11 AutoData | Julho 2026 de uma nova linha de produção completa ao lado da que opera no mesmo complexo desde 2012]. A localização de Sorocaba também favorece a logística com o parque de fornecedores. O fechamento de Indaiatuba e a paralisação da produção em Porto Feliz provocaram impactos importantes na operação. Como a empresa trabalhou para preservar sua cadeia de fornecedores? A preservação dos nossos parceiros comerciais sempre esteve no topo das prioridades. No caso de Porto Feliz os componentes produzidos no Brasil continuaram sendo exportados para o Japão para abastecer a produção dos motores montados emergencialmente lá fora. Desenhamos este fluxo logístico para manter os fornecedores ativos durante o período de transição. Sabemos que eles realizaram investimentos pesados e possuíam compromissos financeiros. Era fundamental preservar esta base produtiva nacional até porque nossa real intenção sempre foi retomar a fabricação em Porto Feliz. No caso da transferência de Indaiatuba para Sorocaba a abordagem foi semelhante: todo o processo foi planejado com antecedência e discutido de forma transparente com os fornecedores, que continuarão nos atendendo na nova fábrica. Ambos os movimentos foram meticulosamente conduzidos para garantir o menor impacto econômico sobre a nossa cadeia. Com a nova fábrica, a ser inaugurada em novembro, Sorocaba passa a concentrar toda a produção de veículos da Toyota no Brasil. Qual será o papel deste complexo na operação global da companhia? sideravelmente mais compacta, eficiente e produtiva do que a anterior. Estamos conversando justamente no momento em que se encerra a operação da fábrica de Indaiatuba, depois de quase três décadas produzindo o Corolla. Por que a Toyota decidiu fechar uma unidade tão importante para a história da empresa no Brasil? A transferência da produção de Indaiatuba para Sorocaba já fazia parte do planejamento de longo prazo, porque vivemos um novo ciclo de expansão. A capacidade máxima de Indaiatuba estava engessada em 70 mil veículos por ano, enquanto os novos projetos exigem uma nova planta com capacidade próxima de 100 mil unidades anuais. Então optamos estrategicamente por concentrar toda a produção de veículos na unidade de Sorocaba [com a construção “ A transferência da produção de Indaiatuba para Sorocaba já fazia parte do planejamento de longo prazo. A capacidade máxima de Indaiatuba estava engessada em 70 mil veículos por ano, enquanto os novos projetos exigem uma nova planta com capacidade próxima de 100 mil unidades anuais.”
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