Hengst investe mais R$ 8,4 milhões em Joinville

São Paulo – A Hengst, fornecedora de filtros para diversos setores, como o automotivo, aplicará mais R$ 8,4 milhões na ampliação de sua fábrica de Joinville, SC. O valor se soma a R$ 6 milhões investidos no ano passado, com o objetivo de aumentar a capacidade de produção em 30%.

 

Segundo seu diretor presidente, Luiz Mirara, a intenção era investir mais no ano passado: “O plano era de R$ 7 milhões, mas não tivemos tempo suficiente para investir todo o valor. Sobrou R$ 1 milhão, que se junta a outros R$ 7,4 milhões liberados pela nossa matriz para 2020”.

 

Até abril, se tudo correr conforme o planejado, a fábrica da Hengst terá sua área construída ampliada em 4 mil m² e a capacidade produtiva será 30% superior, para atender ao mercado doméstico e a alguns destinos de exportação. Com esse cenário Mirara projeta crescimento de, pelo menos, 22% em 2020, apostando no Brasil e em novos mercados em que começará a operar:

 

“Um dos negócios que nos ajudará a crescer na região são os produtos que estamos desenvolvendo para atender a novas famílias de motores que serão lançados pelas montadoras. Também exportaremos para novos mercados, atendendo a veículos leves, caminhões e ônibus”.

 

No ano passado a Hengst registrou incremento de 22% no seu faturamento na comparação com 2018, com os negócios puxados pela reposição no Brasil e pelos bons resultados conquistados em outros mercados, como Argentina – onde a Hengst conseguiu crescer mesmo durante a crise –, Chile e Peru.

 

Do total comercializado no Brasil, 50% são dedicados ao fornecimento OEM para montadoras como Mercedes-Benz e Volkswagen Caminhões e Ônibus, os principais clientes da empresa nesse segmento, e os outros 50% são dedicados ao aftermarket.

 

Foto: Divulgação.

Lexus só terá híbridos no portfólio brasileiro

São Paulo – A partir de março a Lexus venderá em suas dezesseis concessionárias brasileiros apenas modelos híbridos. Segundo comunicado divulgado na sexta-feira, 14, o Brasil será o primeiro mercado da marca do Grupo Toyota a contar com portfólio 100% eletrificado – e, portanto, livre do rodízio municipal em São Paulo.

 

No ano passado a Lexus registrou novo recorde de vendas no Brasil: foram emplacados 1,2 mil automóveis, crescimento de 55% sobre o resultado de 2018. Dois híbridos colaboraram com o resultado: o NX 300h e o UX 250h.

 

As vendas globais também foram recorde, com 765,3 mil unidades comercializadas, avanço de 10% sobre 2018.

 

Foto: Divulgação.

Continental expande produção de molas pneumáticas no Brasil

São Paulo – A Continental anunciou que produzirá molas pneumáticas para os mercados brasileiros OEM e de reposição. A companhia deve construir nova edificação para fabricar o componente para aplicação em veículos comerciais. Em comunicado divulgado na quinta-feira, 13, no entanto, não revelou em qual unidade será erguida a nova linha de produção.

 

A companhia afirmou que a expansão “fará com que a Continental fortaleça aua presença no mercado brasileiro”. Alexander Papadimitriou, responsável pelo negócio de aftermarket para veículos comerciais nos sistemas de molas pneumáticas, disse que a empresa visa também a estreitar relacionamento com o segmento:

 

“Queremos estar mais próximos de nossos clientes brasileiros, fornecer e apoiar suas operações com mais rapidez e eficiência. No aftermarket, em particular, precisamos atender à demanda muito rapidamente e as novas capacidades de produção garantirão isso”.

 

Foto: Divulgação.

Governo reduz subsídios, mas libera recursos para Plano Safra

São Paulo – Os recursos que o Mapa, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, liberará em março para atender a grandes e médios produtores, dentro do Plano Safra 2019-2020, não terão mais subsídios. Estes produtores pagarão juros integrais ao adquirir financiamentos por meio do Banco do Brasil ou BNDES, assim como nos demais bancos que possuem linhas para o agronegócio.

 

A decisão foi oficializada para representantes da Anfavea e do setor agrícola durante reunião realizada na terça-feira, 10, em Brasília, DF. Segundo Alfredo Miguel Neto, vice-presidente da Anfavea – que participou da conversa – este é o início de um “desmame” de subsídios que o ministério já sinalizava e discutia internamente.

 

“Esse é o começo da redução de subsídios em algumas áreas do Plano Safra e deverá avançar no próximo programa, que começa em julho”.

 

O setor agrícola esperava a liberação de recursos para linhas de financiamento de máquinas, como o Moderfrota e o Pronaf, o que o governo confirmou que acontecerá a partir de março, porém, em um novo formato e sem subsídio. Segundo Miguel Neto o valor que ficará disponível será suficiente para atender esses produtores até o fim do Plano Safra e, mesmo sem a equalização, as taxas continuarão atrativas:

 

“No caso do BNDES a taxa de juros ficará em torno de 9,1% e no Branco do Brasil de 8,5% a 9%, dependendo de cada caso. As condições continuam interessantes para os produtores e o problema de falta de recurso acabou para esse Plano Safra”.

 

Para os pequenos produtores, que utilizam o Pronaf, os juros continuarão em torno de 4%, subsidiados. A expectativa do setor é a de que em torno de R$ 1 bilhão seja liberado em breve – mas o Mapa não confirmou a data, mantendo a linha operando, ainda, sem recursos.

 

Plano Safra 2020-2021 – O setor acredita que o ministério fará outras mudanças nos subsídios oferecidos nas linhas de financiamentos no próximo programa. A expectativa é a de que os grandes produtores busquem cada vez mais os recursos de bancos privados, nos quais conseguirão taxas e condições mais atrativas.

 

Para os médios produtores ainda existem algumas dúvidas: o Mapa estuda maneiras de promover o chamado “desmame” nessa faixa e a mudança nas linhas de financiamentos que os atendem: “Esses produtores usavam recursos subsidiados pelo Moderfrota, mas isso deverá mudar. O ministério ainda estuda qual fatia dos médios terá acesso a linhas equalizadas e quais terão que migrar para os financiamentos sem subsídios”.

 

Com as mudanças ainda em discussão o setor agrícola solicitou durante a reunião que elas sejam graduais e comunicadas de maneira clara e com antecedência, para que os produtores tenham tempo de estudar outras opções de financiamento oferecidas pelo mercado.

 

O Pronaf não deverá sofrer alteração para o próximo Plano Safra, mantendo as condições de financiamento. Essa é uma área considerada muito sensível a qualquer aumento de custo ou a mudanças nas linhas de crédito.

 

Foto: Divulgação.

Pedra Azul aumenta frota de ônibus Volvo

São Paulo — A operadora de transporte Pedra Azul, do Espírito Santo, adicionou à sua frota dois ônibus rodoviários Volvo. Trata-se de uma unidade do modelo B420R 6×2 e outra do modelo B450R 6×2, ambos com a nova geração do sistema anticolisão SSA.

 

“Transportar gente e veículos seguros são uma prioridade”, disse Moacyr Borsoi, diretor comercial da empresa. A Pedra Azul é empresa familiar com 28 anos de mercado e cerca de oitenta funcionários. Possui uma frota de dezenove ônibus para turismo.

RAM 2500 ganha mais potência e novo visual

São Paulo – A RAM apresentou a nova versão Laramia para a sua picape 2500 vendida no mercado brasileiro. Com mudanças visuais no capô, como novos vincos, e grade dianteira, para-choques, para-lamas, retrovisores, rodas faróis e lanternas de led novas. O motor ainda segue o turbodiesel 6.7 da Cummins, mas a potência elevou 35cv: agora entrega 365cv acoplado ao câmbio automático de seis velocidades.

 

Há mais tecnologias na nova RAM 2500: alerta de tráfego traseiro cruzado, monitoramento de pontos cegos, câmera 360 graus e de caçamba. A picape oferece ainda kit multimídia com nova tela de 12 polegadas e conectividade com Apple CarPlay e Android Auto, seis airbags, controle de tração e estabilidade, bancos de couro com regulagens elétricas e ar-condicionado digital e automático.

 

A RAM 2500 Laramie será vendida em versão única em 45 concessionárias no Brasil por R$ 289,9 mil.

 

Foto: Divulgação.

Cofap amplia portfólio de suspensão para reposição

São Paulo — A Cofap ampliou seu portfólo de kits de suspensão para modelos Audi, Chevrolet, Fiat, Ford, Honda, Hyundai, Kia, Mitsubishi, Nissan, Peugeot, Renault e Volkswagen. Com os lançamentos a empresa ultrapassou a marca de 350 códigos de kits dos equipamentos disponíveis no mercado de reposição.

 

Segundo a Cofap os kits de suspensão são desenvolvidos de acordo com os parâmetros de qualidade dos produtos genuínos, garantindo grande durabilidade e qualidade dos equipamentos originais.

Financiamentos de veículos novos avançam 6% em janeiro

São Paulo — Os financiamentos de automóveis, veículos comerciais e motocicletas cresceram 6% em janeiro na comparação com o primeiro mês do ano passado, informou a B3, a bolsa de valores de São Paulo. Segundo os dados divulgados na sexta-feira, 14, o volume de veículos financiados 0KM chegou a 175,5 mil unidades. Adicionando os financiamentos de veículos usados o total financiado no mês foi de 534 mil unidades — o melhor resultado geral desde janeiro de 2015.

 

Do total 0KM financiado 102 mil unidades correspondem aos negócios envolvendo automóveis, resultado que representa alta de 2% sobre o volume financiado em janeiro do ano passado. Os veículos comerciais representaram 8 mil unidades do total financiado, crescimento de 17%. Já as motocicletas financiadas chegaram a 65 mil unidades, desempenho 10% melhor do que o registrado em janeiro de 2019.

 

O CDC, crédito direto ao consumidor, foi novamente a principal modalidade de financiamento no período, representando fatia de 89% do total financiado no mês. Assim, houve crescimento de 11% nos negócios envolvendo a modalidade na comparação com o resultado de janeiro do ano passado. O consórcio, por sua vez, representou fatia de 10%, e o leasing de 0,2%.

 

O prazo médio de financiamento, no período, foi de 39 meses na média para veículos novos. No caso dos seminovos o período médio de financiamento foi de 36 meses.

 

Foto: Marcos Santos/USP Imagens.

Projeto incentiva elétricos, mas deveria focar no etanol

São Paulo – A Comissão de Constituição e Justiça – a CCJ – do Senado ratificou na calada da noite de quarta-feira, 12, este controverso projeto de lei, o PLS 304/2017. Ele altera o Código de Trânsito Brasileiro, CTB, proibindo a oferta, a partir de 2030, e a circulação, a partir de 2040, de automóveis movidos com combustíveis fósseis, os populares gasolina e diesel.

 

De autoria do senador Ciro Nogueira (PP/PI) – proposto em 2017, ainda antes da ofensiva dos híbridos e elétricos no mercado nacional – este texto, que depois da aprovação segue para a Comissão de Meio Ambiente do Senado, não deveria gerar tanto burburinho neste momento, até porque ainda é um projeto de lei e deve sofrer alterações durante a tramitação. Vai enfrentar o lobby da indústria petrolífera e da automotiva, dentre outros agentes interessados.

 

Mas vamos com calma, este tema não deveria preocupar tanto os motoristas brasileiros. É que além das opções híbrida e elétrica que ainda não cabem no bolso do consumidor, o País tem no etanol uma alternativa aos combustíveis fósseis. E a vantagem de ser um combustível renovável e de nenhuma emissão de CO2.

 

O texto redigido pelo senador no Projeto de Lei já dá o tom do que ele acredita quem vai substituir a gasolina: “Felizmente já estão disponíveis soluções tecnológicas que permitem o enfrentamento dessa questão. A principal delas são os automóveis movidos a eletricidade, carregados pelas tomadas da rede elétrica.

 

Para o Brasil, que possui uma produção de eletricidade relativamente limpa, a troca dos veículos a gasolina por veículos elétricos será muito vantajosa do ponto de vista ambiental”. Nogueira cita o etanol apenas no fim do Projeto de Lei.

 

A questão que importa nesse episódio é o descaso com o etanol. A indústria automotiva brasileira se vangloria do desenvolvimento de motores a álcool e, mais ainda, da tecnologia flex fuel, que permite ao motor rodar tanto com o etanol quanto com gasolina.

 

Mas a utilização do etanol ainda deixa muito a desejar: segundo a União da Indústria de Cana-de-Açúcar, Unica, o consumo de etanol foi de 48,2% do total de combustíveis vendidos no ano passado. Pouco, ainda mais considerando que na gasolina encontrada nas bombas há 27% de etanol misturado.

 

Mesmo com 87,4% dos automóveis e comerciais leves vendidos no País ano passado saírem das fábricas prontos para usar etanol ou gasolina em qualquer proporção, segundo a Anfavea, o combustível vegetal é pouco utilizado pelos consumidores.

 

Existe uma questão prática, uma cultura do brasileiro: o motorista prefere abastecer seu carro com gasolina porque demorará mais para encher o tanque novamente. Não estão errados, a autonomia dos motores a gasolina é superior à do etanol – por isso o tradicional cálculo de 70% do preço do etanol sobre o da gasolina para compensar o abastecimento.

 

Mas é o bolso que mais pega: atualmente apenas para os consumidores de Mato Grosso, Minas Gerais e São Paulo compensa financeiramente abastecer com etanol. No Amapá, por exemplo, o preço médio do litro do etanol, R$ 3,87, é praticamente o mesmo do litro da gasolina, R$ 3,898. Lá ninguém pensa em etanol, todos levam seus carros direto para as bombas de gasolina.

 

Essas variações são justificadas pelo frete e, principalmente, pelo ICMS, que varia de estado para estado. Em São Paulo, por exemplo, o imposto sobre o etanol é de 12% e chega a 25% na gasolina, segundo um estudo da Fecombustíveis. No Amapá ambos são 25%.

 

Portanto se o objetivo for realmente incentivar a redução de emissões, como justificou o senador Ciro Nogueira no PLS, a melhor maneira de mudar a matriz de combustíveis sem onerar a população seria propor uma política nacional de uso do etanol. Com redução de imposto, incentivo ao uso e ao investimento na produção.

 

Copiar os europeus, neste caso, pode não fazer muito sentido.

 

Motor a etanol. A FCA está desenvolvendo um motor turbo que promete reduzir ou eliminar a diferença de 30% a mais no consumo do etanol comparado com a gasolina. Pouco se fala sobre esse projeto, cuja produção deverá ser em Betim, MG, e faz parte do investimento de R$ 14 bilhões aplicados pela companhia no País até 2024.

 

Balanço azul. A divisão da América Latina da FCA entregou aos acionistas ? 501 milhões em lucro no ano passado. Caso raro entre as divisões das empresas automotivas da região, que têm reportado às matrizes prejuízos nos últimos anos, segundo relatam seus dirigentes.

 

Pela Strada. Este ano as fichas do presidente Antonio Filosa estão depositadas na nova geração da picape Fiat Strada, que chega em abril aos consumidores. No ano passado foram 76,2 mil unidades vendidas, mais de 20% do total dos emplacamentos Fiat no País.

 

Invasão de luxo. Só na última semana foram anunciadas as chegadas do BMW X5 xDrive45e M Sport, Land Rover Range Rover, Land Rover Range Rover Sport, Mercedes-Benz EQC 400 4MATIC e Volvo XC40 T5 R-Design Plug-in Hybrid no mercado brasileiro. Todos híbridos ou elétricos. Mais por aí.

 

Não vai acabar, tem muito híbrido e elétrico ainda para chegar. A FCA prometeu dois: o Fiat 500 elétrico e o Compass híbrido plug-in. O primeiro ainda em 2020, o segundo só em 2021.

 

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil.

 

Colaboraram: Bruno de Oliveira, Caio Bednarski e Leandro Alves

New Holland chega aos 70 ainda em construção

Contagem, MG – Completando 70 anos de operações no Brasil em 2020, a New Holland Construction busca traçar um planejamento de longo prazo para seguir a sua história em um segmento industrial que tenta recuperar volumes, em um mercado que ainda oferece desafios aos fabricantes de máquinas e equipamentos que mantêm produção local.

 

“Temos, agora, que olhar para os próximos cem anos da companhia, porque nosso compromisso é deixar um legado”, disse Vilmar Fistarol, presidente da controladora da companhia, a CNH Industrial, em evento realizado em Contagem, MG. O caminho rumo ao futuro passa pela modernização de sua produção e busca de novos mercados como forma de proteção às crises econômicas locais.

 

No entanto, existem certas condições para que isso aconteça: dimensionar ciclos de investimentos que possam tornar a fábrica mineira mais competitiva e, por consequência, produtiva, é algo que, no caso da empresa, envolve sobremaneira estímulos vindos do mercado. “Nossos ciclos são contínuos, mas não podemos negar que os investimentos são realizados quando há demanda”, disse Paula Araújo, vice-presidente para América do Sul. “É um ponto de vista de todo o setor.”

 

Ao olharmos para o aporte mais recente vemos que a companhia executa aquilo que discursa. Ainda sob forte incerteza a respeito do apetite do setor de construção nacional, a New Holland Construction em seu último ciclo 2017-2020 realizou investimento pontual para localizar a produção da linha EVO de escavadeiras. R$ 37 milhões foram aplicados em nova linha construída sob o teto de um novo prédio anexo à velha fábrica de Contagem.

 

“Entendemos que era um produto com aderência às demandas que estão surgindo, o que serviu de argumento para a realização do investimento”, contou a executiva. “Já existem estudos para ampliação da fábrica. Espaço físico há, mas precisamos avançar aos poucos porque o mercado ainda é muito volátil. O risco da expansão ainda é considerado alto”, completou.

 

O perfil conservador adotado revela mais do que um ambiente de cautela no setor de máquinas e equipamentos. Mostra também que o mercado em recuperação produz certo retardo na adoção de novas tecnologias de manufatura nas empresas que compõem o segmento. “Trazer um novo produto nem sempre resulta em mais automatização, ainda que seja feita de forma mais lenta”.

 

A New Holland Construction busca novos mercados para exportar os veículos produzidos em Minas Gerais e mantém interlocução com diversos setores da economia no sentido de entender o mercado e, assim, prospectar novos negócios que possam acelerar os investimentos aqui.

 

“Hoje, por outro lado, estamos mais propensos a encontrar formas de ocupar a fábrica do que pensar em aumento da capacidade produtiva. No entanto, há um outro ponto da discussão. Ganhar mais mercado envolve produtos mais modernos, que demandam linhas mais modernas. Convivemos com estes dois mundos, estas duas necessidades”.

 

Nos mercados na América Latina que são atendidos pela operação de Contagem os veículos New Holland enfrentam forte concorrência daqueles produzidos em países que representam indústria mais desenvolvida, como é o caso da China, segundo a executiva. Os maiores mercados da empresa na região são Chile, Colômbia e Argentina.

 

Neste ano a empresa deverá incluir em sua oferta veículos com recursos tecnológicos inovadores com aplicação de biometria, conexão à rede e, também, powertrain movido a combustível alternativo, como o etanol. Por ser uma empresa listada em bolsa, em Nova York, nos Estados Unidos, e em Milão, na Itália, os pormenores a respeito das novidades estão ocultos por detrás do biombo corporativo.

 

Foto: Divulgação.