Falta de previsibilidade derruba venda de máquinas

São Paulo – O setor de máquinas agrícolas continua sofrendo com a falta de previsibilidade do governo com relação as linhas de créditos oferecidas no Plano Safra 2019/2020. De acordo com Alfredo Miguel Neto, vice-presidente da Anfavea, esse foi o principal problema do setor ao longo do ano, que gerou impacto direto nas vendas:

 

“Os fundamentos do setor agrícola estão bons, a China está pagando o preço premium pela soja, a produção de grãos batendo recorde. Era um cenário ótimo para o crescimento, porém a falta de previsibilidade do governo com as linhas de financiamentos refletiram diretamente nas vendas em 2019”.

 

De janeiro a novembro foram vendidas 40,4 mil máquinas, volume 6,8% menor do que o registrado no mesmo período do ano passado. Em novembro as vendas foram de 3,3 mil unidades, queda de 21,7% ante outubro e de 11,8% com relação ao mesmo mês do ano passado. Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea, avaliou como ruim o desempenho do mês passado:

 

“Com esse resultado acredito que o setor de máquinas agrícolas será o único que não chegará perto da projeção que fizemos, que é de 46 mil unidades. Não será possível atingir esse volume”.

 

Para Neto, o ideal seria que o governo deixasse claro qual é o cenário: independente de ter o crédito ou não para os financiamentos, isso precisa ser transmitido de forma direta e clara para os agricultores, para que eles tenham tempo de se programar e comprar suas máquinas por outros meios: “O problema é que o setor fica esperando o governo liberar um aporte adicional e, enquanto isso, o mercado fica parado”.

 

Algumas linhas de financiamentos já esgotaram todos os recursos do Plano Safra 2019/2020, caso do Pronaf, que é dedicado aos pequenos produtores. No caso do Moderfrota, ainda existem recursos disponíveis, mas as taxas de juros oferecidas não são atraentes para os grandes e médios produtores. A expectativa do vice-presidente é a de que todo o volume de crédito do Plano Safra 2019/2020 se esgote até fevereiro do ano que vem.

 

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Mercado de caminhões superou a projeção da Anfavea

São Paulo – As vendas de caminhões chegaram a 92 mil 737 unidades no acumulado do ano, apontou balanço da Anfavea divulgado na quinta-feira, 5. O volume representa alta de 35,7% sobre o resultado aferido em igual período no ano passado. Apenas em novembro, segundo o levantamento, as vendas somaram 9 mil 64 unidades, alta de 18% ante novembro de 2018.

 

O desempenho comercial observado no ano superou as projeções realizadas pela Anfavea para o ano: cerca de 91 mil unidades. Segundo Gustavo Bonini, vice-presidente da entidade, a expectativa é a de que o mercado neste ano cresça cerca de 35% sobre o volume licenciado no ano passado.

 

As vendas de pesados apresentaram o maior porcentual de crescimento no janeiro-novembro, chegando a 47 mil 446 unidades. Neste caso a alta foi de 53% sobre o mesmo período de 2018. Houve crescimento também nas vendas de semipesados, 32%, médios, 34%, e semileves, 19%. As vendas no segmento de leves, no entanto, apresentou retração de 3%.

 

Sobre os volumes vendidos em outubro as de pesados somaram 4 mil 694 unidades. As de semipesados somaram 2 mil 329 unidades. Já no caso dos médios as vendas chegaram a 959 unidades. As vendas de caminhões semileves somaram 355 unidades e as de leves, por fim, 1 mil 81 unidades.

 

A montadora que mais vendeu caminhões até novembro foi a Mercedes-Benz, com 27 mil 700 unidades. O volume registrado representa alta de 45% sobre o observado nos primeiros onze meses do ano passado. A Volkswagen Caminhões e Ônibus vendeu 24 mil 379 caminhões, alta de 32%, e a Volvo 14 mil 912 unidades, 54,5% a mais.

 

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Distúrbios na América Latina podem prejudicar exportações

São Paulo – A queda de 33,2% no volume exportado de janeiro a novembro, para pouco mais de 399 mil veículos, é justificada pela Anfavea pela redução do mercado argentino – que caiu pela metade este ano. O efeito não foi pior, segundo o presidente Luiz Carlos Moraes, porque a indústria conseguiu expandir volume para outros mercados da América Latina, como Colômbia, Chile e Equador.

 

Mas as recentes manifestações populares nesses países, em alguns casos violentas, acenderam o sinal amarelo dentro da entidade. Moraes garante que ainda não houve redução nos envios, mas há preocupação com relação à situação: “Temos casos de concessionárias quebradas, fatos que inibem o consumo nestes mercados. E afeta o PIB, o que pode mexer com as nossas exportações”.

 

De toda forma as 31,7 mil unidades exportadas em novembro, queda de 7,9% com relação ao mesmo mês do ano passado e crescimento de 5,9% sobre outubro, ainda seguiram o ritmo normal, com impacto apenas da Argentina.

 

Em paralelo, adianta Moraes, seguem as tratativas com relação a novos acordos comerciais bilaterais. As conversas com o Paraguai estão avançando e a Anfavea dá suporte técnico ao governo e já fez um pedido:

 

“Gostaríamos que o governo brasileiro incluísse o acordo a proibição ou redução gradativa da importação de veículos usados, muito comum no Paraguai. Calculamos que, no ano passado, foram importados 70 mil carros usados, alguns com até mais de dez anos de uso. São volumes que poderiam ser de veículos produzidos pela indústria brasileira”.

 

Em valores, aí incluídos também as fabricantes de máquinas agrícolas e rodoviárias e exportações de autopeças por parte das montadoras, as vendas externas renderam US$ 730,7 milhões em novembro, queda de 23,7% com relação ao mesmo mês de 2018 e de 9,9% na comparação com outubro. No acumulado do ano a indústria faturou US$ 9,1 bilhões, valor 33,8% inferior ao do mesmo período do ano passado.

 

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Média diária de vendas de novembro foi a maior do ano

São Paulo – Novembro registrou a melhor média diária de vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus do ano. Os 12 mil 116 veículos licenciados por dia útil, em média, no mês passado representam crescimento de 10% com relação à média do mês anterior.

 

As vendas em novembro somaram 242,3 mil unidades, queda de 4,4% ante os 253,4 mil veículos comercializados em outubro. A queda foi considerada normal pelo presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, pelos três dias úteis a menos do que em outubro.

 

Quando comparado com o mesmo mês do ano passado, quando o setor vendeu 230, 9 mil veículos, houve crescimento de 4,9%.

 

No acumulado do ano as vendas de veículos chegaram a 2 milhões 530 mil unidades, crescimento de 8,3% com relação ao mesmo período de 2018. Para Moraes é um bom resultado, dentro do projetado pela entidade: “Antes do ano acabar já superamos os emplacamentos registrados em 2016 e em 2017, fato que reforça o ano positivo do setor”.

 

Os estoques retornaram ao nível adequado para atender o mercado, de acordo com a Anfavea, com 193,2 mil veículos nos pátios das concessionárias e 136,2 mil nas fábricas, que são suficientes para 41 dias de vendas.

 

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Impacto do aumento do custo do aço será direto na veia, diz Anfavea

São Paulo – O movimento de reajuste no preço do aço a partir de janeiro, anunciado pelas siderúrgicas a seus clientes – dentre eles fabricantes de veículos e autopeças – preocupa o presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes. Segundo o executivo “não tem como evitar: o impacto no custo é direto na veia”.

 

O presidente evitou comentar o tamanho deste impacto: “Depende do caso, da especificação do aço, da negociação com os clientes”. Segundo o jornal Valor Econômico a CSN anunciou reajuste médio de 10%, a Usiminas de 5%, repetindo o índice aplicado no fim de outubro, e a Arcelor Mittal e a Gerdau deverão divulgar nova tabela nos próximos dias.

 

“É um fato que preocupa o setor, montadoras e autopeças. Cada empresa, agora, está tratando a sua dor, analisando qual remédio vai usar”.

 

Em novembro saíram das linhas de montagem 227,5 mil automóveis, comerciais leves, caminhões e chassis de ônibus, volume 7,1% inferior ao resultado do mesmo mês do ano passado e 22,3% abaixo de outubro. A queda, de acordo com Moraes, é justificada pela menor quantidade de dias úteis e o fato de a produção em outubro ter sido muito forte.

 

No acumulado do ano foram produzidos 2 milhões 774 mil veículos, crescimento de 2,7% com relação ao período de janeiro a novembro de 2018. A indústria caminha para o volume projetado pela Anfavea para 2019, 2 milhões 940 mil unidades – alta de 2,1%.

 

Continua em queda o nível de emprego do setor: segundo a Anfavea, novembro fechou com 126,4 mil trabalhadores com carteira assinada, 1,3 mil a menos do que em outubro. Moraes creditou a redução ao fechamento da fábrica da Ford em São Bernardo do Campo, SP.

 

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VWCO: 3,6 mil ônibus ao Caminho da Escola.

São Paulo — A Volkswagen Caminhões e Ônibus venceu licitação do programa federal Caminho da Escola. A concorrência envolveu 3,6 mil unidades dentre modelos Volksbus 8.160 ODR ORE1, Volksbus 15.190 ODR ORE3 para 29 e 59 alunos, respectivamente, e também Volksbus 8.160 OD ONUREA. Este ano a montadora atingiu a marca de 20 mil unidade entregues ao programa.

Produção na Argentina supera 300 mil unidades

São Paulo — A produção de veículos na Argentina somou, até novembro, 300 mil 263 unidades, volume que representa queda de 33% ante o janeiro-novembro do ano passado. O dado foi divulgado pela Adefa na quarta-feira, 4.

 

Apenas em novembro, de acordo com o balanço, as linhas em operação no país produziram 27 mil 99 unidades, volume inferior ao registrado em outubro, quando foram produzidos 31 mil 834 veículos.

 

A entidade não comentou, mas pode ser que a queda na produção tenha como origem, afora a retração das demanda no mercado interno, a paralisação de fábricas no País e a recorrente redução do ritmo que as montadoras imprimem no último trimestre do ano.

 

Do total produzido no acumulado do ano 103 mil 680 unidades correpondem à produção de automóveis, volume 49% menor do que o registrado em igual período no ano passado. O volume restante corresponde a veículos comerciais, segmento no qual a retração foi de 19%.

 

As exportações acumuladas no ano somaram 205 mil 283 unidades, recuo de 16% ante o volume embarcado no janeiro-novembro de 2018. Apenas em novembro foram exportadas 17 mil 921 unidades, 31% a menos do que em novembro do ano passado. Houve queda no volume também na comparação com os embarques realizados em outubro, quando foram exportadas mais de 19 mil unidades. O Brasil foi o destino de 67% do volume exportado pelas montadoras instaladas na Argentina até novembro.

 

As vendas aos concessionários, nos onze meses do ano, somaram 341 mil 323 unidades, queda de 46% ante igual período no ano passado. Apenas em novembro as vendas chegaram a 22,9 mil unidades, 30% a menos do que o volume vendido em outubro de 2018. Foi o menor volume de vendas do ano.

 

Os licenciamentos, no varejo, caíram 35,5%, para 25,6 mil unidades em novembro. No acumulado do ano somam 438,2 mil automóveis, comerciais leves e pesados, recuo de 43,4%.

 

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Frutos do Grupo Traton amadurecem para 2022

São Paulo — O mercado deverá ver os primeiros frutos do Grupo Traton, formado em julho de 2018 e composto por MAN, Volkswagen Caminhões e Ônibus, Scania e RIO, a partir de 2022, para quando são esperados os anúncios dos investimentos dessas companhias em novo ciclo que se iniciará em praticamente dois anos.

 

O principal objetivo da constituição do grupo — no caso, a compra conjunta e compartilhamento de despesas em nível global –, já foi atingindo e, hoje, é uma realidade, disse Ricardo Alouche, vice-presidente de vendas da VWCO, na quarta-feira, 4. Segundo ele atualmente as companhias já compartilham componentes.

 

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O segundo argumento apontado como pilar para a formação do conglomerado, o compartilhamento de tecnologias, encontra-se em desenvolvimento dentro das engenharias das companhias:

 

“A partir de 2022 será possível ver os frutos da parceria das empresas: será o momento em que os projetos se cruzarão no futuro. O que pode acontecer, por exemplo, é o compartilhamento de motores que, apesar das diferenças particulares de cada modelo, poderão ter o mesmo bloco, o mesmo cabeçote”.

 

Na ideia da construção do grupo a sede tecnológica seria a Suécia, na estrutura da Scania, ao passo que o desenvolvimento ligado à manufatura teria como base a Alemanha, nas estruturas produtivas da Volkswagen. Haverá também suporte da Navistar, nos Estados Unidos.

 

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Volkswagen Caminhões investe em Resende para produzir o e-Delivery

São Paulo — A Volkswagen Caminhões e Ônibus prepara sua fábrica em Resende, RJ, para a produção do caminhão elétrico e-Delivery em linha onde são produzidos, hoje, modelos a diesel. Para isso anunciou, na quarta-feira, 4, que para realizar as modificações necessárias será investido ali R$ 110,8 milhões.

 

Parte do valor que financiará expansão da área produtiva e a aquisição de novos equipamentos tem como origem o BNDES. A outra parte tem como fonte o R$ 1,5 bilhão referente ao ciclo atual de investimento da companhia, que começou em 2017 e terminará em 2021.

 

De acordo com o seu vice-presidente de vendas, Ricardo Alouche, já estão em curso obras que tratam do espaço em que o chassi do e-Delivery, o mesmo daquele equipado com motor a combustão, receberá o powertrain elétrico e componentes eletrônicos: “É uma área que chamamos de P8, onde a linha se divide em duas. De um lado os modelos a combustão seguem para testes de qualidade e, depois, ao estoque. Do outro, se for o caso de um modelo elétrico, ele seguirá para uma área que estamos construindo, onde será montado o motor elétrico, as baterias e outros componentes”.

 

À época do anúncio do investimento, em 2017, a companhia sinalizava que o aporte seria aplicado em renovação da oferta, modernização da fábrica e expansão internacional.

 

Afora essas áreas, disse Alouche, a VWCO usará os recursos também para o desenvolvimento do motor Euro 6 no País: “Já começamos os trabalhos agora, para que em 2022 já se tenha algo mais maduro para o mercado”.

 

É a partir dessa data que o mercado brasileiro exigirá a produção de motores dessa categoria de emissões. De todo modo, seguiu o executivo, o Euro 6 é objeto de investimento massivo no próximo ciclo de investimentos da companhia, esperado para começar em 2022.

 

Alouche disse ainda que a empresa trabalha com a possibilidade de nacionalizar a cabine dos caminhões MAN, que hoje são importadas. O câmbio desfavorável e oportunidades de negócios no segmento de extrapesados teriam motivado a companhia a produzi-la localmente: “É uma questão de custo e câmbio. Quando as exportações estavam em alta era possível compensar fazendo hedge. Com o cenário reverso ficou caro, por exemplo, importar as cabines”:

 

“Não é algo que se possa otimizar dentro da operação logística, em um contêiner cabem poucas cabines e somente cabines. Por isso estamos estudando a possibilidade de nacionalizá-la ou trazê-la montada no segundo semestre do ano que vem”.

 

Hoje cerca de 90% dos modelos produzidos pela VWCO em Resende são formados por componentes nacionais. Os modelos MAN, por exemplo, têm um taxa menor. O motor tem o seu bloco fundido no Brasil e usinado no Exterior, retornando ao País montado.

 

Foi aventada também a possibilidade de operação em segundo turno em Resende, mas ainda é algo que precisa ser estudado, segundo o executivo. Hoje a empresa opera em jornada em um turno, de segunda a sábado.

 

Por ora, no campo dos elétricos, a empresa promove testes com protótipos. Até o fim de 2019 dezessete protótipos elétricos e-Delivery serão submetidos a testes de validação e avaliação de engenharia do Brasil, com objetivo de obter a homologação e o início da produção previsto para o segundo semestre de 2020.

 

Os testes serão realizados no campo de provas da montadora. Há também testes em curso em operação da Ambev na distribuição de seus produtos na cidade de São Paulo. A empresa de bebidas encomendou 1,6 mil unidades do caminhão e integra o grupo das que formam o e-Consórcio, do qual sairá também o ônibus elétrico e-Flex.

 

O mercado de bebidas, aliás, tem sido bastante explorado pela empresa este ano, que estima que até o fim de dezembro sejam vendidas 1,5 mil unidades de caminhões, elétricos e a combustão na América Latina.

 

Mercado – Segundo Roberto Cortes, presidente da VWCO, o crescimento do setor no ano ante o verificado no ano passado será de 35%. Para o ano que vem “algo em torno de 5% a 10%”.

 

Há a expectativa sobre os negócios na agricultura e, também, na distribuição urbana. Modelos vocacionais, como betoneiras, podem também acrescentar volume às vendas da empresa, que antevê oportunidades no ramo da construção.

 

Este ano, segundo Ricardo Alouche, as vendas cresceram mensalmente, o que proporcionou à VWCO certo cenário de previsibilidade. Por outro lado, ainda que o volume tenha aumentado na comparação com o de 2018, há achatamento dos preços dos veículos praticados no mercado, o que produz reflexos na rentabilidade da operação no País:

 

“Exportamos pouco, o que poderia, em função do câmbio, nos ajudar a ter um pouco mais de receita. De toda forma os preços estão abaixo do que praticávamos em 2011 ou 2013, por exemplo, e não podemos de uma hora para outra aumentá-los porque pode provocar no mercado postergação das compras”.

 

O executivo disse que há três meses o preço médio dos veículos foi aumentado 1% ao mês, e que os clientes estão acompanhando essa evolução de forma positiva. O executivo apontou um acréscimo médio de 12% como patamar que pode ajudar a empresa a melhorar o desempenho operacional no Brasil.

 

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Dez novos modelos são prometidos pela Jeep até 2022

São Paulo – Com investimento de R$ 7,5 bilhões no Brasil até 2022, a Jeep planeja lançar dez novos veículos no mercado brasileiro no período – e um deles será produzido em Goiana, PE. Segundo Tania Silvestri, diretora da brand e comercial, um SUV sairá das linhas de montagem da fábrica pernambucana, que receberá uma nova plataforma.

 

Sem revelar muitos pormenores do modelo, a executiva informou que será maior do que o Compass e ficará situado em segmento acima, com uma versão de sete lugares: “Também teremos outros novos modelos, séries especiais e remodelação dos veículos que já vendemos no mercado nacional. Alguns serão equipados com os novos motores Firefly”.

 

A empresa também já estuda a possibilidade de exportar o futuro modelo nacional, considerando que o Renegade e o Compass, os dois modelos fabricados no Brasil, são vendidos em outros mercados da América Latina.

 

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Grande parte do investimento aprovado para o Brasil ainda será aplicado. Segundo Silvestri o foco não será apenas em novos produtos: chegarão também novas tecnologias na planta de Goiana, melhorias de processos e expansão do índice de nacionalização dos componentes usados na produção, ponto considerado importante: “Temos que ampliar esse índice até porque teremos a chegada de outro modelo para ser produzido aqui”.

 

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