São Paulo – Uma picape comercialmente viável com autonomia estimada de mais de 600 quilômetros, mais de 670 cavalos de potência e recarga para mais 160 quilômetros de condução em menos de dez minutos é capaz de encerrar as discussões técnicas a respeito da eletrificação nos veículos. Pois foi o que a General Motors apresentou na quarta-feira, 5, em seu estande virtual da CES 2022, a feira que tradicionalmente inicia o ano em Las Vegas, Estados Unidos, mas que mais uma vez precisou ficar limitada às telas por causa da covid-19. A Chevrolet Silverado EV chega aos consumidores da América do Norte em 2023, a partir da Factory Zero da GM, uma instalação de 40 anos Detroit que recebe US$ 2,2 bilhões para tornar-se o polo produtivo de elétricos da companhia.
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Ibama concede três meses para montadoras finalizarem veículos
São Paulo — Após persistente solicitação do setor para que o governo federal estendesse o prazo para a produção de modelos da legislação anterior à Proconve L7, em vigor desde 1º de janeiro, o Ibama concedeu mais três meses às montadoras para finalizarem aquelas unidades inacabadas. O governo compreendeu, afinal, o cenário de dificuldades de abastecimento de semicondutores e de outros insumos para a produção de veículos.
Produção argentina cresce impulsionada por exportações
São Paulo – As fábricas de veículos instaladas na Argentina produziram 434,8 mil unidades no ano passado, volume 69% superior às 257,2 mil fabricadas em 2020, quando o setor literalmente parou por causa da pandemia de covid – em abril de 2020 a produção foi zero. Os dados foram divulgados pela Adefa, associação que representa as montadoras naquele país.
Mercado avança 3% e alcança projeção otimista da Anfavea
São Paulo – A indústria brasileira comercializou 2 milhões 119 mil automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus novos no ano passado, segundo dados preliminares do Renavam obtidos pela Agência AutoData. O volume representou crescimento de 3% sobre o resultado de 2020, ano fortemente influenciado pelo mau desempenho do segundo trimestre, consequência das primeiras medidas de restrições provocadas pela pandemia da covid-19.
Vendas na Argentina avançaram 11,5% no ano passado
São Paulo — As vendas de veículos na Argentina encerraram 2021 com 381,8 mil emplacamentos, incremento de 11,5% sobre 2020, de acordo com os dados da Acara, entidade local representante dos revendedores, divulgados pelo site Autoblog, parceiro editorial de AutoData.
AutoData entra em recesso e retorna dia 4 de janeiro
O ano passado terminou com uma notícia chata, seguida por outro anúncio desconcertante, para a indústria automobilística brasileira: em dezembro a Mercedes-Benz decidiu parar de produzir em Iracemápolis, SP, e no acender das luzes de 2021 foi a vez da Ford interromper sua produção em Camaçari, BA, Taubaté, SP e, meses depois, na Troller em Horizonte, CE.
Um sentimento de apreensão caiu sobre o setor. O que acontece com a indústria brasileira? Deixou de ser atrativo produzir veículos aqui?
A resposta veio em forma de anúncios de investimentos que reforçam o compromisso de diversas fabricantes com a produção local: a Renault antecipou um ciclo, a Volkswagen anunciou novo aporte, BMW e Audi reforçaram a aposta, a Great Wall assumiu a fábrica da Mercedes-Benz, afora diversas fabricantes de autopeças, implementos e mesmo montadoras que mantiveram seus investimentos, acreditando no Brasil. A indústria automotiva brasileira respira, é atrativa e pode ter a solução para a redução das emissões – a Índia, por exemplo, está de olho no nosso flex e etanol.
O mercado brasileiro de veículos fechará na casa das 2,1 milhão de unidades e poderia ter sido maior, não fosse a crise dos semicondutores que, nas contas da Anfavea, tirou 300 mil carros das linhas de produção. Em um ano política e economicamente conturbado, ainda sofrendo com os impactos da pandemia e no qual o fantasma da inflação voltou a assombrar os brasileiros, que ainda sonham com o retorno de seus empregos, a indústria automotiva mostrou, mais uma vez, sua força.
Foi o ano, também, que um dos fundadores da AutoData Editora deixou este plano e virou estrela.
Os leitores da Agência AutoData tiveram a sua disposição mais de 2,3 mil notícias e reportagens, que foram acessadas por mais de 530 mil visitantes, que geraram mais de 1,6 milhão de page views. Fora as centenas de páginas da revista AutoData, que, em mais um ano, transformaram informação em conhecimento.
AutoData desliga seus motores a partir da sexta-feira, 17, e retorna em 4 de janeiro. 2022 será muito especial, pois marcará as comemorações de 30 anos da AutoData Editora.
Boas festas a todos e até lá!
Mercado soma 2 milhões de veículos e será superior a 2020
São Paulo – Com 97,2 mil unidades emplacadas até a quinta-feira, 15, no fechamento da primeira quinzena do mês, o mercado brasileiro de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus superou, no acumulado do ano, os 2 milhões de emplacamentos. Registra, no total, 2 milhões 10 mil unidades e passará o volume do ano passado, que foi 2 milhões 58 mil veículos.
Missão brasileira vai à Índia para falar sobre o flex
São Paulo – Integrada pelo ministro das Minas e Energia, Bento Albuquerque, missão brasileira composta por representantes do setor automotivo, como Anfavea, Volkswagen e Toyota, e da Unica, União da Indústria da Cana-de-Açúcar, aportará na Índia durante a segunda quinzena de janeiro com o objetivo de demonstrar a experiência brasileira com o motor flex.
Tiggo 7 sobe de patamar e ganha o motor turbo do Tiggo 8
São Paulo – O diagnóstico da Caoa Chery é claro: o consumidor disposto a desembolsar por um modelo 0 KM está procurando carros mais equipados e requintados. Sua resposta está nas versões Pro de seus modelos, puxada pelo Tiggo 8, seu sucesso de vendas, replicada no sedã Arrizo 6 e, agora, no Tiggo 7, seu maior SUV de cinco lugares.
Com duas novidades programadas Caoa Chery mira os 3% de participação em 2022
São Paulo – Dois modelos completamente novos entrarão nas linhas de montagem da Caoa Chery em Anápolis, GO, e/ou Jacareí, SP, no ano que vem. Com eles, e todo o portfólio atual, a atual décima colocada do ranking brasileiro de automóveis e comerciais leves – superou a Ford no mês passado – tem como meta crescer ao menos 50% em volume, ganhando um ponto de participação a mais nas vendas locais.