Randon: 70 anos de inovações e contínua expansão.

Quando os jovens irmãos Raul e Hercílio Randon abriram uma modesta oficina para reforma de motores industriais em Caxias do Sul, na serra gaúcha, em 1949, eles naturalmente sonhavam em crescer mas decerto não imaginavam que estavam iniciando um negócio que, 70 anos depois, emprega mais de 11 mil pessoas e que integra o clube de empresas que faturam mais de um bilhão de dólares por ano.

 

As Empresas Randon, integradas por fabricantes de implementos para o transporte de cargas, de autopeças e por prestadora de serviços financeiros (Banco e Consórcios), com sede em Caxias do Sul, (RS), completaram 70 anos no dia 21 de janeiro.

 

O modesto negócio iniciado com uma pequena oficina percorreu as últimas sete décadas implementando inovações e colhendo expansão. O mote deste septuagésimo aniversário demonstra claramente a postura do grupo: “Randon 70 anos: juntos, inovando por um futuro melhor”. O objetivo é valorizar, em ações ao longo de todo o ano, o legado das Empresas Randon e projetar seu futuro por meio da inovação e das pessoas.

 

A maior inspiração é a própria história do fundador, Raul Randon, falecido em março do ano passado. Seu espírito empreendedor e visionário é reconhecido nacionalmente.

 

Entre os exemplos de inovações que impulsionaram os negócios no decorrer dessas sete décadas, estão a criação do freio a ar (1954), a decisão arrojada de abertura de capital da Companhia (1971) e a busca de parceiros globais para formação de joint ventures (anos 80 e 90) na competitiva área de autopeças. Em 2014, anteviu-se a necessidade de uma profunda readequação do modelo organizacional, tornando-o mais enxuto e eficiente, moldando a empresa para os novos e desafiadores tempos de crescimento.

 

A empresa vem promovendo alterações em alguns processos de gestão, que associam tecnologias com mudanças comportamentais. Como exemplo, destaca-se o sistema digital de recrutamento que utiliza inteligência artificial.

 

Com uma participação histórica na faixa de 40%, as empresas Randon são líderes em praticamente todos os mercados onde atuam, como veículos para o transporte de carga, ferroviário e fora-de-estrada, sistemas automotivos, autopeças e serviços. Em seu conjunto, as Empresas Randon produzem um dos mais amplos e avançados portfólios de produtos do segmento de veículos comerciais correlacionados com o transporte de cargas dentre as empresas congêneres no mundo.

 

“Conquistamos essa posição ao longo das décadas de muito trabalho, norteados na qualidade e no foco ao cliente, mas sem perder nosso olhar para as pessoas, que em última instância são quem constrói a história e o sucesso de uma empresa. Também sempre nos preocupamos em manter uma atuação responsável junto à comunidade, por meio de nossas ações sociais”, comenta o presidente das Empresas Randon, David Randon.

 

“Fomos ousados em vislumbrar e sonhar o futuro; fomos prudentes nos investimentos e avanços tecnológicos; fomos fortes nos momentos de crise, na adversidade. Por acreditarmos no Brasil, sempre projetamos produtos afinados com o progresso, apostando no desenvolvimento nacional”, costumava afirmar Raul Randon, falecido em março de 2018.

 

Randon hoje – O conglomerado empresarial é formado pelas controladas diretas Fras-le S.A., Randon Argentina S.A., Randon Implementos para o Transporte Ltda., Randon Administradora de Consórcios, Master Sistemas Automotivos Ltda., JOST Brasil Sistemas Automotivos Ltda., Suspensys WE/Castertech, Randon Investimentos Ltda. (holding do Banco Randon S.A.) e Randon Perú S.A.C. A controladora também possui quatro filiais: Randon Veículos, Suspensys Sistemas Automotivos Ltda., Randon Chapecó e Randon Araraquara. Neste primeiro trimestre de 2019, iniciará atividade na base de distribuição no Espírito Santo.

 

A Companhia mantém uma rede internacional de vendas e serviços, atendendo a mais de cem países, em especial Chile, México, Canadá, Estados Unidos, África do Sul, e países localizados no Oriente Médio, Ásia, Comunidade Econômica Europeia e Mercosul.

 

As empresas são divididas em três divisões: Montadoras (implementos, vagões e veículos especiais), Autopeças (fabricantes de lonas, pastilhas, sistemas de freio, eixo, suspensão e conjunto de articulação e acoplamento) e Serviços Financeiros (administração de consórcios e suporte às vendas).

 

A nova era da mobilidade

A Dana é conhecida globalmente no setor automotivo como uma empresa inovadora. Com mais de um século de atividade (foi fundada em 1904) a companhia atingiu no ano passado a marca de 10 mil patentes registradas. Além de ser um número impressionante para uma única empresa, comprova, também, claramente, seu elevado grau de inovação.

 

Nos últimos 20 anos o foco da engenharia da empresa vem sendo dirigido para desenvolver soluções voltados à eletromobilidade. “A Dana se antecipou em mais de uma década à tendência de eletrificação veicular, e por isso, está na vanguarda tecnológica neste setor”, destaca Raul Germany, Country Leader da Dana para o Brasil.

 

E para oferecer soluções completas em eletrificação veicular (de carros de passeios até veículos comerciais) a empresa foi às compras e acelerou este processo ao adquirir companhias como a Brevini (incorporada em fevereiro de 2017), a TM4 (em junho deste ano) e a Oerlikon (em julho deste ano), que avançaram globalmente no desenvolvimento de soluções para a mobilidade eletrificada.

 

A Dana estava presente em setembro deste ano, no maior evento do mundo para veículos comerciais, o “IAA Commercial Vehicles”, que acontece todo ano par em Hannover, na Alemanha. Jim Kamsickas, CEO e presidente mundial da empresa, resumiu bem a nova fase: “As pessoas não fazem ideia das mudanças na Dana nos últimos 18 meses após a aquisição da Brevini e da TM4. Hoje, podemos dizer com orgulho que somos o único fornecedor com a capacidade de fornecer transmissões eletrificadas e e-eixos totalmente integrados, completos com sistemas de gestão térmica, em todos os mercados mundiais”.

 

Kamsickas sabe bem o que significa essa extraordinária capilaridade que a Dana adquiriu com as recentes aquisições. A empresa está presente em 33 países nos seis continentes do planeta. Com a aquisição da Brevini, a Dana ampliou em mais de 50% sua base de clientes em todo o mundo. São 100 instalação de engenharia, fabricação e distribuição. Aqui na América do Sul, a empresa tem plantas na Argentina, Brasil, Colômbia e Equador, empregando mais de cinco mil colaboradores.

 

A Dana é uma das poucas sistemistas do setor automotivo que é especialista no mercado nacional. Opera no Brasil há mais de 70 anos, desde quando a indústria automotiva ainda estava em fase embrionária. Hoje a empresa tem unidades industriais em Gravataí, RS, e no Estado de São Paulo, nas cidades de Campinas, Jundiaí, Limeira e Sorocaba.

 

Nos países mais ricos do mundo (Estados Unidos, Canadá, todos da Europa Ocidental, além de China, Japão e Coreia do Sul), os veículos elétricos ampliam seu protagonismo, particularmente nas grandes cidades em que legislações cada vez mais severas quando não proíbem completamente, restringem a circulação de veículos comerciais movidos a combustíveis fósseis, movimentos que se ampliam para um número cada vez maior de cidades ao redor do mundo.

 

Estudos apontam que até 2030 cerca de 50% dos veículos comerciais comercializados no mundo serão movidos a eletricidade. “Aqui no Brasil não será diferente. Por ora, a eletrificação vem se mostrando viável em nichos como o transporte urbano feito por vans, micro-ônibus e caminhões leves”, destaca Raul Germany. “Temos produtos de ponta para eletrificação nos eixos e, também, para veículos movidos com motor elétrico central”, comenta Germany.

 

Sistemistas e montadoras entendem que, para mobilidade urbana, a eletrificação é o caminho e, para deslocamentos em longas distâncias, a solução mais viável no médio prazo são os veículos híbridos. “Com a eletrificação do terceiro eixo, por exemplo, é perfeitamente possível reduzir significativamente o tamanho e a potência dos motores a diesel sem perder performance e ganhando muito em eficiência, diminuindo o consumo, reduzindo as emissões e aumentando a rentabilidade operacional do veículo”, comenta Germany.  

 

A Dana é uma empresa que historicamente investe no presente com foco nas tendências de um futuro muito próximo. A empresa, que passou os últimos 20 anos desenvolvendo soluções tecnológicas para antecipar e assim se capacitar para atender as demandas das montadoras em eletromobilidade, colhe agora os frutos de seu processo de “engenharia contínua”. Germany, que vislumbra que tudo isso já vem sendo introduzido no mercado brasileiro, revela que a Dana desenvolveu soluções para uma van e um caminhão 100% movidos por seus eixos elétricos que estão em avaliação na Europa e que, na China, onde a empresa já atua com a TM4 em produtos que estão em produção, trabalha em dois lançamentos para aplicações em ônibus.

Quanto de água consome a produção de um carro?

São Paulo – São necessários 15 mil 415 litros de água para produzir um quilo de carne vermelha. Essa informação pode ser nova para muitos leitores, mas jovens consumidores, dos Millenials [nascidos 1979 a 1995] até os da Geração Z [1995 – 2010], sabem bem disso. E alguns deles não comem carne por essa razão.

 

Convidamos trazer a realidade destes consumidores para o mundo do automóvel. Os que de alguma forma estão conectados com o setor têm a chance de saber que as fábricas trabalham duro contra o desperdício e, dentre as atividades industriais do País, a automotiva é uma das que mais reutiliza água em seus processos. Esta é uma realidade capaz de atrair as atenções de clientes exigentes. O problema é que o resto da sociedade não faz nenhuma ideia sobre isso.

 

Neste dia mundial da água AutoData procurou algumas fabricantes para saber quantos litros de água são utilizados na produção de um veículo.

 

Recebemos conteúdo sobre ações para evitar desperdício e promover a reutilização da água de quase todas as empresas. Mas apenas a FCA respondeu afirmativamente a questão: relatou que “o consumo de água é de 1,5 m³ por veículo, sendo esse volume 100% proveniente do Complexo de Tratamento de Efluentes”.

 

Essa estatística é auferida exclusivamente na operação do Complexo de Betim, MG, e convertida para a unidade litros, há 1 mil 500 litros de água gastos para um automóvel fabricado. Parece pouco, bem pouco comparado com a quantidade de água necessária para produzir um quilograma de carne.

 

Ainda mais quando descobre-se que o quilo de carne utiliza 94% de água limpa – consumida pelo animal para desenvolver seu corpo –, enquanto na fábrica a produção de um automóvel dispõe em quase sua totalidade água de reuso – como é o caso de 100% em Betim.

 

No entanto um público altamente mutante em suas preferências e influenciado por novos valores [a preocupação com a natureza é uma delas], como os Millenials e os da Geração Z, aspiram maior transparência e responsabilidade das atividades das empresas e isso começa a superar o arcaico manual que diz que cumprir as exigências legais já é o suficiente.

 

Enquanto isso neste dia mundial da água, sexta-feira, 22 de março, ainda não se sabe exatamente quantos litros de água são utilizados na produção nacional. A Anfavea não possui essa estatística porque obviamente precisa dos dados de seus associados.

 

Mas há a informação de que a GM tem diversas iniciativas que reduziram a quantidade de água utilizada por veículo produzido em 75% desde 2003. Além, é claro, de abusar do reuso de água, uma prática muito importante e adotada em quase toda a cadeia produtiva.

 

E que a Volkswagen reduziu em exatos 30,44% o consumo de água por veículo produzido no Brasil intensificando suas ações contra o desperdício. Um novo projeto de reuso na fábrica Anchieta “pretende devolver ao sistema produtivo 65% da água industrial que seria descartada”, de acordo com Mario Rodrigues, responsável pela unidade. Poços artesanais em São José dos Pinhais, PR, são fonte de 46% da água utilizada na unidade, segundo a VW. Na fábrica de São Carlos, SP, com o reuso e armazenamento da água da chuva reduziu-se em 10% a utilização do líquido por unidade de motor produzido.

 

São ações muito importantes que devem manter o foco para continuar gastando menos água na atividade industrial. Mas ainda há espaço para avançar na comunicação com a sociedade sobre a água realmente consumida no processo produtivo em toda a cadeia automotiva.

 

Quase todos os produtos de origem vegetal e animal possuem uma pegada da água – termo traduzido do inglês que estuda o consumo de água para que sejam manufaturados. A organização Waterfootprint apresenta alguns dados interessantes:

 

– Para produzir um litro de etanol são necessários 2 mil 107 litros de água

 

– O litro do biodiesel de soja consome 11 mil 397 litros de água em sua produção

 

A Waterfootprint estimou a pegada de água do automóvel em todos os processos de produção dos itens que compõem um veículo, em 2012: são 400 mil litros por unidade produzida. Estudo da SAE Internacional, também de 2012, chegou a um valor de 363 mil litros de água consumidos para produzir um veículo.

 

A perspectiva é que em 2019 as eficiências tenham derrubado o consumo de água na cadeia automotiva. Em fábricas no Brasil e em outros países.

 

Foto: Complexo de Tratamento de Efluentes/Divulgação.

Audi e Ducati inauguram concessionária compartilhada

São Paulo – Audi e Ducati inauguraram a primeira concessionária integrada do País, em Campo Grande, MS. O Grupo Autobel é o responsável pelas vendas das motocicletas e dos carros que compartilharão o showroom da loja.

 

Com prédio de 100 m² a concessionária oferecerá, também, serviço de pós-vendas com oficina e pátio. Johannes Roscheck, CEO e presidente da Audi no Brasil, disse que essa inauguração beneficiará os consumidores, que terão a possibilidade de ver em um mesmo local os produtos da Audi e da Ducati.

 

Foto: Divulgação.

Fiat patrocinará clubes de futebol de Minas Gerais

São Paulo – A Fiat assinou contrato de patrocínio com três clubes mineiros de futebol: América, Atlético e Cruzeiro. A marca Fiat estará estampada na camisa das três agremiações, as de maiores torcidas do Estado, durante toda a temporada 2019.

 

Os valores não foram revelados. A empresa já apoiava os clubes desde o ano passado, mas com ações dedicadas a programas de sócio-torcedor.

 

Na semana passada a Fiat anunciou patrocínio para a seleção brasileira de futebol. O vínculo é válido até 2022.

Multittech nasce para desenvolver componentes

São Paulo – Origem da fusão da Multicorpos com a Smarttech, duas empresas de engenharia nacional, a Multittech se apresenta ao mercado oferecendo a possibilidade de fazer o ciclo completo de desenvolvimento de determinados componentes de veículos. Antes da junção, as duas podiam apenas entregar parte do processo e fazer a validação dos componentes.

 

Segundo o presidente da empresa origem da fusão, Ricardo Nogueira, a união visava a complementação das áreas atuação e buscar mais mercado. “Era uma necessidade de mercado. Atualmente temos empresas nacionais de pequeno porte e grandes nacionais e, diante deste cenário, criamos a Multittech para atender a demandas maiores”.

 

Nogueira citou como exemplo das novas capacidades da empresa o desenvolvimento de suspensões, componentes plásticos e estruturais e a realização de testes de laboratório e de campo em sua sede, em Holambra, SP. A Multittech já nasce com forte atuação no segmento agrícola.

 

“Outro diferencial que temos no mercado é o fato de sermos uma empresa nacional, com engenheiros nacionais, capacidade de entrega local, custos locais e comunicação mais próxima dos clientes, o que torna o processo mais rápido se compararmos com empresas internacionais.”

 

Nogueira espera um crescimento no faturamento maior do que a soma da receita das duas empresas quando separadas. “Pelos estudos que fizemos o faturamento será 30% maior do que a soma do valor registrado pelas duas empresas antes da fusão”.

 

Mesmo em processo de finalização dos trâmites legais de estruturação da empresa, o trabalho de prospecção no mercado já começou. A Multittech também assumirá os contratos que já tinham sido fechados pelas duas empresas: “Vamos atrás de novos clientes, mas também usaremos a carteira formada pelas duas empresas para buscar novos contratos”.

 

Foto: Divulgação.

Paraná zera IPVA de carro elétrico

São Paulo – O governador do Estado do Paraná, Carlos Massa Ratinho Júnior, assinou na quinta-feira, 21, durante o evento Smart City Expo Curitiba, projeto de lei que propõe isenção de IPVA para veículos elétricos – a alíquota, no Estado, é de 3,5%. Ele prometeu também apresentar proposta de convênio ao Confaz para que estes modelos tenham zerado o ICMS.

 

O governador disse, segundo publicou a Agência do Paraná de Notícias, que a ideia é “reduzir o preço dos veículos elétricos e torna-los mais acessíveis à população”.

 

No Paraná está instalada a Renault, líder em vendas de modelos elétricos no mercado brasileiro. Até o ano passado as vendas eram limitadas a empresas mas desde o Salão do Automóvel passou a oferecer os modelos ao consumidor.

 

Foto: Gilson Abreu/ANPr.

AutoData 353 revela os segredos da indústria

São Paulo – A versão digital da revista AutoData, edição 353, já está no ar. Traz uma reportagem exclusiva que revela, em primeira mão, os planos de produção das principais montadoras do Brasil e da Argentina para a próxima década.

 

Em From the Top o novo presidente da AEA, Associação Brasileira de Engenharia Automotiva, Flávio Sakai, oferece sua visão sobre o futuro da indústria, sobretudo nas áreas de infotainment e conectividade, sua origem.

 

A edição de março ainda oferece ao leitor uma entrevista exclusiva com o presidente da General Motors Mercosul, Carlos Zarlenga, reportagem que tenta explicar a chocante decisão da Ford de fechar sua fábrica do Taboão, em São Bernardo do Campo, SP, outra sobre cidades inteligentes e muito mais.

 

Clique aqui para acessar a versão digital, gratuitamente.

 

Foto: Arte/AutoData.

Volkswagen prepara fábricas para novos modelos

São Paulo – A Volkswagen concedeu férias coletivas de duas semanas para os trabalhadores da fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo, SP, a partir da segunda-feira, 25. Em General Pacheco, Argentina, ficou definido que trezentos dos 4 mil funcionários ficarão em casa por algumas semanas, em esquema rotativo até o fim do ano. Das linhas das duas unidades sairão novos modelos e as decisões foram tomadas no sentido de preparar as linhas de produção.

 

Na fábrica brasileira os 4,5 mil trabalhadores estão em férias coletivas, com retorno programado para 8 de abril. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC o novo modelo será um CUV, nomenclatura adotada pelo departamento de marketing para identificar um SUV compacto das dimensões do Renault Kwid. A VW, entretanto, não confirma o segmento do veículo – “As alterações na linha de montagem visam à chegada de um novo produto”, afirma, em nota.

 

Na Argentina o modelo tem nome e prazo para início de produção: é o Tarek, SUV de dimensões assemelhadas às do Jeep Compass que inaugurará a plataforma MQB em General Pacheco, Província de Buenos Aires. O investimento total chega a US$ 650 milhões e prevê, também, a instalação de uma nova linha de pintura.

 

A suspensão rotativa de parte da equipe foi necessária para adequar a fábrica à atual demanda, pois a produção do Spacefox foi interrompida. Como há apenas a Amarok nas linhas os trabalhadores ficariam ociosos – e eles serão requisitados quando o novo modelo começar a ser produzido: “[A suspensão] foi acordada até o início de produção da pré-série da Tarek, estimada para o fim do ano”.

 

Em Córdoba, onde a VW argentina produz transmissões, a produção segue normal.

 

Foto: Divulgação.

Cummins registra receita recorde em 2018

São Paulo – O balanço financeiro da Cummins em 2018 registrou crescimento de 16% na receita, na comparação com o ano anterior, chegando a US$ 23,8 bilhões, recorde da companhia. O EBTIDA também foi recorde, US$ 3,5 bilhões no ano passado, representando 14,6% das vendas e o lucro líquido foi de US$ 2,1 bilhões, contra US$ 999 milhões em 2017.

 

Para 2019, com base no cenário atual, a empresa projeta faturamento estável ou aumento de até 4% e que o EBTIDA fique de 15,75% a 16,25% das vendas.