Novo Mercedes AMG C 63 custa a partir de R$ 500 mil

São Paulo – O novo Mercedes AMG C 63 já está nas concessionárias em três versões, C 63, C 63 S e C 63 S Coupé, com preços que vão de R$ 499,9 mil a R$ 555,9 mil. A versão de entrada tem motor V8 4.0 de 476 cv, enquanto as demais, apesar de virem equipadas com o mesmo motor, oferecem potência maior, 510 cv. Todas as versões dispõem de câmbio automático de nove marchas.

 

O modelo passou por algumas mudanças visuais e oferece seis modos de condução, quadro de instrumentos digital, kit multimídia com tela sensível ao toque, ajuste adaptativo de suspensão e novo volante AMG.

 

Foto: Divulgação

Magneti Marelli Cofap tem lanternas para Compass

São Paulo – A Magneti Marelli Cofap Aftermarket lançou as lanternas traseiras, móveis e fixas, do Jeep Compass, ampliando seu catálogo de iluminação no segmento de reposição.

 

Com outros lançamentos a empresa almeja alcançar a maior cobertura de iluminação no mercado de reposição. Sua projeção é lançar 1,3 mil códigos de produtos este ano, superando a marca de 1,1 mil lançamentos de 2018.

Grupo VW estima produzir 22 milhões de elétricos até 2028

São Paulo – O Grupo Volkswagen revisou sua projeção com relação à quantidade de veículos elétricos que pretende lançar até 2028: agora serão setenta modelos, ante os cinquenta iniciais. Cresceu, também, a estimativa de produção para o período, de 15 milhões para 22 milhões.

 

Os novos modelos fazem parte do plano VW de neutralizar as emissões de poluentes de seus veículos até 2050. Herbert Diess, CEO do grupo, disse que para apoiar os investimentos necessários para a ofensiva elétrica será mandatório melhorar ainda mais a eficiência e o desempenho de todas as áreas da empresa.

Maxion Wheels e Dongfeng terão fábrica de rodas na China

São Paulo – A Maxion Wheels assumiu parceria com a chinesa Dongfeng para construir fábrica de rodas de alumínio para veículos leves na província de Hubei, China. A ideia é que a unidade, com capacidade para produzir até 2 milhões de rodas por ano, seja inaugurada no terceiro trimestre de 2020.

 

Segundo Marcos de Oliveira, diretor presidente da Iochpe-Maxion, o aumento da presença na Ásia é uma das prioridades da companhia. A parceria com a Dongfeng deverá criar 450 empregos na região para a produção de rodas de alumínio fundidas em baixa pressão.

Estimativa de vendas na Expodireto é de R$ 2,8 bilhões

Caxias do Sul, RS – Realizada na cidade gaúcha de Não-Me-Toque a vigésima edição da Expodireto Cotrijal teve início na segunda-feira, 11, reunindo 534 expositores, dos quais 167 com foco em máquinas e equipamentos, e a projeção de receber 250 mil visitantes de mais de setenta países. O evento, que segue até a sexta-feira, 15, deve gerar negócios avaliados em R$ 2,8 bilhões, incremento de quase 30% sobre os R$ 2,2 bilhões da edição passada.

 

“Nesta edição histórica”, disse o presidente da Cotrijal, Nei César Manica, “em que chegamos aos 20 anos, estamos prestes a concretizar a maior e melhor feira de todos os tempos.”

 

A feira mostra a tecnologia de ponta do maquinário e do cultivo agrícola em ambiente dedicado à geração de negócios e também discute os assuntos do momento do agronegócio. Os produtores e seus representantes estarão discutindo com os governos estadual e federal os planos para a safra 2019/2020. Este ano o foco do debate será a intenção já manifestada pelo governo federal de reduzir subsídios ao juro e aumentar a ajuda ao seguro rural, algo que pode mudar a concepção do financiamento agrícola nos próximos anos.

 

O parque de exposições recebeu uma série de melhorias no último ano. Houve aquisição de uma área que ampliou o espaço para 98 hectares e a reforma de prédios. As ações visam a aumentar a capacidade de exposição da área, que há muito tempo tem fila de espera de empresas interessadas em participar. Dentre elas a Hyva do Brasil, que conseguiu espaço após aguardar sete anos.

 

A empresa, com sede em Caxias do Sul, RS, fez o lançamento nacional do guindaste HBR80, ideal para aplicações em veículos de pequeno porte, com foco principal no mercado agrícola para movimentação de bigbags. Também serão lançados os modelos HBR60 e HBR70. De acordo com seu diretor geral, Rogério De Antoni, “a participação busca solidificar ainda mais a marca e sua presença no segmento agrícola”.

 

Outra estreante é a italiana Landini, instalada no país há cinco anos, e que participa com estande próprio. A empresa apresenta como novidades duas linhas de tratores de 120 cv e 175 cv de potência, produzidas em Contagem, MG, e uma importada da Itália com potência de 230 cv. Recentemente a empresa anunciou a ampliação em 60% de sua capacidade produtiva. As obras, já em andamento, integram parte dos US$ 30 milhões programados para investimento no Brasil no período 2015-2020. A empresa também tem um programa de dispor de novas revendas e projeta crescimento de 30% na rede até o fim do ano.

 

Uma das novidades da John Deere, já tradicional participante da feira, é a nova Série 5E, composta por tratores utilitários que contam com a mesma tecnologia das grandes máquinas da companhia. O modelo, ideal para pequenas propriedades, segundo a organização, vem com luzes LED, que oferecem mais conforto ao operador, assento pneumático e a opção de sair com piloto automático de fábrica. Também vem com motor MAR-1 e sistema de transmissão de doze velocidades à frente e ré, que torna as manobras mais fáceis e rápidas.

 

Ainda focada nesse segmento apresenta seus novos pulverizadores GreenSystem, nas opções de arrasto e montado no terceiro ponto do trator. “Estamos muito otimistas para a Expodireto”, afirmou o gerente de vendas Eduardo Martini. “A colheita de soja começa este mês e a expectativa é que a produção de grãos nesta safra seja ainda maior que na temporada passada”.

 

O Ministério da Agricultura anunciou, no fim de fevereiro, suplementação de R$ 470 milhões para o Finame Moderfrota. Desse aporte R$ 390 milhões serão destinados para financiamentos de máquinas e implementos agrícolas, com juros de 7,5% ao ano, e outros R$ 80 milhões poderão ser emprestados com custo de 9,5% ao ano. O Moderfrota é o principal programa de financiamento de máquinas e equipamentos agrícolas Brasil.

 

Para Marianna Fernandes, gerente de marketing e comunicação do Banco CNH Industrial, a expectativa para a Expodireto Cotrijal 2019 é ter um aumento de aproximadamente 10% nas intenções de negócio em relação aos resultados de 2018: “Estamos preparados para oferecer as melhores soluções financeiras para todos os agricultores com relação a financiamentos e a seguros customizados para as necessidades de cada negócio”.

 

Além do Finame Moderfrota, o Banco CNH Industrial oferece outras modalidades de financiamento para máquinas e equipamentos agrícolas. 

 

Foto: Divulgação.

Renault, Nissan e Mitsubishi fortalecem Aliança

São Paulo – Com o propósito de espantar os rumores de ruptura após a prisão de seu idealizador e principal executivo, Carlos Ghosn, a Aliança Renault Nissan Mitsubishi anunciou na terça-feira, 12, a intenção de criar um Conselho Operacional. A ideia é ter um órgão único de supervisão das operações e de governança, substituindo os dois conselhos de administração atual – RNBV e NMBV.

 

Formarão esse Conselho Operacional os CEOs da Nissan, Hiroto Saikawa, da Mitsubishi, Osamu Masuko, e da Renault, Thierry Bolloré, e o presidente do Conselho de Administração da Renault, Jean-Dominique Senard, que também presidirá o órgão.

 

As reuniões serão mensais, em Paris ou Tóquio, onde as principais decisões operacionais deverão ser tomadas. A Aliança afirmou, em nota, que se trata de um “novo começo” – bem no ano em que serão celebrados os 20 anos de sua criação.

 

Foto: Divulgação.

Compras do governo sustentam crescimento de chassis

São Paulo – O crescimento de 80% nos licenciamentos de chassis de ônibus no primeiro bimestre, comparado com os primeiros dois meses de 2018, foi puxado pela entrega de unidades dedicadas ao programa Caminho da Escola e micro-ônibus encomendados por órgãos governamentais.

 

Foram emplacados 3 mil 90 chassis em janeiro e fevereiro, dos quais 809 de ônibus escolares e 840 micro-ônibus – mais da metade do mercado. Em 2018, no mesmo período, esses dois segmentos responderam por 465 dos 1 mil 719 licenciamentos.

 

Segundo Walter Barbosa, diretor de vendas e marketing de ônibus da Mercedes-Benz do Brasil, este cenário não se sustentará até o fim do ano: “As entregas deverão seguir, em ritmo menor, nos próximos meses. Estamos com uma média de 1,5 mil chassis emplacados por mês, volume que deverá ser reduzido gradativamente no decorrer do ano, até chegar a 1,4 mil ou 1,3 mil”.

 

No ano passado o mercado brasileiro de ônibus fechou com 14,5 mil unidades, crescimento de 26,3% sobre 2017. Barbosa espera encerrar este ano com 15,5 mil a 16 mil ônibus comercializados, “um crescimento sustentável”.

 

O segmento de ônibus rodoviários, que puxou o mercado no ano passado, deverá passar por uma acomodação: houve antecipação de compra por causa da legislação que passou a exigir elevadores para deficientes físicos. O executivo acredita em aumento na demanda por urbanos, até porque as grandes cidades promoveram reajustes de tarifas, o que ajuda a incentivar a renovação das frotas.

 

A Mercedes-Benz segue firma na liderança do segmento, com quase 50% de participação – foram 1 mil 481 chassis vendidos no bimestre. A Volkswagen Caminhões e Ônibus ficou na vice-liderança, com 928 unidades.

 

Foto: Divulgação.

M-B mantém frota própria para divulgar tecnologias

São Paulo – Diferente de consumidores de automóveis ou smartphones – ávidos por modelos de última tecnologia que trazem, muitas vezes, recursos sequer utilizados – os operadores de frotas de ônibus optam por compras racionais. Embora nos últimos anos as fabricantes de chassis passassem a oferecer diversas novidades para ampliar a segurança e a redução no consumo do diesel, por exemplo, a curva de aceitação ainda é pequena. É preciso ver para crer.

 

Ciente deste desafio a Mercedes-Benz ampliou a sua frota própria. Sim, a empresa opera em parceria com clientes uma frota própria composta atualmente por 21 ônibus – todos com chassi M-B, naturalmente –, espalhados por diversas regiões do País. Uma equipe acompanha de perto a sua utilização nas rotas definidas pelo operador, para mostrar, na prática, que as tecnologias ajudam a economizar.

 

Apresentada no ano passado a tecnologia Fuel Efficiency garante a operadores de ônibus rodoviários uma redução de 5% até 8% no consumo de combustível, segundo Walter Barbosa, diretor de vendas e marketing de ônibus da empresa. Onze modelos M-B, de diversas configurações, rodam em comodato nas operações do clientes para que eles confiram na ponta do lápis o cumprimento da promessa de economia.

 

“O cliente roda como se o ônibus fosse dele, em contratos que variam de trinta a sessenta dias. A Mercedes-Benz fica responsável pela manutenção e o operador pelo combustível”, contou Barbosa. “Não adianta lançar novas tecnologias sem mostrar, na prática, como elas funcionam.”

 

Além dos onze rodoviários, oito ônibus urbanos e dois de fretamento estão à disposição de operadores. O investimento da companhia nessa iniciativa é de R$ 12 milhões no triênio 2018-2020. Só para clientes de rodoviários deverão ser feitas oitenta experimentações – que, no ano passado, renderam 205 unidades comercializadas a clientes de todos os segmentos.

 

Novidade na linha. Atendendo a pedidos de clientes a Mercedes-Benz começou a oferecer o pacote com freios EBS e controle de estabilidade ESP no chassi O 500 rodoviário com freio a tambor. Antes poderiam ser incorporadas apenas a modelos com freios a disco.

 

“Dependendo da rota e da região o cliente prefere operar com o freio a tambor. E esse cliente passou a pedir mais tecnologias no chassi. Começamos com o EBS e o ESP, mas, em breve, teremos mais novidades para os modelos com freio a tambor.”

 

Fábrica. Após ficar parada durante toda a segunda-feira, 11, em decorrência das fortes chuvas que castigaram a região, a fábrica de São Bernardo do Campo retomou a produção normal na terça-feira, 12. A companhia não estimou quantos caminhões e chassis deixaram de ser produzidos com a paralisação.

 

Foto: Divulgação.

Metalúrgicos seguem na luta por Taboão

São Paulo – Após ouvir da diretoria global da Ford, em Dearborn, MI, que não aplicará nem 1 centavo a mais na fábrica do Taboão, em São Bernardo do Campo, SP, os dirigentes do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC decidiram centralizar seus esforços na manutenção dos empregos da unidade, que o governo do Estado de São Paulo colocou à venda.

 

Os metalúrgicos receberam a confirmação de que a Ford recebeu três propostas e agora negocia com os grupos interessados. Segundo o presidente Wagner Santana, o Wagnão, “não importa se seja [investidor] brasileiro ou internacional, importa que se comprometa com os empregos”.

 

A diretoria da companhia não revelou quem são os interessados.

 

Os argumentos apresentados por Wagnão, por José Quixabeira de Anchieta, o Paraíba, coordenador do comitê sindical na Ford, e por Rafael Marques, ex-presidente do sindicato e funcionário da fábrica do Taboão, durante a reunião com a diretoria local ajudam a convencer os potenciais compradores. Um desses argumentos é a versatilidade da mão-de-obra, especializada tanto na montagem de automóveis quanto de caminhões – a fábrica produziu, nos últimos anos, Fiesta, a linha Cargo e a Série F.

 

Para Marques, a direção da Ford cometeu erros estratégicos na América do Sul: “A direção local não fez a leitura correta do mercado brasileiro e argentino ao definir o tipo de projeto a ser produzido no Brasil. Caminhões sempre foram uma força da Ford no Brasil. Não conseguimos entender a decisão de abandonar esse produto, esse mercado e esses trabalhadores”.

 

Os metalúrgicos querem, agora, participar ativamente das discussões com os potenciais interessados em adquirir a fábrica. A luta, segundo Wagnão, é pela manutenção dos empregos da unidade: “O patrão desistiu, mas nós não desistimos. Não permitiremos que um acordo de compra e venda da Ford seja feito sem que inclua a garantia de que estes trabalhadores continuarão aqui”.

 

As informações foram repassadas aos demais trabalhadores do Taboão na manhã de terça-feira, 12, em assembleia na porta da fábrica. Uma nova assembleia foi agendada para a quinta-feira, 14, no mesmo local – até lá, os metalúrgicos manterão a paralisação iniciada em 19 de fevereiro.

 

Foto: Adonis Guerra/SMABC

Cummins entrega vans elétricas nos Estados Unidos

São Paulo – A Cummins começou a entregar oito veículos elétricos para o Serviço Postal dos Estados Unidos, o USPS, que serão usados em Fresno e Stockton, CA. As vans da Cummins começarão a operar até o fim do mês, com autonomia de 136 quilômetros.

 

Os veículos fazem parte de programa piloto obtido por meio de concessão do California Air Resources Board para o Distrito de Controle de Poluição do Ar de San Joaquin Valley, que é administrado pela Calstart.