Situação das autopeças na Venezuela é “crítica”

A situação da indústria de autopeças na Venezuela é crítica, afirmou o presidente executivo da Favempa, Câmara de Fabricantes Venezuelanos de Produtos Automotivos, Omar Bautista, em entrevista ao Notícias Televen. De acordo com ele a atividade industrial do parque de autopeças diminuiu 37% no primeiro bimestre deste ano com relação ao mesmo período de 2017 e 88% quando comparada a 2007.

 

Ele garantiu que a atividade de montagem de veículos caiu 99% e que o mercado doméstico de peças de reposição também diminuiu “de forma preocupante”: “As pessoas dão prioridade à compra de alimentos e remédios”.

 

Além da perda substancial do poder de compra dos cidadãos Bautista se referiu “à aguda falta de matéria-prima nacional e estrangeira, pois o regime não concede divisas para satisfazer compras no Exterior”.

 

Mais: afirmou que a Sidor, Siderúrgica del Orinoco, entregou no ano passado apenas 4% das necessidades dos fabricantes de peças de aço. E que a indústria automotiva perdeu mais de 60% de seu capital humano com relação à folha de pagamento de há dez anos.

 

De acordo com Bautista o setor de autopeças, na Venezuela, trabalha com 80% de capacidade ociosa.

 

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JCB estuda novos investimentos aqui

A JCB, empresa britânica que atua no segmento de máquinas agrícolas e de construção, com mais de vinte modelos disponíveis no Brasil, já estuda novo ciclo de investimento para novas linhas de montagem, novos produtos e aumento da capacidade produtiva. José Luiz, presidente da JCB América Latina, afirmou que novas inversões virão em até cinco anos após o encerramento de ciclo de US$ 50 milhões, de 2015 a 2018, destinado a melhorias na distribuição da rede, aumento de produtividade e novos produtos.

 

“No total já investimos US$ 450 milhões no País desde quando inauguramos a fábrica, em 2012.”

 

Junto com o investimento futuro a empresa pretende nacionalizar novos produtos, tanto para o segmento agrícola como para o de construção, para aumentar sua gama e, com isso, ganhar espaço no mercado.

 

Luiz espera que o segmento de máquinas de construção cresça de 5% a 10% na América Latina este ano, pois é muito amarrado ao PIB, que tem previsão de alta na região. A JCB quer que suas vendas aumentem 20% no mesmo período.

 

Produtividade atual e exportações – A fábrica da JCB instalada em Sorocaba, SP, tem projeção de produção de aproximadamente 2 mil unidades este ano, mas sua capacidade máxima é de 10 mil máquinas/ano: “Estamos longe da capacidade máxima, infelizmente, com apenas um turno de trabalho. Mas seria possível operar em até três turnos”.

 

A unidade brasileira produz vinte dos trezentos modelos que a JCB tem em seu portfólio, separados em quatro linhas de produção. No total são 350 funcionários, no Brasil, ligados à empresa.

 

Com relação às exportações Luiz disse que metade da sua produção será embarcada para países da América Latina, com os principais destinos sendo Argentina, Chile, Panamá e Colômbia.

 

Política – Na opinião de José Luiz o processo eleitoral deste ano será menos conturbado do que o de 2014 e terá mais estabilidade — mas o número de negócios do segmento deve cair, como já aconteceu em outros anos de eleições, pois a indústria e os empresários esperam o resultado para saber qual o futuro do País.

 

Ele espera que as políticas de financiamento para fomentar a indústria ganhem força, para tornar viável o desenvolvimento da infraestrutura nacional, como a construção de estradas, portos, aeroportos e saneamento.

 

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Austrália: veículos com mais de 15 anos fora de circulação

Moção apresentada por autoridades australianas ligadas ao tráfego de veículos e à segurança veicular solicitou a retirada das vias públicas de todos os veículos com mais de quinze anos de produção. A informações são do jornal matutino The Herald of Sydney e foram divulgadas na quarta-feira, 21, pelo Flash de Motor, da Venezuela.

 

Relatório elaborado pela agência de segurança Ancap afirma que os veículos produzidos antes de 2002 “devem ser eliminados por falta de dispositivos de segurança de circulação normal, como airbags, sistemas de controle de tração, controles de estabilidade e de outros dispositivos de segurança ativa e passiva, cuja falta os tornam propensos a acidentes”.

 

O relatório revelou que os dados sobre acidentes rodoviários registrados na Austrália e na Australásia durante os anos de 2014 a 2016 “revelaram que os veículos com 15 ou mais anos de idade, em média, se envolviam quatro vezes mais em acidentes do que os veículos mais novos”.

 

De acordo com o relatório “a idade média da frota de veículos na Austrália e na Australásia é de 9,8 anos, nos três períodos avaliados” e acrescentou que “a idade média dos utilitários esportivos aumentou no mesmo período em 12,5% para 13,1 anos”.

 

Mais: “31% da frota de veículos atual são representados por veículos com cinco anos de idade ou menos, ou apenas 12% do total de sinistros”. Os veículos com mais de 15 anos representam a quinta parte da frota automotiva australiana “mas causam 36% dos acidentes que registram vítimas fatais”.

 

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Para FGV economia cresceu 0,9% de nov a jan

A economia brasileira cresceu 0,9% no trimestre finalizado em janeiro na comparação com o trimestre anterior, encerrado em outubro de 2017. A informação foi divulgada na quarta-feira, 21, pelo Monitor do PIB, a soma de todas as riquezas produzidas no País, da FGV, que busca antecipar o desempenho do PIB divulgado trimestralmente pelo IBGE.

 

Na comparação com o trimestre encerrado em janeiro de 2017 o PIB avançou 2,2%. O destaque foi o crescimento das atividades de agropecuária, com alta de 8,2%, transformação, 6,1%, comércio, 4,6%, e transporte, 2,9%. O crescimento da agropecuária foi influenciado pela alta de 26% da pecuária. A agricultura, por sua vez, teve queda de 1,9%, conforme informações da Agência Brasil.

 

Ainda na comparação com o trimestre encerrado em janeiro do ano passado pela ótica da demanda o consumo das famílias aumentou 2,7% e a formação bruta de capital fixo, investimentos, avançou 4,4%. A taxa de investimento sobre o PIB ficou em 17,7%.

 

No comércio exterior as exportações cresceram 1,9% mas as importações tiveram alta ainda maior, 7,6%.

 

No acumulado de doze meses o PIB teve alta de 1,2%. Considerando-se apenas janeiro houve queda de 0,3% na comparação com dezembro de 2017.

Confiança da indústria na economia segue estável

O empresário brasileiro manteve, em março, a confiança na economia e nos negócios mostra o Icei, Índice de Confiança do Empresário Industrial, divulgado na quarta-feira, 21, pela CNI. O indicador permaneceu estável na comparação com o mês anterior, com a variação de 58,8 para 59 pontos, de acordo com informações da Agência Brasil. Essa foi a mesma pontuação observada em janeiro, mês em que a confiança chegou ao maior patamar em quase sete anos.

 

Os indicadores da pesquisa variam de zero a 100 pontos, e quando o Icei está acima de 50 pontos mostra que os empresários estão confiantes. O indicador de março é 5 pontos superior ao registrado no mesmo período de 2017 e 4,8 pontos superior à média histórica de 54,2 pontos.

 

Segundo a CNI, assim como no mês anterior, a confiança é maior em grandes empresas, índice que se manteve em 60,4 pontos. Nas empresas de pequeno porte houve crescimento de 0,7 ponto, tendo o índice passado de 55,9 para 56,6 pontos. As médias empresas apresentaram crescimento, de 0,1 ponto, alcançando 58,4 pontos.

 

A pesquisa foi realizada de  1º a 13 de março com 2 mil 824 empresas, sendo 1 mil 112 de pequeno porte, 1 mil 170 médias e 642 grandes.

 

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Pessoal do aço quer Brasil fora da sobretaxa

O presidente da República recebeu na terça-feira, 20, representantes da indústria do aço que pediram sua interferência visando à exclusão do Brasil do rol de países atingidos pela sobretaxa estadunidense imposta à importação de aço e alumínio. A tarifa entrará em vigor na sexta-feira, 23. As informações são da Agência Brasil.

 

Alexandre Lyra, presidente do Instituto do Aço, disse que o governo atenderá ao pedido — embora sem determinar quando fará isso: “O presidente se comprometeu a entrar em contato com o presidente dos Estados Unidos com a nossa argumentação. Essa argumentação foi consolidada pela Embaixada brasileira em Washington. O presidente já tem o conteúdo para essa conversa”.

 

Segundo o representante do instituto a argumentação fornecida deve ser usada para convencer os Estados Unidos a incluir o Brasil na lista de países isentos da nova tarifa. Canadá e México já fazem parte dessa lista. De acordo com Lyra o Brasil não compete com a indústria siderúrgica estadunidense, uma vez que o aço que sai daqui é reprocessado lá.

 

“Apesar de o Brasil ser o segundo maior exportador de aço para os Estados Unidos 80% do que a gente exporta são reprocessados lá. Não roubamos emprego do metalúrgico nativo pois fazemos parte da cadeia de fornecimento.”

 

Ele contou ainda que o Brasil importa carvão mineral dos Estados Unidos, uma matéria-prima para fabricação do aço: “O maior mercado de carvão mineral dos Estados Unidos é o Brasil. Existe essa complementariedade. Exportamos US$ 2,4 bilhões de aço e importamos US$ 1 bilhão de carvão mineral”.

 

Lyra afirmou que alertou ao presidente brasileiro sobre o risco que a indústria brasileira sofre com a medida. Independente de o pleito brasileiro ser atendido ou não outros países incluídos na tarifa anunciada ofertartarão o produto: “O Brasil é um alvo fácil porque é uma grande economia que está em processo de recuperação. Se o mecanismo de defesa comercial daqui não for efetivo o aço que não for vendido para os Estados Unidos virá para cá. Aí essa retomada que estamos tendo na siderurgia receberá forte impacto”.

 

Se o contato dos presidentes não for o bastante o Brasil poderá entrar com uma representação na OMC, Organização Mundial de Comércio, como o próprio presidente adiantou na semana passada.

 

“Se não houver uma solução, amigável, muito rápida, formularemos representação à Organização Mundial do Comércio, mas não unilateralmente, não apenas o Brasil, mas com todos os países que tiveram prejuízo em função dessa medida tomada. Naturalmente, essa conjugação coletiva dos países dará mais força a essa representação.”

 

OFENSIVA – A Câmara dos Deputados avalia a possibilidade de promover encontros de representantes dos trabalhadores e empresários brasileiros com autoridades estadunidenses na tentativa de reverter o aumento das tarifas de importação de aço impostas no início do mês pelos Estados Unidos. O objetivo é influenciar a decisão dos congressistas que devem apreciar a medida adotada. Diz-se que representantes dos trabalhadores e de empresas brasileiras ligadas ao aço pretendem viajar aos Estados Unidos para manter contato com o presidente do Congresso dos Estados Unidos sobre o assunto.

 

O setor conta atualmente com 140 mil trabalhadores diretos e cerca de 1 milhão de indiretos. 

 

Caso a audiência dos presidentes seja agendada a ideia é a de que delegação composta por deputados, sindicalistas e empresários siga para Washington nas próximas semanas.

 

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Parceria PSA-Habib chega ao fim. Foco agora é a JAC.

O Grupo SHC deixará de vender veículos da PSA no País. A informação foi confirmada pela fabricante na segunda-feira, 20. Foi rompido o acordo em que montadora permitia à companhia de Sergio Habib comercializar seus veículos aqui, operação comercial que durou vinte e oito anos.

 

Doze lojas Citroën e duas Peugeot serão incorporadas à rede da JAC Motors, empreendimento controlado pela empresa de Habib que passa por um plano de expansão surgido no rastro do anúncio da instalação de linhas de montagem em Itumbiara, GO, onde serão fabricados veículos da marca chinesa.

 

A PSA informou, por meio de comunicado, que há em curso processo de encerramento das operações comerciais e que a companhia analisa no momento as praças onde o Grupo SHC atuava vendendo os veículos da empresa. Disse, ainda, que não há intenção de reduzir o tamanho da rede após o rompimento, levando em consideração “a recuperação do mercado brasileiro”.

 

Fontes consultadas por AutoData disseram que a empressa de Habib decidiu sair do negócio por causa do tíquete médio baixo apresentado nas vendas dos veículos Citroën nos últimos anos e o desempenho negativo das vendas no País. Com este cenário, o empresário teria desviado seu holofote aos negócios envolvendo a JAC.

 

As vendas de automóveis da Citröen vem caindo desde 2012. Segundo dados da Anfavea, naquele ano foram vendidos 72 mil 474 carros no País, volume que ano passado bateu as 22 mil 23 unidades. Diante deste cenário, Habib escolheu abrir mão de um negócio em queda para se concentrar na aposta chinesa.

 

Em 2016, a fatia das vendas da marca nos números da PSA se tornou menor que a da Peugeot – manter a Citroën à frente da irmã, em termos de vendas, era um dos orgulhos da SHC, que alegava então ser o único mercado no mundo onde isso acontecia.

 

Em dezembro, AutoData antecipou anuncio da montadora de instalação de fábrica em Goiás, um investimento de R$ 120 milhões.

 

A execução do empreendimento atualmente ganha corpo nos meandros do governo do Estado, onde se encontram em fases finais o processo de elaboração das plantas técnicas, a liberação de licenças ambientais e a estipulação das isenções fiscais que serão concecidas, informou a Secretaria de Desenvolvimento do Estado.

 

A parceria costurada por SHC e Citroën começou em 1990, durante a abertura econômica pela qual passava o País. Habib se tornou importador oficial dos veículos da empresa, à época. Em 1998, a PSA decidiu instalar fábrica aqui e, então, o empresário atuou como presidente da empresa no País, cargo que ocupou até 2008.

 

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Receita da Randon tem alta em fevereiro

A fabricante de implementos rodoviários Randon registrou uma receita líquida consolidada de R$ 281,1 milhões em fevereiro, cifra 59,4% superior ao apurado em igual período em 2017. Os dados foram divulgados em balanço na terça-feira, 20.

 

No acumulado nos dois primeiros meses do ano, o valor chega a R$ 556,7 milhões, o que representa aumento de 66,5% na comparação com o bimestre do ano passado.

 

Já a fabricante de lonas e pastilhas de freio Fras-Le, empresa integrante do grupo Randon, registrou receita líquida de R$ 68,6 milhões em fevereiro, uma alta de 17,2% na mesma base de comparação. Em 2018, a receita líquida já soma R$ 148,4 milhões, um avanço de 33,3%.

 

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Peugeot lança 5008 e completa gama de SUVs

Mais do que o simples lançamento de um novo modelo no mercado brasileiro, a apresentação do novo Peugeot 5008 realizada na segunda-feira, 19, em Porto Feliz, interior de São Paulo, mostra que a montadora francesa segue firme com sua estratégia iniciada no final do ano retrasado de firmar-se como marca premium generalista e de ampliar sua oferta de SUVs no Brasil.

 

“Temos agora três modelos neste mercado no Brasil, um deles, o 2008, que é fabricado na planta brasileira de Porto Real, RJ, para atender aos segmentos mais de entrada e outros dois, importados da França, que se destinam aos consumidores mais exigentes e interessados em usufruir de um maior contato com tecnologias avançadas ”, explicou Ana Thereza Borsari que, desde o mês passado é a responsável pela áreas comerciais no Brasil tanto da Peugeot como da Citroen, que são as duas marcas que compõem o grupo PSA no País.

 

Segundo ela, esta estratégia já está trazendo um resultado interessante para a marca Peugeot e um bom exemplo disto reflete-se no fato de que o 3008, modelo que começou a ser comercializado no final do primeiro semestre do ano passado, está com fila de espera de aproximadamente três meses no Brasil. “Para se ter uma ideia, ainda não conseguimos dimensionar o real potencial do carro no mercado”, explica, com orgulho, a executiva.

 

O 5008 é, na verdade, o irmão maior do já conhecido 3008. Os dois carros são importados da França e compartilham a mesma plataforma. A grande diferença é que o novo modelo que está chegando agora ao mercado é 20 centímetros mais longo e, com isto, ganhou espaço para até sete lugares.

 

Até a chamada coluna B, os dois carros são muito parecidos. As coisas começam a mudar a partir das portas traseiras, que são maiores e que, além dos três bancos intermediários, também permitem acesso à terceira fileira que tem outros dois assentos.

 

A traseira do 5008 também é diferente e tem aspecto mais próximo de uma minivan, com a porta traseira quase reta. A capacidade de 780 litros do porta-malas é um dos grandes destaques do novo modelo e, se retirados os dois bancos da terceira fila, o veículo ganha espaço para mais 60 litros de carga. 

 

O 5008 utiliza o já consagrado motor 1.6 THP de 165 cavalos. O câmbio automático tem seis velocidades e aletas para trocas de marcha atrás do volante. Em sua versão topo de linha, o carro virá equipado com vários recursos eletrônicos de segurança como piloto automático inteligente, assistente de pontos cegos, correção e alerta de permanência na faixa de rolamento, leitor de placas de velocidade, detector de fadiga e assistente de farol alto. Todas as versões são equipadas com seis air-bags.

 

O novo carro será oferecido no mercado brasileiro em duas versões: Griffe e Griffe Pack, as duas com sete lugares. Até o final deste mês, terá preços promocionais de lançamento de R$ 153 mil e R$ 162 mil, respectivamente. 250 unidades do 5008 já estão no Brasil para abastecer a rede neste primeiro mês. Depois disto a Peugeot acredita num potencial de venda de aproximadamente 150 carros/mês.

 

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Frota do Brasil tem 65,8 milhões de veículos

Devido aos efeitos da queda drástica das vendas de autoveículos, automóveis, caminhões e ônibus, nos últimos três anos, a frota circulante praticamente estagnou. Para se ter uma ideia, no ano de 2017, pouco mais de 889 mil veículos foram agregados a esta frota, um crescimento de apenas 1,37% em relação ao ano anterior. É o que indica o levantamento realizado pelo Empresômetro, empresa brasileira de inteligência de negócios em parceira com o IBPT, Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação.

 

É um verdadeiro censo da frota brasileira, com a compilação de dados dos últimos oito anos de todos os veículos em circulação por tipo, marca, modelo e ano de fabricação por estado e por município, como explica o advogado tributarista e coordenador de estudos do IBPT, Gilberto Luiz do Amaral: “O estudo levou três anos para ser concluído e se constitui no mais completo levantamento da frota brasileira de veículos em circulação”.

 

Há no Brasil 65,8 milhões de veículos dos mais diversos tipos entre leves, ônibus, caminhões e motocicletas, todos esses em efetiva utilização. Desse total, 41,2 milhões são automóveis, 62,65%, 7 milhões são comerciais leves, 10,67%, 2 milhões são caminhões, 3,09%, 376,5 mil são ônibus, 0,57%  e 15,1 milhões são motocicletas, 23,01%.

 

O Estado de São Paulo possui a maior frota circulante, com 18,9 milhões de veículos, 28,76% do total, seguido por Minas Gerais com 8,1 milhões de veículos, 12,28%, e Paraná com 5,2 milhões de veículos, 7,83%. Contrapondo-se, as menores frotas estão nos estados do Amapá, com 122,5 mil veículos, 0,19% do total, Roraima, com 125,1 mil veículos, 0,19%, e Acre, com 192,1 mil veículos, 0,29% do total.

 

Desde 2011, quando mais de 4 milhões de veículos foram adicionados à frota, com crescimento de 8,32% em relação ao ano anterior, o ritmo de crescimento da quantidade de veículos em circulação vem caindo, atingindo um pífio aumento de 889 mil em 2017, equivalente a 1,37% em relação a 2016.