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55 AutoData | Agosto 2026 DINÂMICA BEM APURADA O rebaixamento de 14 cv na potência do motor turboflex 1.0 só é notada na ficha técnica. O T200 com seus 116 cv são suficientes para a proposta do Avenger, que também surpreende pelo bom trabalho acústico mesmo em rotações elevadas, que impede a percepção de vibrações ou ruídos incômodos à cabine. No uso do dia-a-dia o câmbio CVT de sete marchas simuladas prioriza a suavidade sobre esportividade, coerente com a proposta urbana do carro. Com design agradável e robusto o que diferencia mesmo o Avenger e que deverá ser um de seus principais argumentos de venda é o trem-de-força eletrificado e a eletrônica embarcada, conforme conferimos na versão Limited avaliada. O sistema híbrido leve MHEV de 12V atrelado ao motor T200 funciona como um maestro silencioso no anda-e-para dos congestionamentos. O pequeno motor elétrico faz mais do que gerenciar o start-stop: na prática ele entrega aquele empurrãozinho imediato em baixas rotações, preenchendo o fôlego antes de a turbina atingir sua pressão ideal. Isso se traduz em saídas de semáforo suaves, sem solavancos do câmbio e uma otimização do consumo. A tela multimídia de 10 polegadas pode parecer até pequena perto dos grandes monitores comuns nos carros chineses, mas o sistema é bem suficiente, intuitivo, pareia com o celular sem cabo e tem ótima resolução. Some isso aos comandos de voz integrados ao ChatGPT embarcado, que permitem ajustar parâmetros do veículo com conversas naturais, sem tirar os olhos do trânsito. A tecnologia ainda avança para a interface conectada ao pacote ADAS de nível 2, que dá assistência de centralização em faixa com correções no volante automáticas e suaves, controle de cruzeiro

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