Triumph apresenta dois novos modelos no Salão Duas Rodas

São Paulo – A Triumph apresenta duas novidades no Salão Duas Rodas, que ocorre de 18 a 24 de outubro no São Paulo Expo: a nova geração da Street Triple RS, de 765 cm³ de cilindrada, e a Rocket 3 R, com motor de 2, 5 mil cm³ de cilindrada.

 

Ambas estão expostas no estande da empresa mas só chegarão ao mercado no primeiro trimestre do ano que vem. Serão, também, produzidas na fábrica da Triumph em Manaus, AM – que soma mais de 29 mil motocicletas montadas desde a sua inauguração, em 2012. São montados, ali, 21 modelos, e a unidade emprega 63 trabalhadores.

 

Segundo o gerente geral Renato Fabrini segue em curso, também, o plano de expansão da rede: às dezoito concessionárias atuais se somarão mais duas revendas em 2020, em duas cidades que ainda não contam com representação Triumph.

 

[IMGADD]

 

Fotos: Divulgação.

Audi deverá produzir o novo Q3 em São José dos Pinhais

Chapada dos Guimarães, MT – Em pré-venda na rede concessionária Audi desde a segunda-feira, 18, a nova geração do SUV Q3 deverá ser nacional a partir do ano que vem. Segundo a Agência AutoData apurou com fontes do setor a decisão da matriz está tomada, mas restam ainda alguns pormenores antes do anúncio oficial da produção em São José dos Pinhais, PR – que deverá ocorrer ainda no primeiro trimestre de 2020.

 

Oficialmente a Audi diz que há negociação, avançada e bem encaminhada, com a matriz para que a nova geração do SUV, a exemplo da anterior, seja produzida na fábrica compartilhada com a Volkswagen no Paraná. Até lá o carro será importado da Hungria e o consumidor precisará desembolsar R$ 180 mil para comprar sua versão de entrada, que só chegará no primeiro trimestre.

 

No regime de pré-venda o cliente reservará seu Q3 por meio do site oficial da Audi. A compra precisa, porém, ser finalizada em uma concessionária. O novo Q3 será comercializado em três versões, mas a Audi ainda não definiu o nome e o pacote de equipamentos de cada uma.

 

Segundo Marcos Quaresma, responsável por marketing de produto, as expectativas são grandes para esse modelo: “Esperamos que a nova geração faça tanto sucesso quanto a anterior, que superou as 25 mil unidades comercializadas no País desde 2013”.

 

[IMGADD]

 

A carroceria do Q3 ficou maior, com 97 milímetros a mais no comprimento e 25 milímetros na largura. A sua distância entre-eixos também foi aumentada em 77 milímetros.

 

A nova geração chega ao mercado com desenho alinhado à nova identidade visual Audi, com a grade frontal bem parecida com a do Q8, maior SUV da marca, novos faróis e para-choques. Na traseira a grande mudança são as lanternas, que ficaram maiores e avançam sobre a tampa do porta-malas.

 

As três versões serão vendidas com motor 1.4 turbo de 150 cv e câmbio automático de dupla embreagem e seis marchas. Dentre os itens de série as novidades ficam por conta do piloto automático adaptativo e da nova central multimídia — os demais componentes não estão definidos.

 

Para promover a pré-venda do novo Q3, assim como fez com o elétrico e-tron, a empresa oferecerá algumas condições favoráveis para os clientes, como valorização de R$ 10 mil no usado e garantia de quatro anos.

 

Fotos: Divulgação.

Indústria de motocicletas supera a crise e investe em produção

São Paulo – A indústria de motocicletas chega ao Salão Duas Rodas 2019, que abriu as portas ao público na segunda-feira, 18, no São Paulo Expo, em São Paulo, em clima de otimismo e celebração. A marca de 1 milhão de unidades vendidas ao mercado interno será novamente alcançada este ano, um marco importante que simboliza a pá de cal na crise que o setor enfrentou desde 2014. E a projeção, segundo a Abraciclo, é de novo crescimento em 2020.

 

Até outubro as fabricantes comercializaram 894,7 mil unidades no varejo, volume 14,8% superior ao do mesmo período do ano passado – no mês foram 98,3 mil unidades, 18% acima de outubro de 2019 e 12,1% de aumento sobre setembro.

 

“A média diária chegou a 4 mil 276 unidades por dia útil no mês passado”, disse Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo. “E a tendência é a de que em novembro e dezembro essa média cresça, pelo histórico de demanda do setor.”

 

Segundo o executivo são três os fatores que ajudaram a impulsionar as atividades do setor de duas rodas: a facilidade do crédito, que voltou a irrigar o setor após anos de torneiras apertadas, a busca por alternativas de mobilidade urbana, em especial nas grandes cidades, e o próprio movimento da indústria, que incorporou tecnologia e design às motocicletas produzidas no Polo Industrial de Manaus, AM.

 

A Yamaha projeta fechar o ano com aumento superior ao da média do mercado, 17%, com 151 mil motocicletas comercializadas. Poderia ser mais, de acordo com Ricardo Susini, seu diretor comercial: “Passamos por alguns períodos com baixos estoques e precisamos investir na fábrica para atender à demanda. Não fosse isso estaríamos com desempenho ainda melhor”.

 

A partir de janeiro a fábrica Yamaha de Manaus, terá um segundo turno de produção, já antevendo demanda superior em 2020.

 

Com a mesma confiança a Honda investe R$ 500 milhões em sua unidade produtiva de Manaus, visando à atualização de máquinas e ao incremento de produtividade:

 

“No passado crescemos de forma acelerada para acompanhar o mercado. Agora estamos reorganizando a fábrica, aprimorando a logística interna e mudando o leiaute de algumas áreas, além de atualizar algumas máquinas”, contou Alexandre Cury, diretor comercial da Honda, lembrando que no passado a unidade chegou a produzir 1,6 milhão de motocicletas. “Neste ano devemos crescer 13,5% e produzir 850 mil motocicletas para o mercado brasileiro.”

 

Responsável por 79,5% das vendas ao mercado interno a Honda acompanha o ritmo de crescimento do mercado e acredita em aumento de 5% a 10% em 2020.

 

Renato Fabrini, gerente geral da Triumph, é um pouco mais otimista: “Nós devemos acelerar de 10% a 11% em 2020”.

 

A Triumph chegará em 2019 a um novo recorde de vendas: 5,5 mil unidades, aumento de 14,2% sobre o ano passado. Competindo apenas nos segmentos de cilindradas mais altas a empresa aposta alto no mercado brasileiro: “Chegamos ao Brasil há sete anos e mesmo com a crise aumentamos os volumes ano a ano. Hoje somos a quinta maior operação da Triumph no mundo, atrás de Estados Unidos, Inglaterra, França e Alemanha”.

 

Toda a linha da Triumph é montada em Manaus, em operação CKD, lembrou o executivo. Até os mais recentes lançamentos, apresentados no Salão Duas Rodas, serão nacionalizados.

 

De janeiro a outubro foram produzidas na Zona Franca de Manaus 945,6 mil motocicletas, aumento de 6,7% sobre os primeiros dez meses do ano passado. No mês passado as fabricantes entregaram 109,1 mil motocicletas, avanço de 7,9% sobre outubro de 2018. O ritmo só não acelerou mais porque a Argentina entrou em crise e prejudicou as exportações, que cederam 47,5% no acumulado do ano, para 32,3 mil unidades.

 

Foto: Divulgação.

Audi inicia pré-venda do elétrico e-tron

Chapada dos Guimarães, MT – A Audi iniciou a pré-venda do seu primeiro modelo 100% elétrico, o SUV e-tron. Por R$ 459 mil 990 o consumidor pode reservar seu carro, que começará a chegar ao Brasil até maio do ano que vem, em duas versões. Os pedidos devem ser feitos por meio do site da Audi. Ao finalizar o processo o cliente deve escolher uma concessionária mais próxima para que sua equipe de vendas entre em contato e feche a reserva.

 

Para promover as vendas do SUV a Audi oferecerá algumas condições especiais na pré-venda, como quatro anos de garantia para o veículo, oito anos de garantia para as baterias, valorização de até R$ 20 mil no carro usado do cliente e quatro anos de revisão inclusos. Um carregador residencial também será entregue junto com o SUV.

 

O Audi e-tron tem autonomia de 417 quilômetros com uma carga e sua bateria demora apenas 30 minutos para carregar 80% em uma estação de recarga rápida.

 

Foto: Divulgação.

Toyota reformula o portfólio da linha Yaris

São Paulo – A Toyota mudou o nome de todas as versões do Yaris, tanto nas carrocerias hatch como nas sedãs, e reduziu a oferta do motor 1.3 litro – agora disponível apenas no catálogo de entrada do hatch.

 

A partir deste mês as concessionárias já oferecem o portfólio reformulado. A versão de entrada passa a se chamar XL Live, com motor 1.3 no hatch e 1.5 no sedã, ambas com opção de transmissão automática ou manual.

 

As demais versões ganharam a nomenclatura Connect, para identificar que oferecem as funcionalidades Android Auto e Apple CarPlay em sua central multimídia – novidade disponível desde agosto, quando foi lançada a linha 2020. São elas: XL Plus Connect, XS Connect e XLS Connect, todas com motor 1.5 e transmissão automática. O hatch ainda oferece a X Way Connect.

 

De janeiro a outubro foram licenciados 54,6 mil Yaris, hatch e sedã, de acordo com  a Fenabrave.

 

Veja o novo catálogo e preços:

 

Yaris hatch XL Live 1.3 manual – R$ 66 mil 490
Yaris hatch XL Live 1.3 CVT – R$ 68 mil 590
Yaris hatch XL Plus Connect 1.5 CVT – R$ 71 mil 990
Yaris hatch XS Connect 1.5 CVT – R$ 77 mil 990
Yaris hatch X Way Connect 1.5 CVT – R$ 81 mil 990
Yaris hatch XLS Connect 1.5 CVT – R$ 83 mil 990

 

Yaris sedã XL Live 1.5 manual – R$ 68 mil 490
Yaris sedã XL Live 1.5 CVT – R$ 69 mil 990
Yaris sedã XL Plus Connect 1.5 CVT – R$ 75 mil 190
Yaris sedã XS Connect 1.5 CVT – R$ 80 mil 990
Yaris sedã XLS Connect 1.5 CVT – R$ 85 mil 990

 

Foto: Divulgação.

Daimler busca corte de custos em operações de veículos

São Paulo – A Daimler divulgou na quinta-feira, 14, que executará um plano para reduzir em mais de € 1 bilhão os custos trabalhistas na sua divisão Mercedes-Benz Cars até 2022. Serão cortados postos de trabalho nas áreas administrativas e indiretas – diálogos foram iniciados com as representações sindicais para dar prosseguimento à ação.

 

No encontro com investidores em Londres, Inglaterra, a direção da companhia acrescentou que espera um recuo na demanda por caminhões nos Estados Unidos e na Europa – no continente há um plano de redução de € 250 milhões de custos variáveis e de € 300 milhões em pessoas até 2022. No Brasil o número de plataformas será significativamente reduzido para que se retorne ao lucro – tanto a operação europeia quanto a latino-americana reportam desempenhos considerados insatisfatórios para a direção.

São Paulo e Rio estão entre as piores cidades para dirigir

São Paulo – Rio de Janeiro e São Paulo fazem parte das dez piores cidades mundiais para se dirigir, segundo um estudo da Mister Auto, revendedora online de autopeças europeia que faz parte do Grupo PSA. O ranking divulgado pela empresa na quinta-feira, 14, coloca a Capital paulista na sétima posição dentre 100 cidades analisadas, enquanto os cariocas ocupam a nona posição.

 

A pior cidade para os motoristas, de acordo com o estudo da Mister Auto, é Mumbai, na Índia, seguida por Ulaanbaatar, na Mongólia, e Calcutá, também na Índia. Calgary, no Canadá, Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, e Ottawa, no Canadá, ocupam a ponta oposta do ranking e são as três melhores cidades para se dirigir.

 

O Canadá, aliás, tem três dentre as dez melhores: além das duas já citadas Vancouver ocupa a sexta posição. Bogotá, na Colômbia, ficou na sexta posição do ranking das piores – a pior colocada da América Latina. A Cidade do México, no México, ficou na oitava posição. Aparece ainda no ranking das 100 primeiras Salvador, BA, como a trigésima-primeira pior.

 

O estudo selecionou 100 dentre centenas de cidades com dados confiáveis e abrangentes para serem analisados, que permitiram chegar a uma ampla gama de pontuações. A Mister Auto considerou como mais importantes os itens infraestrutura, segurança e custo, com diversos subitens dentre cada um – como, por exemplo, números de carro per capita, congestionamentos, qualidade do transporte público, etc.

 

“O índice final combina um total de quinze fatores para revelar as melhores e piores cidades para os proprietários de automóveis dirigirem em todo o mundo”.

 

São Paulo e Rio de Janeiro ainda se destacaram em outro ponto negativo: as segundas cidades com tributos rodoviários menos acessíveis do mundo. Só ficaram atrás de Mumbai, na Índia.

 

Confira o estudo completo clicando aqui.

 

Foto: Divulgação.

Transportadora SVD mira crescimento no setor automotivo

São Paulo – Após conquistar dois novos clientes no setor automotivo, DAF e Mercedes-Benz, a SVD Transportes planeja investir R$ 20 milhões até o final do ano que vem. A transportadora presta serviços para grupos concessionários e fabricantes de veículos e busca ampliar a sua participação neste mercado.

 

“Algumas negociações estão em andamento e participamos de algumas concorrências”, disse Roberto Trindade, diretor financeiro da empresa. “Esperamos conquistar novos contratos em 2020, incluindo com empresas de outros países da América do Sul”.

 

Parte do investimento anunciado será destinado à construção de uma nova filial em Ponta Grossa, PR, que tem como objetivo atender a DAF, o mais novo cliente da SVD. “Fechamos o contrato com a DAF em setembro e isso demandará uma nova filial na região, porque faremos a entrega dos caminhões produzidos para toda a rede de concessionárias no País”.

 

Outro cliente que entrou na carteira da empresa em 2019 foi a Mercedes-Benz: desde o começo do ano a SVD faz a entrega de caminhões produzidos em Juiz de Fora, MG, e São Bernardo do Campo, SP, para um grupo que possui treze concessionárias no sul do País. A transportadora também presta serviço para concessionários do Grupo CNH Industrial, no Sul do País, retirando as máquinas produzidas em Sorocaba, SP.

 

O mercado externo também é um dos focos da transportadora. Neste segmento o principal cliente é a Scania: a SVD é responsável por toda a logística de exportação da maioria dos veículos produzidos pela companhia:

 

“Cuidamos das exportações para a América Latina. Nos casos dos caminhões exportados para países como Chile e Argentina, costumamos levar o caminhão rodando até lá. É considerado pela Scania a forma mais sustentável de transporte, melhor do que todo o processo de levar o veículo em uma plataforma. Também cuidamos das exportações de chassis de ônibus”.

 

A Volvo é o cliente mais antigo da transportadora, que oferece um serviço de entrega personalizada aos clientes da marca no Sul do País. A SVD retira o veículo da concessionária e leva até a sede da empresa para fazer uma entrega técnica: “Temos um consultor com mais de 30 anos de mercado que explica todas as ferramentas do veículo para o cliente”.

 

Renovação de frota – Atualmente a SVD possui frota própria de 80 veículos, cuja renovação começou há dois anos. Segundo Rossato o um processo ainda não terminou e a transportadora aproveitou a Fenatran 2019 para fechar alguns negócios:

 

“Compramos alguns veículos da Iveco e iniciamos algumas negociação com DAF, Mercedes-Benz e Scania, porque as condições da feira são sempre mais atraentes que as praticadas no mercado”.

 

O executivo disse que a maior parte desses veículos será incorporada à frota como parte da renovação. Mas como a expectativa é de crescimento nos negócios, haverá também uma pequena expansão da frota em 2020.

 

Foto: Divulgação.

Nissan registra aumento de receita no primeiro semestre fiscal

São Paulo – A Nissan registrou receita de 5 trilhões de ienes, pouco mais de US$ 46 bilhões, no primeiro semestre do ano fiscal que começou em abril e terminou em setembro. O lucro líquido operacional consolidado no primeiro trimestre foi de 31,6 bilhões de ienes, ou US$ 291 milhões, com uma margem operacional de 0,6%. Segundo o balanço, o lucro líquido diminuiu 73,5% no primeiro semestre, fechando em 65,4 bilhões de ienes, ou US$ 602 milhões.

 

Já no segundo trimestre a receita líquida consolidada foi de 2,63 trilhões de ienes, US$ 24,2 bilhões, e o lucro operacional consolidado foi de 30 bilhões de ienes, US$ 276,3 milhões, com uma margem operacional de 1,1%. O lucro líquido caiu 54,8%, chegando a 59 bilhões de ienes, US$ 543,3 milhões.

 

Os principais fatores desta queda foram externos, como flutuações nas taxas de câmbio, despesas associadas ao cumprimento de regulamentações e aumentos nos custos de matérias-primas, combinados ao aumento nos custos relacionados à qualidade.