Venda de implementos cresceu 53,1%

As vendas de implementos rodoviários somaram 5 mil 331 unidades em janeiro, alta de 53,1% na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando foram comercializadas 3 mil 482 unidades, segundo dados divulgados pela Anfir, Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários. De acordo com seu presidente, Alcides Braga, “o primeiro mês do ano costuma ser um período de vendas menores porém estamos saindo da crise e o reflexo é esse desempenho elevado em comparação ao exercício anterior”.

 

Ele observou que parte do volume comercializado é reflexo de negócios fechados durante a Fenatran, quando 23 empresas associadas negociaram cerca de 150 unidades do segmento de carroceria sobre chassi e 2 mil produtos no segmento de reboque e semirreboque: “A dinâmica dos negócios no setor indica que uma vez concluídos os negócios os produtos serão emplacados em momentos diferentes. Assim provavelmente esses emplacamentos deverão aparecer de forma diluída nas estatísticas da Anfir ao longo dos próximos meses”.

 

O segmento pesado, reboques e semirreboques segue em recuperação desde o segundo semestre do ano passado e vendeu 2 mil 391 unidades, contra 1 mil 467 no mesmo período do ano passado, alta de 62,99%. Dos quinze tipos de implementos que formam esse segmento apenas dois registraram queda em janeir: tanques de alumínio, com queda de 66,67%, transporte de toras, queda de 52,07%.

 

O segmento leve, carroceria sobre chassis, começou o ano com 2 mil 940 produtos vendidos, contra 2 mil 15 em janeiro do ano passado, alta de 45,91%. Para o presidente da Anfir ainda é cedo para o setor sentir os efeitos da circular 43 publicada pelo BNDES, que oferece até 100% de financiamentos para micro e médias empresas.

 

Todas as sete categorias que fazem parte do segmento leve apresentaram alta na comparação com janeiro do ano passado.

 

Foto: Divulgação.

Programa oficial contempla indústria 4.0

O governo anunciará, na primeira quinzena de março, pacote de incentivos para tornar viável a migração de fábricas para o conceito indústria 4.0, ou da quarta revolução industrial. O documento deve ser apresentado durante o Fórum Econômico Mundial, em São Paulo, e traz diretrizes que tratam de desoneração de componentes eletrônicos e criação de linhas de crédito para aquisição de equipamentos.

 

O desenvolvimento do pacote segue em reta final, segundo a ABDI, a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, que participou do planejamento junto com o MDIC, Ministério do Desenvolvimento, Comércio Exterior e Serviços, e representantes de áreas da indústria, como é o caso do setor automotivo. Segundo o ministério participam da construção do programa desde o ano passado a Anfavea, o Sindipeças e vários sindicatos.

 

No que diz respeito às linhas de crédito a ABDI disse que as empresas que solicitarem recursos passarão por avaliação do nível de automação que possuem. Estudos produzidos pelo governo apontam que até 5% das fábricas brasileiras já adotam conceitos da indústria 4.0.

 

O assunto tem sido tratado pelas fabricantes de veículos como prioridade por ser ferramenta para incrementar os volumes de exportações e pode, também, pavimentar a assinatura de novos acordos bilaterais que favoreçam a cadeia automotiva. O Rota 2030, a política que deve substituir o Inovar-Auto, expirado em dezembro, representa para o setor uma forma de acelerar a evolução das linhas de produção no País e, por isso, deverá contemplar mecanismos que beneficiem a adoção de novas tecnologias ligadas à produção.

 

Foto: Divulgação.

BC corta 0,25% e taxa Selic cai para 6,75% ao ano

O Copom, Comitê de Política Monetária, do Banco Central, reduziu na quarta-feira, 7, a taxa Selic em 0,25 ponto porcentual, de 7% para 6,75% ao ano. A Selic segue no menor nível desde o início da série histórica em 1986.

 

Foi a décima-primeira redução seguida, mas a autoridade monetária sinalizou para o fim da redução da taxa básica de juros. De abril a setembro o Copom reduziu a Selic em 1 ponto porcentual ao mês. Em outubro caiu para 0,75 ponto e em dezembro para 0,5 ponto. E na reunião de quarta-feira, 7, reduziu 0,25 ponto.

 

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo IPCA, Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo. Segundo o IBGE o IPCA fechou 2017 em 2,95%, levemente abaixo do piso da meta de inflação, que era de 3%.

 

Tendência: Europa compra menos carros movidos a diesel.

A venda de veículos com motores movidos a diesel, na Europa, registrou no ano passado a menor porcentagem desde 2003: 43,8% dos carros comercializados eram a diesel, volume 6,1% menor do que no ano anterior, segundo os dados de pesquisa da Jato divulgada pelo site Flash de Motor, de Caracas, Venezuela. Em unidades essas vendas somaram 6,7 milhões contra 7,3 milhões em 2016.

 

Os analistas da Jato acreditam que essa queda será uma tendência, pois os motoristas decidirão por motorizações menos poluentes no futuro e as empresas do setor automotivo seguirão pelo mesmo caminho, aumentando a oferta desses modelos.

Eaton projeta crescimento de 15% no aftermarket

A Eaton projeta crescimento de 15% no aftermarket para este ano, baseada na recuperação do mercado automotivo e na ampliação do seu portfólio de produtos. O foco da empresa será no aumento do número de aplicações de embreagens com torcional, cilindros de acionamento e embreagens para veículos automatizados.

 

A empresa também promete novidades para a linha de tomadas de força com sistemas de bombas de acionamento.

 

Fernando Piton, gerente de vendas de aftermarket da Eaton, afirmou que “a instabilidade política e econômica do País e a redução da entrada de novos veículos comerciais no mercado nacional contribuíram para o aumento da manutenção e, consequentemente, dos negócios do setor de reposição”.

 

Foto: Divulgação.

Macon, de Angola, recebe 34 ônibus Marcopolo

A Marcopolo exportou 34 unidades do ônibus rodoviário Viaggio 1050 para a Macon, operadora de transporte coletivo em Angola, África. De acordo com a encarroçadora os veículos começarão a ser utilizados em rotas intermunicipais daquele país e fazem parte de programa de renovação de frota da operadora angolana.

 

Desde 2015 a Marcopolo, de Caxias do Sul, RS, realiza forte trabalho para ampliar sua presença no mercado internacional, principalmente por meio de exportações a partir das unidades brasileiras. Ricardo Portolan, gerente executivo de negócios internacionais para o Oriente Médio e África, garante que a empresa seguirá forte em todo o mercado africano:

 

“A despeito de 2017 ter sido um ano de economia desfavorável em Angola a Macon manteve o investimento na renovação de sua frota, o que demonstra a sua fidelização, pois nos últimos anos tem adquirido mais veículos”.

 

O foco nas exportações permitiu que a Marcopolo ampliasse a sua presença nos mercados da África e do Oriente Médio: “Em 2017 as exportações de ônibus fabricados no Brasil para países da região, como África do Sul, Angola, Benin, Burkina Faso, Camarões, Catar, Costa do Marfim e Togo cresceram. Continuamos buscando negócios em novos mercados e enviamos, somente no último trimestre, mais de duzentas unidades, modelos rodoviários e urbanos”.

 

Fundada em 2001 a Macon, de Belas, ou Kilamba Kiaxi, na Província de Luanda, é concessionária de serviços de transporte rodoviário de passageiros, urbano e interprovincial. Mantém 1,8 mil empregos no país.

 

Foto: Divulgação/Douglas de Souza Melo.

 

Jaguar Land Rover traz motor novo e estuda exportações

Depois de cumprir com as cotas de emissões estipuladas pelo Inovar-Auto a Jaguar Land Rover inseriu o Brasil no contexto de uma nova versão de motor de baixa emissão e anunciou que a linha Ingenium será parte integrante das versões 2018 dos modelos Land Rover Discovery Sport e Range Rover Evoque produzidos em Itatiaia, RJ.

 

De acordo com Vinícius Frata, gerente de produto para a América Latina, os motores serão importados da matriz, na Inglaterra. Sua principal característica, a redução de emissões sem reduzir a potência do conjunto, é tornada viável pela instalação de um segundo turbo sequencial que funciona apenas quando o veículo demanda alta-rotação. A empresa não respondeu se o conjunto virá montado ou se virá em kits para montagem local.

 

A versão a gasolina substitui a motor GTDi usado na linha Range Rover Evoque desde seu lançamento, em 2011. Os 240 cv de potência seguem mantidos no novo equipamento. Há também uma versão a diesel que entrega os mesmos 240 cv — a versão anterior, de 2016, tinha 180 cv. A empresa informou que as versões equipadas com os novos motores já estão disponíveis em sua rede de distribuição.

 

O mercado de SUVs, no qual estão inseridos os dois modelos produzidos aqui pela JLR, é o que mais cresceu nos últimos anos. Foram 414 mil 547 unidades vendidas no ano passado, modelos nacionais e importados, ou 22,34% de todo o mercado de 2017. Em 2016 a participação foi de 17,98%. É o segundo segmento que mais vende veículos no Brasil segundo dados do Renavam.

 

Os modelos nacionais da empresa mantiveram o volume de vendas no contexto de crescimento verificado no mercado de SUVs: o Discovery foi o modelo mais vendido pela empresa no ano passado, 3 mil 566 unidades, um pouco abaixo das 3 mil 933 de 2016. No caso do Evoque foram 1 mil 995 unidades vendidas em 2017, um pouco mais que as 1 mil 956 de 2016.

 

Segundo Vinícius Frata a companhia mantém, hoje, no Brasil, cerca de trezentos funcionários e “atua de acordo com a demanda de mercado”. A empresa não exporta a partir de Itatiaia. No entanto, ele disse, há estudos a respeito da viabilidade de expansão dos negócios da unidade para outros mercados.

 

Foto: Divulgação.

Aliança R-N-M tem nova parceria: com DiDi Chuxing.

A Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi anunciou, na quarta-feira, 7, a assinatura de memorando de entendimento com a DiDi Chuxing, plataforma chinesa de transporte móvel, para a cooperação comercial em um novo veículo elétrico. O acordo considera o compromisso com os novos serviços de mobilidade da aliança, incluindo o lançamento de serviços rodoviários de treinamento de veículos como parte do plano de meio ambiente Alliance 2022, lançado no ano passado.

 

Ogi Redzic, vice-presidente sênior de veículos conectados e serviços de mobilidade da R-N-M, disse que “as potenciais oportunidades de negócios e tecnologia que exploraremos com a DiDi são bastante promissoras. Essa cooperação se encaixa com a expansão da aliança em eletrificação de veículos, autonomia, conectividade e novos serviços de mobilidade”.

 

De acordo com Chen Ting, gerente geral do grupo Express Mobility da DiDi Chuxing, “parcerias estratégicas com os principais players da indústria mundial, como a Renault-Nissan-Mitsubishi, nos permitirão reunir nossos pontos fortes e recursos para atender demandas de mobilidade diversificadas e criar uma plataforma aberta, ecossistema de transporte baseado em compartilhamento, à medida que inovamos veículos para um futuro de passeios, tecnologia AI e energia nova”.

Show Rural projeta negócios de R$ 1,5 bilhão

Considerado um dos maiores eventos mundiais em transferência de tecnologia o Show Rural Coopavel comemora sua trigésima edição. Este ano a feira, realizada em Cascavel, PR, reúne 530 expositores que esperam negócios de até R$ 1,5 bilhão junto aos mais de 250 mil visitantes esperados.

 

A feira começou na segunda-feira, 5, e segue até a sexta-feira, 9. No dia de abertura a comissão organizadora registrou 61 mil 570 visitantes, maior público diário já apurado na história do evento. A Coopavel abre oficialmente o calendário nacional de feiras especializadas em agronegócio.

 

Os agricultores que visitam o 30º Show Rural Coopavel têm R$ 2,5 bilhões em crédito para comprar máquinas, implementos, investir em cultivares e outras tecnologias, como placas solares, além de animais de alta linhagem genética para incrementar seus rebanhos. Nove instituições financeiras participam da feira. O Sicoob, sistema cooperativo financeiro, tem disponível R$ 1 bilhão, 40% a mais do que o valor do ano passado. O mesmo volume é oferecido pelo Banco do Brasil.

 

O presidente do conselho de administração do Show Rural Coopavel, Dilvo Grolli,disse que a perspectiva de negócios é das melhores durante os cinco dias de evento: “Devemos alcançar ou até superar a marca de R$ 1,5 bilhão”.

 

De acordo com Rafael Miotto, vice-presidente da New Holland Agriculture para a América Latina, o Coopavel é o primeiro termômetro do mercado agrícola brasileiro: “Por ser a primeira grande feira agro do Brasil o Show Rural nos dá a impressão inicial do produto”.

 

Para Ricardo Ruys Navarro, gerente da JMalucelli, concessionária da Case Construction Equipment para o Paraná, a feira de Cascavel é a balizadora de como será o ano: “As expectativas são boas, pois a feira tem sido uma ótima oportunidade de mostrar produtos e fazer um volume expressivo de negócios”.

 

Exposição de máquinas – A maioria das grandes fabricantes de máquinas e implementos agrícolas e rodoviários está presente em Cascavel, com novidades em produtos e serviços. A Massey Ferguson apresenta, pela primeira vez na região, as séries de tratores MF 7200 e MF 7700 Dyna-6. Outras novidades são as colheitadeiras híbridas MF 4690 e MF 5690, que se enquadram no Programa Mais Alimentos.

 

A Valtra expõe a série de tratores A Geração 4, ou A4, com potência de 115 cv a 135 cv. Também mostra, pela primeira vez na região de Cascavel, a série de tratores premium T CVT, única equipada com a transmissão automática CVT produzida no Brasil. São quatro opções em faixas de potências que variam de 195 cv a 250 cv. Outra novidade é o lançamento da Série A4 HiTech, com câmbio Powershift com 16 velocidades à frente e 16 à ré.

 

A redução de 7% a 15% no consumo de produtos fitossanitários é um dos principais diferenciais do Patriot 350, novo pulverizador da Case IH, oferecido em três opções de tamanhos de barra. Dentre os produtos em destaque expostos pela New Holland Agriculture está o modelo de colheitadeira CR EVO, com sistema de duplo rotor. O trator T9, que teve sua oferta aumentada e, agora, conta com novas potências, apesar de ser importado, terá as mesmas condições comerciais do Finame.

 

A New Holland Agriculture Peças lança um novo lubrificante, “que reduz em 100% as horas trabalhadas sem interrrupção” – a troca de óleo só precisa ser feita a cada 600 horas e não mais a cada 300 horas, como na versão anterior do lubrificante. A novidade, pelas estimativas da fabricante, diminui em 23% o custo do óleo por hora trabalhada. O produto foi desenvolvido nos Estados Unidos e testado aqui FPT Industrial.

 

A empresa também apresenta as embreagens remanufaturadas para tratores da linha TL. Já a linha Nexpro tem como objetivo manter a marca presente durante todo o ciclo de vida da máquina, não só na garantia como também no pós-garantia. Atualmente são mais de setecentos itens à disposição do cliente final, divididos em onde categorias de peças como filtros, rolamentos e correias. Para 2018 a expectativa é aumentar ainda mais a quantidade de itens.

 

A Case IH apresenta a nova colhedora de cana, modeloo A8810DA, com motor FPT Industrial Cursor 9. Uma das principais novidades é o novo tanque de combustível, feito com material plástico desacoplado do chassi. Com capacidade para 620 litros de diesel, elimina o risco de corrosão e diminui a possibilidade de vazamentos. No total foram introduzidas 29 melhorias.

 

A Case Construction Equipment expõe como novidades duas pás-carregadeiras, uma retroescavadeira e três hidráulicas. A New Holland Construction exibe, com destaque, modelos de retroescavadeira cabinada com ar-condicionado, minicarregadeira e escavadeira hidráulica. A nova família de escavadeiras hidráulicas equipadas com motores eletrônicos com certificação MAR-I/Tier 3 reduz o consumo de combustível em 14%, segundo a fabricante, se comparados à média da série anterior.

 

A John Deere expõe as linhas de tratores séries 5, 6, 7 e 8, que atendem demandas das pequenas às grandes propriedades rurais. Outros produtos em exposição são as colheitadeiras S400 para pequenas e médias propriedades, e as S550 e S660, que operam com plataformas de 22 a 45 linhas. Uma das novidades é a série S400, indicada principalmente para a colheita de soja. De acordo com Marcos Balsan, especialista em soluções para a colheita, “este modelo, um projeto 100% nacional, teve origem nas necessidades dos produtores”.

 

Também estão expostas máquinas da linha amarela que podem ter aplicações agrícolas, como pá-carregadeira e retroescavadeira, e peças remanufaturadas da marca Reman, com a mesma garantia das novas mas com redução de até 30% nos preços.

 

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Rota 2030 é “estratégico” para o País

A aprovação do Rota 2030, a política setorial que deve substituir ao Inovar-Auto, encerrado em dezembro, é “estratégica” para o País, avaliou o presidente e CEO da Volkswagen do Brasil, Pablo Di Si: “Para mim é estratégico que isso seja aprovado, é estratégico para o Brasil. Não estou falando que ganharei R$ 1 a mais ou R$ 1 a menos com isso: é questão de ser algo fundamental, não pelo valor mas pela mensagem que passamos para nossas matrizes”.

 

Lançado em abril do ano passado com aprovação planejada para agosto o Rota 2030 vem, desde então, passando por vários adiamentos. De agosto foi postergado para novembro e para dezembro. No fim do ano passado o governo chegou a condicionar sua aprovação ao acordo com a União Europeia.

 

Ficou de ser aprovado em janeiro por meio de medida provisória — também não aconteceu. Há quem condicione sua aprovação apenas depois da reforma da Previdência. Há a previsão de que o novo regime do setor automotivo seja anunciado e efetivado de fins de fevereiro para o início de março: “Se me perguntassem, em novembro, se o Rota 2030 seria aprovado eu diria que sim, mas hoje acho que houve um passinho para trás”.

 

O novo regime automotivo Rota 2030 tem o objetivo de substituir o Inovar-Auto, que vigorou até 31 de dezembro: “Acho que existe um antes e um depois do Inovar na nossa indústria, e que o governo teve a visão de fazer com que os carros evoluíssem em patamar de tecnologia, e com isso as empresas começaram a investir”.

 

Para Di Si o Brasil ganhou muito em pesquisa e desenvolvimento e engenharia com a antiga política: “Houve erros, sim, e a correção deles é o que tentamos fazer com o Rota 2030”.

 

Foto: Christian Castanho.