Invasão chinesa também afeta setores de máquinas agrícolas e de construção

São Paulo – A Abimaq, entidade que representa as fabricantes nacionais de máquinas e equipamentos, ligou o sinal amarelo depois de ver o avanço das máquinas chinesas no Brasil nos últimos anos. Elas já representam 30% das vendas no mercado local, com um forte aumento de participação nos últimos anos, de acordo com Cristina Zanella, diretora de competitividade, economia e estatística da Abimaq:

“Esse movimento acontece há 30 anos no setor geral de máquinas, mas nos últimos dez anos a participação das máquinas chinesas avançou de 18% para 30%. No ano passado esse porcentual foi de 25%”.

No segmento de máquinas agrícolas o avanço das marcas chinesas é algo relativamente novo, mas a participação já chegou a mais de 13%, contra 9,7% no ano passado. Veja abaixo a entrevista completa com a diretora da Abimaq.

Muito se fala em uma espécie de invasão chinesa no mercado de máquinas agrícolas e de construção. De fato está havendo crescimento de importação destes equipamentos da China? Como a Abimaq avalia a situação?

Esse movimento da China já acontece há décadas quando a gente olha para a indústria de máquinas como um todo, mas no setor de máquinas para agricultura o cenário é um pouco mais recente. Notamos um ligeiro crescimento na ponta, mas a China ainda tem uma participação menor do que as fabricantes locais no mercado nacional de máquinas, representando 30% do total das importações. Esse quadro é bastante preocupante porque a participação tem aumentado, uma vez que em igual período do ano passado eles tinham 25% de market share. Se olharmos para dez anos atrás, a China tinha 18% de participação. Olhando para o segmento de máquinas agrícolas o avanço é mais recente, mas também está acontecendo, com as máquinas chinesas representando 13,2% das vendas até maio, sendo que no ano passado esse porcentual era de 9,7%. Esse crescimento gradativo já nos fez acender uma luz amarela.

Quais os riscos que este aumento de importações da China traz para as empresas fabricantes no Brasil? E para os consumidores?

Para a indústria nacional o grande risco é a perda de mercado, pois você vai sendo substituído por falta de competitividade, movimento que já vimos acontecer em outros setores como o de máquinas para a indústria têxtil, que praticamente quase não existe mais no País. Se as fabricantes locais perdem espaço, a economia nacional como um todo sai perdendo e podemos ver a capacidade de desenvolvimento local indo embora, dependendo de tudo que vem de fora, principalmente da China. Para o consumidor o problema no passado era a qualidade das máquinas, o que atualmente não interfere tanto, pois os chineses produzem máquinas com alto nível tecnológico. A grande questão é o pós-vendas, algo que nos preocupa principalmente no segmento de máquinas agrícolas, especialmente na agricultura familiar, pois tem máquinas que acabam descartadas por falta de atendimento das marcas que as comercializam. Na linha amarela já temos algumas marcas chinesas consolidadas que prestam o atendimento ao cliente após a venda.

Quais são as medidas que a Abimaq sugere para frear esta invasão chinesa em máquinas agrícolas? Existe disposição do governo em atender?

Sim, notamos em conversas com o governo federal que eles existe uma grande preocupação com as fabricantes locais e com o desenvolvimento da indústria nacional. Como Abimaq temos atuado bastante em ações para ganhar competitividade, enquanto as medidas específicas de combate ao anti-dumping e as importações ilegais ainda são poucas. As ações para promover maior competitividade não são fáceis, pois esbarram em problemas que estão presentes há décadas no País, como a questão dos juros e das tributações, mas sempre defendemos que as empresas instaladas no País consigam competir em igualdade com os produtos que vêm de fora.

Cristina Zanella, diretora de competitividade, economia e estatística da Abimaq. Foto: Divulgação.

Como está o desempenho do mercado de máquinas agrícolas em 2025?

Por enquanto temos apenas o balanço até maio, mas o segmento agrícola veio de um 2024 fraco, com queda de 20%, e agora está se recuperando, com alta de 22,8% nas vendas de janeiro a maio. Não temos do que reclamar desse começo de ano, pois a nossa expectativa era de alta em torno de 8% e o resultado ficou bem acima. Provavelmente teremos um 2025 melhor do que o projetado inicialmente, mas só revisaremos nossos números quando o resultado do semestre estiver fechado. Acreditávemos que o desempenho seria mais fraco por causa das altas taxas de juros, pois os produtores dependem dos financiamentos para realizar investimentos, mas até agora nossas expectativas foram superadas.

E com relação ao segmento de máquinas amarelas, de construção, como foram as vendas de janeiro a maio?

Aqui segue o mesmo cenário com acumulado até maio, mês que teve uma leve queda na comparação com abril, mas ainda assim o segmento de linha amarela subiu 17,3% no ano, avanço puxado pelo bom desempenho em todos os seus subsegmentos, como construção e logística.

As altas taxas de juros para financiamento de máquinas afetaram o desempenho? Existem outros fatores que prejudicam o negócio?

No caso da agricultura, além dos juros, temos alguns fatores específicos, como o clima, que no ano passado foi pior do que o desse ano, que está mais favorável para os produtores. Os preços das commodities e o câmbio também são fatores que devem ser monitorados. Algumas safras estão com bons preços esse ano, isso permite mais investimentos, mesmo com uma taxa de juros não tão boa. É o caso do café e produtos cítricos, enquanto soja e milho estão andando mais de lado. No caso da linha amarela, o maior volume de investimentos em máquinas está acontecendo por parte do governo e o período eleitoral que virá em 2026 também deve impulsionar os investimentos por parte do governo de cada Estado, o que ajuda nas vendas.

Como você avalia o novo Plano Safra, que tem um foco maior nos produtores menores do que nos grandes?

Isso já aconteceu no Plano Safra anterior, pois o governo está priorizando o produtor menor, mantendo taxas mais baixas para eles e o volume de recursos disponíveis acaba sendo até maior do que eles consomem. Já para os grandes produtores, o valor liberado não cobre 20% da demanda. Exemplificando, em um cenário normal nós comercializamos R$ 60 bilhões em máquinas e o atual Plano Safra deixou disponível R$ 15 bilhões e, por isso, quando chega no metade do plano os valores já estão esgotados. A taxa de juros dentro do Plano Safra foi elevada para 13,5% no caso do Moderfrota, mas ainda assim é interessante pois está abaixo da Selic e ainda mais abaixo do praticado pelo mercado.

Qual a expectativa da Abimaq para o segundo semestre e o fechamento do ano nas vendas de máquinas agrícolas?

No caso de máquinas agrícolas a nossa expectativa inicial era mais baixa por causa do ano complicado que o segmento enfrentou em 2024, mas até maio os resultados ficaram bem acima do esperado e para o fechamento do ano o crescimento deverá ser de dois dígitos tranquilamente.

E para máquinas de construção, quais as expectativas e projeções para o segundo semestre e para o fechamento do ano?

Esse número será atualizado e divulgado após o fechamento do semestre, mas o cenário é positivo mesmo com as altas taxas de juros e a invasão chinesa que está acontecendo no País. Até agora os resultados foram bons, mesmo com todas as dificuldades presentes.

Trabalhadores da Volkswagen aprovam revalidação de acordo  

São Paulo – Trabalhadores da Volkswagen de São Bernardo do Campo, SP, aprovaram na terça-feira, 8, a revalidação do acordo vigente na montadora, negociado com o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC em 2023. Extensivo até 2028, o acordo garante cláusulas econômicas, como data-base e vale-alimentação, além de cláusulas sociais e dos investimentos na fábrica da Anchieta – principalmente para a produção de dois carros híbridos na unidade a partir de 2027.

De acordo com o diretor administrativo e financeiro dos Metalúrgicos do ABC e representante do Comitê Mundial dos Trabalhadores na Volks, Wellington Messias Damasceno foi aprovada, ainda, proposta de recálculo da PLR, Participação nos Lucros e Resultados, aumentando o valor da participação deste ano, uma vez que a fábrica pretende ampliar 10 mil unidades o volume de produção em 2025 e, para os próximos anos, o plano é expandir a quantidade.

“Esta é uma proposta que envolve as representações dos sindicatos das fábricas da Volkswagen no Brasil. Então o volume de produção que estamos falando leva em consideração a soma do que é produzido na Anchieta, em Taubaté, SP, e em São José dos Pinhais, PR. Fizemos uma única negociação.”

Em 2025 a PLR será paga em duas parcelas: a primeira já foi efetuada em maio e a segunda, em dezembro. Atualmente, a fábrica do ABC Paulista emprega 8,2 mil trabalhadores, sendo cerca de 5 mil no chão de fábrica.

O dirigente ressaltou que os investimentos já estão sendo realizados. No entanto, os modelos híbridos só devem entrar em produção no fim de 2026 e chegar ao mercado em 2027. “Estamos falando de um acordo de longo prazo. Porém, a legislação estabelece que, a cada dois anos, precisamos revalidá-lo.”

Damasceno lembrou que o sindicato tem cobrado a empresa para que, além dos carros híbridos produzidos em São Bernardo do Campo, que venham acompanhados de versão híbrida plug-in: “Nós temos capacidade de desenvolver e produzir aqui”.

Governo deve apresentar projeto do carro sustentável na quinta-feira

São Paulo – Está agendado para a quinta-feira, 10, o anúncio do projeto do carro sustentável. Uma cerimônia no Palácio do Planalto em Brasília, DF, será organizada às 15h00 com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, de alguns ministros e de representantes da indústria automotiva.

Segundo a Agência AutoData apurou com fontes convidadas para o evento, a expectativa é a de que Lula assine também portarias do Mover, Programa Mobilidade Verde e Inovação, incluindo a que define os parâmetros da tributação do veículo, o IPI Verde.

O Carro Sustentável tem como objetivo desonerar de IPI os veículos que oferecem mais eficiência energética, tenham adensamento produtivo local, alta reciclabilidade e preço considerado baixo. Segundo a minuta da portaria do MDIC, à qual a reportagem teve acesso, modelos de diversos segmentos poderão se enquadrar.

VW Caminhões e Ônibus conclui homologação do e-Volksbus em Curitiba

São Paulo – A Volkswagen Caminhões e Ônibus informou que seu primeiro chassi 100% elétrico, e-Volksbus 22L, concluiu ciclo de avaliações em Curitiba, PR. O veículo foi submetido a operação real pela URBS, junto ao cliente operador, rodando no mínimo 10 horas diárias. O objetivo destas ações é levar o veículo ao limite para demonstrar autonomia da bateria, durabilidade, capacidade de frenagem e o seu comportamento em subidas e descidas. 

De acordo com a empresa as homologações são primordiais, sobretudo, para garantir a segurança, o desempenho e a manutenção do chassi elétrico, ao assegurar que atende a todos os requisitos antes de ser lançado no mercado. O processo inclui ainda a avaliação da carroceria e do acabamento.

Esta etapa serve tanto para as entidades conhecerem o produto, e validarem seus atributos, quanto para complementar os trabalhos realizados pela montadora em seu centro mundial de eletromobilidade em Resende, RJ.

Venda de implementos rodoviários recua 4% no primeiro semestre

São Paulo – No primeiro semestre a venda de implementos rodoviários caiu 4,2% na comparação com igual período do ano passado, puxada pela menor demanda do segmento pesado, somando 72,2 mil unidades comercializadas, de acordo com dados divulgados pela Anfir.

As vendas de implementos pesados, reboques e semirreboques recuaram 19,8% no primeiro semestre, com 35,8 mil produtos entregues, acompanhando o desempenho do mercado de caminhões pesados, também em queda no País. 

Já o segmento leve cresceu de janeiro a junho e, por isto, a retração no mercado de implementos não foi ainda maior: foram vendidos 36,4 mil unidades, crescimento de 18,5% sobre os primeiros seis meses do ano passado.

“Recuo não é boa notícia mas se há algo a se pontuar é termos um semestre com a manutenção da curva positiva de vendas da linha leve”, disse José Carlos Sprícigo, presidente da Anfir.

As exportações também ajudaram o setor de implementos no primeiro semestre, com crescimento de 36,6% e 1,7 mil unidades embarcadas.

Após o fechamento do primeiro semestre a Anfir manteve suas projeções para o ano: 80 mil implementos leves e 70 mil pesados deverão ser vendidos.

Bright Consulting anuncia parceria com a Domani Global

São Paulo – A Bright Consulting anunciou parceria com a Domani Global, empresa especializada em soluções de mensuração e compensação de emissões de carbono, para alavancar a sustentabilidade na cadeia automotiva brasileira.

A colaboração une o conhecimento da Bright no setor automotivo e as exigências regulatórias com a tecnologia da Domani para calcular as emissões das empresas do setor automotivo e para comercializar créditos de carbono.

A intenção é atender montadoras, fornecedores, concessionárias e recicladoras, para que elas consigam medir suas emissões e compensá-las.

Associados do Sindipeças geram potencial de negócios de US$ 10,2 milhões na Colômbia

São Paulo – O projeto BAP, Brasil Auto Parts, parceria da ApexBrasil, Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, com o Sindipeças, levou quarenta fabricantes de autopeças para a Expopartes Bogotá, feira realizada no início de junho. 

Em três dias de mostra os integrantes do pavilhão do Brasil realizaram 1,2 mil contatos comerciais que geraram potencial de negócios em doze meses de US$ 10,2 milhões, dos quais US$ 2 milhões foram fechados no próprio evento.

No acumulado de janeiro a maio as exportações de autopeças para a Colômbia somaram US$ 83 milhões, 2,5% do total exportado no período. Além dos compradores do próprio país visitaram o pavilhão brasileiro compradores da Bolívia, Costa Rica, Chile, Equador, Estados Unidos, Guatemala, México, Panamá, Peru e Venezuela.

Cerca de 90% das empresas declararam interesse em participar da próxima edição do evento.

Iveco entrega 26 ambulâncias Daily no Paraguai

São Paulo – A Iveco entregou em Assunção, Paraguai, suas primeiras 26 ambulâncias do modelo Daily para o governo local, como parte de um lote total de 130 unidades. Com a chegada das unidades o governo paraguaio poderá dobrar a disponibilidade de ambulâncias especializadas para o atendimento de urgências em todo o país, informou a montadora.

Os veículos foram adquiridos com recursos da Itaipu Binacional, o que, de acordo com a Iveco, evidencia o compromisso do governo com a modernização da infraestrutura de saúde nacional.

A expectativa é que as 104 ambulâncias restantes sejam entregues ao longo dos próximos meses. Do total 129 unidades são do modelo Daily 30-160 Furgão Euro 6 com suporte avançado de vida, classificados como UTI móveis, fabricados em Sete Lagoas, MG. E um é do Daily 55S18 4×4 Euro 6, produzido em Brescia, Itália. 

Chevrolet apresenta cinco carros de uma vez, dois elétricos

São Paulo – De uma só vez, em um evento que reuniu clientes, concessionários, jornalistas e influenciadores no Transamérica Expo Center, na Capital paulista, a General Motors anunciou seus cinco lançamentos da Divisão Chevrolet prometidos para o ano do centenário. Sem grandes mistérios o SUV Tracker, o hatch Onix, o sedã Onix Plus, e os SUVs elétricos Spark e Captiva EV, importados da China, foram apresentados.

O Captiva deverá demorar um pouco e não teve preço divulgado: os produzidos em Gravataí, RS, chegam às concessionárias nas próximas semanas, o Tracker já está na rede e o Spark está em pré-venda a partir da quarta-feira, 9.

Apesar dos importados da China gerarem mais barulho, pelo fato de serem inéditos e elétricos, são os nacionais que eram mais aguardados pela rede de concessionários. As vendas da Chevrolet caíram 15% no primeiro semestre e a expectativa é de, ao menos, reverter parte deste desempenho até dezembro com as novidades.

Tracker

O Tracker é o primeiro a chegar. O SUV já saiu da fábrica de São Caetano do Sul, SP, rumo às concessionárias com sua nova identidade frontal, agora alinhada ao desenho global dos SUVs Chevrolet. O conjunto de iluminação bipartido, com a luz diurna em cima e os faróis em Led em baixo, se junta à grade, para-choque, rodas e lanternas reestilizados.

Chevrolet Tracker. Foto: André Barros.

Internamente o modelo ganhou banco com espumas de diferentes densidades e superfície acolchoada e painel de instrumentos integrado com a central multimídia, gerando uma superfície de 11 polegadas. O motor turbo foi recalibrado já visando as regras do IPI verde, segundo a GM.

São cinco versões:

  • Tracker AT – R$ 119 mil 990
  • Tracker LT – R$ 154 mil 090
  • Tracker LTZ – R$ 169 mil 490
  • Tracker Premier – R$ 189 mil 590
  • Tracker RS – R$ 190 mil 590

Onix e Onix Plus

Depois vêm os campeões de volume, o hatch Onix e o sedã Onix Plus, ambos produzidos em Gravataí. Segundo o presidente da General Motors América do Sul, Santiago Chamorro, a fábrica volta a operar em dois turnos em 22 de julho, quando encerra o layoff iniciado em abril.

Chevrolet Onix. Foto: André Barros.

Agora trazem faróis full led de série na dianteira, que é toda nova – para-choque frontal e grades. Apesar de ser a parte que mais chama a atenção é no interior que estão as principais novidades, com a introdução da tela inetegrada ao painel de instrumentos, como no Tracker, ar-condicionado otimizado com auxílio de softwares de inteligência artificial. Todas as versões terão mais itens de série, como wi-fi nativo e chave presencial.

São duas opções de motor, 1.0 aspirado e 1.0 turbo, que ficaram mais econômicas: segundo a GM o Onix consegue autonomia de até 17,7 km/l com gasolina na estrada.

Chevrolet Onix Plus. Foto: André Barros.

Preços e versões:

  • Onix 1.0 MT – R$ 102 mil 990
  • Onix 1.0 Turbo MT – R$ 107 mil 290
  • Onix 1.0 AT – R$ 112 mil 290
  • Onix LT Turbo AT – R$ 118 mil 290
  • Onix LTZ Turbo AT – R$ 123 mil 490
  • Onix Premier Turbo AT – R$ 129 mil 190
  • Onix RS Turbo AT – R$ 130 mil 190
  • Onix Plus 1.0 MT – R$ 106 mil 790
  • Onix Plus 1.0 Turbo MT – R$ 113 mil 990
  • Onix Plus 1.0 AT – R$ 118 mil 990
  • Onix Plus LT Turbo AT – R$ 123 mil 790
  • Onix Plus LTZ Turbo AT – R$ 129 mil 990
  • Onix Plus Premier Turbo AT – R$ 136 mil 490

Spark e Captiva

Ainda no terceiro trimestre a rede Chevrolet será abastecida com o SUV elétrico Spark, que foi apresentado na festa do centenário, no início do ano. Ele mira exatamente no BYD Dolphin: tem espaço para apenas quatro ocupantes, movimentado por um motor elétrico de 180 Nm e traz pacote de equipamentos recheados, com um conjunto avançado de ADAS. Sua autonomia é de 258 quilômetros, pelo ciclo do Inmetro.

Chevrolet Spark. Foto: André Barros.

Ele está em pré-venda a partir da quarta-feira, 9, por R$ 159 mil 990.

Por fim, no último trimestre, chegará a Captiva EV. SUV de médio porte, que ainda está em fase de homologação e não tem preço definido.

Chevrolet Captiva EV. Foto: André Barros.

Roger Corassa fala sobre o lançamento do Volkswagen Tera no Linha de Montagem

São Paulo — O Linha de Montagem AutoData desta semana traz entrevista com Roger Corassa, vice-presidente de vendas e marketing da Volkswagen do Brasil, que revelou com exclusividade os bastidores e os resultados da ousada estratégia de lançamento do Tera, considerado o modelo mais importante da marca no Brasil nos últimos anos.

Diferente das edições anteriores, que abordaram temas amplos do setor automotivo, o programa desta vez focou em um case específico: o lançamento do novo SUV compacto da Volkswagen, que mobilizou toda a rede de concessionárias e registrou resultados impressionantes logo nas primeiras horas de vendas. Segundo Corassa mais de 63 mil pessoas visitaram as lojas no dia do lançamento e mais de 12 mil unidades do Tera foram comercializadas em menos de uma hora.

A entrevista também destacou a visão da montadora para o mercado brasileiro e sul-americano em 2025, os planos futuros de exportação do modelo produzido em Taubaté, SP, e os reflexos que o Tera poderá ter sobre o portfólio da marca no Brasil.

Além do conteúdo de peso o programa comemorou um marco importante: ultrapassou 50 mil visualizações em seus primeiros cinco episódios no canal do YouTube de AutoData. Um número que reforça o apetite por conteúdo qualificado no setor automotivo e a relevância do espaço criado para discussão aberta, direta e especializada sobre os rumos da indústria no Brasil.

O novo episódio já está disponível no canal do YouTube de AutoData.