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KPMG integra processos para gerar competitividade

Combinando conhecimento operacional e tecnologia, a consultoria ajuda empresas a conectar dados, reduzir ineficiências e transformar digitalização em resultado

Ganhar produtividade nem sempre exige substituir uma linha de produção. Uma oportunidade pode estar nos dados que a empresa já produz, mas ainda não utiliza de forma integrada. Conectar informações de suprimentos, estoques, manutenção, produção e distribuição permite identificar perdas e melhorar decisões. É nessa transformação que atua a consultoria de operações da KPMG.

O ponto de partida é o problema do negócio. Antes de recomendar ferramentas, a equipe analisa a operação, identifica gargalos e avalia os sistemas e as fontes de dados disponíveis. “A gente sempre dá um passo atrás: qual é o problema que eu quero resolver? A tecnologia é sempre o meio”, afirma Luiz Sávio, líder da área de Digitalização da KPMG.

Na indústria automotiva, mesmo processos com elevado grau de automação podem conviver com sistemas que não trocam informações adequadamente. A manutenção possui seus registros, a produção trabalha com outra base e os estoques seguem controles próprios. Essa fragmentação limita a visão do conjunto e pode esconder oportunidades de redução de custos.

A KPMG correlaciona essas informações e desenvolve modelos e ativos digitais para apoiar decisões mais eficientes. Conforme a necessidade, também orienta a escolha e a integração de sistemas especializados. O objetivo é sincronizar a operação, dos suprimentos ao produto acabado e à distribuição.

As aplicações são concretas: reduzir estoques intermediários, ajustar compras de matérias-primas, encurtar prazos e melhorar a gestão da manutenção e a qualidade do produto. Integrar as visões operacional e financeira dos ativos também pode diminuir esforços de inventário e aprimorar os controles.

Para fornecedores e sistemistas, pressionados por margens estreitas, essa abordagem permite buscar eficiência aproveitando a estrutura existente. Segundo Sávio, tecnologias mais acessíveis ampliam as possibilidades de integração, sem exigir, em todos os casos, grandes investimentos na substituição de equipamentos.

O trabalho também enfrenta uma barreira comum: iniciativas isoladas que resolvem problemas pontuais, mas não conectam a operação inteira. Com uma equipe predominantemente formada por engenheiros, a KPMG combina conhecimento dos processos com competências digitais para construir essa visão integrada.

Ao transformar informações dispersas em conhecimento disponível para a gestão, a empresa preserva sua experiência operacional e ganha consistência nas decisões. Para a KPMG, digitalizar é converter tecnologia em eficiência, margem e capacidade de competir.

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