Na Alemanha VW reparará motores a diesel

A Volkswagen ajustará o software de 4 milhões de veículos movidos a diesel na Alemanha, para diminuir as emissões de gases poluentes. As informações são do Flash de Motor, da Venezuela.

Desde que a agência ambiental dos Estados Unidos descobriu, no fim de 2015, que a companhia colocara software em veículos movidos a diesel para burlar os testes de emissões, já foi obrigada a ajustar os motores de 12,4 milhões de veículos de todas as marcas do Grupo Volkswagen.

Seu CEO, Matthias Müeller, disse que a companhia fará os ajustes depois de se reunir com a ministra do Meio Ambiente da Alemanha, Bárbara Hendricks, para evitar a proibição de automóveis a diesel em várias cidades alemãs.

Os fabricantes de veículos se reunirão com a primeira-ministra Angela Merkel, na quarta-feira, 2, no evento Diesel Summit, no qual se discutirá o futuro dessa indústria que emprega milhares de pessoas na Alemanha.

Em 18 de julho a Daimler anunciou que chamou para revisão 3 milhões de veículos a diesel da Mercedes-Benz na Europa para ajustar o software e reduzir as emissões de óxido de nitrogênio, NOx. A Audi também atualizará o software de 850 mil carros. E a BMW disse que seus veículos não necessitam de nenhum ajuste no software relacionado com as emissões.

Motores de partida da GM serão BorgWarner

A BorgWarner é a fornecedora da linha de motores de partida de alta velocidade para a nova família de motores 1.0, 1.4 e 1.8 litros da General Motors Brasil. O componente equipará os modelos Cobalt, Spin e Montana, fabricados em São Caetano do Sul, SP, e o Onix, produzido em Gravataí, RS. Segundo balanço da BorgWarner, divulgado na sexta-feira, 28, a nova geração de motores GM foi atualizada, recalibrada e aprimorada para cumprir os padrões do CONAM.

De acordo com Stefan Demmerle, presidente da unidade de powertrain, os motores de partida são produzidos na fábrica de Brusque, SC, incorporada à BorgWarner após aquisição da Delco Remy. Desenvolvido em parceria com os engenheiros do Brasil, Coréia do Sul e Estados Unidos, esse motor é capaz de acelerar o motor de combustão de 0 a 350 RPM em menos de 0,5 segundos.

No Brasil, a BorgWraner fabrica principalmente turbocompressores e motores de partida. Os turbos são feitas na unidade de Itatiba, SP. Em julho, a companhia anunciou o fornecimento de turbos para os motores de três cilindros para o Honda Civic vendido na China. O equipamento não é produzido no Brasil, mas segundo ela, a fábrica de Itatiba “estaria pronta caso seja necessária a produção local”. Por aqui, atualmente, os turbos da empresa equipam o Volkswagen up!.

Balanço- Segundo seu balanço financeiro, o faturamento no semestre foi de US$ 4 bilhões 797 milhões, 4,3% maior que o obtido no mesmo período do ano passado. O lucro foi de US$ 401 milhões, aumento de 21,1% no comparativo com janeiro a junho de 2016. A BorgWarner informou, por meio de comunicado, que o bom desempenho no mundo ocorreu pela melhora das vendas para o mercado de reposição. O aftermarket cresceu 7,8% no período.

Ela não divulgou os resultados por região, mas, em 2016, a BorgWarner faturou US$ 90 milhões na América do Sul, 1% do volume total de vendas alcançado pela companhia no mundo todo, que somou US$ 9,07 bilhões no ano passado. A empresa acredita que com o mercado de reposição no Brasil poderá dobrar o faturamento na região até 2020.

Em abril, a empresa disse que aumentará sua capacidade instalada ainda este ano a partir da finalização do processo de integração com duas aquisições feitas recentemente, a Wahler e a Delco Remy. A empresa hoje tem 65 funcionários no Brasil dedicados ao atendimento no mercado de reposição. Das três fábricas instaladas no País, apenas a de Piracicaba, SP, onde são feitas as válvulas da Wahler, funciona com três turnos. A fábrica de Itatiba, SP, onde são feitos os turbos, e a de Brusque, SC, atualmente rodam com um turno apenas.

Grupo Volkswagen lucra 84% a mais no semestre

O Grupo Volkswagen aumentou seu lucro no primeiro semestre, após o crescimento em suas vendas e também por não ter pago, ainda, a multa imposta pelo governo dos Estados Unidos pelos escândalo referente ao Dieselgate.

De janeiro a junho, a Volkswagen lucrou € 6 bilhões 595 milhões, 84,3% a mais que o mesmo período do ano passado. O lucro operacional cresceu 67% no primeiro semestre, chegando a € 8 bilhões 916 milhões. As informações são do Flash de Motor, da Venezuela.

O faturamento chegou a € 115 bilhões 862 milhões, alta de 7,3% no comparativo
com o primeiro semestre de 2016. Frank Witter, diretor financeiro do grupo, disse que, apesar das condições difíceis, no primeiro semestre ocorreu um “bom trabalho de equipe”.

O resultado foi impulsionado pelo aumento das vendas, especialmente na América do Norte, América do Sul e na Europa. Ele destacou, ainda, que as emissões de dívida que o grupo realizou no período, teve um efeito
positivo na liquidez da área automotiva.

O Grupo Volkswagen vendeu 5 milhões 156 mil veículos no primeiro semestre, 0,8% a mais que no mesmo período do ano passado. Entretanto, de acordo com o balanço, no segundo trimestre o aumento foi de 2%.

A marca Volkswagen duplicou o resultado operacional com € 1,8 bilhão, a Audi manteve o lucro operacional do primeiro semestre do ano passado, com € 2,7 bilhões.

Já a Skoda, marca pertencente ao Grupo Volkswagen, aumentou em 25% o seu resultado operacional, chegando a € 860 milhões e a Seat obteve € 130 milhões, alta de 40,9% no período.

A marca de luxo Bentley teve resultado operacional de € 13 milhões e a Porsche melhorou em 16,7%, chegando a € 2mi bilhões. Neste ano, o Grupo VW estima superar moderadamente as vendas no mundo e atingir uma margem operacional de 6% a 7%.

Aliança Renault-Nissan assume a dianteira em vendas

A Aliança Renault-Nissan foi a fabricante de automóveis que mais vendeu no primeiro semestre de 2017. Considerando também as vendas da marca Mitsubishi, foram vendidas 5 milhões 268 mil 79 unidades, 7% mais do que o volume vendido no ano passado. O grupo Volkswagen, o que mais vendeu carros no ano passado e que, atualmente, enfrenta a crise do dieselgate, vendeu 5 milhões 115 mil 900 unidades.

A aliança creditou o desempenho ao incremento nas vendas dos modelos Renault Clio, Mégane e Captur. Os Nissan X-Trail, Sentra e Qashqai, e o Mitsubishi Outlander também contribuíram. O volume total de veículos vendidos também inclui a quantidade de modelos elétricos vendidos pela companhia no semestre, 481 mil 151 unidades no mundo todo.

Carlos Ghosn, presidente mundial da Aliança, disse que a empresa continuará a alavancar economias em escala e presença no mercado global: “Vamos oferecer valiosas sinergias para nossas empresas este ano, mantendo uma linha de produtos fortemente tecnológica e oferecendo aos clientes modelos elétricos mais inovadores”.

O lucro líquido da Renault foi 58,5% maior no primeiro semestre deste ano, alcançando o nível recorde de € 2,4 bilhões. Também alcançando nível recorde, o volume de negócios cresceu 17,3% no semestre, chegando a € 29,5 bilhões.

A Renault, isoladamente, vendeu 1 milhão 879 mil 288 unidades no primeiro semestre de 2017, crescimento de 10,4%. Os volumes e participações de mercado avançaram em todas as regiões, principalmente na que compreende a África, Oriente Médio e Índia, onde registrou-se um aumento de vendas de 19,3%, e na região da Ásia-Pacífico, com crescimento de 50,5%.

A Nissan, por sua vez, vendeu 2 milhões 894 mil 488 veículos em todo o mundo no primeiro semestre de 2017, registrando aumento de 5,6%. No Japão e na Europa a companhia atingiu crescimento de 22,9% e 5,7%, respectivamente. A Infiniti vendeu 125 mil, 13% a mais do que o mesmo período de 2016.

FCA fatura ? 55 bilhões no mundo

A Fiat Chrysler Automobiles, FCA, registrou faturamento de € 55 bilhões 644 milhões no primeiro semestre de 2017, informou em balanço publicado na quinta-feira, 27. O valor é 2% maior do que o obtido no mesmo período do ano passado. O EBIT, lucro operacional, foi de € 3,4 bilhões, 13% maior do que o obtido de janeiro a junho de 2016. Foram vendidos 2 milhões 370 mil veículos no período.

No segundo trimestre, a operação da FCA na América Latina rendeu ao grupo € 2 bilhões 11 milhões. No ano passado, no mesmo período, foram € 1 bilhão 469 milhões. Apesar da alta de 36% na região, a empresa perdeu participação de mercado no Brasil, 17,6%. Na Argentina, por outro lado, a participação cresceu de 11,5% para 12,6% no segundo trimestre.

A empresa informou que o EBIT ajustado exclui encargos de € 93 milhões, dos quais € 40 milhões referem-se aos custos de reestruturação da força de trabalho e € 53 milhões aplicados na modernização dos ativos em função da descontinuação antecipada da produção da Fiat Novo Palio.

Com o desempenho, o grupo manteve as metas para 2017: receita líquida de € 115 bilhões a € 120 bilhões, EBIT ajustado acima de € 7 bilhões, lucro líquido ajustado superior a € 3 bilhões e endividamento inferior a € 2,5 bilhões. De acordo com o comunicado, o endividamento industrial está em queda, sendo que no final de junho estava em € 4,2 bilhões, com uma diminuição de € 900 milhões com relação a março de 2017.

Hyundai CAOA é a melhor em satisfação do cliente, diz pesquisa

Em três anos, a Hyundai CAOA saltou do 9º lugar para o topo no ranking da Customer Service Index, CSI StudySM, que mede a satisfação do cliente na pós-venda nas concessionárias, realizado pela consultoria global J.D. Power. Em 2014, primeiro ano em que o levantamento foi feito, a rede de concessionárias ocupou o 9º lugar, em 2015 ela passou para o 6º lugar e no ano passado conquistou a vice-liderança.

Para alcançar o topo, a empresa traçou uma estratégia e investiu em ações de qualidade que seguem padrões internacionais, de acordo com Rogério Gonzaga, diretor de pós-venda da CAOA.

Em 2014, a empresa implementou pesquisas para medir o nível de satisfação dos clientes. Após o atendimento na concessionária, o consumidor responde um questionário em um tablet. Posteriormente, ele responde outra enquete por telefone ou e-mail para medir o nível de satisfação com o serviço.

Durante sua permanência na concessionária, o cliente aguarda em uma sala de espera com acesso à internet e estações de recarga de celular com o intuito de se sentir no escritório. Para se manter no topo, a empresa está investindo na área digital. Hoje, o cliente já faz agendamento pelo site e em breve será atendido por chat.

Segundo ele, o pós-venda é uma área estratégica para retenção do cliente que pode reverter em vendas futuras de automóveis: “O pós-venda é responsável por 10% do nosso faturamento, mas responde pela metade da rentabilidade”. No ano passado, o faturamento com pós-venda foi de R$ 600 milhões.

As 130 oficinas administradas pelo pós-venda da Rede CAOA empregam 2 mil funcionários e atenderam 500 mil clientes no ano passado e a projeção é de crescimento de 3% sobre esse número para 2017.

Pesquisa – Pelo levantamento, essa foi a primeira vez, a Toyota foi perdeu a liderança no ranking e ainda empatou com a Mitsubishi na vice-liderança, seguida por Honda e Hyundai-HMB. A predominância de concessionárias asiáticas demonstra o foco dessas empresas na satisfação do cliente, de acordo com Fabio Braga, diretor de operações da J.D. Power do Brasil.

A pesquisa foi realizada com base nas avaliações de 4 mil 585 proprietários de veículos comprados de 2014 a 2016 e que utilizaram os serviços de pós-venda nos últimos 12 meses. A metodologia é utilizada em dezesseis países como Canadá, Estados Unidos e Japão: “O levantamento mostra as tendências e preferências do consumidor para as concessionárias, que podem monetizar os seus serviços. Já as montadoras podem comparar o nível de satisfação dos clientes em diferentes países”.

Powershift com os dias contados

Desde 2016 a Ford enfrenta a ira de seus clientes que compraram veículos com a transmissão automatizada de seis velocidades e dupla embreagem, batizada como Powershift. O caso foi parar no Procon, que notificou a companhia. Ao assumir os diversos problemas a Ford iniciou uma campanha de troca do componente, que vem se intensificando nos últimos meses.

O que disse Antônio Baltar Jr., diretor de marketing, vendas e serviços da Ford?:

“Estamos substituindo de 4 mil a 4,5 mil transmissões por mês nos modelos EcoSport, Fiesta e Focus. E estendemos a garantia de três para cinco anos ou 160 mil quilômetros. Essa política vai continuar até termos todos os clientes satisfeitos”.

Trata-se de um defeito global. A Ford sofreu ações de consumidores na Austrália e nos Estados Unidos por causa de trepidação incomum e diversos outros problemas, os mesmos relatados no Brasil. A Ford garante que tem em prateleira o componente em quantidade suficiente para uma campanha global de substituição. Diante desse cenário a Powershift começa a dar adeus.

O novo EcoSport, lançado primeiro no Brasil, já aposentou a transmissão de dupla embreagem. Uma nova caixa automática convencional passa a ser a opção. É o que deve acontecer com os outros dois modelos, Focus e Fiesta.

Vendas do Eco – Antônio Baltar considera essa uma página virada, pelo menos quando o assunto é o EcoSport. Ele acredita que a receita do novo produto, mais equipado, com um motor de três cilindros e a transmissão convencional, além dos preços que não foram significativamente alterados, vai surpreender o consumidor:

“Quando comparado com os concorrentes o EcoSport é muito mais equipado. E levando esse padrão de equipamentos para os outros SUVs a diferença de preço para o Eco aumenta em mais de R$ 5 mil. Isso pode influenciar na decisão de compra”.

A rede está começando a receber o novo SUV enquanto ainda tenta negociar as últimas 1 mil unidades do EcoSport 2017: “A normalização dos estoques virá quando tivermos 4 mil veículos na rede. Isso acontecerá até meados de agosto, quando esperamos entregar as primeiras unidades aos clientes”.

Usiminas ganha sua IATF 16949:2016

A Usiminas é uma das cinco empresas já homologadas no País pela nova norma da ISO, entidade internacional que padroniza processos e produtos na indústria, como fornecedora do setor automotivo que atende às novas regras de controle de qualidade impostas à cadeia automotiva em 2016. A ISO afirma que 1 mil 186 fornecedoras daqui ainda precisam se certificar e têm até o final de 2018 como prazo para se adequar às normas. Fiat, Ford, General Motors e Volkswagen já informaram seus fornecedores que, a partir do ano que vem, exigirão essa certificação aqui.

A nova regra, a IATF 16949:2016, é a atualização da norma ISO 9001, específica para as empresas do setor automotivo. Eduardo Sarmento, gerente de atendimento ao cliente, tecnologia e qualidade da Usiminas, disse que a siderúrgica acrescentou novas análises de produtos e procedimentos ligados à entrega ao cliente:

“As fabricantes se uniram para melhorar a qualidade dos seus veículos, e estabeleceram junto com a ISO novas regras para produzirem veículos mais seguros”.

A Usiminas, maior fornecedora de aços planos e outros tipos do material às montadoras, empresas sistemistas e de autopeças, iniciou no ano passado o processo de transição para atender às novas regras. Fora a adoção de novos métodos de inspeção dos produtos destinados às fabricantes de automóveis teve de manter os 286 engenheiros da qualidade em seu quadro de funcionários e seus laboratórios internos foram certificados pelo Inmetro.

Sarmento contou que a transição, finalizada em outubro, demandou planos de contingência que reduziam os riscos das operações dos clientes. A certificação foi conquistada em junho após auditoria feita por uma empresa ligada à ISO nas usinas de Cubatão, SP, e Ipatinga, MG:

“Incorporamos procedimentos que garantem a entrega ou criam alternativas caso sejam previstos atrasos no despacho dos materiais. Para os materiais, especificamente, a nova regra visa a controlar melhor a qualidade do produto. Existem algumas partes do automóvel que são classificadas como peças de segurança e nesse caso é preciso ter um trabalho de controle da qualidade especial”.

As fabricantes de veículos são um dos principais clientes da Usiminas e a projeção de crescimento, de 21,5%, da produção de veículos este ano, fez a siderúrgica aumentar a sua capacidade de produção de aço para atender à demanda. Em maio anunciou que religará em 2018 um alto-forno de ferro-gusa, um dos insumos do aço, que estava inoperante desde 2015 na usina de Ipatinga. O equipamento incrementará em até 600 mil toneladas a produção de gusa do ano que vem.

Creta segue para o Paraguai

Com embarque programado para o fim deste mês a Hyundai Motor Brasil começa a exportar seu SUV Creta, produzido em Piracicaba, SP. O destino é o Paraguai, mesmo país que também recebeu, em fevereiro do ano passado, os primeiros HB20. A ampliação de mercado para o Creta brasileiro acontece no momento em que o modelo atinge a marca de 20 mil unidades comercializadas, tendo se consolidado como o segundo SUV compacto mais vendido.

Segundo a Hyundai até dezembro serão exportadas para o Paraguai cerca de 260 unidades, uma média de 50/mês. Todos os veículos serão da versão 1.6 automática. Angel Martinez, diretor executivo de vendas, marketing e pós-vendas, contou que o Paraguai faz parte da estratégia de exportação para a América do Sul:

“A expectativa é aumentar os volumes ao longo do tempo e abrir outros mercados, equilibrando sempre nossa capacidade de produção instalada com a demanda interna e as oportunidades de exportação”.

O modelo será comercializado localmente pela Automotor, representante exclusiva Hyundai no Paraguai, e que já vende modelos HB20X desde fevereiro de 2016. A rede de concessionárias conta com dezesseis lojas, distribuídas por todo o país e aptas para o atendimento de vendas de veículos, peças e serviços.

Lá o carro custará US$ 24 mil 150 à vista e US$ 27, 5 mil a prazo. Aqui, pela tabela, essa versão é vendida a R$ 85 mil 740. Segundo as estatísticas publicadas pela CADAM, a associação de empresas concessionárias de veículos do Paraguai, a Hyundai estava em quinto lugar no ranking de vendas do primeiro trimestre de 2017, com 6,5% de participação.

De acordo com informações da fabricante suas exportações somaram 1 mil 212 unidades no ano passado. Paraguai e Uruguai foram os países que receberam os modelos HB20, sendo a versão aventureira HB20X para o primeiro e as versões hatch e sedã, HB20 e HB20S, para o segundo.

Argentina rumo ao seu primeiro milhão

Diretores da Adefa, associação que reúne as fabricantes de veículos da Argentina, apresentaram ao ministro da Fazenda seu diagnóstico sobre a situação da indústria e uma proposta de plano enfocando a sustentabilidade para o crescimento. Ele participou do encontro com o subsecretário de Investimentos Públicos. As informações são do Flash de Motor, da Venezuela.

Joachim Maier, presidente da Mercedes-Benz Argentina, disse que a reunião foi muito produtiva pois, foi apresentado um diagnóstico preciso sobre a carga tributária que incide sobre o setor:

“Criamos uma agenda de trabalho que permitirá assegurar a sustentabilidade e o crescimento da indústria no médio prazo”.

A Adefa informou, por comunicado, que na reunião com os funcionários públicos foi destacada a importância do Plano 1 Milhão, que visa à produção dessa quantidade de veículos em 2023, junto com o resto da cadeia de valor e os sindicatos.

Também informou o mercado atual na Argentina e as perspectivas do setor automotivo, que a Adefa expressa o compromisso das empresas com relação a planos de investimento, emprego e produção.

O objetivo do Plano 1 Milhão é gerar investimento de US$ 5 bilhões para serem aplicados em novos modelos e na fabricação de 1 milhão de unidades ao longo dos próximos sete anos, com 750 mil em 2019.