Tupy espera mais crescimento do Brasil

São Paulo – A Tupy confia que o Brasil contribua mais com o crescimento de seus resultados financeiros em 2019, quando espera novo avanço, embora mais modesto, em suas operações. O balanço divulgado na sexta-feira, 15, referente a 2018, indicou aumento de 30% na receita sobre o ano anterior, para R$ 4,8 bilhões, e de 77% no lucro líquido, que somou R$ 271,7 milhões.

 

As vendas físicas aumentaram 7,9% no período, sendo 9,3% no mercado externo e 2,4% no interno. O presidente Fernando de Rizzo considera que três fatores contribuíram para o crescimento maior da receita do que o das vendas físicas: o câmbio, a venda de produtos de maior valor agregado e o repasse de custo no preço final. “O nosso custo também cresceu”.

 

As receitas em dólar representaram 82,8% do total em 2018, com o mercado doméstico respondendo por 17,2%. Mas o que fica da Tupy no Brasil é abaixo desse índice: de Rizzo calcula que 30% das vendas de produtos aos clientes brasileiros acabam exportadas dentro dos equipamentos produzidos por eles.

 

“Vendemos muitos blocos e cabeçotes para motores de caminhões, ônibus, máquinas agrícolas e rodoviárias, geradores, barcos, locomotivas. Muitos desses itens acabam indo para outros mercados.”

 

De toda forma é do mercado brasileiro que vem a expectativa de maior crescimento em 2019, embora a situação nos demais mercados, especialmente nos Estados Unidos, não seja nada negativa: “A economia estadunidense continua muito bem, gerando demanda forte por equipamentos de construção, frete rodoviário e picapes. Seguirá avançando. Mas no Brasil há uma forte expectativa de crescimento no agronegócio e, especialmente, em veículos. Acreditamos em uma alta de 7% a 10% na produção de veículos comerciais este ano”.

 

Empregando cerca de 9 mil funcionários em suas fábricas de Joinville, SC, e Mauá, SP, a Tupy promete ofensiva em peças estruturais para veículos comerciais para aproveitar a crescente demanda do mercado. Componentes fundidos, como cubos de roda, para eixo e suspensão, estão sendo oferecidos às montadoras instaladas no País, para ficar além dos blocos e cabeçotes.

 

É uma forma, também, de compensar parcialmente a redução de entregas para veículos de passeio. Com o Inovar-Auto e a proliferação de motores com blocos de alumínio, mais leves, a Tupy acabou perdendo espaço em veículos de passeio. “Mas continuamos atendendo a montadoras premium no Exterior, que ainda demandam blocos de ferro, que são mais resistentes”.

 

Durante o ano a empresa pretende, também, fazer a sua lição de casa para melhorar a qualidade de suas operações. No fim do ano passado inaugurou uma nova unidade de usinagem no México, que atenderá à demanda por picapes e motores industriais nos Estados Unidos, e agora pretende trabalhar dentro dos muros de suas demais operações e torná-las mais competitivas.

 

O objetivo, segundo de Rizzo, é fazer de 2019 melhor do que 2019: “Não repetiremos os índices do ano passado, mas temos boas oportunidades para crescer novamente”.

 

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Volkswagen coloca o T-Cross na turnê de Sandy & Júnior

São Paulo – O Volkswagen T-Cross é o carro oficial da turnê de reunião da dupla Sandy & Júnior, que retorna aos palcos após mais de dez anos. O carro acompanhará os cantores nas dez cidades em que serão realizados os espetáculos, estará em todas as inserções promocionais da turnê e a companhia promete ativações com o público.

 

Segundo a VW as oitocentas unidades do T-Cross colocadas em pré-venda se esgotaram em uma semana. O veículo deverá chegar às concessionárias até o fim do mês.

Audi renova patrocínio com Gabriel Medina

São Paulo – A Audi renovou por mais um ano seu contrato de patrocínio com o surfista brasileiro Gabriel Medina, bicampeão mundial do esporte. Sua prancha terá o logo das quatro argolas estampado e ele terá à disposição os veículos Q7 e A5 Sportback.

 

O brasileiro é mundialmente conhecido, ampliando a parceria para o âmbito global. Medina disputará os Jogos Olímpicos de Tóquio em 2020, nos quais é considerado um dos favoritos a ganhar a medalha de ouro.

 

O surfista não é o único brasileiro embaixador da Audi: o piloto Lucas di Grassi, da Fórmula E, Luigi Cani, paraquedista recordista mundial, e o chef Alex Atala também são patrocinados pela companhia.

 

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Jeep inicia pré-venda de dois modelos

São Paulo – A rede de concessionárias Jeep, formada por 191 pontos de venda no Brasil, já recebe encomendas para dois modelos apresentados no Salão do Automóvel de São Paulo, em novembro. A versão especial do Renegade Willys e o Wrangler estão em pré-venda, e a reserva custa R$ 5 mil – e tudo pode ser feito pela internet.

 

A reserva pode ser feita até 4 de abril, quando a empresa promove sua ação de marketing Dia 4×4. A série especial Compass S, também apresentada no Salão, deverá estar disponível na data.

 

O Renegade Willys é a primeira versão especial limitada do modelo produzido em Goiana, PE. Homenageia a marca criadora dos primeiros Jeep, em 1941, e tem como base o catálogo Trailhawk, acrescido de diferenciais de estilo, como inscrições Willys na carroceria e bordados especiais nos bancos. Limitada a 250 unidades, será vendida por R$ 146 mil 990.

 

A quarta geração do Wrangler chega importada, trazendo sob o capô o inédito motor 2.0 turbo a gasolina, que gera 270 cavalos aliado ao câmbio automático de oito marchas. Na cabine, conectividade ampla com central multimídia compatível aos smartphone Apple e Android.

 

Serão duas versões: Sahara, com duas portas, por R$ 259 mil 990, e quatro portas, R$ 274 mil 990.

 

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BMW moderniza fábrica de Araquari

Mogi Guaçu, SP – Os R$ 125 milhões que a BMW investiu para produzir a nova geração do Série 3 e do SUV X4 em Araquari, SC, trouxeram mais automação a diversas áreas da fábrica – que se prepara para abastecer o mercado com o sedã a partir de julho. Sua diretora de relações governamentais, Gleide Souza, afirmou que o foco principal foi a área de solda.

 

“Em pontos onde o acesso é complicado instalamos quatro robôs, que agora fazem o trabalho”, disse a executiva, acrescentando que algo semelhante foi feito na aplicação de cola e na linha de que faz subconjuntos para a carroceria, agora com 90% de automação, segundo seus cálculos. “Também automatizamos a área de alinhamento das portas. Com essas mudanças, a fábrica evoluiu bastante desde a sua inauguração em 2014”.

 

As linhas já produzem, ainda em processo de testes, algumas unidades da nova geração do Série 3. Até julho o modelo será oferecido ao mercado brasileiro em duas versões importadas da Alemanha – e que já estão em pré-venda, chegando às concessionárias na quinta-feira, 28.

 

O Série 3 recebeu mudanças visuais, porém a grande novidade está no interior: um kit multimídia que oferece inteligência artificial, com diversas funcionalidades para o motorista, como acionar o ar-condicionado e tirar dúvidas sobre alertas que aparecem no painel por meio de informações armazenadas na nuvem, dentre outras.

 

A inteligência artificial já compreende 90% do idioma português e, conforme os usuários forem usando, armazenará o conhecimento e aumentará sua capacidade de compreender a língua – mas, segundo a BMW, o sistema não entende gírias. Mesmo com o modelo sendo produzido no Brasil essa tecnologia será importada da Alemanha e adaptada pela equipe de engenharia nacional.

 

A BMW não divulgou sua projeção de vendas para o modelo, mas Souza disse que a expectativa para o mercado é de expansão de 10% e que a companhia quer acompanhar esse crescimento. No ano passado vendeu pouco mais de 11 mil unidades.

 

Aksel Krieger, CEO da empresa no Brasil, disse que o País é um mercado emergente com muito potencial e que trabalhará para colocá-lo no mesmo patamar de outros mercados globais.

 

O Série 3 tem motor 2.0 turbo de 258 cv, com câmbio automático de oito marchas da ZF. Oferece, de série, itens como ar-condicionado de três zonas e direção totalmente elétrica, novidades do modelo que se juntam à frenagem emergencial em caso de colisões, alerta de mudança de faixa involuntária, piloto automático adaptativo, GPS com informações em tempo real de trânsito, serviço de concierge e de alerta de manutenção de componentes, Apple CarPlay e alerta de colisão traseira.

 

A versão de entrada, importada, custa R$ 219 mil 950 e a topo de linha R$ 269 mil 950.

 

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Produção de motocicletas avança 12% no bimestre

São Paulo – A produção de motocicletas no Polo Industrial de Manaus cresceu 12,3% no primeiro bimestre, somando 185,2 mil unidades, de acordo com dados divulgados pela Abraciclo, entidade que representa o setor de duas rodas, na sexta-feira, 15.

 

Em fevereiro saíram das linhas de montagem 101,2 mil motocicletas, volume 21% superior ao do mesmo mês de 2018 e 20,5% maior do que o de janeiro.

 

Os consumidores brasileiros adquiriram no bimestre 174,9 mil motocicletas novas, 25% acima do registrado em janeiro e fevereiro de 2018. No mês passado foram 84,2 mil motocicletas, avanço de 33,6% sobre fevereiro do ano passado, e 7,2% inferior a janeiro. Foram licenciadas, em média, 4,2 mil motocicletas por dia útil em fevereiro – 2,1% a mais do que em janeiro e 20,2% a mais do que em fevereiro do ano passado.

 

“Foi o melhor mês de fevereiro desde 2015, que teve média de 5,2 mil unidades emplacadas em dezoito dias úteis”, disse, em nota, Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo. “Isso nos deixa bastante otimistas com relação à expectativa de fechar 2019 com a produção de 1 milhão 80 mil unidades”.

 

Para o presidente os bons resultados do bimestre reforçam a retomada do crescimento do segmento de duas rodas: “Hoje o consumidor sente-se mais seguro em investir na compra de um bem de maior valor agregado. Essa confiança está baseada num cenário econômico mais favorável, marcado pela redução nas taxas de juros e dos índices de inflação”.

 

As exportações sofrem, ainda, com a situação econômica da Argentina, importante cliente do setor de duas rodas de Manaus, AM. Em fevereiro os embarques somaram 3 mil 287 unidades, queda de 55,4% com relação ao mesmo mês de 2018 e de 28,1% na comparação com janeiro. No bimestre as exportações acumulam 7,9 mil motocicletas, recuo de 49,5% com relação aos primeiros dois meses do ano passado.

 

Os Estados Unidos tomaram a dianteira como destino dessas exportações, representando 31,4% dos total. Em seguida avem Argentina, com 22,8% do total, e Austrália, com 10%.

 

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Caminhões médios são a bola da vez da indústria

São Paulo – O segmento médio do mercado brasileiro de caminhões promete ser alvo de atenções dos departamentos comerciais e de marketing das fabricantes. Dois motivos ajudam a justificar: a própria esperança de redução no desemprego, aumento da massa salarial e aquecimento da economia, que pode ajudar a movimentar o varejo, e a saída de um competidor importante, responsável por, nada mais nada menos, 1,9 mil unidades comercializadas no ano passado.

 

O primeiro bimestre já demonstrou um movimento de recuperação do segmento: segundo a Anfavea foram emplacados 1 mil 478 caminhões médios, crescimento de 96,3% sobre o mesmo período do ano passado. Foi o segmento que mais cresceu no mercado.

 

A Iveco promete novidades nessa faixa de mercado para os próximos meses. Segundo Ricardo Barion, seu diretor de vendas e marketing, a movimentação do varejo pode gerar uma demanda maior pelos caminhões médios. “Acredito que esse segmento crescerá 20% no ano, acompanhando a alta que projetamos para as vendas gerais”.

 

Essa projeção significaria, em volume, cerca de 1,5 mil caminhões a mais do que no ano passado, quando foram comercializados 7,6 mil caminhões médios, segundo a Anfavea. Somados aos 1,9 mil da Ford, são 3,4 mil unidades a mais para serem divididas, basicamente, por três marcas.

 

“Começamos a pensar no segmento médio há dois anos, como parte da reestruturação do nosso portfólio no Brasil”, disse Barion, que vê os modelos que carregam implementos como baú e frigorífico como potenciais compradores. “Nos próximos meses apresentaremos ao mercado um novo caminhão médio”.

 

A líder do segmento Volkswagen Caminhões e Ônibus já lançou campanha publicitária em busca de antigos clientes Ford. Segundo seu engenheiro de marketing do produto, Paulo Razori, alguns clientes deverão buscar a Volkswagen por causa do portfólio que é oferecido. “Acredito que o mercado se dividirá normalmente, com os clientes analisando qual marca será a melhor para seu negócio”.

 

Tanto Razori quanto Marcos Andrade, gerente de produto caminhão da Mercedes-Benz, lamentaram a saída do competidor. Segundo o executivo da M-B, que corre para crescer nessa faixa de mercado, o fato reflete a crise que a indústria de caminhões passou nos últimos anos.

 

A Mercedes-Benz acredita também na movimentação maior do segmento, puxada pelo aquecimento da economia. “Com a recuperação dos indicadores ligados ao consumo sentiremos os reflexos em segmentos como o médio, leve e semipesado”.

 

Segundo Andrade, a recuperação desses três segmentos já está ocorrendo, mas em ritmo mais lento do que os pesados, que devem continuar representando a maior parcela das vendas da indústria em 2019, assim como no ano passado.

 

Nova legislação. Outra mudança que pode ajudar o crescimento das vendas é a isenção do rodízio para caminhões com capacidade de carga de quatro a nove toneladas, divulgado recentemente pela Prefeitura de São Paulo. Com isso, alguns caminhões médios poderão circular na cidade, como os VUCs.

 

Mas para Barion, da Iveco, o impacto não será tão grande. “Apenas com a liberação do rodízio não acredito que empresas que operam com caminhões leves migrem para os médios. Pode até acontecer, mas acho que não trará um grande volume de compras. Caso a prefeitura libere os caminhões médios para circularem em vias que, até o momento, não podem rodar durante o dia, acho que pode haver um aquecimento maior”.

 

Andrade, da M-B, lembra que no caso dos caminhões leves, as empresas podem contratar motoristas que possuem apenas a carteira de habilitação B – no caso dos médios, a exigência é da C, que envolve custos maiores.

 

Para Razori, a mudança na legislação não trará mais vendas para o segmento, a não ser vendas pontuais que não mexerão com o patamar esperado para o segmento.

 

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Fábrica de São Carlos é premiada pelo Grupo VW

São Paulo – A fábrica de motores da Volkswagen em São Carlos, SP, foi uma das premiadas pelo Grupo Volkswagen na Speed + Award, reconhecimento dado às melhores fábricas de componentes da companhia no mundo. Em cinco categorias, dezesseis unidades receberam o prêmio em Wolfsburg, Alemanha – a fábrica paulista ganhou em eficiência na montagem.

 

Thomas Schmall, presidente do Conselho de Administração de Componentes do Grupo Volkswagen, disse que graças a criação do prêmio, houve maior produtividade das plantas com custos menores e melhorias de longo prazo foram criadas.

 

Veja abaixo as 16 plantas reconhecidas:

 

Eficiência do sistema

  1. Planta SITECH Polkowice, Polônia
  2. Córdoba Vegetal, Argentinia
  3. Planta Dalian, China

 

Eficiência de montagem

  1. Planta São Carlos, Brasil
  2. Planta Kassel, Alemanha
  3. Planta Salzgitter, Alemanha

 

Gestão de chão de fábrica

  1. Planta Kassel, Alemanha
  2. Planta Motor Polska Polkowice, Polônia
  3. Planta SITECH Polkowice, Polônia

 

Excelência em processos

  1. Planta Motor Polska Polkowice, Polônia
  2. Fundição de plantas Poznan, Polônia
  3. Chassi Vegetal Wolfsburg, Alemanha

 

Custos de ferramentas

  1. Planta Silao, México
  2. Planta Salzgitter, Alemanha
  3. Planta Tianjin, China

 

Networking

Motor Polska und SITECH Polkowice, Polónia

 

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FCA fecha acordo de patrocínio com a CBF

Rio de Janeiro – A FCA, Fiat Chrysler Automobiles, fechou contrato com a CBF, Confederação Brasileira de Futebol, para patrocinar a seleção brasileira de futebol até 2022. A companhia estampará a marca Fiat em murais posicionados atrás dos atletas em entrevistas, em placas publicitárias e nos treinos, além de poder fazer ações de produtos ligadas à equipe – o acordo, cujo valor não foi revelado, não envolve exploração do uniforme.

 

A Fiat repete a estratégia de duas concorrentes, Volkswagen e General Motors, que nos últimos anos ligaram as suas marcas à seleção brasileira. No caso do acordo anunciado na quinta-feira, 14, na sede da CBF, no Rio de Janeiro, RJ, o patrocínio envolve todas as seleções brasileiras masculina principal, de base, olímpica e a feminina.

 

“Durante os próximos quatro anos faremos muitas ativações de marca, ações com influenciadores e clientes e estamos estudando promover séries especiais de produtos”, afirmou Herlander Zola, diretor da marca Fiat para a América Latina e comercial para o Brasil. “Já neste ano temos a Copa do Mundo feminina e a Copa América masculina para trabalhar a marca”.

 

Até 2022 estão agendadas também participações da seleção na Copa América 2020, Eliminatórias da Copa do Mundo, Jogos Olímpicos de Tóquio em 2020 e a Copa do Mundo do Catar em 2022. O acordo já vigora para os amistosos com o Panamá, dia 23 de março, e República Tcheca, 26 de março.

 

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Sindicato quer presidentes discutindo questão Ford

São Paulo – O Sindicato dos Metalúrgicos do ABC quer que o presidente da República, Jair Bolsonaro, inclua em sua pauta de conversas com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a questão da fábrica da Ford em São Bernardo do Campo, SP – a companhia decidiu fechar a operação e deixar de vender caminhões no mercado brasileiro.

 

O pedido foi feito ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Mais, que se reuniu com os sindicalistas na quarta-feira, 13. Também conversou com os metalúrgicos o presidente da Alesp, Assembleia Legislativa de São Paulo, Cauê Macris.

 

Os diretores do sindicato relataram o teor das reuniões aos trabalhadores em assembleia na manhã de quinta-feira, 14, na porta da fábrica – que permanece em greve. O sindicato bate na tecla de que a Ford recebeu muitos incentivos fiscais do governo federal nos últimos anos – nas contas de José Quixabeira de Anchieta, coordenador do comitê sindical da Ford, foram quase R$ 7 bilhões.

 

“Diante disto acreditamos que o governo tem que se envolver, e Maia se comprometeu a avaliar todo o histórico passado”.

 

Os metalúrgicos também foram chamados para participar de uma manifestação na sexta-feira, 15, em frente à Alesp, durante a cerimônia de posse dos novos deputados.

 

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