Lançamentos 30/07/2007 19:11
Leandro Alves
Omega é feito sob encomenda para o Brasil
A fábrica da Holden, divisão australiana da General Motors, já está programada. Todas as etapas da linha de montagem da fábrica de Elizabeth vão receber componentes para a produção do Omega – para eles Commodore – destinado ao Brasil: o motor está pronto para queimar gasolina com 25% de álcool, a posição do motorista passa da direita para esquerda e as informações da tela no painel central estarão em português. Até o extintor debaixo do banco, exigência exclusiva do nosso mercado, é colocado lá.
O novo Omega é resultado direto da integração mundial das equipes de engenharia da GM e do aprendizado da Holden sobre as exigências e necessidades do mercado brasileiro nos oitos anos que abastece o Brasil com o modelo australiano. Essa operação diferencia o carro dos demais importados ofertados por aqui.
“Existe uma programação da produção para atender aos diversos mercados. Em dois dias são feitos os Omega para as vendas mensais no Brasil”, explica Pedro Manuchakian, vice-presidente de engenharia da LAAM, que coordenou a tropicalização da nova geração do modelo e acredita que essa customização na linha de montagem oferece mais qualidade ao produto e agilidade na entrega – depois de liberados no porto os carros vão diretamente às concessionárias.
Foram dois anos de transformações na linha de montagem australiana para adaptar a produção aos mercados atendidos. “Nesse tempo também integramos as estratégias da área de engenharia, que agora trabalha sob orientação global.”
A fábrica de Elizabeth trabalha em dois turnos ao ritmo de quarenta Omegas por hora. Além do Brasil – e obviamente do mercado australiano – é responsável pelos veículos vendidos no Oriente Médio, Taiwan, China, Nova Zelândia, Coréia do Sul e Estados Unidos.
Tudo novo – O Omega 2008, que começa a ser vendido na segunda quinzena de agosto, rejuvenesceu. Aposentou a idéia de sedã de luxo discreto para apostar na esportividade. Conjunto ótico, lanternas, grade, e até uma falsa tomada de ar no pára-lama – que estão mais salientes – evidenciam essa mudança.
Ele ficou maior também, oferecendo mais conforto interno. A distância entreeixos passou a 2,91 metros, aumento de 126 milímetros que proporcionaram melhor distribuição do espaço na cabina. Quem ficar no banco traseiro não terá problema algum para acomodar as pernas. O porta-malas acompanhou o crescimento da carroceria: ganhou 31 litros adicionais aos 465 litros da versão anterior.
Outras novidades vieram com a adição de tecnologia, estratégia que não foi adotada no modelo anterior por uma questão de competitividade do produto com concorrência, segundo Manuchakian: “Optamos por trazer uma versão do Omega sem diversos sistemas eletrônicos para deixá-lo competitivo em sua categoria”.
O Omega 2008 tem agora ESP, programa de estabilidade eletrônica, que atua coordenado com o ABS e o EBD, distribuidor eletrônico de frenagem. Há também inédito sistema eletrônico de tração. O motor é o moderno Alloytec 3.6 V6 de 254 cv, com bloco de alumínio e que já está preparado para atender às normas de emissão Euro 3 para veículos movidos a gasolina.
Uma série de mimos também agrada motorista e passageiros. Controles no volante para o rádio e piloto automático, conexão bluetooth para comunicação handsfree e duas telas de DVD, uma no painel central de 5,5” e outra no teto de 6,5” para os ocupantes do banco de trás são alguns dos itens de série.
Estratégia – A GM descobriu que o grosso das vendas do Omega está em apenas sete cidades do País. Assim, apenas nesses centros existirão Omegas no show room. São elas: as capitais São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre e Curitiba, além de Campinas.
O preço ainda não está fechado mas o Omega 2008 custará de R$ 145 mil a R$ 150 mil e, segundo a GM, concorrerá com modelos na mesma faixa de preço como o Honda Accord, mas principalmente com veículos da faixa dos R$ 300 mil: Audi A6, Toyota Camry e Volkswagen Passat. A expectativa é que 850 unidades sejam compradas por ano.
O novo Omega é resultado direto da integração mundial das equipes de engenharia da GM e do aprendizado da Holden sobre as exigências e necessidades do mercado brasileiro nos oitos anos que abastece o Brasil com o modelo australiano. Essa operação diferencia o carro dos demais importados ofertados por aqui.
“Existe uma programação da produção para atender aos diversos mercados. Em dois dias são feitos os Omega para as vendas mensais no Brasil”, explica Pedro Manuchakian, vice-presidente de engenharia da LAAM, que coordenou a tropicalização da nova geração do modelo e acredita que essa customização na linha de montagem oferece mais qualidade ao produto e agilidade na entrega – depois de liberados no porto os carros vão diretamente às concessionárias.
Foram dois anos de transformações na linha de montagem australiana para adaptar a produção aos mercados atendidos. “Nesse tempo também integramos as estratégias da área de engenharia, que agora trabalha sob orientação global.”
A fábrica de Elizabeth trabalha em dois turnos ao ritmo de quarenta Omegas por hora. Além do Brasil – e obviamente do mercado australiano – é responsável pelos veículos vendidos no Oriente Médio, Taiwan, China, Nova Zelândia, Coréia do Sul e Estados Unidos.
Tudo novo – O Omega 2008, que começa a ser vendido na segunda quinzena de agosto, rejuvenesceu. Aposentou a idéia de sedã de luxo discreto para apostar na esportividade. Conjunto ótico, lanternas, grade, e até uma falsa tomada de ar no pára-lama – que estão mais salientes – evidenciam essa mudança.
Ele ficou maior também, oferecendo mais conforto interno. A distância entreeixos passou a 2,91 metros, aumento de 126 milímetros que proporcionaram melhor distribuição do espaço na cabina. Quem ficar no banco traseiro não terá problema algum para acomodar as pernas. O porta-malas acompanhou o crescimento da carroceria: ganhou 31 litros adicionais aos 465 litros da versão anterior.
Outras novidades vieram com a adição de tecnologia, estratégia que não foi adotada no modelo anterior por uma questão de competitividade do produto com concorrência, segundo Manuchakian: “Optamos por trazer uma versão do Omega sem diversos sistemas eletrônicos para deixá-lo competitivo em sua categoria”.
O Omega 2008 tem agora ESP, programa de estabilidade eletrônica, que atua coordenado com o ABS e o EBD, distribuidor eletrônico de frenagem. Há também inédito sistema eletrônico de tração. O motor é o moderno Alloytec 3.6 V6 de 254 cv, com bloco de alumínio e que já está preparado para atender às normas de emissão Euro 3 para veículos movidos a gasolina.
Uma série de mimos também agrada motorista e passageiros. Controles no volante para o rádio e piloto automático, conexão bluetooth para comunicação handsfree e duas telas de DVD, uma no painel central de 5,5” e outra no teto de 6,5” para os ocupantes do banco de trás são alguns dos itens de série.
Estratégia – A GM descobriu que o grosso das vendas do Omega está em apenas sete cidades do País. Assim, apenas nesses centros existirão Omegas no show room. São elas: as capitais São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre e Curitiba, além de Campinas.
O preço ainda não está fechado mas o Omega 2008 custará de R$ 145 mil a R$ 150 mil e, segundo a GM, concorrerá com modelos na mesma faixa de preço como o Honda Accord, mas principalmente com veículos da faixa dos R$ 300 mil: Audi A6, Toyota Camry e Volkswagen Passat. A expectativa é que 850 unidades sejam compradas por ano.


Copyright © 2001/2008 - AutoData Inc. Todos os direitos reservados.
Extranet - Webmail - Estatísticas
AutoData é publicação da AutoData Editora Ltda.
É proibida a reprodução sem prévia autorização,
mas permitida a citação desde que identificada a fonte.
Jornalista responsável: Vicente Alessi Filho, MS SJPESP 4 874
Extranet - Webmail - Estatísticas
AutoData é publicação da AutoData Editora Ltda.
É proibida a reprodução sem prévia autorização,
mas permitida a citação desde que identificada a fonte.
Jornalista responsável: Vicente Alessi Filho, MS SJPESP 4 874




