiro com a motorização 35 a ser vendido no mercado brasileiro, segundo o gerente sênior de marketing, vendas e produto, Dirlei Dias. “Nossa linha AMG era composta por versões 45, 63 e 65, com os motores feitos a mão por um único engenheiro que no fim da produção o assina. Notamos, porém, que tínhamos uma boa fatia de mercado para cobrir e, por isso, lançamos os modelos AMG 35, 43 e 53, que possuem os motores produzidos em série, sem assinatura de um engenheiro, fato que nos ajuda a ter preços mais competitivos e a participar de uma fatia maior do mercado”.

 

O objetivo, porém, não é ganhos em volumes de vendas – os modelos AMG usualmente não superam a marca de cem unidades vendidas por ano. “A intenção é aumentar nosso portfólio e cobrir uma fatia maior de mercado com as novas opções de motores”.

 

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 O A 35 AMG chega ao Brasil com motor 2.0 turbo de 306 cv acoplado a câmbio automático de sete marchas. Conta com faróis full led, teto solar panorâmico, controle de largada, rodas aro 19, painel de instrumentos digital e kit multimídia com tela de 10,2 polegadas sensível ao toque e sistema MBUX, que permite ao motorista controlar diversas funções do carro por comandos de voz. As primeiras unidades da versão regular chegarão nas concessionárias de todo o País nas próximas semanas, com preço de R$ 279,9 mil.

 

 O SUV GLC 63 AMG 4Matic chegou ao mercado nacional em sua versão mais apimentada, com motor 4.0 V8 biturbo de 476 cv que trabalha junto com um câmbio automático de nove marchas. O modelo será vendido em versão única, com preço de R$ 549,9 mil, e dentre os itens de série estão os faróis de led, câmara de estacionamento 360º, lanternas full led, rodas de 21 polegadas, quadro de instrumentos digital de 12 polegadas e kit multimídia com tela de 10,2 polegadas, também equipada com tecnologia MBUX.

 

O AMG GT-C Roadster é o mais caro: o preço sugerido é de R$ 1 milhão 256 mil 900. Disponível apenas sob encomenda com prazo de entrega de quatro a seis meses, dependendo do pacote de acabamento pelo qual o cliente optar. O veículo chega com motor 4.0 V8 biturbo de 557cv, câmbio automático de sete marchas e mudanças no visual externo, como as novas grades, farol e novo difusor traseiro.

 

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Por eletrificação, Nissan anuncia investimento global

São Paulo — A Nissan anunciou na quinta-feira, 28, no Japão, que prepara investimento global em equipamentos e tecnologias avançadas para suas fábricas. O aporte, segundo a empresa, deverá tornar viável nova geração de veículos eletrificados e inteligentes e, também, tornar sua produção global “mais flexível, eficiente e sustentável”.

 

O primeiro investimento anunciado é de 33 bilhões de ienes, cerca de US$ 7,5 bilhões, na unidade instalada em Tochigi, com previsão de término das melhorias em 2020.

Taiwan pode servir de exemplo às autopeças nacionais

São Paulo – Ao colocar no mercado uma geração nova do automóvel mais vendido no Brasil com alto nível de conectividade já na versão de entrada, a General Motors passa um recado à indústria: veículos produzidos no Brasil  subiram de patamar tecnológico. Até o slogan da campanha publicitária do Chevrolet Onix, Menos Nunca Mais, sugere que a inovação veio para ficar.

 

Com mais tecnologia embarcada, maior é o número de componentes eletrônicos nos veículos, a maioria importados. Diante do cenário é recorrente a discussão em torno do poderio das empresas nacionais de partes e componentes: estão preparadas para, nos próximos anos, constituírem opção para as montadoras ao produto estrangeiro e reduzir custos com importação?

 

Há quem diga que sim, e há também quem diga que é preciso tornar a indústria mais competitiva para competir com outras que se encontram em estágio mais avançado de desenvolvimento e manufatura.

 

Chiang Chih Wei, gerente de projetos da Taiwan Trade Center do Brasil, disse na quinta-feira, 28, que, ainda que a indústria nacional de autopeças esteja discutindo o rumo a seguir, existe hoje oportunidade de estudar modelos aplicados em países com perfil econômico similar ao brasileiro e, a partir daí, criar uma política industrial própria:

 

“Taiwan, por exemplo, saiu de uma condição subdesenvolvida por meio de políticas públicas de fomento e, hoje, tem uma indústria forte que produz componentes de alto valor agregado para 80% do mercado automotivo global”.

 

Sobre as iniciativas naquele país Wei disse que houve incentivos por parte do governo que estimularam a produção de determinados componentes após verificação de demanda no mercado externo. Afora isso as fábricas taiwanesas instalaram produção flexível e diversificada. Houve, ainda, redução dos entraves burocráticos para atrair investidores estrangeiros.

 

O executivo participou de evento em São Paulo para divulgar a maior feira de autopeças de Taiwan – segundo sua apresentação a indústria taiwanesa já faturou US$ 20 bilhões este ano, sendo que US$ 7,6 bilhões correspondem aos negócios envolvendo exportação de autopeças, o que representa alta de 1,5% na comparação com o faturamento registrado em 2018. 45% do que é produzido em Taiwan abastece o mercado OEM dos Estados Unidos. A fatia restante é pulverizada por países asiáticos e europeus.

 

“Quarenta fornecedores dos veículos Tesla têm origem taiwanesa. São fabricantes de sistemas de navegação, comunicação e entretenimento. O próximo passo será tentar aumentar participação nos veículos montados na Europa”, disse Chiang Chih Wei, citando demanda por centrais multimídia. “As principais fabricantes do conjunto estão instaladas em Taiwan. Juntas detêm 15% do mercado global.”

 

Afora as telas sensíveis ao toque que equipam hoje a maioria dos lançamentos de veículos realizados de 2017 para cá, como os Fiat Argo e Cronos e Volkswagen Polo e Virtus, a base de fornecedores de autopeças de Taiwan é especialista na produção de componentes para iluminação automotiva, para-choques, moldes para termoplásticos e peças estampadas.

 

Segundo Chiang Chih Wei parte dos fornecedores desses componentes exporá seus produtos na feira Taipei Ampa 2020, que será realizada em abril na capital de Taiwan. Os organizadores do evento esperam público superior a 30 mil visitantes e mais de 1,3 mil expositores.

 

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Peugeot tem nova concessionária em Belém

São Paulo – A Peugeot abriu uma concessionária em Belém, PA, ao lado de uma representação Citroën – é mais uma revenda a seguir o conceito bi marca que vem sendo adotado pelo Grupo PSA no mercado nacional. Do Grupo J. C. Maranhão a Peugeot Montpellier ocupa espaço de 2 mil m² e oferece amplo estacionamento e showroom, além de já estar alinhada à nova linguagem visual da marca.

 

Pelo conceito bi marca, as vendas e o showroom são independentes, mas Peugeot e Citroën compartilham oficina e pátio, inclusive as equipes.

 

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BMW comemora 60 mil motocicletas produzidas no Brasil

São Paulo – A BMW Motorrad comemora a marca de 60 mil motocicletas produzidas no Brasil, em Manaus, AM. Segundo seu presidente e CEO, Alejandro Echeagaray Enkerlin, este resultado só foi alcançado pelo trabalho conjunto de colaboradores e fornecedores, considerados “altamente qualificados e responsáveis”.

 

O marco foi conquistado em uma década de produção. No início a BMW compartilhava a linha de produção com parceiro local, mas em 2016 construiu sua primeira fábrica fora da Alemanha dedicada a produção de motocicletas. Atualmente produz dez modelos em Manaus, que representam 99% das vendas da empresa no Brasil.

Polimetri expande fábrica para atender à General Motors

São Paulo – A Polimetri investe em sua fábrica de Mauá, SP, para expandir a capacidade produtiva e, especialmente, atender a novos projetos conquistados na General Motors. Segundo o gerente administrativo financeiro Fabio Silveira, modelos da plataforma GEM – como o Onix e Onix Plus, de Gravataí, RS, e mais um da família que entrará nas linhas de São Caetano do Sul, SP, em 2022 – serão montados com peças produzidas pela fabricante.

 

Uma célula de produção na fábrica será dedicada apenas aos componentes deste novo veículo. Para isso, segundo Silveira, a compra de novos robôs já está sendo negociada pela Polimetri, que já fechou contrato com a GM e precisa estruturar a unidade para receber a aprovação: “Temos que deixar tudo pronto ao longo de 2020 para a GM dar o seu OK. O início do fornecimento está previsto para janeiro de 2022”.

 

Neste ano a empresa adquiriu cinco robôs para produzir componentes para o Onix e Onix Plus, os dois primeiros montados sobre a nova plataforma GEM. “Esses robôs são usados para a produção de peças que fornecemos para os dois modelos. Construímos duas células dentro da fábrica que são 100% dedicadas à produção de componentes entregues à GM”.

 

Esses componentes também são exportados para a GM no México. Sem revelar o valor aplicado, Silveira afirmou que estão sendo feitos também investimentos em outras áreas, como a automatização das linhas de estamparia. A intenção da Polimetri é eliminar todos os processos manuais, tarefa prevista para iniciar no ano que vem. 

 

Outro contrato que resultou em investimento foi o fornecimento da estrutura metálica dos bancos da nova geração do Toyota Corolla – e também demandou a criação de uma célula dedicada, com a instalação de uma solda a laser comprada da Yaskawa Motoman do Brasil, a mesma fornecedora dos robôs. Silveira disse que esse investimento foi feito no ano passado, quando também começou a produção das estruturas.

 

A Polimetri também fornece componentes como estrutura metálica de bancos, conjuntos soldados e estrutura de chassi e carroceria para FCA, Honda, PSA, Renault e Volkswagen, entregando componentes. Com os novos contratos e o aumento de volume de negócios que já estavam fechados a Polimetri projeta uma alta de 25% no faturamento na comparação com o ano passado.

 

Foto: Bruno de Oliveira.