Volkswagen inclui T-Cross Sense na oferta PcD

São Paulo – A Volkswagen incluiu a versão Sense do T-Cross em sua oferta para o público PcD. O modelo, segundo a empresa, já está disponível nas concessionárias com preço sugerido de R$ 69 mil 990 – com as isenções, o valor para o público cai para R$ 57 mil 630. São três as cores disponíveis: Preto Ninja, Branco Puro e Prata Sargas.

 

A versão Sense é equipada com o motor 1.0 TSI de até 128 cavalos de potência e câmbio automático de seis marchas. Há também seis airbags, controle eletrônico de estabilidade, controle de tração, bloqueio eletrônico do diferencial e assistente de partida em subida/descida. Sistema multimídia em tela sensível ao toque também faz parte do pacote de itens.

 

Foto: Divulgação.

Eaton avança na automação de sua forjaria em Valinhos

São Paulo – Segue na fábrica da Eaton em Valinhos, SP, a aplicação de automação na área de forjaria de eixos. A empresa iniciou há três anos projeto que envolve instalação de robôs em células de produção e, atualmente, das dez unidades da área, três já estão concluídas. O planejamento da empresa trata de terminar a instalação em todas as células em 2020.

 

Segundo Edinaldo Fancio, integrante do conselho global de automação da companhia, a aplicação dos robôs nos processos de forja envolve ganhos de produtividade e qualidade na produção de componentes forjados em Valinhos, que também seguem para o mercado externo em exportações intracompany para unidades nos Estados Unidos e no México:

 

“Também envolve ganho de competitividade em mercado externos”, disse o executivo. “Com a queda do mercado local nos últimos dois anos buscamos alternativas de exportação.”

 

A instalação dos dezenove robôs em toda a área da forjaria até o ano que vem serão feitos com a participação da ABB, que tem o papel de integradora dos braços robotizados e sistemas que os controlam nas células. Instalar a nova estrutura de forma fracionada, como acontece há três anos, foi a opção escolhida para que não houvesse reflexos na produção, segundo Jaderson Melo, técnico da forjaria:

 

“Para que não tivessemos a descontinuidade da produção fomos inserindo os robôs de forma parcial”, disse Melo. “Ao mesmo tempo a empresa promoveu capacitação dos funcionários para poderem operar o novo equipamento. Eles também participaram desta iniciativa.”

 

A área de forjaria da Eaton ocupa 5,3 mil metros quadrados dos 105,8 mil metros quadrados da unidade de Valinhos, que completa em novembro 60 anos em operação.

 

* Ao contrário do publicado originalmente a unidade da Eaton está localizada em Valinhos, SP, e não em Sumaré. O texto foi corrigido.

 

Foto: Divulgação.

Volvo prepara a instalação de 500 pontos de recarga

São Paulo — A Volvo anunciou que instalará 500 pontos de recargas para veículos elétricos, um empreendimento fruto de investimento de R$ 5 milhões. Os pontos, fabricados pela Efacec em Portugal, serão instalados em empresas parceiras, como o GPA, Grupo Pão de Açúcar, rede Iguatemi, redes de estacionamento Estapar, Autovagas e PareBem, e também em 36 concessionárias.

 

A empresa espera fechar 2019 com 22% de suas vendas formadas por veículos eletrificados. O porcentual, segundo a empresa, deverá chegar a 40% no ano que vem, o que significa, na prática, 4 mil veículos eletrificados.

 

Globalmente, a Volvo Cars espera vender, até 2025, 1 milhão de veículos eletrificados. Metade desse volume será de automóveis totalmente elétricos. Os outros 50% virão dos modelos híbridos plug-in.

 

Foto: Divulgação.

Indústria mexicana fecha outubro em queda

São Paulo – A produção mexicana de veículos fechou outubro com 311,2 mil unidades de automóveis e comerciais leves, recuo de 16,3% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Os dados divulgados pela Amia, associação que representa a indústria local, indicam que, no acumulado do ano, o México fabricou 3,2 milhões de veículos leves, queda de 2,6% na comparação com janeiro a outubro de 2018.

 

O mercado doméstico caiu 8,9% em outubro, para pouco mais de 107 mil unidades. No acumulado do ano foram comercializadas 1 milhão 62 mil unidades, queda de 7,7% comparado com o mesmo período do ano passado.

 

Também é negativo o índice de exportações: recuo de 19,5% na comparação mensal, para 252,3 mil veículos, e de 1,7% na anual, somando 2 milhões 837 mil unidades.

Honda é processada pelo Ministério Público do Trabalho

São Paulo – O Ministério Público do Trabalho ajuizou ação civil pública contra a Honda por danos morais coletivos. O órgão pleiteia indenização de R$ 66 milhões em função, segundo a promotoria, do descumprimento em série de dispositivos da lei trabalhista, em especial aqueles “relacionados à saúde e segurança do trabalho, subnotificação de doenças ocupacionais e assédio organizacional” ocorridos na fábrica de Sumaré, SP.

 

Em nota enviada à Agência AutoData a empresa afirmou que “preza pelo cumprimento de todas as normas legais e pela adoção de um ambiente de trabalho seguro e saudável para seus colaboradores”. E que atuará “na defesa de suas práticas na Ação Civil Pública ajuizada pelo MPT, prezando pelo respeito aos princípios constitucionais e ao devido processo legal.”

 

Integra a ação extenso dossiê organizado pelo MPT que contém laudos periciais e relatórios produzidos por instituições como Fundacentro, gerência regional do Trabalho de Campinas e Cerest, Centro de Referência em Saúde do Trabalhador. Há também depoimentos e provas documentais que, segundo os procuradores que assinam a ação, acusam a empresa de negligenciar a saúde dos trabalhadores.

 

A ação tem como objeto pedir a adequação de conduta da Honda em questões relacionadas à ergonomia, ao acompanhamento da saúde dos empregados, à prevenção de riscos ocupacionais, à adaptação e à reabilitação de trabalhadores que se acidentaram ou contraíram lesões na fábrica e ao assédio sofrido por adoecidos e integrantes da CIPA, a comissão interna de prevenção de acidentes.

 

Um dos casos que chamou a atenção do MPT trata do ritmo de produção na fábrica, cujas linhas serão transferidas para a unidade de Itirapina, SP. Em 2015, citou o MPT, a quantidade de veículos produzidos em Sumaré correspondeu a 123,3% da capacidade de produção instalada.

 

Ritmo Honda – Essa conclusão foi corroborada pela constatação de que o take time, o intervalo de tempo de saída de cada carro da produção, médio, foi de 84 segundos. Considerando uma produção de 270 veículos por turno seriam reservados 106,67 segundos para cada carro, e restariam apenas 23 segundos de intervalo entre um veículo e outro.

 

Segundo o relatório da Fundacentro o aumento na velocidade de produção “parece ser um objetivo sistemático a ser atingido pela Honda na fábrica de Sumaré, de forma que existe a constante redução do tempo destinado a cada ciclo”

 

A expressão utilizada internamente seria o Ritmo Honda, pelo qual operadores são cobrados de uma constante adequação do ritmo de produção por líderes e chefes. Tal ritmo teria sido o responsável por desencadear uma série de lesões em funcionários da Honda Sumaré.

 

Foto: Divulgação.

Empresas Randon acumula receita bruta de R$ 5,5 bilhões

Caxias do Sul, RS – A retomada do mercado doméstico tem sido determinante na melhoria dos resultados financeiros da Empresas Randon. Nesta quarta-feira, 13, a diretoria informou ao mercado que a receita bruta de nove meses teve alta de 26,2% sobre igual período do ano passado, alcançando R$ 5,5 bilhões. A receita líquida, na mesma base de comparação, totalizou R$ 3,8 milhões, incremento de 24,8%.

 

O lucro bruto foi de R$ 954,7 milhões, crescimento de 30% e margem de 25,1%, enquanto o Ebitda consolidado avançou 21,8%, para R$ 530,1 milhões. O lucro líquido acumulado no ano é de R$ 194,7 milhões, incremento de 67,5%.

 

A receita bruta com origem no mercado doméstico chegou muito próximo dos R$ 5 bilhões, crescimento de 28,5%. Já as exportações somaram R$ 494,2 milhões, avanço de 6,7%. Segundo a companhia, o mercado externo foi afetado por fatores como a disputa comercial entre a China e os Estados Unidos e a instabilidade econômica da Argentina.

 

“Mesmo com volatilidade no mercado, conseguimos receitas robustas e manutenção das margens, o que mostra a consistência das ações da companhia”, comenta o CFO das Empresas Randon, Paulo Prignolato.

 

Ele lembra que a projeção de safra recorde, aliada à estabilidade econômica brasileira, com juros e inflação baixos, influenciam na melhora da confiança dos agentes econômicos. Também a Fenatran, realizada em outubro, em São Paulo, contribuiu para a continuidade da realização de bons negócios durante o atual e o próximo ano. 

 

Foto: Divulgação.

Fras-le tem recuo no lucro líquido

Caxias do Sul, RS – A Fras-le fechou os nove primeiros meses do ano com expansão nas receitas e na lucratividade operacional. A receita líquida avançou 25,9%, para R$ 995 milhões, valor já contemplado pela consolidação da Fremax, que ainda não fazia parte do grupo de empresas controladas pela Fras-le neste mesmo período do ano passado. O mercado doméstico gerou R$ 506,6 milhões, incremento de 33,6%.

 

Já o externo aumentou 18,8%, para R$ 488 milhões. As exportações a partir do Brasil, que estão consolidadas na receita externa, permaneceram estáveis, alta mínima de 0,2%, somando US$ 60,1 milhões. Apesar da evolução, a companhia apurou redução nos volumes de venda de materiais de fricção nos Estados Unidos em razão da desaceleração observada na economia local, assim como níveis menores também na Argentina, reflexo da instabilidade econômica que o país vizinho atravessa.

 

O lucro bruto consolidado nos nove meses é de R$ 246,6 milhões, com alta de 14,5%. O Ebitda consolidado, no mesmo período, foi R$ 114,1 milhões, recuo de 25%. A margem do Ebitda caiu 7,8 pontos, para 11,5%. “O desempenho reflete, principalmente, a perda de incentivos fiscais e pressão inflacionária no preço da matéria-prima, entre outros”, explica o CEO da companhia, Sérgio Carvalho.

 

Acrescenta que o desempenho do mesmo período do ano passado estava valorizado pelo ganho operacional gerado na compra da Jurid do Brasil. “Apesar destas particularidades, houve melhora na eficiência operacional a partir de trabalhos focados na redução de custos e melhoria nos processos de fabricação”.

 

Pela combinação dos diversos fatores, o lucro líquido teve recuo de 47,2%, para R$ 37,4 milhões, com margem de 3,8%, em queda de 5,2 pontos sobre o resultado dos nove meses de 2018.

 

Com a expectativa otimista para a retomada do crescimento da economia nacional, a empresa mantém o foco em redução de custos e no processo de expansão nacional e internacional. “O aumento de confiança e de liquidez gerado pela continuidade das esperadas reformas estruturais no Brasil aponta para a tendência de que a economia brasileira deve encontrar patamares mais robustos de crescimento nos próximos anos, o que reforça boas estimativas para os negócios no país”.

 

Foto: Divulgação.

Hilux Gazoo Racing ganha opção com motor V6

São Paulo – A partir de fevereiro as concessionárias Toyota começarão a vender a nova versão da picape Hilux, a GR Sport – desenvolvida com a filosofia Gazoo Racing e dedicada ao uso fora de estrada. A grande novidade é o motor a gasolina 4.0 V6 de 234 cv aliado à transmissão automática de seis velocidades.

 

A edição Gazoo Racing com motor a diesel 2.8 de 177 cv, equipada com a mesma transmissão, permanece na linha.

 

O preço a nova versão, disponível nas cores preta, vermelha e branca, será anunciado em fevereiro.

 

Foto: Divulgação.

Grupo Redentor compra 120 ônibus Neobus New Mega

São Paulo – Um dos principais operadores de transporte urbano da cidade do Rio de Janeiro, o Grupo Redentor adquiriu 120 ônibus Neobus New Mega, os primeiros da empresa a operar no novo SMTR, Sistema de Mobilidade de Transporte da cidade. Serão utilizados por Viação Redentor, Transporte Barra e Transporte Futuro.

 

Segundo o supervisor de vendas da Neobus, Douglas Cristiano Pessoa, este negócio foi a maior venda da empresa no ano.

Em parceria com Brilliance, Lifan retomará produção no Uruguai

São Paulo – A Lifan firmou parceria com a também chinesa Brilliance e promete retomar a produção de sua fábrica uruguaia, em San José. De acordo com informações do Ministério de Indústria, Energia e Mineração do Uruguai a intenção é transformar a unidade em “ponto principal de produção para abastecer a América Latina”.

 

A fábrica da Lifan de San José – que chegou a abastecer, no passado, o mercado brasileiro – está há um ano sem operar. Agora, com a retomada, a expectativa é ter, de início, capacidade de produção de 10 mil unidades por ano, com o objetivo de alcançar cinco vezes este volume em prazo não divulgado. Também não foram fornecidos pormenores a respeito dos modelos que serão produzidos a partir do ano que vem.

 

Mas segundo o site da presidência da República uruguaia retornarão ao trabalho oitenta dos 120 trabalhadores da fábrica, que estão há um ano recebendo seguro-desemprego.

 

O projeto prevê, ainda, a introdução da produção de veículos elétricos das marcas naquele país.

 

Foto: Divulgação.