SDLG completa 10 anos na América Latina

São Paulo – A SDLG, uma subsidiária da Volvo CE, completou 10 anos de operações na América Latina, iniciada em 2009 em Pederneiras, SP. Na unidade são montadas carregadeiras e escavadeiras para o mercado brasileiro e região latinoamericana.

 

A Volvo CE detém 70% das ações da SDLG. Na América Latina a subsidiária representa um terço dos negócios da controladora, informou a companhia por meio de comunicado. O volume de suas máquinas em operação no subcontinente ultrapassa 6,3 mil unidades.

 

O planejamento envolvendo duas marcas em um mesmo mercado foi globalmente pioneira na Volvo. Em 2009, pela primeira vez em toda a sua história, a empresa começou a entregar paralelamente equipamentos Volvo e SDLG na região. O modelo de negócio foi adotado em outras regiões.

 

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Mercedes-Benz vende quinze Sprinter para Shift

São Paulo – A Mercedes-Benz anunciou a venda de quinze unidades da van Sprinter para a Shift, operadora de logística com sede em São Paulo. Os veículos são do modelo 416 CDI Teto Alto com capacidade para quinze passageiros mais o motorista. As vans têm o ABA, o assistente ativo de frenagem,  e o sistema multimídia MBUX. A entrega do lote está programada para janeiro.

 

Segundo Alexandre Pinto, sócio fundador da Shift, o negócio faz parte do planejamento de renovação de frota: “No nosso serviço de vans, com transfers e transporte executivo para grandes empresas, eventos e hotéis cinco estrelas, só utilizamos a Sprinter. Por isto resolvemos renovar as quinze unidades da frota com a nova geração lançada na Fenatran”.

 

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Honda confirma Accord híbrido no Brasil

São Paulo – Deverá aumentar a partir de janeiro a oferta de veículos híbridos no mercado brasileiro, pois a Honda prepara a importação de uma versão híbrida do sedã Accord. O veículo, que é produzido nos Estados Unidos, é um dos três modelos híbridos prometidos pela companhia em março, durante a inauguração da fábrica de Itirapina, SP.

 

Procurada pela reportagem de AutoData a empresa confirmou que o Accord híbrido vem para o Brasil, mas evitou localizar quando isso deverá ocorrer. O que se sabe, a princípio, é que os modelos híbridos chegam ao mercado brasileiro até 2023. A sua produção ainda não começou na América do Norte.

 

O modelo que é vendido atualmente em outros mercados tem motor 2.0 turbo a gasolina que trabalha em conjunto com outras duas unidades elétricas para desenvolver até 215 cv.

 

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Golf híbrido plug-in chega ao País com carroceria de sétima geração

Porto Feliz, SP – Décimo-quarto de vinte lançamentos da Volkwagen até o fim do ano que vem o Golf GTE, versão híbrida plug-in [que pode ter sua bateria carregada por uma fonte externa] chega ao Brasil oferecendo alternativa interessante de propulsão que deve ganhar muitos fãs no País ao combinar emissão zero em trechos urbanos e a reconhecida esportividade do modelo. Porém, as 100 unidades importadas da Alemanha podem ser as únicas da sétima geração do hatch a rodarem por aqui. O Golf de oitava geração na sua versão híbrida plug-in começa a ser produzido no ano que vem, descontinuando o modelo atual.

 

Mesmo assim o pacote de tecnologia que une o motor TSI 1.4 de 150 cv com o elétrico de 75 kW, ou 102 cv, capaz de receber carregamento externo apresenta um novo patamar desta solução: a possibilidade de combinar, a depender do circuito, a potência e o torque dos dois motores. No modo puramente elétrico o Golf GTE pode rodar 50 km até exaurir a bateria e atingir a velocidade de 130 km/h. Uma série de combinações do uso dos motores no dia a dia proporciona uma automomia de até 900 km, segundo a VW.

 

O presidente da VW, Pablo Di Si, enaltece a chegada do Golf GTE “o primeiro VW com essa tecnologia no País”, confirmando que este também é o primeiro de seis novos híbridos ou elétricos que serão lançados aqui até 2023. “Tudo isso faz parte da estratégia global de eletreficação que recebeu 9 bilhões de Euros em investimentos apenas na marca VW”.

 

A fabricante entende que o mercado de veículos eletreficados necessita de infraestrutura para o abastecimento desses modelos e que é muito difícil o poder público fazer os investimentos necessários para oferecer estações de recarga. Di Si avalia que “o ecossistema precisa do apoio das empresas” para que se crie opções ao proprietário dos veículos elétricos. Inclusive na discussão de legislação específica que estipule modelos de cobrança para a utilização da energia elétrica nessas estações de abastecimento.

 

Assim a VW e outras fabricantes do Grupo, como Audi e Porsche, se juntaram em parceria com a empresa de energia EDP para a instalação de trinta estações de recarga no País. Elas serão instaladas nas rodovias Tamoios, Imigrantes, Carvalho Pinto, Governador Mário Covas, Dom Pedro, Washington Luís e Régis Bittencourt. Esta nova rede a ser entregue até o fim do próximo ano será interligada a outras já existentes totalizando 64 pontos de carregamento. “Teremos um corredor que começa no estado do Espírito Santo, passando pelo Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e chegando até Santa Catarina, com menos de 150 km entre um ponto de recarga e outro”.  

 

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Em algumas dessas estações, a depender do modelo do carregador [estarão disponíveis aparelhos com 150 kW e de 22 kW, além de uma unidade de carga ultrarápida com 350 kW], 80% da energia estará disponível na bateria em apenas 25 minutos. A VW calculou que para encher a bateria do Golf GTE com automomia para 50 km o custo será de R$ 5,18 ou menos de dez centavos de Real para cada quilômetro rodado, segundo a fabricante. “Inicialmente não será cobrado o carregamento, mas é inevitável que isso aconteça em algum momento”, pondera Di Si.

 

R$ 200 mil – As muitas opções do motorista configurar o modo de utilização do motor híbrido é motivo, neste momento, de treinamento da rede para passar essa informação primordial ao potencial cliente. As vendas do Golf GTE começam em 11 de novembro.

 

A rede, em questão, são apenas três concessionárias escolhidas para receber o lote de 100 unidades. Segundo Gustavo Schimidt, vice-presidente de Vendas e Marketing, trata-se de um projeto piloto com as unidades Caraigá em São Paulo, SP, Servopa de Curitiba, PR e Brasal, de Brasília, DF: “Decidimos iniciar a oferta do Golf GTE nas cidades com maior potencial para esse produto que é, de fato, uma novidade no mercado nacional”.

 

O motorista precisa conhecer como configurar por meio de botões no console ao lado da alavanca de câmbio ou na tela de 9,2 polegadas as formas de rodar da maneira mais eficiente. Para utilizar o modo puramente elétrico basta acionar a tecla e-mode no console. Na tela, que responde aos comandos de gestos do motorista, sem a necessidade de tocá-la, a escolha do modo híbrido permite que o veículo use a propulsão elétrica até 130 km/h ou seja acionado automoticamente o motor 1.4 TSI. Essa configuração também permite preservar a energia da bateria ou ainda que o motor a combustão recarregue-a.

 

Já na função GTE, botão também disponível no console, os motores a combustão e elétrico trabalham juntos reunindo 204 cv e 35,7 kgfm de torque, proporcionando um desempenho mais esportivo.  

 

A princípio pode parecer complicado, mas todos esses comandos são intuitivos e também podem ser visualizados no painel digital central, atrás do volante. Rodando alguns quilômetros em condomínio fechado em Porto Feliz, SP, e também na rodovia Castello Branco, o Golf GTE apresentou um comportamento interessante tanto em baixa velocidade e no modo 100% elétrico quanto no momento em que os dois motores estiveram em ação. Os fãs do modelo líder de vendas da VW no mundo devem aprovar a novidade.

 

O Golf GTE será vendido completo, sem qualquer opcional. Tem itens de controle adaptativo de cruzeiro, frenagem automática de emergência, sistema inteligente de farol alto. Até o teto solar é de série. Estará disponivel em apenas um cor, a Atlantic Blue, e o acabamento do interior também é exclusivo. O preço sugerido é de R$ 200 mil.

 

16º em 2019 – Pablo Di Si aproveitou o lançamento do GTE para lançar outros produtos da VW. Mas não se trata de automóveis. São uma scooter e uma bicicleta elétrica, que podem ser utilizados em trajetos curtos, o que vem sendo chamado de mobilidade last mile: “São opções com a marca VW que podem ajudar nosso cliente nesses deslocamentos menores”.

 

A bicicleta com motor elétrico de 350W custa R$ 11 mil 500 e o scooter, que usa motor elétrico de igual potência, R$ 4 mil.

 

Di Si também antecipou que ainda este ano serão anunciados o 15º e o 16º veículo da ofensiva de vinte novos modelos da região. “Serão conhecidos este ano, com o lançamento esperado para o início de 2020”.  

 

Foto: Divulgação/VW.

GM abrirá PDV em São José dos Campos

São Paulo – A General Motors abrirá um PDV, o plano de demissão voluntária, na fábrica instalada em São José dos Campos, SP. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos da região, a montadora pretende, ainda, remanejar cerca de duzentos trabalhadores do setor de motores para outras áreas da unidade onde são produzidos os modelos Chevrolet S10 e a Trailblazer.

 

A entidade informou, ainda, que a medida tem como objetivo reduzir a produção no setor de motores da fábrica, onde hoje trabalha quadro composto por 700 funcionários. Adotar o PDV seria reflexo da ampliação da unidade de Joinville, SC, onde a GM também produz motores e anunciou investimento recente em expansão da produção.

 

Na reestruturação da empresa, 235 funcionários serão retirados da área, sendo que 165 vão passar para a produção da S10 e os demais remanejados para outros setores. Em março a GM anunciou investimento de R$ 10 bilhões em suas unidades no Brasil, incluindo a de São José dos Campos.

 

Procurada, a GM informou na sexta-feira, 1º, que “há um remanejamento de mão de obra em curso dentro do complexo de São José dos Campos para adequar as necessidades entre as diversas unidades de produção”.

 

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Vendas caem 44% na Argentina até outubro

São Paulo – As vendas de veículos via varejo na Argentina registraram queda de 44% até outubro na comparação com igual período no ano passado, mostrou balanço divulgado pela Acara. Foram licenciadas, no período, 412 mil 412 unidades no mercado vizinho.

 

Apenas em outubro, que teve 22 dias úteis, foram 32 mil 432 unidades emplacadas, volume que representa recuo de 33% na comparação com as vendas realizadas em outubro de 2018. A mediana diária de vendas, portanto, foi de 1 mil 474 unidades emplacadas/dia.

 

Nos oito meses do ano foram 300 mil 269 unidades de automóveis licenciadas, 46% a menos do que no janeiro-outubro do ano passado. Na categoria de comerciais leves, o recuo no período foi de 35%, com 95 mil 201 unidades.

 

No acumulado do ano a Volkswagen foi a empresa que mais vendeu veículos, com 61 mil 876 unidades. O volume representa retração de 43% sobre o volume vendido pela empresa nos dez meses do ano passado. Toyota, Renault, Ford e General Motors fecham o grupo das cinco empresas que mais venderam.

 

O modelo mais vendido na Argentina, no entanto, foi o Ford Ka. 14 mil 994 unidades do automóvel produzido em Camaçari, BA. O compacto Ford superou em volume o Chevrolet Onix: nos dez meses foram vendidas 14 mil 932 do compacto da GM naquele país.

 

Toyota Etios, Volkswagen Gol e o Renautl Kwid completam o grupo dos modelos mais vendidos na Argentina no acumulado do ano.

 

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FPT expande rede de distribuidores na região Sul

São Paulo – A FPT, por meio da distribuidora JMalucelli, aumentou presença na região Sul com a nomeação de seis pontos de vendas em Caxias do Sul, Erechim, Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, e em Itajaí, Rio do Sul e Tubarão, em Santa Catarina. A expansão da rede, segundo Marcos Alexandri Soares, gerente corporativo da FPT, tem como objetivo buscar “maior abrangência nos Estados utilizando parceiros com qualificação técnica e comercial”. A FPT anunciou recentemente novos pontos de venda em Mato Grosso, Minas Gerais e São Paulo.

XCMG fecha negócio de US$ 6,5 milhões na Argentina

São Paulo – A XCMG finalizou entrega de um pacote de veículos fora de estrada formado por escavadeiras, carregadeiras, motoniveladoras e carregadeiras de esteiras que será utilizado no projeto C1, na Argentina. O negócio, considerado recorde pela fabricante sediada na China, movimentou US$ 6,5 milhões. A base de produção da empresa no Brasil, em operação desde 2014, produziu mais de 85% do maquinário entregue.

BMW Série 3 comemora os 5 anos de Araquari

São Paulo – Em comemoração dos 5 anos da fábrica de Araquari, SC, a BMW preparou uma série especial e limitada do Série 3, o primeiro modelo da companhia a ser produzido no Brasil. Serão apenas 24 unidades do BMW 320i M Sport 5 Years Edition, na cor cinza e interior em Cognac.

 

Traz acessórios originais como a grade frontal, spoiler traseiro e painel difusor traseiro M Performance em preto, rodas com logotipo BMW não giratório e chave com capa de proteção. Por R$ 239 mil 950.

 

“Quisemos comemorar o aniversário da fábrica de Araquari de uma forma única e diferente, e por isto criamos esse modelo especial, que foi pensado por toda a nossa equipe em todos os pormenores”, afirmou Mathias Hofmann, diretor geral da fábrica. “Esta ação mostra a flexibilidade e a capacidade de rápida adaptação de nossa produção, aliada à qualidade global do Grupo BMW”.

 

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Volkswagen ID.3 já sai das linhas de Zwickau

São Paulo – Com um ID.3 branco a Volkswagen deu início à produção de sua gama de veículos 100% elétricos montados sobre a inédita plataforma MEB. A fábrica de Zwickau, Alemanha, foi completamente transformada para produzir veículos elétricos – e a previsão é a de que, em 2020, sejam produzidas 100 mil unidades ali.

 

Desde a sua pré-venda, semanas antes da apresentação oficial no Salão de Frankfurt, a Volkswagen recebeu mais de 35 mil encomendas pelo ID.3, que chega aos mercados europeus no primeiro trimestre de 2020. Na Alemanha, com todos os descontos, custa menos de € 30 mil.

 

A Volkswagen investiu € 1,2 bilhão para preparar a fábrica para a produção dos modelos elétricos. Os planos da companhia envolvem vender 22 milhões de veículos eletrificados no mundo até 2028.