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Acordo com a Colômbia não anda

O Brasil já assinou o Acordo de Complementação Econômica do Mercosul com a Colômbia. Porém, o fato de o acordo estar definido e assinado não significa que seja válido e que as empresas já podem se preparar para exportar. Após a definição de como acontecerão as vendas de um país para outro é necessário internalizar o acordo: os governantes devem criar decreto, que passará por algumas burocracias locais e que depois será entregue à Aladi, Associação Latino-Americana de Integração, para ser reconhecido e se tornar oficial.

 

Atualmente o acordo do Brasil com a Colômbia está nesse processo, de internalização, nos dois países, aguardando os processos necessários para que possa ser entregue à Aladi. Segundo a Anfavea, contudo, o processo não tem prazo para terminar e pode levar algum tempo, porque não tem tramitação simples: com isso não se sabe quando as exportações serão realizadas e começarão a beneficiar a indústria local.

 

Toyota mira a Colômbia

 

Em julho a Toyota se programava para começar a exportar o Corolla, sedã médio mais vendido no Brasil, para a Colômbia: de acordo com Miguel Fonseca, seu vice-presidente executivo, “as remessas começam no segundo semestre, mas precisamente em setembro”.

 

Com a internalização do acordo e a posição da Anfavea, de não ter prazo para começar as exportações, porém, os planos não saíram do papel.

 

Com o atraso no processo ainda não foi definido o volume e quais versões serão exportadas para a Colômbia, mas o assunto está sendo tratado internamente pelas áreas responsáveis, pois a empresa tem interesse no mercado colombiano e já pretendia estar exportando. Os planos para 2017 são de aumentar as vendas para outros países em 6,4%.

 

Atualmente o Corolla que é vendido na Colômbia é importado dos Estados Unidos.

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