Indústria de máquinas deverá ficar abaixo das projeções

São Paulo — A queda das vendas internas de máquinas agrícolas e rodoviárias em outubro, 16,2% a menos do que em igual período do ano anterior, pode reduzir a projeção da Anfavea para este segmento. Ou, então, novembro e dezembro terão dois dos três melhores desempenhos do ano para cumprir a meta estabelecida pela entidade de negociar, em 2019, 46 mil unidades no mercado nacional.

 

A segunda hipótese parece menos factível, pois o presidente Luiz Carlos Moraes afirmou, durante a apresentação do balanço mensal da indústria, que “dificilmente haverá a recuperação do volume perdido no início do ano” por causa da falta de recursos de financiamento no BNDES.

 

De janeiro a outubro foram negociadas 37 mil 99 unidades desses equipamentos, redução de 6,3% sobre igual período de 2018. A Anfavea projeta queda de 3,6% nas vendas de máquinas agrícolas e rodoviárias em 2019.

 

Para atingir esse resultado deverão ser negociadas, nos próximos dois meses, exataos 8,9 mil unidades.

 

A boa notícia é que a Anfavea já está discutindo com o setor agrícola mecanismos que serão levados ao governo para que as condições de financiamento voltem à normalidade em 2020: “Queremos ter previsibilidade sobre as linhas de financiamento disponíveis para esse setor tão importante para a atividade da indústria”.

 

Foto: Divulgação Fendt

Vendas acumuladas superam 2,2 milhões de unidades

São Paulo – As vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e chassis de ônibus, até outubro, este ano somaram 2 milhões 282 mil 982 unidades, volume que representa alta de 8,7% sobre as vendas realizadas em igual período do ano passado, quando foram registrados 2 milhões 100 mil 948 licenciamentos. Em outubro foram vendidas 253 mil 361 unidades, o melhor desempenho comercial do ano e volume 8% maior do que o registrado em outubro do ano passado.

 

As vendas de automóveis somaram 204 mil 532 unidades, queda de 2%, e as de comerciais leves chegaram a 37 mil 254 unidades, alta de 3%.

 

As vendas de caminhões somaram 9 mil 418 unidades no mês, volume 3,5% superior ao resultado de outubro do ano passado, e representa o melhor desempenho para o segmento desde outubro de 2014, informou a Anfavea na quinta-feira, 6, durante a divulgação dos resultados mensais da indústria. As vendas de ônibus somaram 2 mil 157 unidades, alta de 24,3%.

 

A mediana de vendas no mês, com 23 dias úteis, foi de 11 mil 16 unidades/dia, 1,5% menor do que a registrada em setembro nas concessionárias.

 

Ainda que os veículos com motorização flex representem a maior fatia dentro do mix no mercado brasileiro o balanço da Anfavea mostrou crescimento das vendas de veículos híbridos e/ou elétricos. Até outubro foram 7 mil 436 unidades, volume que representa alta de 135,4% sobre aquele vendido no ano passado.

 

Tamanho desempenho coincide com período de lançamento de parte dos modelos anunciados pelas montadoras para o mercado brasileiro no Salão Internacional do Automóvel de 2018, Nissan Leaf e Chevrolet Bolt.

 

Foto: Divulgação.

Em alta, exportações para México, Colômbia e Peru não compensam Argentina

São Paulo — A crise na Argentina continua tendo impacto negativo sobre as exportações da indústria automotiva nacional. Isso não é mais novidade, porém alguns sinais de recuperação dos negócios com outros países da região começam a mostrar o potencial do veículo nacional nesses mercados. Em outubro, de acordo com os dados da Anfavea, foram exportados 29 mil 964 unidades, redução de 22,6% com relação a igual período do ano anterior.

 

Mas Luiz Carlos Moraes, presidente da entidade, destaca que o resultado em dólares, US$ 810 milhões 841 mil, 0,4% superior ao de outubro de 2018, ocorreu por causa do “melhor mix de produtos exportados e dos números positivos de embarques para alguns países, como o México”.

 

No acumulado do ano as exportações de automóveis e comerciais leves para o México totalizaram 56 mil 186 unidades, crescimento de 41% sobre o ano anterior. A Colômbia também merece destaque este ano com 42 mil 118 unidades exportadas, incremento de 99%. E apesar do número ainda ser baixo, 15,9 mil unidades, o aumento de 24% mostra uma tendência de que há mercado para o veículo nacional nesses países. Já o Chile, anteriormente citado como um mercado promissor, registra queda nos embarques: as 37,9 mil unidades deste ano representam queda de 19% com relação a 2018.

 

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“Esses países não compensam os volumes exportados para a Argentina”, ponderou o presidente da Anfavea. “porque os volumes ainda são muito pequenos.”

 

De janeiro a outubro foram exportadas 367 mil 463 unidades, retração de 34,7% sobre igual período do ano passado. A projeção da Anfavea é a de que este ano as exportações caiam 33,2%.

 

 

Fábricas registram maior produção desde 2014

São Paulo – As fábricas instaladas no País produziram este ano, até outubro, 2 milhões 547 mil 22 unidades de automóveis, comerciais leves, caminhões e chassis de ônibus, volume que representa alta de 3,6% sobre o volume produzido em igual período no ano passado. O desempenho observado nas linhas foi o maior registrado pelo setor desde 2014, segundo dados da Anfavea divulgados na quarta-feira, 6.

 

Em outubro foram produzidas 288 mil 515 unidades, 9,6% a mais do que em outubro do ano passado e 16,6% a mais do que em setembro. Foi o maior resultado do ano em termos de unidades produzidas, apontou o balanço. Segundo o presidente Luiz Carlos de Moraes o desempenho do acumulado do ano tem relação direta com o aumento das vendas no mercado interno. Já a alta sobre setembro significa a preparação das montadoras para a parada da produção em dezembro.

 

Uma vez produzido volume para suprir as demandas do mercado durante período de férias coletivas a tendência é a de que haja desaceleração do ritmo das linhas até o fim de dezembro, como aconteceu no último trimestre de 2018 – em outubro daquele ano foram produzidas 263,2 mil unidades, chegando a 244,8 mil, em novembro e 177,5 mil em dezembro.

 

Outro indicador que denota ritmo menor nas fábricas a partir deste mês é o volume que as montadoras mantêm em estoque. O número dessas unidades saltou de 148,6 mil, em setembro, para 173,6 mil em outubro. O estoque nas concessionárias caiu no mesmo período, de 200 mil unidades para 191,5 mil unidades. Os estoques somados representam o equivalente a 43 dias úteis de vendas.

 

Do total produzido até outubro os veículos leves – automóveis e comerciais leves – foram 2 milhões 423 mil 858 unidades, alta de 3,4% sobre o janeiro-outubro de 2018. Apenas em outubro a produção de veículos da categoria chegou a 274 mil 583 unidades. O volume representa crescimento de 17% na comparação com o produzido em outubro do ano passado.

 

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A produção de caminhões no acumulado do ano foi de 98 mil 731 unidades, o que significa crescimento de 12% sobre a produção registrada em 2018. De acordo com o presidente da Anfavea foi o maior volume produzido para o período desde 2014. A produção mensal de caminhões chegou a 11 mil 279 unidades, 8,4% a mais do que em outubro do ano passado.

 

O presidente da entidade, ilustrando o velho jargão que versa sobre a relação PIB-vendas, mostrou dados que poderiam justificar o crescimento da produção de caminhões: “O risco Brasil está caindo e os investidores estão de olho nisso. Inflação baixa e redução da taxa de juros completam o quadro. Hoje o País constitui um ambiente mais propício para os negócios”.

 

Sobre o declínio da projeção do produto interno bruto, acentuado a partir de fevereiro, no entanto, o executivo disse que “o importante é que o gráfico da projeção parou de cair, com tendência de que passe a apontar para cima”.

 

O maior volume produzido dentro do segmento foi o de caminhões pesados, com 54 mil 17 unidades fabricadas até outubro, 36,4% a mais do que o volume produzido em igual período do ano passado.

 

A produção de ônibus apresentou queda de 3,7% no janeiro-outubro, somando 24 mil 433 unidades.

 

O nível de emprego em outubro se manteve estável na comparação com o registrado em setembro, 127,7 mil funcionários. Na comparação com outubro do ano passado, entretanto, representa queda de 2,8%. A diminuição do quadro, segundo o presidente da Anfavea, se deu em função da saída da Ford do negócio caminhão na América do Sul.

 

Foto: Divulgação.

Adefa anuncia novo presidente na quinta-feira

São Paulo – A Adefa, associação das fabricantes de veículos instaladas na Argentina, conhecerá seu novo presidente na quinta-feira, 7. Gabriel López, presidente da operação local da Ford, concorre ao posto, até agora em chapa única formada por Federico Ovejero, vice-presidente da General Motors para a Argentina, para o cargo do vice-presidente, e Daniel Herrero, presidente da Toyota Argentina, para o cargo de secretário.

 

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A nova equipe será anunciada após assembleia que será realizada na quinta-feira. Caso seja indicado Gabriel López sucederá a Luiz Pelaez Gamboa, presidente da Renault Argentina. O novo mandato começará no mesmo dia do anúncio, 7 de novembro, e terá duração de dois anos.

 

Foto: Divulgação.

Produção argentina cai 33% até outubro

São Paulo – A produção de veículos na Argentina registrou queda de 33% até outubro na comparação com os dez primeiros meses do ano passado, somando 273 mil 164 unidades. Segundo balanço divulgado pela Adefa na terça-feira, 5, em outubro saíram das linhas 31 mil 843 unidades, volume que, apesar de representar recuo de 17,7% na comparação com outubro de 2018, significa que os volume voltaram a crescer após queda registrada em setembro.

 

Do total produzido no ano 93 mil 882 unidades foram de automóveis, queda de 51% ante o volume registrado nos dez primeiros meses de 2018. A produção de comerciais leves chegou a 179 mil 282 unidades, queda de 17,5% ante os resultados registrado no ano passado.

 

As exportações no janeiro-outubro somaram 187 mil 362 unidades, 15% a menos do que os embarques realizados em igual período em 2018. Apenas em outubro os embarques somaram 19 mil 339 unidades, 12% a menos do que em outubro do ano passado. 66% do que foi exportado pela Argentina, até outubro, tiveram como destino o mercado brasileiro. 123 mil 819 unidades de veículos desembarcaram aqui nos dez meses.

 

América Central, Peru, Chile e Colômbia fecham o grupo dos cinco principais destinos dos veículos produzidos na Argentina em termos de volume embarcado.

 

As vendas aos concessionários, segundo o balanço divulgado, somaram 281 mil 880 unidades até outubro, volume que representa retração de 47% na comparação com o volume vendido no janeiro-outubro de 2018. Apenas em outubro as vendas somaram 27 mil 204 unidades, queda de 27%.

 

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Receita da Marcopolo cresce 5,5% até setembro

Caxias do Sul, RS – A Marcopolo registrou alta de 5,5% em sua receita operacional líquida neste janeiro-setembro na comparação com igual período do ano passado, chegando a R$ 3,1 bilhões. O resultado, segundo balanço divulgado na terça-feira, 5, decorre da venda de 11,4 mil carrocerias, mercado interno e negócios no Exterior, volume 0,5% maior do que em 2018. Os dados divulgados mostraram, também, que a produção total foi de 11,8 mil 799 unidades, alta de 0,5%.

 

No Brasil a receita líquida dos nove meses avançou 16,9%, chegando a R$ 1 bilhão 651 milhões. O mesmo ocorreu com o desempenho das unidades instaladas no Exterior, que tiveram alta de 18,3%, para R$ 777 milhões. O baque foi sentido na receita com as exportações, que recuou 22% somando R$ 692,5 milhões. O Ebtida, lucro antes de impostos e amortizações, caiu 20,5% chegando a R$ 226,3 milhões. O lucro líquido, no entanto, avançou 18,2%, para perto de R$ 141 milhões.

 

As vendas de carroçarias somaram 9,7 mil unidades, volume que representa recuo de 3,4% na comparação com o janeiro-setembro de 2018. Desse total o mercado interno absorveu 7,8 mil unidades, com alta de 4%, enquanto as exportações cederam 26%, para perto de 2 mil. A participação da Marcopolo no mercado doméstico foi de 49,2% no acumulado de nove meses, recuo de 7 pontos.

 

A queda foi atribuída, principalmente, ao volume de carrocerias urbanas, que teve aumento de 48% na produção nacional, enquanto a Marcopolo apurou alta de somente 1,8% neste segmento. A produção de modelos Volare não é considerada para efeitos de representatividade, segundo o balanço divulgado pela companhia.

 

Atípico – Tradicionalmente, o terceiro trimestre concentra o maior volume de produção na indústria de ônibus. Este ano, no entanto, foi diferente. A Marcopolo apurou desaceleração no nível da atividade produtiva, especialmente nas fábricas instaladas no Brasil. De acordo com o relatório financeiro, a receita líquida no julho-setembro caiu 1,8% na comparação com igual período do ano passado, chegando a R$ 1 bilhão e 81 milhões.

 

No terceiro trimestre o mercado interno apurou recuo de 6% ns vendas, com 2,8 mil unidades comercializadas. As exportações, por sua vez, caíram 19%, somando 511 carrocerias embarcadas. A receita com as exportações, no entanto, cresceram 3%, somando R$ 188,7 milhões. A produção consolidada no Brasil e no exterior, de 3 mil 926 unidades, foi 18,6% inferior à do mesmo período do ano passado.

 

Projeções – A diretoria trabalha com a expectativa de um quarto trimestre melhor do que o terceiro, disse o CEO, James Bellini: “Já percebemos a retomada em outubro, o que nos faz crer em um quarto trimestre melhor. Há um ambiente propício para renovação de frotas e para a realização de investimentos em transporte público de qualidade, com a taxa básica de juros em seu menor nível histórico associada ao esperado crescimento econômico”.

 

Um dos principais fatores que refletiram de forma negativa nos resultados do terceiro trimestre foi o desempenho do segmento de ônibus rodoviários. As vendas recuaram 26,9% sobre igual período de 2018. Clientes teriam antecipado as compras em razão da entrada em vigor da norma de acessibilidade nesses modelos em outubro do ano passado.

 

As vendas de modelos para fretamento cairam por causa das indefinições a respeito da obrigatoriedade da instalação de elevador nos veículos. Com a publicação de decreto em 6 de setembro, que excetua a instalação de elevadores no transporte de fretamento e turismo até janeiro de 2020, a expectativa da diretoria é de recuperação da trajetória de crescimento dos volumes de rodoviários no quatro trimestre.

 

A empresa também acredita na continuidade do crescimento de urbanos, com destaque para o mercado paulistano, que deve alavancar as vendas a partir da finalização da nova licitação. De acordo com José Valiatti, diretor financeiro e de relações com investidores, a companhia deverá intensificar suas ações comerciais no segmento no qual tem pouca participação.

 

Com relação às exportações as expectativas para 2020 são de manutenção do desempenho modesto em 2019, com redução de vendas nos principais mercados da companhia, em especial na Argentina, no Chile e no continente africano. Porém James Bellini acredita na recuperação a partir do ano que vem, especialmente na Argentina:

 

“O pior já passou. Temos a expectativa de que o novo governo volte a incentivar o transporte, como era no passado”.

 

Também citou que o mercado chileno dá sinais de retomada, ao mesmo tempo em que Peru e Bolívia deram respostas positivas surpreendentes.

 

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Librelato busca por novos mercados em 2020

São Paulo – A Librelato criou, em 2012, área dedicada às exportações, com foco em aumentar a participação no mercado externo. No ano passado 17% das exportações de implementos rodoviários produzidos no Brasil foram da empresa. Agora a meta, segundo o coordenador de exportação Daniel Zilio, é chegar a 20%.

 

“É o nosso foco. Estipulamos um prazo para alcançar essa participação de 20%: até 2022.”

 

Para alcançar o objetivo a Librelato busca ampliar os mercados em que atua. Segundo Zilio o plano começará pela região da América Central e Caribe – a expectativa é a de que as primeiras vendas ocorram já no ano que vem. Até lá analisa os mercados e mantém conversas com possíveis distribuidores locais.

 

Outra região que está nos planos da Librelato é a África: “Estamos mapeando os países africanos e já temos alguns no radar, como Angola, Costa do Marfim, Nigéria, Moçambique e Quênia. Eles já consomem implementos brasileiros de outras empresas. Então queremos começar a explorar essa região por esses mercados. Também já estamos conversando com alguns distribuidores locais e, mais uma vez, mapeando todo o mercado, para entender como é a demanda de cada país e toda a logística de importação”.

 

Zilio ressaltou que a empresa não pretende abrir escritório nesses países: a intenção é sempre buscar um parceiro local responsável pela distribuição dos produtos, mesmo que isso reduza a margem de lucro. Segundo ele uma empresa local já conhece o mercado, os clientes e, quando ocorre um eventual problema, tem capacidade para intermediar e dar todo o suporte necessário.

 

Desde 2012 a Librelato já conseguiu consolidar-se em alguns mercados da América do Sul, como Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai, mas também quer avançar em outros países: “Fizemos nossa primeira venda na Colômbia este ano e já estamos conversando com outras empresas locais para fechar novos negócios”.

 

A Librelato aproveitou a Fenatran para negociar com importadores de países onde ainda não atua durante as rodadas de negócios organizadas pela Anfir, associação que representa os fabricantes de implementos, em parceria com a Apex-Brasil. De acordo com o coordenador conversas com representantes de empresas de países como Equador, Guatemala e Honduras começaram no evento.

 

Foto: Divulgação.

Mini John Cooper Works Clubman ALL4 chega às concessionárias

São Paulo – O novo Mini John Cooper Works Clubman ALL4 estará disponível na rede de concessionárias autorizadas, no País, a partir de 11 de novembro, informou a companhia na terça-feira, 5. O preço sugerido é de R$ R$ 219 mil 990. O veículo, produzido na fábrica instalada em Oxford, Inglaterra, é equipado com motor 2.0 turbo de 306 cavalos de potência e tração nas quatro rodas.

Cummins apresenta protótipo de caminhão movido a hidrogênio

São Paulo – A Cummins apresentou em Atlanta, Georgia, um caminhão pesado movido a hidrogênio por meio de uma célula de combustível que alimenta uma bateria. O veículo ainda é um protótipo, mas integra planejamento da companhia que trata da diversificação da sua oferta que, hoje, se concentra em motores a diesel e a gás natural. Segundo Thad Ewald, vice-presidente de estratégia corporativa, o desenvolvimento deste caminhão tem como objetivo “aperfeiçoar as soluções certas para o mercado e nos prepararmos para os próximos cem anos”.