Vendas da VW crescem mais de 38% em jan-abr

As dez montadoras que mais vendem automóveis e comerciais leves no Brasil apresentaram crescimento nas vendas no quadrimestre, de acordo com os dados de licenciamentos divulgados pela Anfavea na segunda-feira, 7. Segunda colocada do ranking, a Volkswagen surpreendeu: 107 mil 804 automóveis e comerciais leves emplacados de janeiro a abril, alta de 38,9% na comparação com o mesmo período do ano passado. Com isso, a marca superou a Fiat e assumiu a vice-liderança.

 

O crescimento da VW mostra que Polo e Virtus, os dois modelos com alto volume de vendas mais novos da companhia, caíram no gosto do brasileiro. O primeiro foi o quarto modelo mais vendido nos primeiros quatro meses do ano, com 23 mil 518 unidades emplacadas, enquanto o sedã Virtus, lançado em janeiro, registrou 8 mil 462 licenciamentos.

 

A General Motors segue na liderança do mercado brasileiro, com alta de 15,8% nas vendas do quadrimestre e 125 mil 804 unidades emplacadas. O carro-chefe da empresa continua sendo o Onix, o mais vendido no Brasil, mas o Prisma também tem sua colaboração, pois é o quinto carro mais vendido no País, com 23 mil 17 unidades comercializadas.

 

A Fiat, mesmo caindo da segunda para a terceira posição do ranking, aumentou suas vendas em 13,8%, com 92 mil 246 emplacamentos no período. O recém-lançado Argo foi o modelo mais vendido da empresa, 17 mil 818 unidades, ficando com a nona colocação do ranking dos mais vendidos no Brasil, de acordo com os dados da Fenabrave. O Cronos, também recém lançado, aparece na 38º posição, com 5 mil 38 unidades comercializadas.

 

A Ford, dona da quarta colocação do ranking, vendeu 69 mil 728 unidades de janeiro a abril, alta de 22,4% com relação ao mesmo período do ano passado. O Ka foi o modelo mais vendido da empresa, sendo o terceiro do ranking geral, 32 mil 790 emplacamentos — quase metade das vendas da marca.

 

A Hyundai aparece na quinta colocação, com 64 mil 177 unidades vendidas, alta de 10,9% na mesma base de comparação. O HB20, segundo modelo mais vendido no Brasil, é o carro-chefe da empresa com 33 mil 618 unidades vendidas nos primeiros quatro meses do ano.

 

A Toyota ficou com a sexta posição depois de vender 60 mil 814 automóveis e comerciais leves, alta de 10,3% com relação ao primeiro quadrimestre do ano passado, com o Corolla sendo o modelo mais vendido da marca japonesa e o oitavo no Brasil, 19 mil 413 unidades.

 

A sétima posição ficou com a Renault, que apresentou o segundo maior crescimento de vendas no período dentre as dez mais vendidas no mercado brasileiro, 38,6% e 59 mil 797 emplacamentos. A alta foi impulsionada pelo Kwid, novo modelo de entrada, que foi o carro mais vendido da marca e o sétimo do mercado local, com 20 mil 303 unidades comercializadas.

 

A oitava posição ficou com a Honda que vendeu 44 mil 694 automóveis e aumentou suas vendas em 9,1%, na mesma base de comparação das outras empresas, sendo o HR-V seu carro mais vendido no Brasil, com 16 mil 354 emplacamentos e a 12ª posição do ranking geral dos modelos mais vendidos.

 

A Nissan aparece em nono lugar com o terceiro maior crescimento de vendas, 37,2% e 32 mil 81 unidades comercializadas. O modelo mais vendido foi o Kicks, com 16 mil 20 emplacamentos e a 13ª colocação no ranking dos 50 mais vendidos.

 

A Jeep fecha o ranking das dez montadoras que mais venderam no período, com alta de 19% e 31 mil 36 unidades emplacadas. O modelo mais vendido foi o Compass, que aparece na 11ª colocação do ranking da Fenabrave, com 17 mil 584 unidades vendidas, ficando com o título de utilitário esportivo mais vendido no mercado brasileiro no primeiro quadrimestre do ano.

 

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Retomada a produção da Renault em São José dos Pinhais

Foi encerrada na segunda-feira, 7, a greve que paralisou a produção da Renault, em São José dos Pinhais, PR, por cinco dias. A proposta de PLR, a Participação de Lucros e Receitas, da empresa foi aprovada pelos funcionários em assembleia. A produção foi retomada a partir do terceiro turno.

 

Afora a PLR de 2018, acordada em R$ 25,5 mil, com parte do pagamento previsto ainda para este mês, foi aprovado também o valor da PLR do ano que vem, R$ 26,5 mil. Houve também aumento no vale-mercado e reajuste salarial, segundo o sindicato dos metalúrgicos local.

 

A unidade instalada no Paraná, segundo o sindicato, tem 6 mil funcionários e produz uma média diária de 1 mil 150 veículos. A empresa produz os modelos Duster, Kwid, Logan, Oroch e Sandero.

 

Acordo similar foi aprovado pelos funcionários da Volvo em Curitiba, PR, com a proposta de pagamento de PLR apresentada pela empresa na sexta-feira, 4, sendo aceita na segunda-feira, 7. A proposta diz respeito ao pagamento de R$ 9,5 mil em maio e tem um potencial de chegar em R$ 20 mil 794 até dezembro.

 

A Volvo emprega 4 mil funcionários no Paraná.

 

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Venda de caminhões retoma nível de 2015

O mercado de caminhões manteve o ritmo de crescimento visto no primeiro trimestre e chega a abril com alta nas vendas internas. Segundo balanço da Anfavea, divulgado na segunda-feira, 7, foram vendidos no acumulado do ano 20 mil 697 unidades, 57,6% a mais do que em idêntico período do ano passado. Os pesados puxaram as vendas e representaram, no total do período, fatia de 45% dos licenciamentos.

 

Ainda que 2017 seja considerada uma base de comparação baixa, as empresas fabricantes seguem confiantes de que o desempenho represente, de fato, a retomada. De acordo com Luiz Carlos Gomes de Moraes, vice-presidente da Anfavea, o desafio a ser enfrentado pela indústria no ano “é manter a perspectiva de crescimento frente a alguns obstáculos que virão”:

 

“O crédito bancário ainda está restrito e inibe a renovação de frota. E o reajuste do diesel também é algo que preocupa o setor”.

 

A Anfavea projetou para o ano crescimento de 24,7% nas vendas de veículos pesados frente a 2017. Há empresas, mais otimistas, que já sinalizaram alta um pouco maior, 30%, cenário que acreditam ser possível por eventuais compras feitas em função da demanda por transportes de grãos e de minérios.

 

As vendas de caminhões pesados chegaram a 9 mil 298 unidades, 98,7% a mais do que o volume vendido no mesmo quadrimestre do ano passado. A Mercedes-Benz foi a fabricante que registrou o maior volume vendido, 2 mil 780 unidades, mais do que o dobro daquilo que foi vendido em igual quadrimestre de 2017, 1 mil 192.

 

Assim como ocorreu no ano passado a concorrência permanece acirrada no segmento de pesados. Depois da Mercedes-Benz a empresa que mais vendeu no quadrimestre foi a Volvo, com 2 mil 429 unidades, 92,6% a mais. Na sequência as perseguem a Scania, com 2 mil 245 unidades, crescimento de 88,3%.

 

Nos semipesados, até abril, foram vendidas 4 mil 627 unidades, crescimento de 38,4% em mercado liderado pela MAN Latin America. Nos caminhões leves foram 3 mil 743 unidades emplacadas e crescimento de 22,6% ante o mesmo quadrimestre do ano passado. Neste nicho a MAN também foi a empresa que registrou maior volume de vendas frente à concorrência, influência direta do desempenho comercial da nova família Delivery.

 

Antônio Megale, presidente da Anfavea, disse que a capacidade ociosa do setor ainda é alta apesar do aumento das vendas frente o ano passado, coisa de 70%: “A produção ainda é dependente da demanda das exportações, nas quais a indústria está indo muito bem. Mas há mais espaço para ocupar nas fábricas e, nesse sentido, a produção do setor de caminhões ainda puxa a produção de toda a indústria para baixo”.

 

Até abril saíram das linhas instaladas no País 33 mil 529 caminhões, volume que representou crescimento de 54,9% ante o mesmo período de 2017. Cenário similar vivem as vendas de ônibus: de janeiro a abril foram fabricadas 10 mil 186 unidades, alta de 81,7%.

 

Foram exportadas, no primeiro quadrimestre do ano, 10 mil 67 unidades de caminhões, 21% a mais do que no janeiro-abril de 2017. Os embarques de ônibus foram 3 mil 236 unidades no mesmo período, o que significou crescimento de 47,6%.

 

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Vendas M-Benz crescem 6,2% no quadrimestre

As vendas globais da Mercedes-Benz no primeiro quadrimestre chegaram a 786 mil 862 unidades, alta de 6,2% na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com comunicado divulgado pela empresa na quinta-feira, 3.

 

Em abril as vendas foram de 192 mil 558 unidades, sendo o novo recorde mensal da companhia, em alta de 6,6% com relação ao mesmo mês do ano passado. Segundo a Mercedes-Benz foi sua a liderança de vendas de veículos premium em abril em países como Brasil, México, Estados Unidos, Austrália, Coréia do Sul, Suécia, Espanha e Alemanha.  

 

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BMW e Senai investem em centro tecnológico

O Grupo BMW e o Sena de São Paulo anunciaram investimento de R$ 3 milhões para a construção de um Centro Técnico de Treinamento em São Paulo. O convênio foi assinado na segunda-feira, 7.

 

As instalações ocuparão cerca de 800 metros quadrados no terreno da escola do Senai no bairro do Ipiranga, em São Paulo. Lá os colaboradores da BMW, Mini, BMW Motorrad e de sua rede de concessionários, além dos estudantes e funcionários do Senai, receberão treinamento para capacitação técnica em novas tecnologias e produtos e serviços das marcas, incluindo veículos eletrificados, híbridos e elétricos.

 

O investimento será conjunto da montadora com a entidade e a ideia é a de que as atividades comecem ainda em 2018.

Abril foi o melhor mês da Volvo Cars no Brasil

A Volvo Cars vendeu 536 unidades em abril, que se tornou o melhor mês na sua história no Brasil. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando foram emplacadas 259 unidades, houve alta de 106,9%, de acordo com informações apuradas pela Agência AutoData na segunda-feira, 7.

 

A expansão das vendas foi puxada pela nova geração do XC60 e do XC90. O primeiro, um SUV médio, vendeu 269 unidades no mês passado, alta de aproximadamente 15%, com relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com dados da Fenabrave. O segundo, um SUV grande, não teve seu número de vendas divulgado mas a Volvo afirmou que houve crescimento na mesma base de comparação.

 

A Volvo Cars informou que o melhor mês de sua história no Brasil ainda não é reflexo das vendas do XC40, SUV pequeno, que será o carro de volume da empresa, pois das 536 unidades vendidas em abril o porcentual do novo modelo ainda é marginal.

 

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Exportações: abril foi o segundo melhor mês da história.

Abril foi o segundo melhor mês na história das exportações brasileiras de veículos, de acordo com os dados divulgados pela Anfavea na segunda-feira, 7. Foram exportados 73 mil 152 veículos, uma expansão de 19,5% na comparação com igual período do ano passado, e, diante de março, o crescimento foi de 8,4%.

 

No acumulado foram 253 mil 359 embarques, contra 235 mil 646 unidades no mesmo período do ano passado, crescimento de 7,5%. Segundo o presidente Antônio Megale a alta no quadrimestre foi relevante: “O volume de exportações no período superou em muito a média de embarques do quadrimestre dos últimos dez anos, 153 mil veículos”.

 

Apesar dos resultados positivos, o setor ligou o sinal de alerta por causa da alta do dólar e da taxa de juros na Argentina, principal parceiro comercial do Brasil no setor automotivo: “Estamos preocupados e analisando com cautela a situação, pois o câmbio volátil e os juros maiores na Argentina podem afetar as exportações brasileiras. Mas, até agora, não houve nenhuma mudança no planejamento das empresas”.

 

Com relação aos principais destinos dos veículos nacionais à Argentina correspondeu 75% do volume exportado, com o México em segundo, 7%, Chile, 5%, Uruguai, 4%, e Colômbia, 3%.

 

Caso Flex – O acordo de comércio de veículos Brasil-Argentina previa que, a cada US$ 1,50 que fosse exportado pelo Brasil, US$ 1 fosse importado. Com a crise dos últimos anos no mercado brasileiro e a retomada das vendas na Argentina essa correlação ficou desbalanceada, chegando em US$ 2 exportados para cada US$ 1 importado, gerando desconforto. Diante dessa situação, Megale afirmou que é necessário defender acordos com prazos maiores para que uma possível crise em um dos países não afete os números de exportação e importação.

 

De acordo com ele o ideal seria o livre comércio envolvendo os dois países, para que questões como essa não gerassem problemas para indústria. O executivo também acredita na unificação dos mercados no futuro, assunto que já foi discutido em Seminário AutoData, para que um veículo produzido no Brasil ou na Argentina possa ser vendido em ambos os países sem precisar de mudanças ou adaptações.

 

Foto: Ivan Bueno/APPA.

Vendas superaram 10 mil unidades diárias em abril

A média de vendas de veículos em abril atendeu às expectativas da indústria, que projetou, em março, resultado acima das 10 mil unidades diárias. Segundo balanço da Anfavea, divulgado na segunda-feira, 7, o varejo vendeu 217,3 mil unidades no mês passado, o que, levando em consideração os 21 dias úteis no período, resultou em 10,3 mil unidades/dia.

 

O volume de veículos vendidos correspondeu à alta de 38,5% na comparação com o resultado de abril do ano passado, quando as concessionárias entregaram 156,9 mil veículos. Na comparação com março as vendas de abril foram 4,8% maiores. O resultado para abril nas vendas foi o melhor registrado pelo setor desde abril de 2015, quando foram vendidos 219,4 mil unidades.

 

No acumulado do ano o volume vendido chegou a 762,8 mil unidades, 21,3% a mais do que as vendas efetuadas de janeiro a abril do ano passado. O desempenho positivo, puxado sobretudo pela chegada de novos modelos ao mercado, campanhas de vendas e pela manutenção do quadro econômico – baixa taxa de juros e inflação controlada – deve apresentar ritmo mais lento no segundo semestre, segundo Antônio Megale, presidente da Anfavea:

 

“Até por causa disso decidimos ainda não revisar as nossas projeções para o ano. Mesmo que os números possam mostrar um cenário em evolução, fatores como as eleições devem diminuir o ritmo das vendas no segundo semestre. Historicamente, no anos em que acontecem eventos desse tipo, os volumes caem”.

 

Por motorização os veículos com potência compreendida de 1 mil e 2 mil cm3 de cilindrada foram a maioria até abril nos licenciamentos, 401 mil 969 unidades, 18% a mais. Os veículos dotados de motor de 1 mil cm3 de cilindrada foram 218 mil 195 unidades, ou 34,9% dos emplacamentos de automóveis. Acima de 2 mil  cm3 de cilindrada foram 10 mil 44 unidades, 2,4% a mais.

 

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Anfavea revisará para cima projeções para máquinas

O vice-presidente da Anfavea, Alfredo Miguel Neto, afirmou que a entidade revisará as projeções de vendas internas do segmento de máquinas agrícolas e rodoviárias. Segundo ele a meta deverá no mínimo dobrar – em janeiro a estimativa divulgada foi de 3,7%, para 46 mil unidades.

 

“A confiança do setor agrícola demonstra que o produtor tem vontade de investir e segurança para isto. O preço que se paga pela soja é premium, o milho e o algodão também estão com ótimo preço. Vendo o resultado da Agrishow, e a depender do anúncio do Plano Safra, que pode acontecer a qualquer momento, recuperaremos esses dois períodos e faremos uma nova projeção.”

 

Em abril as vendas do segmento registraram crescimento de 26,4%, somando 4 mil 142 unidades — contra 3 mil 278 unidades em igual mês do ano passado. Os dados foram divulgados na segunda-feira, 7, em entrevista coletiva à imprensa.

 

Apesar da alta, no acumulado do ano o resultado ainda é de queda devido ao começo de ano não muito animador: – 7,2% com relação ao mesmo período de 2017. Este ano, de janeiro a abril, foram comercializadas 11 mil 667 máquinas contra 12 mil 576 em idêntico período do ano passado.

 

Produção e exportação – A produção de máquinas agrícolas, em abril, foi de 5 mil 97 unidades, queda de 5,1% diante do resultado de março. Na comparação com o mesmo mês do ano passado houve alta de 1,9%. No acumulado do ano foram produzidas 17 mil 97 máquinas, alta de 1,3% sobre o primeiro quadrimestre do ano passado, quando foram produzidas 16 mil 884.

 

As exportações somaram 3 mil 988 máquinas no acumulado do ano, contra 3 mil 158 no mesmo quadrimestre do ano passado, alta de 26,3%. Em abril foram embarcadas 1 mil 104 unidades contra 957 no mesmo mês do ano passado, alta de 15,4% . Com relação a março houve queda de 6,1%, 1 mil 176 unidades.

 

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Produção acumulada cresce 20%

O setor automotivo segue no caminho da retomada do crescimento: no primeiro quadrimestre do ano a produção chegou a 965 mil 865 unidades, alta de 20,7% na comparação com igual período do ano passado, de acordo com os dados divulgadas pela Anfavea na segunda-feira, 7.

 

Para o presidente Antônio Megale o crescimento no acumulado “foi muito bom” e, seguindo esse ritmo, deverá atingir a projeção de expansão de 13,2% que é esperada pela entidade até dezembro.

 

Em abril a produção somou 266 mil 111 veículos, alta de 40,4% com relação ao mesmo período do ano passado: “É o décimo-oitavo mês em que a produção registra crescimento na comparação com o mesmo mês do ano anterior”, recordou Megale.

 

Na comparação março-abril a produção mostrou-se estável, com leve redução de 0,5%.

 

A geração de empregos cresceu 4,1% na comparação com igual período do ano passado — e manteve estabilidade, com aumento de 0,4%, na comparação com o mês anterior: “A retomada dos empregos está acontecendo a conta-gotas, mas é o começo. Mais uma observação: apenas três das nossas associadas ainda estão com funcionários em layoff e PPE”.

 

Mesmo diante desse crescimento lento o presidente da Anfavea se mostrou confiante com relação ao crescimento do número de postos de trabalho nos próximos meses: “Algumas associadas abriram mais um turno de produção e, com isso, acredito que deverão contratar nos próximos meses”.

 

Ele também considerou estáveis o número dos estoques em 30 de abril: 330 mil unidades, para 32 dias.

 

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