YPF aposta na expansão de negócios no Brasil

Pablo Luchetta assumiu em fevereiro o cargo de CEO da YPF Brasil com a meta de colocar o Brasil em papel de destaque dentro dos negócios da companhia: “Os negócios no Brasil, depois da reestruturação, em termos de faturamento, dentro do universo da YPF, ainda são recentes. Mas pelo tamanho da economia e a proximidade com a Argentina, o Brasil tem um papel estratégico para a empresa”.

 

Em entrevista exclusiva à AutoData, Luchetta falou sobre os planos da companhia no País e sobre a importância da parceria com montadoras para empresa. De acordo com ele, o setor representa quase 50% do faturamento. Por aqui, mais de 80% dos negócios atuais da YPF Brasil são com montadoras.

 

Na Argentina, companhia tem parceria com a Ford, GM, Scania, Suzuki e Volkswagen. E está em negociação Porsche e Volvo. “No Brasil, fazemos o primeiro enchimento dos tratores Agritech”.

 

Acompanhe a seguir principais trechos da entrevista com Luchetta:

 

A empresa apresentou recentemente o novo CEO, quais são os planos dos novos dirigentes?

Os planos são de crescimento através de investimentos na rede de distribuição e automatização industrial, além da incorporação de novos negócios.

 

Qual a importância dos negócios no Brasil para a companhia?

Os negócios no Brasil, depois da reestruturação, em termos de faturamento, dentro do universo da YPF, ainda são recentes. Mas pelo tamanho da economia e a proximidade com a Argentina, o Brasil tem um papel estratégico para a empresa.

 

Como está o programa de retomada dos negócios no Brasil?

Focado em marketing, rede de distribuição, eficiência operacional e novos negócios.

 

Quais os investimentos previstos para o mercado brasileiro?

Temos previstos investimentos na planta industrial e continuaremos investindo em marketing, onde o nosso foco são os trocadores, mecânicos, revendedores e toda a cadeia de comercialização. Dispomos de um programa de comunicação e treinamento onde fornecemos as ferramentas técnicas necessárias para esse público de forma direta ou por intermédio de nossos distribuidores. Explicamos a importância do cliente utilizar os produtos com a qualidade que a montadora define especificamente para cada motor, quantificando a rentabilidade para o próprio negócio e para o cliente final. Demonstramos que esta prática evita problemas posteriores para o motor do veículo, cujo reparo é bem mais caro do que a economia obtida em utilizar um produto de especificação inferior.

 

Quais são as apostas da companhia para o Brasil?

Apostamos no crescimento do mercado de reposição e temos certeza que os nossos produtos são a melhor opção para esse segmento. A nossa linha, cujos produtos são homologados e têm preço competitivo, entregam segurança e rentabilidade para toda a cadeia de comercialização: distribuidor, trocador e cliente final. Por isso a nossa expectativa positiva para 2018.

 

Qual a importância do setor automotivo dentro da companhia?

O setor automotivo é fundamental para YPF. Temos a maior rede de postos da Argentina e mais de 50% de market share em combustíveis. Está no DNA da empresa trabalhar em conjunto com as montadoras na busca das melhores soluções. Portanto, nosso portfólio de lubrificantes está orientado para atender, principalmente, esse segmento. Trabalhamos com produtos homologados e aprovados pelas principais montadoras do mundo.

 

Como estão estruturados os negócios com as montadoras?

Temos uma área de P&D na Argentina que desenvolve os produtos em conjunto com as montadoras e as companhias de aditivos químicos. Na área comercial, tanto na Argentina e Chile, como no Brasil, temos especialistas que as atendem de forma dedicada, tenham ou não parceria conosco. Hoje as montadoras procuram cada vez mais um fornecedor que atenda a toda região, e a YPF tem esta amplitude já que estamos presentes em praticamente toda a América do Sul, tanto com lubrificantes como com combustíveis especiais. E o nosso atendimento não acaba na fábrica. Somos reconhecidos também pelo atendimento exclusivo que oferecemos à rede de concessionárias, já que os nossos produtos são aprovados e podem ser utilizados nas oficinas para realizar o serviço de troca de óleo para veículos que ainda estejam na garantia ou já tenham saído dela.

 

Com quais fabricantes já têm parcerias fechadas e há outras negociadas?

Temos parceria com GM, Ford, VW, Scania e Suzuki motos na Argentina. Em negociação Porsche e Volvo. No Brasil, fazemos o primeiro enchimento dos tratores Agritech.

 

Qual o faturamento da empresa e qual o percentual brasileiro?

São mais de US$ 11 bilhões. O Brasil, por enquanto, representa menos de 1%.

 

Quanto o setor automotivo representa do faturamento da empresa?

Representa quase 50% do faturamento.

 

E no Brasil esse é um setor importante dentro dos negócios da companhia?

Sim, representa mais de 80% dos negócios atuais da YPF Brasil

 

Quais são as expectativas para 2018?

No Brasil, crescer acima do crescimento do mercado de lubrificantes.

 

Qual o número de funcionários por aqui?

Temos 90 colaboradores.

 

Há perspectivas de contratações?

Sim.

 

Qual a capacidade de produção da empresa?

4 milhões de litros de lubrificantes por mês.

 

O que mais pode acrescentar sobre os negócios da companhia?

A YPF deseja se posicionar, cada vez mais, como uma empresa de energia integral na região, e especificamente no Brasil, como uma empresa de lubrificantes Premium.

 

Foto: Divulgação.

Vendas chegam a 98 mil unidades na quinzena

A primeira quinzena de março atingiu a marca de 98 mil veículos vendidos, segundo dados do Renavan. Considerando os onze dias úteis do período, a média diária foi de 8 mil 909 unidades.

 

A projeção é de fechar o mês com cerca de 190 mil unidades vendidas, considerando que o mês tem mais onze dias úteis pela frente.

 

Se a marca for mantida, o volume de março será um pouco melhor do que o registrado no mesmo mês do ano passado, quando foram comercializadas 183 mil 850 unidades.

 

Na primeira quinzena de fevereiro deste ano, foram comercializadas 70 mil unidades. Vale destacar que fevereiro é um mês considerado fraco para vendas, porque tem menos dias úteis.

 

Os dados de março, no entanto, são bem semelhantes aos da primeira quinzena de janeiro quando foram emplacadas 97 mil unidades.

 

Foto: Agência Brasil.

Volkswagen Caminhões estreia em novo mercado na Argentina

A MAN Latin America, fabricante das marcas Volkswagen Caminhões e Ônibus e MAN, passa agora a disputar o mercado de leves na Argentina. A montadora vai levar em sua oferta no país dois novos modelos da família Delivery: o VW 9.170 e o VW 11.180. As informações foram divulgadas na sexta-feira, 16, no site da empresa.

 

Roberto Cortes, presidente e CEO da MAN Latin America, disse que esses lançamentos vão ajudar a sustentar o crescimento em níveis recordes na Argentina: “Fechamos nesses primeiros dois meses o melhor bimestre da história dos negócios da Volkswagen Caminhões e Ônibus no país vizinho, com 638 unidades embarcadas para este que é nosso maior mercado internacional e onde completamos 20 anos de operações em 2018”.

 

A montadora mais que dobrou também seus embarques internacionais no acumulado de janeiro e fevereiro de 2018 contra 2017, alcançando o melhor bimestre de sua história, com 1 mil 893 unidades.

 

“Nunca tínhamos registrado um fevereiro tão positivo. E o resultado deriva, sobretudo, de uma maior diversificação dos países para os quais exportamos, diminuindo concentrações em determinados mercados”.

 

Frutos de um investimento de mais de R$ 1 bilhão na criação da nova família, os modelos Delivery 9.170 e 11.180 vão reforçar a posição da montadora em um segmento representativo da indústria de transporte de cargas argentina: o mercado de caminhões leves responde por mais de 30% das vendas totais.

 

Foto: Divulgação.

Rodrigo Pikussa é o diretor de negócio da Marcopolo

Rodrigo Otavio Pikussa assume a posição de diretor do negócio ônibus da Marcopolo e passa a ser o responsável direto pela área comercial para o mercado brasileiro. Até então, o executivo ocupava o cargo de gerente executivo de negócios internacionais da Região Américas:

 

“Meu principal objetivo será liderar a equipe comercial na busca pelo crescimento continuado da Marcopolo, sempre com o foco na satisfação dos clientes e no relacionamento estreito com o mercado. Outro desafio será manter a empresa como líder nacional e de vanguarda na introdução de inovações e tecnologias que proporcionem benefícios e vantagens para os operadores e os passageiros dos nossos ônibus”.

 

Rodrigo Pikussa atua na Marcopolo desde 2010. Em seus oito anos na empresa, ocupou as posições de gerente de operações comerciais do mercado externo, diretor-geral da Polomex e gerente executivo de Negócios Internacionais. Anteriormente, atuou na Busscar como gestor de negócios, gerente nacional de vendas, gerente de novos negócios, marketing e administração de vendas.

 

Com 46 anos, Pikussa é graduado em engenharia mecânica pela Universidade do Paraná e tem MBA em gestão de negócios internacionais pela FGV.

 

Foto: Divulgação.

ZF desenvolve airbag de joelho mais leve

A ZF acaba de desenvolver um módulos de airbag de joelho com revestimento de tecido prontos para a produção em escala. Os produtos são mais leves que os tradicionais e ajudam a melhorar a segurança dos ocupantes dos veículos. As informações foram divulgadas na quinta-feira, 15, pela empresa em comunicado.

 

O lançamento do módulo está previsto para 2019 para um importante fabricante europeu de veículos. O novo airbag será até 30% mais leve do que um airbag de joelho de metal tradicional e aumentará a proteção dos ocupantes em caso de acidente.

 

De acordo com Norbert Kagerer, vice-presidente sênior de engenharia de sistemas de segurança dos ocupantes da ZF Friedrichshafen AG, o novo airbag de joelho com revestimento de tecido auxiliará em uma série de tendências industriais: “O peso reduzido leva a uma maior eficiência na economia de combustível e na redução de emissões, enquanto que o tamanho menor e mais flexível ajudará a atender às novas exigências de design de interiores e também de segurança para veículos elétricos e autônomos do futuro”.

 

Truckvan unifica suas três fábricas

Após apresentar um crescimento de 44% no faturamento de 2017 em comparação com o ano anterior, a Truckvan, fabricante de unidades móveis, resolveu unificar as suas três fábricas. A partir de abril, a empresa se mudará, com 100% de sua operação, para um terreno de 50 mil m², com 17,5 mil m² de área construída, localizado na Rodovia Presidente Dutra, em Guarulhos, SP.

 

“Iniciamos a mudança no início de fevereiro com a certeza de que elevará o nosso patamar estrutural e nos proporcionará um ganho significativo em sinergia entre todos os nossos departamentos, além de aumentos extraordinários de produtividade e agilidade”, disse Alcides Braga, sócio-diretor da Truckvan.

 

Cofundador da Truckvan, Flavio Santilli aponta mais fatores que estimularam a empresa a tomar esta decisão:

 

“É um sonho antigo nosso e veio no momento que consideramos mais oportuno, com retomada da economia e ampliação das nossas áreas de atuação. Além de dobrarmos a nossa área física, também ganharemos em escala de produção e unificação da mão de obra”.

 

Antes, a empresa estava dividida da seguinte forma:

Uma fábrica do Parque Novo Mundo, SP, que sediava a matriz do grupo, com produção de implementos rodoviários, a Casa da Randon na Grande São Paulo, responsável por atender 29 municípios da região metropolitana em toda a linha de produtos, pesados, leves, peças, serviços, consórcios, pneus, entre outros.

 

Outra fábrica da Fernão Dias, SP, que abrigava o departamento de TI & Energia e a produção de carro-forte e veículos de luxo.

 

E mais uma fábrica de Cumbica, Guarulhos, SP,  que tem a produção e customização das unidades móveis e o departamento de eventos.

 

Com esta medida, a Truckvan reforça a sua expectativa de crescer 30% em 2018.

 

YPF aposta na expansão de negócios no Brasil

Pablo Luchetta assumiu em fevereiro o cargo de CEO da YPF Brasil com a meta de colocar o Brasil em papel de destaque dentro dos negócios da companhia: “Os negócios no Brasil, depois da reestruturação, em termos de faturamento, dentro do universo da YPF, ainda são recentes. Mas pelo tamanho da economia e a proximidade com a Argentina, o Brasil tem um papel estratégico para a empresa”.

 

Em entrevista exclusiva à AutoData, Luchetta falou sobre os planos da companhia no País e sobre a importância da parceria com montadoras para empresa. De acordo com ele, o setor representa quase 50% do faturamento. Por aqui, mais de 80% dos negócios atuais da YPF Brasil são com montadoras.

 

Na Argentina, companhia tem parceria com a Ford, GM, Scania, Suzuki e Volkswagen. E está em negociação Porsche e Volvo. “No Brasil, fazemos o primeiro enchimento dos tratores Agritech”.

 

Acompanhe a seguir principais trechos da entrevista com Luchetta:

 

A empresa apresentou recentemente o novo CEO, quais são os planos dos novos dirigentes?

Os planos são de crescimento através de investimentos na rede de distribuição e automatização industrial, além da incorporação de novos negócios.

 

Qual a importância dos negócios no Brasil para a companhia?

Os negócios no Brasil, depois da reestruturação, em termos de faturamento, dentro do universo da YPF, ainda são recentes. Mas pelo tamanho da economia e a proximidade com a Argentina, o Brasil tem um papel estratégico para a empresa.

 

Como está o programa de retomada dos negócios no Brasil?

Focado em marketing, rede de distribuição, eficiência operacional e novos negócios.

 

Quais os investimentos previstos para o mercado brasileiro?

Temos previstos investimentos na planta industrial e continuaremos investindo em marketing, onde o nosso foco são os trocadores, mecânicos, revendedores e toda a cadeia de comercialização. Dispomos de um programa de comunicação e treinamento onde fornecemos as ferramentas técnicas necessárias para esse público de forma direta ou por intermédio de nossos distribuidores. Explicamos a importância do cliente utilizar os produtos com a qualidade que a montadora define especificamente para cada motor, quantificando a rentabilidade para o próprio negócio e para o cliente final. Demonstramos que esta prática evita problemas posteriores para o motor do veículo, cujo reparo é bem mais caro do que a economia obtida em utilizar um produto de especificação inferior.

 

Quais são as apostas da companhia para o Brasil?

Apostamos no crescimento do mercado de reposição e temos certeza que os nossos produtos são a melhor opção para esse segmento. A nossa linha, cujos produtos são homologados e têm preço competitivo, entregam segurança e rentabilidade para toda a cadeia de comercialização: distribuidor, trocador e cliente final. Por isso a nossa expectativa positiva para 2018.

 

Qual a importância do setor automotivo dentro da companhia?

O setor automotivo é fundamental para YPF. Temos a maior rede de postos da Argentina e mais de 50% de market share em combustíveis. Está no DNA da empresa trabalhar em conjunto com as montadoras na busca das melhores soluções. Portanto, nosso portfólio de lubrificantes está orientado para atender, principalmente, esse segmento. Trabalhamos com produtos homologados e aprovados pelas principais montadoras do mundo.

 

Como estão estruturados os negócios com as montadoras?

Temos uma área de P&D na Argentina que desenvolve os produtos em conjunto com as montadoras e as companhias de aditivos químicos. Na área comercial, tanto na Argentina e Chile, como no Brasil, temos especialistas que as atendem de forma dedicada, tenham ou não parceria conosco. Hoje as montadoras procuram cada vez mais um fornecedor que atenda a toda região, e a YPF tem esta amplitude já que estamos presentes em praticamente toda a América do Sul, tanto com lubrificantes como com combustíveis especiais. E o nosso atendimento não acaba na fábrica. Somos reconhecidos também pelo atendimento exclusivo que oferecemos à rede de concessionárias, já que os nossos produtos são aprovados e podem ser utilizados nas oficinas para realizar o serviço de troca de óleo para veículos que ainda estejam na garantia ou já tenham saído dela.

 

Com quais fabricantes já têm parcerias fechadas e há outras negociadas?

Temos parceria com GM, Ford, VW, Scania e Suzuki motos na Argentina. Em negociação Porsche e Volvo. No Brasil, fazemos o primeiro enchimento dos tratores Agritech.

 

Qual o faturamento da empresa e qual o percentual brasileiro?

São mais de US$ 11 bilhões. O Brasil, por enquanto, representa menos de 1%.

 

Quanto o setor automotivo representa do faturamento da empresa?

Representa quase 50% do faturamento.

 

E no Brasil esse é um setor importante dentro dos negócios da companhia?

Sim, representa mais de 80% dos negócios atuais da YPF Brasil

 

Quais são as expectativas para 2018?

No Brasil, crescer acima do crescimento do mercado de lubrificantes.

 

Qual o número de funcionários por aqui?

Temos 90 colaboradores.

 

Há perspectivas de contratações?

Sim.

 

Qual a capacidade de produção da empresa?

4 milhões de litros de lubrificantes por mês.

 

O que mais pode acrescentar sobre os negócios da companhia?

A YPF deseja se posicionar, cada vez mais, como uma empresa de energia integral na região, e especificamente no Brasil, como uma empresa de lubrificantes Premium.

 

Foto: Divulgação.

Vendas chegam a 98 mil unidades na quinzena

A primeira quinzena de março atingiu a marca de 98 mil veículos vendidos, segundo dados do Renavan. Considerando os onze dias úteis do período, a média diária foi de 8 mil 909 unidades.

 

A projeção é de fechar o mês com cerca de 190 mil unidades vendidas, considerando que o mês tem mais onze dias úteis pela frente.

 

Se a marca for mantida, o volume de março será um pouco melhor do que o registrado no mesmo mês do ano passado, quando foram comercializadas 183 mil 850 unidades.

 

Na primeira quinzena de fevereiro deste ano, foram comercializadas 70 mil unidades. Vale destacar que fevereiro é um mês considerado fraco para vendas, porque tem menos dias úteis.

 

Os dados de março, no entanto, são bem semelhantes aos da primeira quinzena de janeiro quando foram emplacadas 97 mil unidades.

Serviços digitais trarão mais receita que venda de carros

Dos executivos da indústria automotiva global, 84% acreditam que os serviços digitais vão gerar mais receita que a venda de veículos, de acordo com a pesquisa mundial do setor automotivo, Global Executive Automotive, Survey 2018, realizada pela KPMG e divulgada na sexta-feira, 16.

 

O levantamento ouviu 900 executivos no mundo todo, sendo 98 brasileiros, além de 2,1 mil consumidores, de setembro a outubro do ano passado. Para Ricardo Bacellar, líder da KPMG para o setor automotivo no Brasil, esses dados mostram que essa será uma realidade no setor em poucos anos:

 

“Nota-se que a força da tecnologia no setor automotivo será muito grande a ponto de os serviços digitais terem um peso relevante e prioritário para o cliente. É uma importante mudança no comportamento do consumidor que vai demandar uma alteração nos modelos de negócios dessa indústria”.

 

Foto: Divulgação.

Cummins investe R$ 5,5 milhões em projeto de escola

A Cummins investiu R$ 5,5 milhões na modernização da Escola Victor Civita, considerando a reforma, valor do terreno e outras estruturas. Foram R$ 3,5 milhões apenas na reforma e ampliação dos prédios da escola, que foi entregue à população na quinta-feira, 15. 

 

Após a reforma, a área construída da escola saiu de 780 m² para 2 mil 58 m² e, segundo a Cummins, essa nova edificação trará maior oportunidade de aprendizado aos alunos. Foram construídas novas salas de aula, cozinha renovada, sala dos professores, sala de computação e quadra de esportes.

 

Luis Pasquotto, presidente da Cummins, afirmou que a inauguração foi um marco histórico nas ações lideradas pela área de responsabilidade corporativa da empresa e que o projeto trouxe orgulho e satisfação para a empresa.

 

Foto: Divulgação.