Fiat Toro Ultra completa portfólio da picape de Goiana

São Paulo – As concessionárias Fiat começaram a receber uma nova versão da picape Toro, modelo que, em outubro, alcançou a marca de 200 mil unidades comercializadas no mercado brasileiro desde o seu lançamento – a segunda mais vendida no País, só superada pela Strada, também Fiat. 

 

A Ultra ocupará o topo da linha, junto com a Ranch – mas cada uma direcionada a um público especifico. A nova versão da Toro traz como grande inovação a Dynamic Cover, uma capota rígida que ajuda a proteger a caçamba e tem como principais funcionalidades evitar infiltração de água e furto de carga.

 

A novidade foi anunciada pela Fiat em julho, quando apresentou a linha 2020.

 

Equipada com motor 2.0 diesel, tração 4×4 e transmissão automática de nove marchas, a picape está disponível na cores branco, prata, preta, e azul por R$ 164 mil 990.

 

Foto: Divulgação.

Alegando fraude, governo extingue o DPVAT

São Paulo – A partir de 2020 os proprietários de veículos automotores deixarão de pagar o DPVAT, popularmente conhecido como seguro obrigatório. Na segunda-feira, 11, o presidente Jair Bolsonaro assinou uma medida provisória que extinguiu a alíquota, que em 2019 foi de R$ 16,21 para automóveis e caminhões, R$ 37,90 para ônibus, R$ 25,08 para micro-ônibus e R$ 84,58 para motocicletas. Segundo a Agência Brasil o governo alegou atender recomendação do TCU, Tribunal de Contas da União, para “evitar fraudes e amenizar custos de supervisão e de regulação do seguro por parte do setor público”.

 

O governo promete que os cidadãos não ficarão desamparados no caso de acidentes: há atendimento gratuito e universal na rede pública por meio do SUS e cobertura de auxílio-doença, aposentadoria por invalidez, auxílio-acidente e de pensão por morte para os segurados do INSS. Segundo a Seguradora Líder, a administradora oficial do DPVAT, a cada quinze minutos, uma pessoa morre em decorrência de um acidente de trânsito no País.

 

A Líder não quis se pronunciar sobre o fim do DPVAT – por ser definido por meio de medida provisória, ainda precisa ser aprovado pelo Congresso para ser transformado em Lei. Divulgou apenas alguns números: mais de 4,5 milhões de pessoas foram beneficiadas pelo seguro nos últimos dez anos, sendo que mais de 485 mil indenizações foram pagas a famílias de vítimas fatais no valor R$ 13,5 mil.

 

O argumento das fraudes, levantado pelo governo, foi corroborado pela Susep, Superintendência de Seguros Privados, órgão que fiscaliza o mercado de seguros. Em nota, a autarquia afirmou ser baixa a eficiência do DPVAT. “Os números mostram que o volume de reclamações é um dos maiores do mercado, sendo a administradora do seguro a segunda colocada no ranking de reclamações da Susep”.

 

De acordo com a Susep, a fiscalização da Líder consome em torno de 19% dos seus recursos, enquanto a operação representa 1,9% do volume de receitas do mercado supervisionado. Na nota dá uma dica aos cidadãos brasileiros: “Espera-se que o próprio mercado ofereça coberturas adequadas para proteção dos proprietários de veículos, passageiros e pedestres. Hoje cerca de 30% da frota circulante de veículos no Brasil já conta com essas e outras coberturas”.

 

No ano passado a Líder destinou R$ 2,1 bilhões arrecadados com o DPVAT para o SUS – 45% do total arrecadado. O Denatran ficou com R$ 233,5 milhões, 5% da arrecadação, que tiveram como objetivo investimento em programas de educação e prevenção de acidentes de trânsito.

 

Foto: Agência Brasil.

Thomas Hilse é o novo presidente mundial da Iveco

São Paulo – Thomas Hilse assumiu a presidência mundial da Iveco, tendo sob sua responsabilidade as áreas de gerenciamento de produtos, vendas, marketing e desenvolvimento de rede. Com 22 anos de experiência na indústria de caminhões, ônibus e veículos comerciais, o engenheiro mecânico e administrador passou por diversas posições em diferentes marcas na Europa, América do Norte, América do Sul e Ásia.

 

Segundo Gerrit Marx, presidente mundial de veículos comerciais e especiais da CNH Industrial, Hilse chega em momento importante da história da fabricante de caminhões sediada em Turim, na Itália: “Acabamos de lançar a nova linha de veículos comerciais Daily e o novo caminhão pesado S-Way, com avanços significativos em digitalização e manutenção em nossa oferta”.

 

Foto: Divulgação.

Master assume controle de fundição gaúcha

Caxias do Sul, RS — A Master Sistemas Automotivos, controlada das Empresas Randon, anunciou na terça-feira, 12, a aquisição da Ferrari Indústria Metalúrgica, de Flores da Cunha, RS. O negócio foi formalizado a partir da assinatura de um contrato que tem como objetivo a compra integral das ações da empresa. Cumpridas as condições precedentes, a conclusão da operação deve acontecer no primeiro trimestre de 2020. O valor investido é de R$ 14 milhões.

 

De acordo com o COO da divisão Autopeças das Empresas Randon, Sergio Carvalho, ao incorporar a empresa, a Master agregará, no curto prazo, maior competitividade em seus mercados, adicionando ao seu portfólio itens fundidos em alumínio sob pressão, parte para suprir seu consumo cativo e outra para suportar o crescimento destinado às exportações e necessidades atuais dos clientes de ambas organizações. “Estamos promovendo a integração da cadeia produtiva e avançando na sustentação da estratégia de crescimento da Master, aumentando o potencial também de atuação no mercado externo”.

 

No longo prazo, segundo Carvalho, a Master se prepara para estar alinhada com as tendências do setor automotivo, que é da gradual substituição do aço por ligas mais leves, visando aumentar a eficiência energética. “Independentemente da fonte do combustível, seja diesel, elétrico ou outros alternativos, o veículo terá de ser mais leve”.

 

Carvalho projeta que, nos primeiros dezoito meses, a estrutura atual atenderá às demandas. Passado este período, é provável que se iniciem estudos para ampliação. “A empresa tem alto nível de automatização, com vários robôs, o que permite obter capacidades adicionais”.

 

Fundada em 19 de janeiro de 1987, em Caxias do Sul, a Ferrari Indústria Metalúrgica iniciou atividades realizando fundição por gravidade. Em 1997, a empresa inaugurou nova linha de injeção, especializando-se na fundição sob pressão de alumínio. Em 2009, foi inaugurada a nova sede em Flores da Cunha, onde mantém o parque fabril. A empresa tem 35 funcionários, capacidade instalada para 1,4 milhão de toneladas/ano de produção e atende uma gama qualificada de clientes dos segmentos de veículos leves e pesados, máquinas agrícolas, industrial, moveleiro e utilidades domésticas, além de projetos especiais. A empresa ainda produz fundidos de zamak sob pressão e conta com matrizaria e centro de usinagem.

 

Fabricante de freios para caminhões, ônibus, reboques e semirreboques, a Master foi criada em 24 de abril de 1986 a partir de joint venture entre a Randon S.A. Implementos e Participações e a Meritor, dos Estados Unidos. Com forte presença no segmento de reposição, exporta para os países da América Latina, Estados Unidos e Canadá.

 

Fotos: Divulgação.

Goiás entrega 214 ônibus via Caminho da Escola

São Paulo – O governo de Goiás entregou às escolas do Estado, na segunda-feira, 11, lote de 214 ônibus escolares via programa Caminho da Escola. 133 municípios receberão os veículos que serão utilizados para o transporte de alunos em zonas rurais. O investimento para aquisição dos veículos, segundo o governo do Estado, foi de R$ 43,3 milhões que serão financiados pelo FNDES, o fundo nacional de desenvolvimento da educação.

Vendas financiadas superam 200 mil unidades em outubro

São Paulo – As vendas financiadas de veículos novos, em outubro, somaram 211 mil 706 unidades, volume que representa crescimento de 11% ante aquele financiado em outubro do ano passado. Segundo balanço da B3 o crescimento sobre os financiamentos em setembro foi de 12%.

 

Do total financiado 125 mil 989 unidades correspondem a automóveis e comerciais leves, crescimento de 4,6% sobre o resultado de outubro de 2018. Os veículos pesados financiados somaram 13 mil 221 unidades, alta de 35% sobre outubro do ano passado.

 

A modalidade de financiamento mais adotada em outubro foi o CDC, crédito direto ao consumidor, que respondeu por 87,3% do total financiado, veículos novos e usados. Ao consórcio correspondeu a fatia de 11,5%, e leasing e outras modalidades formaram a parcela restante.

 

Foto: Divulgação.

4Truck inaugura sede em Guarulhos

São Paulo – A 4Truck inaugurou sede em Guarulhos, SP, empreendimento que demandou investimento de R$ 1 milhão. A empresa já estava instalada na cidade e, agora, mudou-se para terreno próximo à rodovia Presidente Dutra – importante artéria de escoamento de produtos para as regiões Norte e Nordeste.

 

Segundo o presidente Osmar Oliveira a capacidade de produção deverá ser dobrada no novo endereço: “No médio prazo, com a automação de parte do processo e do treinamento das equipes, entendemos ser possível produzir três vezes o volume da antiga sede. Nossa projeção inicial é a de aumentar o quadro em 20%, podendo chegar a 30% ainda no primeiro ano”.

 

A nova área tem 12 mil metros quadrados, sendo 6,8 mil metros quadrados de área construída.

 

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Setor de implementos revisa projeções

São Paulo – O setor de implementos revisou suas projeções para o mercado em 2019: a Anfir, entidade que o representa, divulgou na terça-feira, 12, que o volume de emplacamentos de implementos rodoviários, este ano, deverá superar em 25% o total do ano passado. Na prática significa que o volume de vendas deverá ser, segundo as novas projeções do setor, de 115 mil unidades.

 

A projeção anterior indicava de 108 mil a 110 mil unidades, representando 20% de crescimento sobre as vendas realizadas em 2018.

 

“Os números de mercado que estamos atingindo estão maiores que nossas projeções”, disse Norberto Fabris, presidente da associação. “Embora o desempenho ainda esteja abaixo dos números de 2012 e 2013, é um bom sinal de recuperação da nossa economia.”

 

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Exportações puxam a receita da Tupy

São Paulo – A Tupy seguiu com desempenho operacional positivo no terceiro trimestre, apesar de duas variáveis importantes: as oscilações no mercado argentino, que afetaram as exportações de caminhões, e a saída da Ford Caminhões do mercado, que produziu reflexos em sua cadeia de fornecedores. A força dos mercados da América do Norte e do brasileiro levaram a companhia a registrar receita de R$ 1 bilhão 339 milhões de julho a setembro, o que representa crescimento de 1,8% sobre igual período no ano passado.

 

Segundo o presidente Fernando de Rizzo a companhia tem trabalhado para diversificar sua oferta no Exterior, sobretudo nas vendas de produtos estruturais compostos por metais mais resistentes que geram maior valor agregado. O mercado externo representou no período, segundo o executivo, 70% do que foi produzido na duas fábricas que a empresa mantém no País, em Mauá, SP, e em Joinville, SC: “São os contratos de longo prazo que mantemos com clientes no Exterior que ajudam a empresa a manter o crescimento”.

 

Fundamental para a Tupy, a exportação é tema recorrente em conversas mantidas com o governo federal – o aumento da alíquota do Reintegra, por exemplo, poderia levar a empresa a registrar resultados melhores: “O Ebitda do trimestre poderia ser R$ 20 milhões maior caso houvesse políticas que estimulassem a exportação, como foi o caso do Reintegra, que nos levou a conquistar contratos de longo prazo no Exterior e, por isso, gerar mais empregos em nossas fábricas”.

 

O Ebitda, que é o lucro antes de impostos e amortizações, registrado no trimestre foi de R$ 188,7 milhões, apontou o balanço divulgado na terça-feira, 12 — o maior da sua história. Na operação brasileira está em atividade um quadro formado por 9 mil funcionários, 1 mil 550 deles contratados de 2015 a 2018. Foi nesse período que a empresa obteve contratos importantes no Exterior em função da condição favorável gerada pela alíquota do Reintegra vigente à época.

 

De todo modo, afora as oportunidades que a Tupy aproveitou no mercado para poder manter a taxa de crescimento no trimestre – uma delas a prestação de serviço de usinagem de blocos e cabeçotes de motores para montadoras como Mercedes-Benz, Volkswagen Caminhões e Ônibus e Caterpillar –, a companhia teve de promover uma série de ajustes na operação para chegar a resultados financeiros positivos, disse Rizzo:

 

“O câmbio nos favoreceu, mas também promovemos ganhos de eficiência em trabalhos internos para manter o resultado para o investidor. As vendas físicas no terceiro trimestre foram menores na comparação com as realizadas no terceiro trimestre do ano passado, mas a receita cresceu aqui, por exemplo, porque adotamos essas medidas e porque as vendas ao mercado interno cresceram 11,7%”.

 

Tal tendência de crescimento do mercado interno, segundo De Rizzo, pode ser vista durante a Fenatran, principal feira de veículos comerciais realizada no País: “Somos um dos fornecedores do Mercedes-Benz Actros, um dos destaques da feira. Houve vendas ligadas ao agronegócio, que é uma vertical que puxa os nossos negócios. Também somos fornecedores dos veículos a gás e biodiesel da Scania, o que nos abre portas para explorar um mercado de combustíveis alternativos”.

 

A companhia, por ter ações listadas na B3, a Bolsa de Valores de São Paulo, evita as projeções. No entanto há expectativa em torno da aproximação de um movimento de renovação de frotas no mundo, principalmente no setor de máquinas agrícolas, um outro segmento da economia explorado pela Tupy.

 

“Acompanhamos o envelhecimento das máquinas. Em algum momento haverá renovação de equipamentos. Temos confiança nos resultados de longo prazo.”

 

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Rodrigo Padilha assume diretoria da Volvo

São Paulo – A Volvo indicou o engenheiro mecânico Rodrigo Padilha para a diretoria de desenvolvimento de concessionárias de caminhões e ônibus para a América Latina. Ele já assumiu a nova função em Curitiba, PR, e responde diretamente a Wilson Lirmann, presidente do Grupo Volvo na região.

 

Na empresa desde 2013, em gerências de pós-vendas e operações de serviços, Padilha ocupava a vice-presidência de logística.  Acumula passagens em diversas empresas, pois começou sua carreira no setor automotivo em 1998. Já trabalhou também na VCE, Volvo Constructrion Equipment.

 

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